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Dinheiro gasto com capelães ajudaria 30 mil famílias com auxílio emergencial, diz Edilázio

O deputado federal Edilázio Júnior (PSD) destacou na tribuna da Câmara Federal, a decisão do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Nunes Marques, que determinou a suspensão do cargo comissionado de capelão no Maranhão, no bojo de uma Ação Direta de Inconstitucionalidade (Adin) ingressada contra o governo Flávio Dino (PCdoB).

Com o dinheiro gasto por Dino no caso que ficou conhecido nacionalmente como “Farra de Capelães”, 30 mil famílias poderiam ter sido beneficiadas com uma espécie de auxílio emergencial estadual, segundo Edilázio. 

“De 2018 a 2021 o estado do Maranhão perdeu com essa lei inconstitucional, cerca de R$ 15 milhões. Imaginem só vocês esse recurso em caixa nesse momento de pandemia. O governador Flávio Dino que em momento em algum se sensibilizou em criar um auxílio emergencial, daria tranquilamente para atender cerca de 30 mil famílias com auxílio emergencial de R$ 500”, disse. 

Edilázio lembrou que somente no ano eleitoral de 2018, quando Dino foi reeleito para o cargo, 36 cargos comissionados de capelães foram criados e distribuídos por lideranças de dezenas de igrejas no estado. 

“O segundo estado do país que tem o maior número de capelães é Alagoas, com 5. No Maranhão Flávio Dino elevou esse número para 50 e no período da campanha eleitoral o governador prometeu criar mais 10”, destacou.

Edilázio lembrou que tramita na Justiça Eleitoral uma Ação de Investigação Judicial Eleitoral por abuso de poder em desfavor de Dino e que pode resultar na perda de mandato do comunista. A ação é assinada pela advogada Anna Graziella, também destacada na tribuna pelo parlamentar. 

Área de anexos

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Farra dos capelães pode gerar problemas para Flávio Dino no TSE…

Procuradoria Geral da República pediu ao Supremo Tribunal Federal a inconstitucionalidade  das leis maranhenses que tratam dos cargos de comissão de capelães nas forças policiais, alvos de ação eleitoral contra o governador comunista

 

O Maranhão é o estado com o maior número de capelães evangélicos nas forças policiais, a maior parte nomeada no período pré-eleitoral e eleitoral de 2018

 

A ação da Procuradoria-Geral da República contra uma série de leis maranhenses que criam cargos em comissão de capelães religiosos nas forças policiais (Polícia Militar, Corpo de Bombeiros, Polícia Civil e Sistema Penitenciário) pode gerar sérios problemas para o governador Flávio Dino na Justiça Eleitoral.

A chamada “farra dos capelães” foi denunciada à Justiça Eleitoral durante a campanha de 2018, pedindo a cassação do diploma de Dino por abuso de poder, na forma do uso dos cargos em troca de votos de líderes religiosos.

Se o STF acatar a ação de inconstitucionalidade da PRG, fica caracterizada a ilegalidade das nomeações no governo maranhense, o que comprovaria o crime eleitoral de Fla´vio dino.

Neste caso, além de perder o mandato, o governo pode ficar inelegível.

Anna Graziella Neiva foi autora da ação que tramita na Justiça Eleitoral e chega agora ao Supremo Tribunal Federal

– Em boa hora o Procurador Geral da República reconhece a utilização espúria desses elevados cargos públicos, não para atender a valores republicanos, mas para satisfação de interesses eleitorais, como já denunciei junto à Justiça Eleitoral do Maranhão. O tema está na pauta do dia da Justiça Eleitoral do Brasil e, o caso do Maranhão, chegará ao Tribunal Superior Eleitoral – destacou a advogada Anna Graziella Neiva, autora da ação eleitoral contra Dino.

O excesso de nomeações para postos de capelão no Estado ficou conhecido como “farra de capelães” está sendo debatido no Supremo Tribunal Federal, após decisão do Tribunal Regional Eleitoral do Maranhão, que rejeitou a ação contra Dino.

Os embargos de declaração devem ser julgados no TSE ainda em 2021…

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‘Farra de capelães’: Dino disciplina capelania no MA por decreto

 

De O EstadoMaranhão

O governador do Maranhão, Flávio Dino (PCdoB), editou na semana passada um decreto que disciplina a prestação de serviços de capelania no âmbito do Estado do Maranhão. O documento foi publicado na edição do dia 22 de dezembro do Diário Oficial do Estado.

O ato estabelece critérios para a prestação do serviço, bem como define o que passa a ser capelania militar, capelania carcerária e capelania institucional. E determina, ainda, que, a partir de agora, a a seleção de novos capelães se dará “mediante processo a ser conduzido por Comissão composta por representantes da Casa Civil, da Secretaria Extraordinária de Relações Institucionais (SRI), da Secretaria de Estado da Segurança Pública (SSP) e da Secretaria de Administração Penitenciária”.

O decreto surge praticamente dois anos após a chamada “farra dos capelães” ser denunciada à Justiça Eleitoral, e dias depois de a defesa da coligação “Maranhão Quer Mais”, da ex-governadora Roseana Sarney (MDB) questionar, em julgamento no Tribunal Regional Eleitoral (TRE-MA), a falta de critérios – e de concurso – para a escolha dos capelães do Estado do Maranhão.

Levantamento apresentado aos membros da Corte Eleitoral apontou, na ocasião, que a contratação e remuneração desses profissionais já consumiu, até este ano, mais de R$ 13 milhões. Foram R$ 4,3 milhões anuais, nos últimos três anos. A conta, no entanto, ainda é defasada. De 47 capelães identificados, só há dados de pagamentos a 34 deles.

Apesar da denúncia, o TRE-MA rejeitou, por unanimidade, a Ação de Investigação Judicial Eleitoral (Aije) proposta pela coligação, após voto do relator da matéria, desembargador José Joaquim Figueiredo dos Anjos.

Ao analisar o mérito da questão, os membros da corte concordaram com argumento da defesa do governador Flávio Dino, de que o Maranhão está na vanguarda do país no que diz respeito aos serviços de capelania, com aproximadamente 50 capelães, e de que a assistência prestada a membros das corporações militares e a detentos fez reduzir a violência em presídios locais.

A coligação, contudo, já apresentou embargos de declaração após o julgamento pelo tribunal regional, e pretende levar a questão até o Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

Abuso

No processo, o MDB e os partidos aliados na campanha de 2018 acusam o governador maranhense de liderar um movimento de abuso de poder político e religioso, ao nomear líderes evangélicos como capelães da Polícia Militar do Maranhão (PMMA), recebendo altos salários sem passar por concurso público.

Oficialmente, o Executivo alega que os nomeados cumprem função essencial à corporação, ao fornecer auxílio religioso a praças e oficiais. Para a coligação emedebista, Dino arregimentou um “curral eleitoral evangélico” ao proceder às nomeações. E aponta que muitos dos capelães são filiados a partidos políticos da base governista.

“A nomeação dos sacerdotes remunerados com dinheiro público do Estado tem o claro e inquestionável propósito de disseminar votos e induzir rebanhos de fiéis para a urna eleitoral, tudo com as estruturas do Governo do Estado. O ápice da inconstitucionalidade e ilegalidade é que os cargos públicos que somente podem ser preenchidos por concurso público (Coronel, tenente etc.) estão sendo escolhidos ao talante do Governador do Estado, ou seja, ele nomeia quem, quando, para qualquer cargo e com remuneração, tudo ao bel prazer dos interesses eleitorais escusos e com o apoio e incentivo do Secretário de Segurança Pública e o Comandante Geral da Polícia Militar”, diz o MDB na ação.

Para o partido, houve um “aperfeiçoamento” do abuso de poder religioso no Maranhão em 2018. “Enfim, é certo que o Governador Flávio Dino, em conluio com o Secretário de Segurança Pública, Jefferson Portela, e o Comandante Geral da Polícia Militar,  Jorge Luongo, decidiram, ‘aperfeiçoar’ o abuso do poder religioso, transmudando-o num estratagema herético-apóstata-eleitoral-estatal com a criação de uma verdadeira seita política-administrativa-religiosa-eleitoral, custeada com recursos públicos e com o propósito eleitoral de perpetuação do poder”, completou.

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Ministério Público denuncia capelães militares por filiação partidária

Indicados por lideranças evangélicas – a maior parte da Assembleia de Deus – esses militares sem concurso tiveram que ingressar em agremiações ligadas ao governo Flávio Dino, onde permaneceram mesmo depois de assumir patentes na PMMA e no Corpo de Bombeiros

 

Alguns dos capelães nomeados por Flávio Dino na Polícia Militar e no Corpo de Bombeiros: interesses partidários se confundindo com o evangelho

A promotora de Justiça Militar Márcia Haydée Porto de Carvalho denunciou à Justiça pelo menos nove capelães nomeados para a Polícia Militar e para o Corpo de Bombeiros no governo Flávio Dino (PCdoB).

Eles são acusados de se manter filiado a partidos políticos da base dinista mesmo após receber patentes de oficiais militares, afrontando o Código Militar.

Todos eles vão responder a ação penal pelo crime.

Da PMMA foram denunciados o capitão Francisco Fábio Silva Leite (ex-PSC, hoje Podemos), e os primeiros-tenentes Ernamilson Gomes de Macedo (PL), Pedro de Lima Villela (PDT), Jessé Lemos Coutinho (DEM) e Cícero Batista Martins Guimarães (PSC).

No Corpo de Bombeiros a denúncia do Ministério Público alcançou o major Ailton César Alves de Sousa (PTB), o capitão Paulo Guilherme Fernandes de Oliveira (Patriotas) e o primeiro-tenente Antônio Márcio da Silva (Republicanos).

Esses mesmos, e outros capelães militares – todos nomeados sem concurso público – já respondem a Ação Eleitoral, por abuso de poder e outros crimes eleitorais praticados tanto nas eleições de 2014 quanto nas eleições de 2018.

As ações eleitorais correm no Tribunal Superior Eleitoral.

A promotora chegou a alertar na ação que a filiação dos capelães gerava “especulações na opinião pública de que tinham como objetivo satisfazer seus interesses partidários, diversos da função de ministros de fé”.

Mesmo assim, pela articulação política entre o governo e a Assembleia de Deus, eles permaneceram filiados;

E alguns só pediram desfiliação após tomar conhecimento da investigação do Ministério Público.

Agora vão ter que responder a ação penal…

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Para Nicolao Dino, igrejas evangélicas têm poder para interferir nas eleições

Procurador federal já emitiu parecer do Ministério Público contra o uso das denominações religiosas nos processos eleitorais, assunto que o Tribunal Superior Eleitoral deve retomar a partir de agosto

 

Procurador da República, Nicolao Dino já se posicionou contra o uso eleitoreiro das igrejas evangélicas

Assunto que tem ganhado o debate político no Brasil, a interferência das igrejas evangélicas nas eleições já foi tema de relatório do procurador federal Nicolao Dino.

Em parecer emitido após as eleições de 2016, quando representava o Ministério Público na Justiça Eleitoral, Nicolao Dino pediu punição ao prefeito do Rio de Janeiro, Marcelo Crivella, pelo uso da Igreja Universal durante a campanha.

– A liberdade religiosa não permite que lideranças clericais comprometam a normalidade e a legitimidade das eleições, notadamente quando buscam amparo na autoridade espiritual para subjugar fiéis, captando-lhes o livre exercício do voto ou transformando-os em cabos eleitorais – apontou Dino no parecer. (Relembre aqui)

Nicolao Dino é irmão do governador do Maranhão Flávio Dino (PCdoB), ele próprio acusado de usar templos religiosos e aliciar lideranças evangélicas em troca de espaços de poder em seu governo. (Relembre aqui, aqui e aqui)

Flávio Dino criou centenas de cargos de capelães em seu sistema de segurança, a maioria ocupada por pastores ou parentes de pastores da Assembleia de Deus

A tese de Nicolaou Dino está sendo discutida no TSE a partir de um relatório do ministro Edson Fachin, que quer punir – inclusive com cassação de mandato – políticos que se elegerem usando a fé de membros de igrejas. 

Mas grupos como o do próprio Marcelo Crivella, bispo da Igreja Universal do Reino de Deus, tentam impedir a Justiça Eleitoral de votar o tema. (Releia aqui)

Mas o assunto vem ganhando cada vez mais força no meio jurídico…

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Por que os capelães da Assembleia de Deus não entregam seus cargos?!?

Ao criticar a deputada Eliziane Gama por apoiar Fernando Haddad e Manuela D’Ávilla, pastor presidente expõe o fisiologismo da Assembleia de Deus, que não aceita apoiar petistas e comunistas, mas aceita se beneficiar da troca de cargos e favores no mesmo governo comunista

 

POSTURA SELETIVA. Pastor Pedro Aldir: revolta com comunista só após eleger a filha deputada no próprio palanque comunista

O discurso visceral, agressivo e virulento do pastor-presidente da convenção estadual das Assembleias de Deus, Pedro Aldir Damasceno, expõe não apenas a truculência de evangélicos enfileirados em torno do presidenciável Jair Bolsonaro (PSL), mas também o jogo de interesses e a troca de favores políticos que marca a liderança desta denominação.

Damasceno expôs seu ódio religioso ao saber de um certo discurso da deputada federal e senadora eleita Eliziane Gama (PPS), de apoio a Fernando Haddad (PT), candidato do governador Flávio Dino (PCdoB).

Nada mais natural que Eliziane tomasse esta atitude, sobretudo diante da inequívoca força dada por Dino à sua eleição, quando poucos acreditavam nesta possibilidade.

Ao proferir palavras de ódio contra a posição da parlamentar, o líder religioso chegou a se utilizar de uma mentira – a de que a vice de Haddad, Manuela D’Ávilla, teria dito que Jesus era gay.

Mas se o pastor se revoltou com esta afirmação – sendo ela mentira ou não – por que o nobre líder religioso não fez este mesmo discurso no primeiro turno, quando sua filha disputava eleição no palanque do próprio Flávio Dino?

Por que o pastor assembleiano não se revoltou com os comunistas também quando eles nomearam uma “renca” de pastores para ser capelão militar sem concurso público?!?

O discurso seletivo e hipócrita do pastor Aldir Damasceno revela a face mais covarde das denominações religiosas, quando trata o fiel como gado, em currais eleitorais – para atender seus interesses – e se mostra indignado quando já com os interesses saciados.

Felizmente, os fiéis evangélicos – pelo menos uma parte deles – já não dá tanta importância para tipos como Pedro Aldir Damasceno.

Mas eles poderão continuar gritando desmedidamente seu ódio e seu proselitismo religioso…

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Pastor da Assembleia de Deus repudia apoio da liderança da igreja a Flávio Dino…

Em Carta de Repúdio, Líder da denominação em Buriticupu, Anselmo Cardoso de Carvalho, cita as atrocidades do comunismo na história, denuncia publicamente o presidente da AD, Pedro Aldi Damasceno e expõe a guerra de interesses políticos e financeiros que movimenta os bastidores de uma das maiores igrejas evangélicas do Maranhão

 

Pastor Anselmo Cardoso: repúdio às negociatas da Assembleia de Deus e clamor contra o comunismo

Uma Carta de Repúdio divulgada pelo pastor-presidente da Igreja Assembleia de Deus em Buriticupu, Anselmo Cardoso de Carvalho, denuncia publicamente os interesses do presidente estadual da denominação evangélica, pastor Pedro Aldi Damasceno.

– E o presidente da CEADEMA? Está mesmo apoiando politicamente um governador comunista, membro do Partido Comunista do Brasil – PCdoB? Sim, é verdade! Já pensávamos nisto. Só é mais um fracasso na vida espiritual dele. Ele quis se justificar, dizendo que o Pr. Estevam apoiava politicamente o José Sarney. Porém, quem conhece o José Sarney sabe que ele não era comunista, e na verdade, ele apoiava, mas o José Sarney não era comunista, é diferente daquele que apoia um candidato que é comunista – denuncia Anselmo Cardoso, em documento que expõe o que ele chama de fracasso espiritual do comando de sua igreja.

Na verdade, o manifesto de apoio do pastor Aldi não foi unanimidade entre os líderes da Igreja. Alem de Anselmo Cardoso, pastores como Pedro Lindoso e Raifran Batista já haviam se manifestado criticamente à posição do líder assembleiano.

No documento ao qual este bl,og teve acesso, pastor Anselmo expõe os problemas que envolvem a direção da AD no Maranhão, o jogo de interesses políticos e a falta de convivência espiritual das lideranças, além de fazer um apanhado do que foi o comunismo na história do mundo.

– Em um país comunista, quem não apoia o governo, é preso, torturado e morto. Mao Tsé-Tung quando foi ditador na China, até o fim da sua vida, matou 77 milhões de compatriotas. E assim também foram os outros países comunistas – diz ele.

Em, seguida, o líder assembleiano revela os interesses do próprio pastor Pedro Aldi Damasceno, que negoicou diretamente com Flávio Dino o apoio da igreja.

– É difícil para ele [Pedro Aldi] rejeitar uma vantagem financeira. Ele me disse que no tempo em que o Pr. Joacy falou em si candidatar à presidência da CEADEMA, que se o Joacy ganhasse a eleição, ele poderia não ficar na CEADEMA. Hoje, ele se declara apoiar, politicamente, o governador do Maranhão, que é membro do PCdoB (Partido Comunista do Brasil). Ele, hoje, está do lado dos comunistas e pode ser também um deles (SIC) – revelou o pastor.

O líder da Assembleia de Deus conclui dizendo que a posição do pastor Pdro Aldi leva indignação ao corpo da igreja.

Abaixo, a íntegra da carta de Repúdio do pastor Samuel Cardoso:

CARTA DE REPÚDIO

AO MANIFESTO DE APOIO DO PR. PEDRO ALDI AO GOVERNADOR COMUNISTA DO MARANHÃO, FLÁVIO DINO.

Quero falar para os que são puramente evangélicos. De vez em quando acontece uma inovação na CEADEMA. Parecem ser coisas carnais e diabólicas.

Não faz muito tempo, um pastor, membro da CEADEMA, casou-se com uma mulher repudiada.

A Bíblia é contra este procedimento, conforme Mateus 19.9. Dos pastores que estavam reunidos, mais da metade concordaram com o casamento anti-bíblico. Só um grupo remanescente não concordou, cerca de 69 pastores. Votar em casamento com repudiado ou repudiada é anti-bíblico. Muitos pastores estavam desviados de Deus nesse dia, preferindo ficar do lado do desobediente e ficar contra a verdade.

Ei povo de Deus! Acorde, antes que seja tarde.

Não faz muito tempo, vários pastores resolveram ficar com suas esposas infiéis a eles e a Deus, e estão no ministério, na CEADEMA, porque a maioria dos pastores presente na reunião, concordaram com os infiéis. Caso se repita a infidelidades delas, não sei como ficam. Talvez eles perdoem novamente.

Os homens parecem serem bons de coração ou tem um coração sujo e não discordam do pecado de suas esposas. Eles acham que tem o remédio, que é o perdão, para não perder a esposa infiel a ele e a Deus.

E o presidente da CEADEMA? Está mesmo apoiando politicamente um governador comunista, membro do Partido Comunista do Brasil – PCdoB? Sim, é verdade! Já pensávamos nisto. Só é mais um fracasso na vida espiritual dele. Ele quis se justificar, dizendo que o Pr. Estevam apoiava politicamente o José Sarney. Porém, quem conhece o José Sarney sabe que ele não era comunista, e na verdade, ele apoiava, mas o José Sarney não era comunista, é diferente daquele que apoia um candidato que é comunista.

Pr. Pedro Aldi tinha vontade de concorrer a um cargo na CGADB. Como o Pr. José Wellington não lhe ofereceu uma vaga de candidatura, então, o Pr. Pedro Aldi se revoltou e se rebelou contra o Pr. José Wellington, apoiando um dos mais rebeldes do Brasil, a saber Samuel Câmara (nisto, ele também não teve o apoio da maioria dos convencionais). O Pr. Samuel terminou perdendo a eleição e saiu da CGADB, levando consigo cerca de 7 mil pastores.

O Pr. Pedro não saiu também porque já tem um cargo na CGADB. Portanto, supõe-se, que já não merece tanta confiança.

Mas foi o Samuel Câmara que facilitou o cargo na CGADB para o Pr. Pedro.

ATENÇÃO! Se o Pr. Pedro perder a presidência da CEADEMA aqui no Maranhão, ele pode receber qualquer convite para ganhar um cargo em outra convenção – provavelmente ele aceite, pois ele tem mania de grandeza – ele é tendente a isto. Ele, Pr. Pedro, já disse que não é político, mas em Viana, tem um político que não tem amizade com ele.

Eu, particularmente, acho que o que falta é ajuda financeira para a família dele. Veja bem! Uma promessa de candidatura, levou ele a apoiar o Samuel Câmara.

É difícil para ele rejeitar uma vantagem financeira. Ele me disse que no tempo em que o Pr. Joacy falou em si candidatar à presidência da CEADEMA, que se o Joacy ganhasse a eleição, ele poderia não ficar na CEADEMA. Hoje, ele se declara apoiar, politicamente, o governador do Maranhão, que é membro do PC do B (Partido Comunista do Brasil). Ele, hoje, está do lado dos comunistas e pode ser também um deles.

Em um país comunista, quem não apoia o governo, é preso, torturado e morto. Mao Tsé-Tung quando foi ditador na China, até o fim da sua vida, matou 77 milhões de compatriotas. E assim também foram os outros países comunistas.

Fidel Castro matou incontáveis milhares para poder se manter no governo; a antiga União Soviética, cerca de 34,5 milhões de pessoas morreram, fora os milhares que foram deportados. No nazismo de Adolf Hitler, pelo menos 6 milhões de judeus e milhões de outras pessoas. Tudo isso para manter o governo assassino no poder.

E entre os elementos que destruíram vidas, está a “santa inquisição” que matou cerca de 2 milhões de pessoas em um período que foi de Leão X a Clemente IX (papas), alguns sanguinários assassinos do catolicismo.

Tudo isso, são coisas que, nós, os verdadeiros evangélicos, repudiamos.

Essa posição do Pr. Pedro Aldi Damasceno, traz indignação à maioria dos membros da CEADEMA.

E, eu, particularmente, demonstro o meu REPÚDIO e INDIGNAÇÃO contra essa posição desagradável.

Pr. Anselmo Cardoso de Carvalho
Pastor Presidente – IEADEB

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Mais uma prova do uso político dos capelães evangélicos…

Pastor nomeado há seis meses por Flávio Dino faz campanha aberta para o comunista em seu templo religioso, inclusive com a presença de políticos aliados do governo

 

O pastor José de Jesus e os aliados de Flávio Dino: votos em troca de cargos n estrutura das forças policiais

O vídeo exibido nesta quarta-feira, 30, pelo jornalista Gilberto Léda, em seu blog, é o que se pode chamar de “batom na cueca” da distribuição de cargos públicos em troca de apoio eleitoral ao governador Flávio Dino (PCdoB).

Nomeado capelão do Corpo de Bombeiros há pouco mais de seis meses, o pastor José de Jesus Leitão Marreiros levou quatro aliados de Flávio Dino em um culto no templo do Ministério Apostólico Ágape para as Nações, uma dessas igrejas neo-pentecostais onde os fieis são tratados como rebanhos.

Um crime eleitoral flagrante, portanto.

O vídeo deve engrossar o calhamaço de denúncias sobre o uso eleitoral de capelães por Flávio Dino – que já está assentado no Ministério Público Eleitoral e no próprio Tribunal Regional Eleitoral.

Resta saber se estes órgãos de Justiça vão, de fato, fazer o processo andar contra Flávio Dino.

Ou se os braços da Justiça Eleitoral só alcançam os adversários do comunista…

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Aditivo em pedido de intervenção inclui fatos novos envolvendo Flávio Dino e militares..

Deputados Andrea Murad e Sousa Neto, além do presidente do PRP, Severino Sales, estiveram em Brasília para incluir na denúncia de espionagem contra Flávio Dino também a farra dos capelães e uma reunião com militares da época em que o comunista ainda era presidente da Embratur

 

Sousa Neto e Andrea Murad foram a Brasília para incluir fatos novos na denúncia contra Flávio Dino

Um aditivo assinado pelos deputados estaduais do PRP, Andrea Murad e Sousa Neto, e pelo presidente da legenda, Severino Sales, foi protocolado em Brasília esta semana para que seja juntado à representação da deputada Andrea Murad, protocolada em 4 de maio.

Naquela data, a parlamentar mostrou as provas de como a Polícia Militar do Maranhão está servindo ao PCdoB para promover a “espionagem” e o levantamento de dados dos líderes de oposição ao governador Flávio Dino.

A Representação juntou ainda todos os documentos oficiais da própria PMMA, determinando a missão eleitoral que visava beneficiar o projeto de reeleição do comunista.

– Primeiro entrei com a Representação para que a Procuradora Geral da República, Raquel Dodge, diante de todos esses fatos graves relatados, determine a intervenção no sistema de segurança pública do estado, porque entendo que toda essa estrutura está sendo utilizada pelo governador Flávio Dino para beneficia-lo nas eleições deste ano. Isso é crime grave, isso é abuso de poder, isso precisa de uma intervenção federal imediata- contou Andrea Murad.

Fatos novos

A deputada disse ter achado necessário a inclusão de fatos novos, que também têm forte gravidade no processo eleitoral.

– Achamos agora necessário incluir nesta minha representação um aditivo tratando de outros fatos comprovados como a nomeação abusiva de capelães nos órgãos de segurança como bombeiros, polícias civil e militar, onde muitas lideranças religiosas filiadas a partidos políticos foram nomeadas com salários altíssimos para promover campanha a Flávio Dino. Além de outros fatos que demonstram que não é de hoje que o comunista abusa do uso de membros da corporação – explicou.

O aditivo, além de apresentar a farra nas nomeações de capelães sem concurso público no Maranhão, também apresenta a utilização de milícia de militares, denominado nas Eleições de 2012 de “Serviço de Inteligência do 36”, repercutido nacionalmente, quando Flávio Dino apoiava seu candidato a prefeito, Edivaldo Holanda Jr.

Outro fato presente na peça é uma reunião de militares, em Brasília, quando Flávio Dino ainda era presidente da Embratur, para formar os “comitês militares” nas Eleições 2014.

Todos os fatos estão comprovados em áudio e vídeo, demonstrando ilícitos gravíssimos para fins político-eleitoral.

Para o deputado Sousa Neto e o presidente Severino Sales, o aditivo demonstra a prática de Flávio Dino de utilizar essa estratégia desde as Eleições 2012, e que agora em 2018 o pleito corre sérios riscos.

– Primeiro em forma de milícias e depois, quando governador de Estado, utilizando a própria corporação das polícias estaduais, tanto para conquistar rebanhos de religiosos através da nomeação de capelães, quanto para fazer a espionagem de todos os adversários políticos do governador no interior do estado – disse Sousa Neto.

Toda a documentação está em análise da Procuradoria-geral da República, e deve virar denúncia eleitoral no próprio Tribunal Superior Eleitoral…

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A violência de Flávio Dino contra o Maranhão…

Governador justifica os malfeitos contra os maranhenses com o argumento de que está combatendo a criminalidade e dando mais segurança à população, mas o dia a dia só mostra que a violência parte do próprio comunista

 

As blitze do IPVA; para Dino, criminosos eram os donos de carros que deixavam de pagar o imposto

Editorial

Quando questionado da ilegalidade das apreensões de veículos com atraso no IPVA, o governador Flávio Dino (PCdoB) justificou que estava agindo para combater criminosos e garantir mais segurança à população.

Mas os números mostraram, ano após anos, que a violência continuou a grassar sob o solo do Maranhão, nos três anos de seu governo.

Marcas da violência durante os anos de chumbo do comunismo; nem capelães deram jeito

Da mesma forma, quando questionado sobre a nomeação em massa de pastores evangélicos para postos policiais na PM, o mesmo Flávio Dino voltou a comparar as nomeações à diminuição da violência.

Mas os números da violência continuam a crescer, inclusive agora, com a revelação do Monitor da Violência de que, no governo comunista, o índice de homicídios aumentou 16%.

Flávio Dino tem a mania feia de chamar de criminoso qualquer um que questione suas ações contrárias aos interesses do Maranhão.

Mas os únicos crimes são do seu próprio governo:

Muita miséria, violência e perseguição…