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Bancos viram foco de risco para o coronavírus no Maranhão…

Aglomerações nas portas das agências bancárias aumentam ameaça de proliferação do coronavírus, situação que tende a aumentar ainda mais com o pagamento dos recursos liberados pelo governo Jair Bolsonaro

 

Em meio à pandemia do coronavírus e ao isolamento social, as agências bancárias estão se transformando no principal foco de proliferação da CoVID-19. 

As longas filas e aglomerações nas portas de bancos – sobretudo os bancos oficiais, como Caixa Econômica e Banco do Brasil – põem em risco todo o trabalho feito para conter a pandemia.

Desde o início das regras de isolamento social os bancos se tornaram uma espécie de foco do coronavírus, sobretudo pela incapacidade, e desinteresse, de controle das pessoas que vão às agências.

Mas a situação piorou muito com a liberação do coronavoucher, o abono de R$ 600,00 distribuídos pelo governo a trabalhadores informações. (Veja os vídeos que ilustram este post)

Além das filas quilométricas em agências da Caixa Econômica, as pessoas se aglomeram em grupos,a traídos por vendedores de lanches e ambulantes de toda sorte.

A situação pode levar à proliferação mais rápida da CoVID-19.

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Gastão Vieira quer renegociação de dívidas na Caixa para alunos do Fies…

Parlamentar justificou que o descontos dados pela instituição bancária na semana de conciliação de dívidas, em outubro, chegaram a 90%, mas não incluíram estudantes inadimplentes com o financiamento educacional

 

O deputado federal Gastão Vieira defendeu quarta-feira, 20, na Comissão Especial de Educação que os estudantes inadimplentes do Fies também sejam beneficiados com a ação de conciliação de dívidas da Caixa Econômica Federal, que concedeu abatimento de até 90% da dívida para pessoas físicas e jurídicas em outubro deste ano.

Segundo estimativa do Banco, o valor dos débitos somava R$ 6,6 bilhões, e foi concedido desconto de até 90% para os interessados em quitar a dívida.

Para Gastão Vieira esse tipo de medida precisa olhar para o estudante, pois muitos já saem da universidade endividados e com dificuldade de entrar no mercado de trabalho.

“Na Bolívia, no Paraguai, a mensalidade do curso de medicina custa três, no máximo, quatro mil reais. Por que no Brasil tem que custar nove mil reais? Faço um apelo à liderança do governo para que procure saber da Caixa por que os estudantes do Fies não foram incluídos nesse mutirão? E, também, para marcar uma conversa com o Banco em que possamos encaminhar medidas que estendam esse benefício aos alunos” disse o deputado, acrescentando que o Estado precisa ajudar os estudantes a quitar suas dívidas e acertar sua vida financeira.

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Gerente da Caixa de onde sumiram os R$ 73,5 milhões foi nomeado pelo prefeito João Castelo…

O economiário José Soares Corrêa era gerente da agência Caixa Econômica Federal na Avenida Kennedy no mês de março de 2009, quando para lá foram transferidos R$ 73,5 milhões de um convênio entre o Governo do Estado e a Prefeitura de São Luís.

– Um documento da própria prefeitura cita Soares Corrêa como gerente desta agência Caixa, no dia 13 de março daquele ano – ressaltou o deputado Roberto Costa (PMDB), em discurso hoje na tribuna da Assembléia.

Foi desta agência que o dinheiro desapareceu e nunca mais foi localizado.

– Meses depois, já na gestão de Suely Tonial, eis que o mesmo José Soares Corrêa aparece como secretário-adjunto de Administração e Finanças na Secretaria Municipal de Educação – revelou Costa, mostrando outro documento da própria prefeitura para provar o que disse.

Roberto Costa afirmou que não pretende ser leviano na acusação. Quer que a CPI da Assembléia investigue o caso.

Mas que é estranho, isso é…

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FAMEM discute “Minha Casa Minha Vida” com CEF e Sinduscon…

Marreca debate programa habitacional

O presidente da Federação dos Municípios do Estado do Maranhão (FAMEM), prefeito Junior Marreca, participou, na manhã desta quinta feira (13), de uma reunião com a Superintendência da Caixa Econômica Federal do Maranhão, Sindicato das Indústrias da Construção Civil do Maranhão (SINDUSCON) e a classe empresarial maranhense, durante a qual foi divulgado o resultado final e hierarquizado do edital de convocação das empresas que estão aptas para construir novas habitações no Estado.
 
Durante a reunião, o presidente da FAMEM cobrou da Caixa Econômica Federal que sejam viabilizadas condições adequadas para construção de mais habitações nos municípios. Na avaliação de Marreca, a intenção é fomentar a participação dos gestores nessa nova etapa do programa “Minha Casa Minha Vida”, que de forma planejada, irá fazer construções que poderão mudar a cara dos municípios de forma organizada.
 
“A FAMEM, com responsabilidade e espírito municipalista, está assessorando Caixa Econômica Federal no trato com os municípios, juntamente com o SINDUSCON e a classe empresarial, para construir e diminuir o déficit habitacional das cidades. Esse é o nosso grande objetivo: garantir ao cidadão comum o seu direito constitucional à moradia”, disse Marreca.
 
A reunião contou com a presença de três superintendentes da Caixa Econômica, que falaram sobre a retomada do programa “Minha Casa Minha Vida” pelo Governo Federal todo o Maranhão. Eles anteciparam que a segunda fase do programa será direcionada à população rural, que, a partir de agora, poderá ter acesso a uma moradia mais digna. A nova fase dos trabalhos do programa atenderá as famílias da chamada “Faixa 1”, de menor poder aquisitivo.
 
“Os benefícios que o programa ‘Minha Casas Minha Vida’ são muitos, dos quais podemos citar a criação de mais empregos e a geração de divisas aos municípios. O mais importante é organizar as nossas cidades, com ruas acessíveis, melhorar a coleta de lixo, iluminação pública organizada, para podermos levar empreendimentos, escolas, postos de saúde, e garantir um entorno digno a essas moradias que vão se estabelecer, evitando a ‘favelização’ que já se experimentou em alguns residências construídos dentro do programa federal”, completou Junior Marreca.