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Em respeito a Edivaldo Júnior…

Mesmo crítico duro da gestão do prefeito de São Luís este blog não pode deixar de reconhecer as dificuldades climáticas como obstáculos às ações nos bairros da capital maranhense

 

EM AÇÃO
Edivaldo, apesar das dificuldades, se esforça para cumprir cronograma de obras

É fato que este blog faz críticas duras à gestão do prefeito Edivaldo Júnior (PDT) desde o seu primeiro mandato; e sempre críticas pertinentes.

Mas este blog não pode deixar de reconhecer que Edivaldo enfrenta dificuldades gigantescas neste início de segundo mandato, dificuldades estas que fogem de qualquer controle pessoal.

As chuvas intensas que caem na capital são fatores que precisam ser considerados em relação às obras de infraestrutura urbana e em outras construções e reformas.

A precipitação pluviométrica medida pela Universidade Estadual do Maranhão (Uema) superou, em 2017, a média dos últimos 30 anos.

MUITA CHUVA
O índice pluviométrico tem sido alto em São Luís; note que janeiro e fevereiro registraram quase o dobro do ano passado

Em alguns meses, o índice de chuva foi quase o dobro, tanto da média histórica quanto em comparação com 2016. (Veja quadro acima)

Apenas nos primeiros três dias de maio já choveu mais de 10% do que é esperado para o mês inteiro.

É praticamente impossível trabalhar em ruas e avenidas nestas condições; serviços de drenagem superficial  profunda ficam inviabilizados, sem falar na recuperação asfáltica, impossível de ser feita.

Não dá para deixar de reconhecer também o esforço do prefeito e de sua equipe para tentar, ao menos manter o padrão de algum serviços.

Edivaldo Júnior ainda precisa melhorar muito, é verdade.

Mas é preciso compreender também as adversidades deste período do ano em São Luís.

Assim se faz a cobrança justa…

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Após chuvas intensas, prefeitura intervém em pontos de alagamento…

Secretaria de Obras intensifica serviços de limpeza de córregos e construção de galerias em áreas como Coroado, Calhau e Vinhais, onde as chuvas tendem a provocar inundações

 

Na rua Cobalto, no Coroado, o serviço é de construção de nova linha de drenagem

 

A Secretaria Municipal de Obras intensificou os serviços de construção de galerias e limpeza de córregos e igarapés, para impedir alagamentos em pontos críticos de São Luís.

Na rua Cobalto, no Coroado, está sendo feito serviço de drenagem e novas galerias, em um dos pontos do bairro que3 ainda alga nas chuvas.

O ponto de alagamento na Jerônimo de Albuquerque é crônico

Semana passada, a prefeitura também interveio na Curva do 90, na região entre o Vinhais e o Cohafuma, num ponto da avenida Jerônimo de Albuquerque que acumula água durante as chuvas.

Trator faz a limpeza de córrego que corta a região do Calhau

Na região do Calhau/Barramar, o serviço é de limpeza do córrego que corta desde o condomínio Gran Park até a avenida dos Holandeses, passando por dentro do Quintas do Calhau e da Vila Conceição.

As obras têm o objetivo de impedir novos alagamentos, como os que ocorreram na última quarta-feira, 1º depois das fortes chuvas.

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“Falta prefeito e sobram problemas”, dispara Wellington, após alagamento

Funcionário limpam o Curso Wellington após enchente; foi em 2016, mas poderia ter sido em 2017, 2015, 2014, 2013…

O deputado estadual Wellington do Curso (PP) utilizou a tribuna da Assembleia Legislativa do Maranhão, na manhã desta quinta-feira, para fazer referência aos transtornos em São Luís, após mais um alagamento causado pelas chuvas.

– Estamos alertando para que ações efetivas sejam adotadas. Em São Luís, infelizmente, falta prefeito e sobram problemas. Consequência disso é o povo padecendo. Com o grande volume de chuvas em nossa capital, vários bairros foram alagados, a exemplo de Ilhinha, Coroado, São Francisco dentre outros. Além dos alagamentos, ainda estamos diante de 60 áreas de risco de desabamento em São Luís. Por isso, cobramos aqui que a Prefeitura de São Luís efetive a Política Municipal de Saneamento Básico e, assim, adote providências no combate aos alagamentos e demais transtornos. Para tanto, colocamos a Assembleia Legislativa à disposição para atuar, no que for possível – disse Wellington.

Os alagamentos ocorreram nos mesmos locais de 2016, 2015, 20p14, 2013, 2012, 2011… (Veja o vídeo abaixo, gravado no Renascença)

O próprio Wellington foi obrigado a, literalmente, mergulhar no alagado do Renascença II, para ajudar no resgate de uma caminhonete que boiava em frente ao curso de sua propriedade, totalmente inundado pela falta de drenagem na área.

Além de citar os alagamentos nos bairros da Ilhinha, São Francisco, Coroado dentre outros, o deputado Wellington destacou ainda as 60 áreas de risco de desabamento na capital e cobrou ações efetivas da Prefeitura, antes que seja tarde.

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Chuva destrói pela terceira vez obra feita às pressas pela prefeitura….

Onde deveria ter sido construído uma ponte, na Vila Conceição, no Calhau, foram colocados apenas tubos, sem nenhum acabamento do terreno, o que resultou em esbarreramentos sucessivos; prefeitura responde apenas com paliativos

 

Serviços feitos pela prefeitura não conseguem resistir ao nível de chuva por falta de acabamento

A gestão do prefeito Edivaldo Júnior (PDT) decidiu fazer, às pressas, durante a campanha eleitoral de 2016, um aterramento no local onde deveria ser um ponte, ligando a Vila Conceição ao bairro do Calhau.

Feito a toque de caixa, em meio á caça ao voto do prefeito, a obra não teve qualquer tipo de acabamento. Logo nas primeiras chuvas, ainda em dezembro, o aterro começou a esfarelar, junto com o asfalto colocado também a toque de caixa.

Em janeiro, as fortes chuvas levaram quase que por completo a obra.

Empresas chamadas pela prefeitura foram novamente ao local, mas continuaram a fazer paliativos – com sacos de areia e aterro, mas sem fazer as guarnições necessárias.

Resultado: as constantes chuvas desta segunda-feira, 13, voltaram a destruir o local, que agora sofre ameaça de partir, impedindo o acesso ao bairro.

Detalhe: os fiscais da prefeitura já foram diversas vezes ao local, prometendo o serviço completo.

O que nunca foi realizado…

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Mais um custo da reeleição de Holandinha: Socorrão II vira piscina após chuvas..

Hospital alagou completamente depois do temporal que caiu na manhã desta segunda-feira. A água invadiu praticamente todos os setores da unidade de Saúde, que demonstra falta de estrutura, mesmo após quatro anos de denúncias contra a gestão do prefeito

 

Na área de estabilização, pacientes e acompanhantes ficaram no meio do alagado

Bastaram as primeiras chuvas desta segunda-feira, 9, para que a população tivesse mais um exemplo do custo que foi para São Luís a reeleição – na marra – do prefeito Edivaldo Júnior (PDT).

O Hospital Clementino Moura, o Socorrão II, na região da Maiobinha – alvo de diversas denúncias ao longo dos quatro anos de gestão do prefeito – simplesmente inundou com as chuvas desta manhã.

A estrada entregue por Flávio Dino e Edivaldo, para ajudar na reeleição, não durou um ano

A água alagou todos o setores do hospital, dando provas de que, mesmo diante das denúncias de médicos, pacientes e visitantes, Edivaldo não tomou nenhuma providência para evitar que o período de chuvas viesse prejudicar novamente a unidade de Saúde.

Muitas imagens foram feitas pelos próprios médicos, aterrorizados pela situação.

Junto com a água, cestos de lixo dividem espaço com pacientes

Assim como na Saúde, em vários exemplos mostrados neste blog, São Luís sofre com a reeleição de Holandinha em vários outros setores.

Mas, agora, é ter que esperar mais quatro anos…

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Obra da Forquilha só ficará pronta no final de março… se a chuva deixar…

Governo Flávio Dino anunciou prorrogação do prazo para entrega das intervenções, que deveriam esta prontas desde novembro, ao custo de R$ 8,3 milhões

 

Obra se arrasta há meses, com caos para o motoristas

Prevista para ser inaugurada em novembro, a obra de requalificação urbanística do Retorno da Forquilha, só deverá ser entregue no final do mês de março.

O governo Flávio Dino (PCdoB), que prometeu entregar o novo traçado de trânsito da área ainda em 2016, prorrogou o prazo de entrega da empresa responsável pelas obras.

Serão pelo menos mais 90 dias de trabalhos.

Orçada em R$ 8,3 milhões, a obra do traçado da Forquilha é um paliativo para a falta de projeto do governo comunista para um Viaduto no local, previsto desde o governo Jackson Lago (PDT).

Iniciada no início de abril, logo no início do processo eleitora – para favorecer o aliado Edivaldo Júnior (PDT) – a obra se arrasta por longos oito meses sem previsão de entrega.

Agora, o morador da área e o motorista que passa diariamente pelo local vão ter que esperar até o fim do primeiro trimestre de 2017.

Isso se as chuvas deixarem…

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Obra do Interbairros no Barramar só durou dois meses…

Pavimentação feita pela parceira Governo do Estado/Prefeitura de São Luís na Rua São Bento e transversais, em dezembro, está literalmente se desmanchando desde fevereiro; e o problema já começa a atrapalhar o tráfego na região

 

Uma das transversais da Rua São Bento, onde o asfatto já virou lama com menos de dois meses

Uma das transversais da Rua São Bento, onde o asfalto já virou lama com menos de dois meses

A Secretaria de obras de São Luís concluiu, em dezembro, o serviço de pavimentação em ruas da região do Barramar e Vila Conceição, na área por trás do Shopping do Automóveis, no Calhau.

Praticamente todas as ruas foram asfaltadas, com sarjeta e meio fio.

A Rua São Bento, que liga o Calhau ao Cohajap, como via alternativa aos engarrafamentos da avenida dos Holandeses, rapidamente tornou-se uma ia de escape para motoristas.

Trechos da São Bento já começam a murchar, levando o asfalto inteiro...

Trechos da São Bento já começam a murchar, levando o asfalto inteiro…

Mas bastaram as primeiras chuvas para a avenida se desmanchar inteira, fruto da infiltração não-tratada na área.

Em alguns trechos, o asfalto virou lama; e já é possível ver rachaduras profundas bem no meio da via, ameaçando cortá-la ao meio.

Em outros trechos, as rachaduras já são profundas, comprometendo toda a obra

Em outros trechos, as rachaduras já são profundas, comprometendo toda a obra

Fica evidente que o problema é a falta de escoamento das águas, sobretudo das chuvas, que infiltram na pavimentação, amolecendo o asfalto por baixo.

O resultado é este que as imagens deste blog mostram, em menos de dois meses de serviço.

Prejuízo para a população e para o erário público…

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Um problema crônico que a Caema não consegue resolver…

Caçamba afunda no mesmo local de sempre da Daniel de La Touche (imagem: blog do Diego Emir)

Caçamba afunda no mesmo local de sempre da Daniel de La Touche (imagem: blog do Diego Emir)

O local da imagem acima é uma espécie de calvário para a Companhia de Saneamento do Maranhão (Caema).

O problema no esgotamento e na drenagem deste trecho da avenida Daniel de La Touche (nas proximidades do chamado Bambuzal) já dura pelo menos dez anos, e a Caema nunca conseguiu resolver – por descaso ou incompetência.

Praticamente todo mês uma equipe da empresa vai ao local para corrigir problemas de afundamento do asfalto por estouro de esgoto, infiltração da drenagem ou afundamento do asfalto por infiltração.

E nunca conseguiu uma solução definitiva.

Hoje, mais uma vez, com as chuvas que caíram pela manhã, o asfalto cedeu pela enésima vez no local, levando ao atolamento de uma caçamba carregada de areia.

Mas os serviços paliativos que são feitos certamente vão levar novas equipes da Caema ao local.

Mês após mês…

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Shopping da Ilha embaixo d’água…

Definitivamente, o Shopping da Ilha mostra dia após dia a evidente falta de estrutura para estar em funcionamento.

O blog de Robert Lobato fez um flagrante da situação do estacionamento do Shopping da Ilha em São Luís.

 

Estacionamento do SI: inaugurado sem condições de funcionamento

 

O local foi inundado com as últimas chuvas que caíram na cidade, mostra de que a obra de conclusão do empreendimento está longe de terminar.

De fato, o Shopping da Ilha é o maior, mais bonito, confortável e espaçoso centro de compras da capital maranhense, mas não está pronto.

E a demora na conclusão da obra, com estes contratempos naturais, tem cansado o consumidor.

O Shopping da Ilha corre o risco de se inviabilizar por causa dos próprios erros.

Que começaram exatamente com a inauguração intempestiva, em dezembro…

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Temporal destrói ponte em Ribamar…

Ruas de diversos bairros de Ribamar também tiveram a camada asfáltica danificada pelas fortes chuvas que continuam caindo na Grande Ilha.

 

As fortes chuvas que continuam caindo no Maranhão vêm causando, desde o início da semana, sérios problemas ao município de São José de Ribamar, localizado na Grande Ilha de São Luís. 

Na noite da última quinta-feira, por exemplo, moradores de diversos bairros da cidade sofreram com o dilúvio que se prolongou até a madrugada do dia seguinte. A chuva foi tão forte que, além de danificar a camada asfáltica de vários bairros e causar alagamentos, destruiu uma ponte localizada na Avenida Nossa Senhora da Vitória, obstruindo o tráfego de veículos.  

A referida ponte fica próxima a uma indústria de reciclagem da empresa Limpel. A Avenida Nossa Senhora da Vitória é um importante trecho de ligação de bairros como Parque Vitória, Alto do Turu e Parque Jair.

– Nunca tinha visto uma situação como esta. A força da chuva era tão forte que levou parte da ponte. Fora isso, moradores de várias ruas sofreram com alagamentos. Sinceramente, o inverno, este ano, está sendo muito rigoroso – disse o comerciante José Lima de Sousa, morador da Nossa Senhora da Vitória.

A professora Fernanda Mendes, moradora do Parque Jair, já contabilizou inúmeros prejuízos causados pelas fortes chuvas.

– Parte do asfalto da minha rua foi destruída pelas chuvas. Minha casa, toda vez que chove forte, alaga. Rezo todos os dias para que o período chuvoso acabe. Só assim teremos mais sossego.

Avaliação semelhante fez o motorista Marcelo Aragão, que reside no Parque Vitória. De acordo com ele, além dos transtornos causados aos moradores, as fortes chuvas estão prejudicando o trabalho da Prefeitura ribamarense.

– O governo municipal não tem condições de dar prosseguimento ao trabalho de pavimentação e, tão pouco, realizar operações de tapa-buraco. Infelizmente, o período chuvoso só está trazendo prejuízos para, nós, moradores de Ribamar.

Logo na manhã de sexta-feira, técnicos da Secretaria Municipal de Obras, Urbanismo e Habitação de Ribamar estiveram na avenida verificando a situação da ponte. Eles interditaram o local e o tráfego foi desviado para ruas auxiliares da Nossa Senhora da Vitória.

A Prefeitura ribamarense já está se movimentando no sentido de levar, nestes próximos dias, um engenheiro especialista em pontes para avaliar os estragos e emitir um laudo informando se a edificação pode ser reconstruída ou se será necessário construir uma nova ponte.