Weverton comemora isenção para quem recebe até R$ 5 mil: “quem ganha mais, deve pagar mais”…

Projeto do governo Lula é aprovado por unanimidade no Senado Federal e vai para sanção do presidente, para valer a partir de janeiro

 

FESTA POPULAR. Ao lado dos líderes governistas, Weverton festeja a aprovação do projeto de isenção do IRPF

O senador Weverton Rocha (PDT) comemorou a aprovação do projeto de Lei que isenta de Imposto de Renda trabalhadores com salário até R$ 5 mil mensais. A proposta foi aprovada pelo Plenário nesta quarta-feira, 5.

“Quem ganha menos deve pagar menos, e quem ganha mais, deve pagar mais. É assim que se constrói um país mais justo, com equilíbrio e oportunidades para todos”, afirmou o senador.

  • o projeto está no Congresso dedes março e havia sido aprovado em outubro pela Câmara dos Deputados;
  • a proposta prevê isenção a quem ganha R$ 5 mil e reduz a alíquota para quem ganha até R$ 7,5 mil. 

O texto aprovado no Senado prevê ainda uma alíquota mínima para os chamados super ricos, aqueles que ganham até R$ 600 mil por ano, o que dá R$ 50 mil por mês; a progressão da alíquota chegará a 10% para os que ganham até R$ 1,2 milhões por ano.

“A medida é parte de um esforço para promover justiça fiscal e fomentar o crescimento econômico, beneficiando principalmente a classe média e baixa. A ampliação da isenção pode significar um passo significativo para a recuperação econômica e social do país em um momento de desafios fiscais e necessidade de medidas que promovam a inclusão e o desenvolvimento”, explicou o parlamentar.

A proposta também muda a declaração de lucros e dividendos de pessoas jurídicas para uma mesma pessoa física.

  • os dividendos acima de R$ 50 mil terão incidência de IRPF com alíquota de 10%;
  • distribuições de dividendos aprovadas até 31 de dezembro ficam fora dessa taxação.

O presidente Lula deve sancionar a nova lei imediatamente após encaminhamento pelo Senado.

O projeto é um dos carros-chefe do projeto econômico do governo do PT…

Cidadãos desrespeitam isolamento e põem em risco a vida de todos

Festinhas e reuniões em condomínios da classe média foram registrados no fim de semana; na Rua Grande, centro do comércio popular em São Luís, a manhã desta segunda-feira, 27, registrou a maior concentração de pessoas desde o início da quarentena

 

Rua Grande na manhã desta segunda-eira, 27, estava assim, com centenas de pessoas passeando como se não houvesse amanhã

Alguns cidadãos de São Luís parecem se achar acima dos demais.

Só isso pode explicar a realização de festinhas e reuniões sociais durante o fim de semana, sobretudo os da classe média.

Relatos em redes sociais e aplicativo de troca de mensagens dão conta de uma festa movimentada em um condomínio da Cohama, na noite de sábado.

Recentemente, na mesma Cohama, uma costureira mostrava-se atarefada com encomenda de cerca de 100 máscaras que seriam usadas em uma festa de aniversário de uma cliente.

No início da quarentena, restaurantes da Avenida Litorânea chegaram a abrir para clientes assistirem, pasmem!!!, as lives dos artistas, feitas para ser ser vistas apenas em casa. 

E o relatos de absurdos como estes só se avolumam à medida que o coronavírus avança. 

Jornalista Flávia Regina desabou nas redes sociais contra um condomínio no Turu, que fez festinha sem a menor preocupação com a CoVID-19

A jornalista e ex-secretária de Comunicação do Maranhão Flávia Regina postou mensagem indignada com a realização de uma festa na área social do condomínio onde mora sua mãe, no Turu.

– Ninguém de máscara; álcool, só os litros de uísque – lamentou a jornalista.

Nesta segunda-feira, 27, a Rua Grande, principal ponto do comércio popular em São Luís, registrou a maior concentração de pessoas desde o início da quarentena.

A quebra do isolamento social põe em risco não apenas a vida da pessoa que decidiu sair à ruas, mas dos seus próprios familiares e também a vida de toda a comunidade que vive no entorno dela,

Diante do descompromisso de parte da população, o caminho mais adequado é o bloqueio total das atividades em São Luís.

Para o bem de toda a população…