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Tudo dentro do previsto na pré-campanha…

Movimentos do vice-governador Carlos Brandão após ser apontado como “escolha pessoal” do governador Flávio Dino foram desenhados pelo senador Weverton Rocha pelo menos três meses antes; até as ações midiático-policiais contra o deputado Josimar Maranhãozinho estavam dentro do script das eleições de 2022

 

Na conversa de Barreiri9nhas, em setembro, Weverton traçou, com precisão milimétrica, ao titular do blog todos os acontecimentos eleitorais deste fim de ano

Análise de conjuntura

 

No dia 2 de dezembro, o blog Marco Aurélio D’Eça publicou  o post “Inseguro como candidato de Dino, Brandão contabiliza até partidos adversários…”

No texto, o titular do blog revelou uma conversa sua com o senador Weverton Rocha (PDT), em Barreiri9nhas, ainda em setembro, quando lhe foi exposto exatamente tudo o que está ocorrendo nesta fase da campanha.

À época, Weverton apontou que, em novembro – como, de fato, ocorreu – Flávio Dino (PSB) iria anunciar seu “apoio pessoal” ao vice Carlos Brandão (PSDB); e que, após isto, uma série de de ações midiáticas tentariam gerar fatos positivos em torno do tucano.

– A partir de então, passaremos a sofrer uma inclemente onda de notícias negativas, apontando nosso esvaziamento e até uma debandada geral da nossa campanha; isso tudo deve durar em torno de 30 a 45 dias, e precisamos suportar esta pressão e controlar a ansiedade, já que está tudo dentro do script – disse Weverton, exibindo um impressionante controle da situação e uma forte segurança em seu projeto.

Tudo está acontecendo exatamente como previu o senador.

A onda de notícias dando conta de apoios a Brandão – muitos dos quais de gente que já estava com ele desde o início – é uma forma de estabelecer consistência à candidatura do vice, que ainda patina nas pesquisas, mesmo quase 15 dias depois da declaração de apoio do governador.

Mas não apenas a onda de notícias em torno de Brandão e Weverton era esperada para esta fase da pré-campanha; os “ataques” midiático-policiais contra o deputado federal Josimar de Maranhãozinho (PL) também está dentro do script traçado pelos estrategistas de campanha desde o início do ano.

O uso da máquina do governo Flávio Dino contra Maranhãozinho foi prevista, sobretudo, pela parte da mídia alinhada ao Palácio dos Leões; e estes mesmos veículos dizem que assim será também com Weverton.

Na conversa de Barreirinhas com o titular do blog Marco Aurélio D’Eça, Weverton Rocha estabeleceu também que a partir do fim de dezembro a realidade da campanha irá se impor ao projeto Flávio Dino/Brandão.

Realidade que já começa a se desenhar nos bastidores e envolve figuras de peso da política, além de personagens da linha de frente das eleições.

Mas esta é uma outra história… 

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Inseguro como candidato de Dino, Brandão contabiliza até partidos adversários

Rejeitado na reunião da base governista, vice-governador passou a usar uma frenética geração de fake news tentando criar uma situação de fato consumado em sua candidatura, o que só revela a inconsistência de seu projeto, prevista por adversários muito tempo antes

 

Carlos Brandão segue numa frenética geração de fatos na tentativa de se consolidar como candidato da base

Análise de conjuntura

O titular do blog Marco Aurélio D’Eça esteve em Barreirinhas no dia 7 de setembro, em conversa pessoal com o senador Weverton Rocha (PDT); na ocasião, travou-se um diálogo sobre a eleição de 2022 na qual, em linhas gerais, Rocha desenhou exatamente o cenário a partir da reunião de novembro, quando o governador Flávio Dino (PSB) iria anunciar o seu candidato.

À época, o senador – como todo o Maranhão – já sabia que Dino indicaria o nome do vice-governador Carlos Brandão (PSDB), até por motivos óbvios.

– A partir de então, passaremos a sofrer uma inclemente onda de notícias negativas, apontando nosso esvaziamento e até uma debandada geral da nossa campanha; isso tudo deve durar em torno de 30 a 45 dias, e precisamos suportar esta pressão e controlar a ansiedade, já que está tudo dentro do script – disse Weverton, exibindo um impressionante controle da situação e uma forte segurança em seu projeto.

Está acontecendo exatamente como desenhado pelo senador do PDT.

Conversa entre o titular do blog e o senador Weverton, ainda em setembro: fatos de hoje confirmam perspectivas de três meses atrás

Desde a reunião da última segunda-feira, 29 – quando Flávio Dino indicou o nome de Brandão, sem, no entanto, conseguir a adesão da base – o vice-governador passou a criar uma série de fatos tentando se consolidar como a opção definitiva ao governo.

E plantou até notícias absurdas sobre apoios e alianças.

De segunda-feira para cá, Brandão já anunciou apoio do Cidadania, desmentido pela senadora Eliziane Gama, e até do próprio PDT, de Weverton Rocha, pela simples presença do deputado pedetista Zito Rolim em um de seus eventos pós-anúncio de Dino.

A plantação das notícias em favor do vice-governador acabam revelando uma clara insegurança do seu projeto, sobretudo pela frustração de o governador não ter batido o martelo definitivamente.

E ainda levaram  um balde água fria com a pesquisa  Escutec divulgada ontem, na qual Weverton Rocha aparece com mais que o dobro dos votos do vice-governador, este ainda em briga pela terceira e quarta posições.

 2022 deve iniciar com Weverton Rocha e seus aliados em nova reunião de confraternização – mesmo em meio as fake news brandonistas sobre esvaziamento – ocasião em que deve apresentar novos encaminhamentos de alianças.

Exatamente como desenhado há três meses atrás… 

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Para tentar salvar candidatura, Brandão já articula mudança para o PSB…

Vice-governador reconhece o erro de ter saído do PRB no início do ano e agora prepara entrada no partido de Flávio Dino para tentar manter o PT atrelado, mas sem abrir mão de ficar no controle do PSDB

 

Após fazer média com presidenciáveis tucanos, Brandão já está de saída, mas quer manter um preposto no controle do ninho maranhense

Frustrado na reunião que deveria decidir por seu nome como candidato único da base, o vice-governador Carlos Brandão deve seguir a orientação do governador Flávio Dino e trocar o PSDB pelo PSB.

A articulação, que deve ser efetivada até o início de janeiro, visa dois objetivos básicos:

1 – livrar-se da pecha de tucano e da tutela do agora candidato a presidente João Dória Júnior, após ter apoiado Eduardo Leite nas prévias;

2 – ampliar as chances de ter aliança com o PT, numa articulação nacional que poria o partido do presidente Lula longe do palanque do senador Weverton Rocha (PDT).

Essa troca do PSDB pelo PSB já havia, inclusive, sido anunciada, em julho, no blog Marco Aurélio D’Eça, no post “Brandão pode trocar PSDB pelo PSB…”

O problema para Brandão é o destino do PSDB no Maranhão.

Nem ele, nem seu principal apoiador, Flávio Dino, querem perder o ninho tucano no estado, apesar de terem interesse no PT; deixar a legenda acéfala atrairia interesse de adversários, como o próprio Weverton Rocha.

Com sua entrada surpresa no PSDB, Brandão cometeu um erro estratégico, analisado no blog Marco Aurélio D’Eça ainda em março, no post “Brandão ganhou ou perdeu com o PSDB?” 

Essa articulação tirou dele dois apoiadores de peso: o deputado federal Cléber Verde, a quem sequer foi comunicada sua saída do Republicanos, e a senadora Eliziane Gama (Cidadania), que vinha cotada para assumir o PSDB no Maranhão.

Agora, o vice-governador tenta consertar o equívoco fazendo novo gesto, dessa vez em direção às esquerdas; tanto que já ate trocou suas cores de campanha do azul e amaerlo para o azul e vermelho. (Entenda aqui e aqui)

Mas deve saber que não se faz omelete sem quebrar ovos…

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Com o “Não!” da base, Brandão perde mais força e aliados culpam Flávio Dino

Mesmo diante da declaração pessoal de apoio do governador durante a reunião para definição do candidato, lideranças governistas rejeitaram a opção pelo tucano, que agora terá menos tempo para tentar se viabilizar no grupo

 

Os aliados de Carlos Brandão detestaram a posição de Flávio Dino durante a reunião que deveria escolher o candidato da base

Análise da notícia

Os aliados do vice-governador Carlos Brandão (PSDB) – notadamente o ex-governador José Reinaldo Tavares e o ex-prefeito Luiz Fernando Silva – esbravejaram duros impropérios contra o governador Flávio Dino (PSB) após a reunião que deveria definir, nesta segunda-feira, 29, o candidato da base às eleições de 2022.

De “frouxo” a “covarde”, segundo apurou o blog Marco Aurélio D’Eça, Dino foi carimbado com tudo o que se possa imaginar em termos de desqualificação, tanto pela dupla quanto pelos irmãos do vice-governador.

Mas eles não têm argumentos para justificar as ofensas.

Flávio Dino, de fato, e de todas as formas – inclusive com aliciamentos –  tentou unificar a base em torno do seu predileto para o governo; mas a rejeição ao nome de Brandão ficou clara durante a reunião, em discursos inflamados em defesa, sobretudo, do senador Weverton Rocha (PDT), que mostra em torno do seu nome a unidade pretendida pretendida por Brandão.

Mas a revolta de José Reinaldo, Luiz Fernando, dos irmãos Brandão e de toda a arraia miúda que cerca a candidatura do vice-governador se dá exatamente pelo fato de Flávio Dino não ter conseguido impor sua vontade.

Desde o início de 2021, Tavares e Luiz Fernando pregam que Dino deveria impor, na marra, o nome de Brandão, e demitir do governo quem não aceitasse sua determinação. (Relembre aqui e aqui)

Com o recuo do governador – diante de uma frustrada festa antecipada de Brandão – o nome do vice enfraquece ainda mais, já que ele perde ainda mais tempo para tentar construir seu nome dentro de uma cada vez mais definida base governista.

O pior para Carlos Brandão é que, mesmo agora já se sabendo que ele é o candidato de Flávio Dino, os outros três nomes da base seguem suas campanhas como se nada tivesse acontecido; e nenhuma liderança mudou sua posição.

A não ser o subserviente presidente petista Augusto Lobato, que constrangeu o pré-candidato de seu partido.

Mas esta é uma outra história…

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Flávio Dino frustra Brandão e adia para 2022 decisão sobre candidato

Vice-governador chegou a espalhar vídeo dando como certa sua escolha – e seus aliados na mídia plantam fake news desde o início da noite – mas as lideranças da base governista entenderam que o governador não tinha condições para impor seu nome agora, sem critério

 

Força de Weverton impediu imposição de Brandão e levou Dino a adiar decisão sobre candidato

O governador  Flávio Dino (PSB) praticamente jogou uma pá-de-cal na candidatura do vice-governador Carlos Brandão (PSDB), ao adiar para janeiro a decisão sobre o candidato da base.

As lideranças da base governista entenderam que Brandão não reúne as condições para ser o candidato de consenso, o que frustrou o tucano e seus aliados, que já davam como certa sua indicação.

O blog Marco Aurélio D’Eça já havia indicado que o adiamento era o caminho mais provável na reunião de hoje

Segundo apurou o blog, o posicionamento inicial do secretário de Cidades Márcio Jerry (PCdoB), pregando o adiamento, influenciou a decisão do grupo.

Embora não atenda a nenhum dos critérios para ser escolhido candidato – pelo menos por enquanto – Carlos Brandão, seus familiares e seus aliados espalhavam desde sexta-feira, 26, vídeos em que davam como certa a sua escolha.

Pressionado pelos aliados do vice-governador, Flávio Dino ainda tentou convencer lideranças já alinhadas à candidatura do senador Weverton Rocha (PDT) a declarar apoio ao tucano, mas recebeu não de todos eles.

Durante a reunião, os aliados reforçaram a tese em favor de Weverton, mas aceitaram o adiamento, o que foi confirmado Por Dino.

Brandão e seus aliados deixaram a reunião frustrados.

E praticamente sem rumo eleitoral…

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Aliados mostram a Dino riscos da imposição de Brandão sem critérios

Lideranças chamadas pelo governador nos últimos dias mostraram a ele que a indicação do vice-governador sem atender aos pré-requisitos da carta-compromisso deve gerar um racha na base; adiamento voltou a ganhar força

 

Dino não conseguiu convencer a base da unidade em torno de Brandão e deve adiar decisão desta segunda-feira, 29

Todas as lideranças independentes ouvidas pelo governador Flávio Dino (PSB) nos últimos dias disseram a ele a mesma coisa: o vice-governador Carlos Brandão (PSDB) não reúne, até o momento, condições para ser indicado candidato único da base governista ao Governo do Estado.

Chamados por Dino para chancelar a imposição do nome de Brandão, essas lideranças voltaram a aconselhá-lo a adiar a decisão para março ou abril de 2022.

Flávio Dino estabeleceu em julho três critérios básicos para escolha do candidato da base:

1 – compromisso com seus principais programas de governo;

2 – agregação das lideranças e partidos da base;

3 – potencial eleitoral.

O vice-governador só atende ao primeiro critério – assim como todos os demais pré-candidatos – por ser um requisito de caráter subjetivo.

Mas ele não agrega a maioria das lideranças e partidos da base; e não demonstra potencial eleitoral, segundo as pesquisas.

Aliados de Brandão tentaram influenciar a decisão de Flávio Dino nos últimos dias, postando vídeo em que dão como certa a aliança entre governador e vice, o que deixou Dino ainda mais inseguro.

O governador já conversou com o presidente da Assembleia Legislativa, Othelino Neto (PCdoB), com a senadora Eliziane Gama (Cidadania) e com o presidente da Famem, Erlânio Xavier (PDT); de todos ouviu que a melhor decisão agora é adiar a escolha do candidato.

Nesta segunda-feira, 29, o socialista vai se reunir com o senador Weverton Rocha (PDT), para tentar uma última cartada pela unidade em torno de Brandão.

A reunião da base deve ocorrer após esta reunião com Rocha.

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Brandão já espalha vídeo anunciando decisão de Flávio Dino

Confiante de que o governador irá decidir-se pelo seu nome na reunião de segunda-feira, 29 – mesmo sem atender aos critérios definidos na reunião de julho – pré-campanha do vice-governador já faz peças anunciando a aliança

 

Brandão tenta forçar Dino a uma decisão a favor dele,. espalhando vídeos na internet no interior

A pré-campanha do vice-governador Carlos Brandão (PSDB) começou a espalhar nesta sexta-feira, 26, vídeo em que praticamente antecipa a decisão do governador Flávio Dino (PSB) sobre o candidato da base governista.

Dino convocou reunião da base para segunda-feira, 29, mas aliados de Brandão espalham vídeo em que diz ser ele o nome escolhido pelo governador.

O problema para o tucano é que ele não atende aos principais requisitos básicos estabelecidos na reunião de julho.

Além do vídeo de Brandão, outro vídeo espalhado na internet mostra o irmão do secretário Márcio Jerry – o professor Samuel Barroso – afirmando que o escolhido é mesmo o Brandão; no início da semana, o blog Marco Aurélio d’Eça publicou foto de barros com um boné azul e vermelho com alusão à campanha de Brandão.

O vice-governador quer forçar Dino a escolhê-lo mesmo sem cumprir os critérios de candidato

Os vídeos fazem parte da estratégia dos aliados do vice-governador para criar um fato consumado na escolha de Flávio Dino, pressionando pela escolha do vice de qualquer forma.

A reunião de Flávio Dino acontece no Palácio dos Leões por todo o dia de segunda-feira, e já há quem diga que os planos de Brandão podem não se confirmar.

Mas esta é uma outra história…

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Aliados de Weverton resistem à pressão do Palácio dos Leões…

Governador Flávio Dino começou a lotear espaços no governo e na chapa do vice-governador Carlos Brandão na tentativa de dar um verniz de viabilidade ao tucano, mas enfrenta resistências das lideranças já fechadas com o senador pedetista

 

Flávio Dino tem agido diretamente contra o próprio aliado Weverton Rocha, ao tentar cooptar lideranças para “engrossar” candidatura de Brandão

O governador  Flávio Dino (PSB) já se decidiu por apoiar a candidatura do seu vice, Carlos Brandão (PSDB), ao Governo do Estado; mas não quer pagar o ônus de escolher alguém que não atenda aos critérios estabelecidos por ele próprio na carta-compromisso assinada em julho.

Por isso, o governador passou a agir pessoalmente na tentativa de cooptação de lideranças que apoiam o próprio aliado, senador Weverton Rocha (PDT).

Fez assim com a senadora Eliziane Gama (Cidadania) e com o presidente da Assembleia Legislativa, Othelino Neto (PCdoB).

Ao presidente da Assembleia ofereceu a vice de Brandão ou sua primeira suplência; a Eliziane, ofereceu espaços vários no governo. E ainda pediu que ajudassem a demover Weverton da ideia de ser candidato.

Dos dois, ouviu “não”.

Para tentar esvaziar a candidatura do próprio aliado Weverton Rocha, Flávio Dino chegou a oferecer a vice de Brandão a Othelino Neto

Flávio Dino sabe que não terá como explicar aos líderes da base a opção por Brandão sem que o vice atenda a nenhum dos pré-requisitos para ser candidato: não lidera as pesquisas, não tem apoio de partidos e não agrega as lideranças da base. (Entenda aqui, aqui, aqui e aqui)

De qualquer forma, o governador entendeu ser necessária uma ação de cooptação direta após o fracasso das tentativas da família Brandão.

Têm virado piada nas redes sociais, sobretudo, as tentativas de Marcos Brandão de pôr boné em quem não se sente à vontade em votar no seu irmão.

Mas esta é uma outra história…

Como se posicionam os partidos em relação à escolha de Flávio Dino?!?

Maioria das legendas da base apoia a candidatura do senador Weverton Rocha, que também lidera as pesquisas; outras duas – o PT e o Solidariedade – também têm candidatos a governador. Sobram PSB, PCdoB e PTC, que podem seguir com o vice-governador Carlos Brandão, do PSDB

 

Além de liderar as pesquisas, Weverton já reúne em seu palanque a maior parte das partidos que compõem a base do governo Flávio Dino

Faltando oito dias para a definição do candidato da base do governo Flávio Dino às eleições de 2022, as 12 legendas que compõem o grupo governista estão com posições claramente definidas neste momento.

A maioria dos partidos – PDT, DEM, Cidadania, PP, PSL e Republicanos – apoia publicamente a candidatura do senador Weverton Rocha, que pode ainda ter o PT e o PTC, somando oito legendas.

O vice-governador Carlos Brandão (PSDB) ainda não recebeu apoio declarado de nenhum partido, mas tende a ficar com PSB e PCdoB, somando três legendas, metade do que tem hoje Weverton.

Se conseguir o apoio do solidariedade, do secretário de Indústria e Comércio e pré-candidato Simplício Araújo, Brandão chega a quatro legendas, apenas 1/3 do que é a base dinista neste momento.

O PT mantém a candidatura do secretário de Educação Felipe Camarão, mas depende absolutamente de uma decisão da Executiva Nacional, que já se posicionou pelo apoio a Weverton Rocha.

Carlos Brandão consegue o apoio de Flávio Dino e dos partidos que circundam o Palácio dos Leões, coordenador por Márcio Jerry

Em termos partidários, portanto – faltando oito dias para a definição do nome da base dinista – as legendas estão publicamente e definidamente posicionadas sobre 2022.

Resta saber se Dino acatará a decisão dos partidos – como acordado na reunião de julho – ou rasgará a carta-compromisso, tentando impor um nome do seu agrado pessoal.

A decisão está prevista para segunda-feira, 29…

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Família Barroso, enfim, se curva aos Brandão em Colinas…

Participação do professor Samuel Barroso, irmão do secretário de Cidade Márcio Jerry, em reunião usando boné com a inscrição da candidatura do vice-governador – agora na cor vermelha – repercutiu fortemente na região do sertão, onde as duas famílias se digladiam há décadas pelo poder

 

Samuel Barroso, de verde, com o boné agra vermelho do vice-governador Carlos Brandão; aliança inusitada em Colinas

Uma imagem inusitada percorreu o Maranhão no fim de semana.

O professor Samuel Barroso – irmão do secretário de Cidades Márcio Jerry – aparece em foto, ao lado de outras lideranças da região do Sertão, usando um boné com alusão à candidatura do vice-governador Carlos Brandão (PSDB) à sucessão de Flávio Dino (PSB).

É a primeira vez que um membro da família Barroso se posiciona publicamente em favor do candidato tucano ao governo; e a imagem é ainda mais inusitada pelo fato de que as famílias Barroso e Brandão se digladiam há décadas pelo poder no município de Colinas. 

O curioso é que até a cor da marca de campanha de Brandão parece ter mudado para agradar os Barroso; tradicionalmente azul e amarelo, o tucano agora usa o vermelho nos bonés distribuídos no interior às lideranças comuno-socialistas.

A posição dos Barroso em favor de Brandão repercutiu fortemente entre os aliados de ambas as famílias em Colinas e região, não necessariamente de forma positiva.

Mas esta é uma outra história…