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O que está por trás da mudança na formação da Mesa da Assembleia?!?

Resolução aprovada nesta terça-feira, 21, acaba com a posse automática do vice-presidente da Casa em caso de vacância do cargo de presidente; na prática, significa dizer que, caso a atual presidente Iracema Vale deixe o comando do Poder Legislativo, por um motivo ou outro, o atual vice, Rodrigo Lago – ligado ao ministro da Justiça, Flávio Dino – terá obrigatoriamente que concorrer com os demais colegas pelo posto

 

Rodrigo Lago usou a força de Flávio Dino para ser vice-presidente da Assembleia, mas não terá a perspectiva de poder que os dois imaginaram

A Assembleia Legislativa impôs nesta terça-feira, 21, mais um duro golpe no grupo do ministro da Justiça, Flávio Dino (PSB); aprovado por 41 votos, Projeto de Resolução acaba com a posse automática do vice-presidente em caso de vacância do posto de presidente da Casa.

Apenas o atual vice, Rodrigo Lago (PCdoB) – que, obviamente, tinha interesse pessoal no caso – votou contra a Resolução.

Na prática, a aprovação da Resolução tira de Rodrigo Lago a possibilidade de ele vir a ser presidente da Casa, automaticamente, em caso de a atual presidente Iracema Vale (PSB) deixar o posto, por um motivo ou outro. Neste caso, Lago precisará se submeter a uma eleição contra qualquer um dos deputados do plenário.

A regra que beneficiava o aliado de Flávio Dino estava em vigor desde 2004.

Foi exatamente por isso que o ministro da Justiça resolveu bater o pé e não abrir mão de Rodrigo Lago como vice de Iracema Vale, aliada do governador Carlos Brandão (PSB); Dino imaginava que Lago seria o substituto natural de Iracema. Não será.

E a presidente pode mesmo deixar o posto nos próximos anos.

Circulam nos bastidores da Assembleia que Iracema pode, por exemplo, vir a disputar a Prefeitura de Barreirinhas, o que, em caso de vitória, faria do aliado de Flávio Dino, automaticamente, presidente da Assembleia a partir de 1° de janeiro de 2025.

A Resolução acaba com esta perspectiva de Rodrigo Lago.

E empurra mais uma derrota no colo de Flávio Dino…

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Comunistas ligados a Flávio Dino são substituídos na Alema…

Simone Limeira, do PCdoB de Grajaú, e a cunhada do próprio ministro da Justiça perderam o comando da Diretoria de Documentação e Registro, que será ocupado pela ex-prefeita Carmem Neto e pelo ex-deputado Hélio Soares

Protegida histórica de Flávio Dino, Simone Limeira perdeu cargo na Assembleia Legislativa

Aliados e simpatizantes ainda tentam negar ou minimizar o distanciamento entre o governador Carlos Brandão e o ministro da Justiça Flávio Dino (ambos do PSB).

Mas os fatos, cada vez mais notórios, só confirmam que a relação entre os dois é cada vez mais insustentável.

Flávio Dino acaba de ver duas aliadas sendo substituídas na Assembleia Legislativa, cujo comando é da deputada Iracema Vale (PSB), uma das principais aliadas de Brandão.

Simone Limeira, do PCdoB de Grajaú, que era a diretora de Registro e Documentação, será substituída pela ex-prefeita Carmem Neto, mulher do ex-deputado Paulo Neto, um dos principais apoiadores de Iracema.

O adjunto de Carmem Neto será o ex-deputado Hélio Soares (PL), que disputou a vice-governadoria na chapa do senador Weverton Rocha (PDT).

Ele vai substituir ninguém menos que a própria cunhada de Flávio Dino.

Brandão manteve aliados de Dino no governo, mas apenas os que tinham cacife proprio, como Felipe Camarão (PT), que é vice-governador, e Lene Rodrigues, que é mulher do deputado federal Márcio Jerry (PCdoB).

Uma das principais perdas do comunista foi a saída de Ted Lago do Porto do Itaqui.

Já a Secretaria de Segurança Pública segue com o titular indefinido por que Brandão ainda tenta negociar com Dino.

Mas neste clima de distanciamento o diálogo parece cada vez mais difícil…

 

 

 

 

 

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Autonomia marca primeiros dias do secretariado de Brandão…

Titulares de algumas das principais pastas do Governo do Estado iniciaram a semana com a montagem de suas equipes, sem interferências externas, o que parece apontar para o fim do aparelhamento estatal vivido nos últimos oito anos

 

O Palácio dos Leões passou quase oito anos fechado para quem não se alinhasse a Flávio Dino; Brandão parece mudar este dogma

Uma característica tem marcado a maior parte do secretariado do governo Carlos Brandão (PSB) nestes primeiros dias pós-posse.

Em algumas das principais pastas, o titular tem montado sua equipe técnica com absoluta autonomia e liberdade de escolha, o que reforça o papel democrático e agregador do governo.

Nos últimos oito anos viu-se um aparelhamento partidário – sobretudo por parte do PCdoB – em praticamente todas as pastas do governo Flávio Dino (hoje no PSB).

As escolhas técnicas para as pastas passavam pelo crivo ideológico comunista, o que levou algumas secretarias a se transformar em sucursais do partido do governador.

Um exemplo é a comunicação institucional, tomada de assalto desde 2015 pelo PCdoB, que aparelhou empresas como a rádio Timbira e baniu do acesso à publicidade oficial veículos não-alinhados às teses do inquilino do Palácio dos Leões.

Felizmente, os ares que se respira no Palácio desde janeiro parece mostrar que o clima mudou.

E que, a partir de agora, a competência e o preparo técnico estão mesmo acima do atestado ideológico.

Um avanço e tanto no Maranhão…

 

Dinistas são esvaziados no novo governo de Brandão…

Secretários, dirigentes de empresas e auxiliares do segundo escalão vinculados ao ministro da Justiça perderam espaço na estrutura do novo governo, apesar de o Palácio dos Leões manter no secretariado, outros comunistas, estes com pedigree próprio

 

Flávio Dino tem aliados como Márcio Jerry ainda com força no governo, mas a influência de outros “comunistas”, como a de Capelli, tende a ser esvaziada a partir de agora

Análise da notícia

A reforma do secretariado operada pelo governador Carlos Brandão (PSB) encaminhou de forma inequívoca um esvaziamento pronunciado do que se pode chamar de período comunodinista no Palácio dos Leões.

Apesar de Brandão manter no governo postos de aliados de primeira hora do ministro da Justiça Flávio Dino (PSB) – estes com pedigree próprio, como os deputados federais Márcio Jerry (PCdoB) e Duarte Júnior (PSB) – outras peças ligadas ao ciclo comunista perderam cargos no primeiro escalão.

Exemplos claros são o presidente da empresa que administra o Porto do Itaqui, Ted Lago, e o ex-secretário de Direitos Humanos, Francisco Gonçalves.

Ambos são técnicos preparados em, suas áreas, com histórico de serviços prestados; mas, ainda que de forma sutil, acabaram vinculados ao comunismo mais próximo a Dino, diferentemente de Jerry e Duarte, que têm força própria na mesa de negociação.

O avanço da reforma de Brandão deve alcançar outros comunistas instalados no segundo e terceiros escalões do governo; um exemplo é a Secretaria de Comunicação, ainda fortemente vinculada ao ex-secretário Ricardo Capelli.

Desde as secretarias adjuntas, passando pela rádio Timbira e outros órgãos ligados à Secom – que será comandada pelo jornalista Sérgio Macedo – são ainda fortemente influenciados por Flávio Dino, que tem Capelli hoje como seu secretário-executivo no Ministério da Justiça.

O blog Marco Aurélio d’Eça tem dito e repetido que a relação entre Brandão e Flávio Dino não deve ser abalada, por um lado ou por outro, como se pode reler nos textos “A guerra surda entre Flávio Dino e Carlos Brandão…”, “A guerra fria entre Brandão e Flávio Dino…” e “Carnaval expõe distanciamento entre Brandão e Flávio Dino…”

Mas já está bem claro que o governador agora é Carlos Brandão e não Flávio Dino…

Carnaval expõe distanciamento entre Brandão e Flávio Dino

Governador demonstrou alegria nos quatro dias de folia, sempre presente nos circuitos carnavalescos e entre populares, enquanto o ministro da Justiça se limitou a poucas aparições, apenas com seus aliados mais próximos; e não houve encontro público entre os dois em nenhum dos circuitos

 

Brandão dançou reggae com as esposa no circuito Beira-Mar; Flávio Dino pulou no trio elétrico da amiga Flávia Bittencourt

Brandão esteve entre populares no Circuito Litorânea; Flávio Dino brincou fechado, entre os seus, no bloco “Os Comunas”

O blog Marco Aurélio d’Eça publicou no sábado de carnaval o post “A guerra fria entre Brandão e Flávio Dino…”

Era um recorte da disputa tácita de espaços de poder que o governador Carlos Brandão (PSB) e o ministro da Justiça Flávio Dino (PSB) experimentam nestes primeiros meses do novo governo maranhense.

Este clima de frieza se expôs ainda mais no carnaval.

De bem com a vida, Brandão esteve em todos os circuitos carnavalescos, inclusive nos patrocinados pela Prefeitura de São Luís, mostrou-se à vontade entre populares e recebeu a admiração pública pelo sucesso do carnaval de 2023.

Flávio Dino se limitou a algumas festas com amigos e aliados políticos, e esteve pouco tempo nos circuitos da folia – e sempre ao lado dos mais chegados.

Não houve um encontro sequer entre Dino e Brandão nas festas de rua, o que era de se esperar, dado a ainda recente vitória eleitoral dos dois, que resultou no novo governo.

Flávio Dino e Carlos Brandão não pretendem abrir guerra um contra o outro, como já foi dito no post do blog Marco Aurélio d’Eça.

Mas o que se vê é que cada um quer seguir a própria vida.

Longe do outro…

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Exemplo para Brandão, Flávio Dino também foge de debate…

Ex-governador deveria confrontar suas ideias com outros candidatos a senador nesta quinta-feira, 25, mas preferiu cumprir agenda no interior do estado, mesmo já tendo aceitado as regras do programa na TV Difusora; o comunista é recorrente neste tipo de arrego desde 2014

 

O púlpito que seria usado por Flávio Dino ficou vazio na TV Difusora; o comunista arregão seguiu o exemplo do seu governador-tampão

Preposto do ex-governador Flávio Dino (PSB), o governador-tampão Carlos Brandão (PSB) teve em quem se espelhar quando fugiu do debate da TV Difusora, semana passada.

Seu padrinho político também fugiu do debate entre os candidatos a senador, nesta quinta-feira, 25.

Apesar de seus representantes terem assinado os documentos de participação e concordarem com as regras, Dino preferiu marcar agenda no interior do estado, no mesmo horário do programa, exatamente como fez Brandão semana passada.

Não é a primeira vez que Flávio Dino foge a debates.

Nas eleições de 2014 e de 2018, ele fugiu várias vezes dos debates no Grupo Mirante – que ainda via como nociva ao Maranhão – e chegou a exigir troca de entrevistadores para participar de sabatinas; é portanto, um arregão recorrente. (Relembre aqui e aqui)

E ele mesmo diz que “quem foge de debates é despreparado…”

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Aliado de Brandão, MDB vira alvo do Palácio dos Leões

Governo tem usado a máquina para cooptar prefeitos e lideranças que apoiam candidatos do MDB; alvos são a ex-governadora Roseana Sarney, o ex-senador Lobão Filho e o deputado federal Hildo Rocha, que resistem a fazer campanha para o comunista Flávio Dino ao Senado

 

Depois de declarar apoio a Lobão Filho, Raimundo Lisboa circulou pela campanha de Gil Cutrim e agora está apoiando o governista Fábio Macedo

O Palácio dos Leões decidiu mesmo voltar suas baterias contra os candidatos do MDB que não aceitam fazer campanha para o comunista Flávio Dino (PSB) ao Senado.

Além da ex-governadora Roseana Sarney – de quem já foi tomado o apoio do vereador Paulo Victor (PCdoB) – outro alvo é o ex-senador Lobão Filho, que perdeu o apoio do ex-prefeito de Bacabal Raimundo Lisboa.

Apesar da aliança com praticamente todo o grupo Sarney e MDB, Flávio Dino não aceita que emedebistas façam campanha apenas para seu candidato a governador Carlos Brandão (PSB); e a forma de pressionar é tomar apoios destes insurgentes.

Para tentar garantir sua hegemonia na disputa pelo Senado, Flávio Dino decidiu entregar parte do seu prestígio ao grupo Sarney, que chegou a cogitar participação na chapa comunista ao Senado.

Mas há resistências no grupo, como as de Roseana, de Lobão Filho e do deputado federal Hildo Rocha, que entendem não haver condições de subir no mesmo palanque de Flávio Dino.

Diante desta resistência, a ordem comunista no Palácio dos Leões é tirar todo apoio destes candidatos.

A operação está em pleno andamento…

Sem ter o que dizer, Brandão recusa-se a pedir desculpas por fala racista…

Governador- tampão, que declarou ao site Imirante.com ser obrigado a conviver com os negros das comunidades quilombolas, foi abordado por jornalistas no interior, mas ficou em silêncio, sem ao menos um pedido de desculpas à população

 

Despreparado, Brandão não sabe nem como se desculpar por fala racista contra negros de comunidades quilombolas

O governador-tampão Carlos Brandão (PSB) não consegue, sequer, desculpar-se por ter dito em entrevista no imirante.com sentir-se obrigado a ter que conviver com as comunidades quilombolas.

Abordado por jornalista nesta terça-feira, 16, durante agenda de campanha, Brandão ficou constrangido ao ser perguntado pelos jornalista o site Ilha Rebelde sobre a fala racistas; e ficou em silêncio.

A fala de Brandão ganhou repercussão nacional em sites e portais de revistas e jornais de grande circulação

O governador poderia simplesmente pedir desculpas aos negros quilombolas e à toda a sociedade, mas preferiu calar-se.

Desta vez, pelo menos, não mandou seus seguranças afastarem truculentamente os jornalistas, como tem sido cada vez mais frequente no interior.

Mas ficou a prova de que ele não sabe, sequer, o que dizer aos maranhenses…

O teatro das eleições maranhenses (ou: Dino é o novo Sarney)

Oposição ao grupo do ex-governador comunista até tenta se opor ao seu projeto de poder iniciado em 2014; mas pela cumplicidade de estar com ele nesses últimos sete anos e meio, teme na própria pele agir contra o novo oligarca

 

Flávio Dino conseguiu transformar-se no novo Sarney do Maranhão, controlando governo, oposição, Judiciário, Legislativo e a mídia; prepara-se agora para o segundo passo, nacionalizar seu poder

Editorial

Um teatro está sendo encenado para o eleitor maranhense desde que se iniciou o processo eleitoral de 2022.

Nesta trama farsesca há um rei, um novo oligarca, encarnado pelo ex-governador Flávio Dino (PSB), que finalmente conseguiu assumir o papel de “novo Sarney maranhense” – e com as bençãos dos próprios Sarney’s.

Com perseguições, chantagens e ameaças, Dino impõe sua vontade aos aliados e até adversários, atraindo ou eliminando da disputa quem ameace o seu projeto de poder iniciado em 2014.

Além do grupo Sarney praticamente todo, o comunista passou a controlar, lideranças comunitárias, pensadores e jornalistas, muitos dos quais nutrem por ele antipatia quase insuperável.

Os antagonistas do oligarca comunista formam a oposição; uma frágil oposição.

A maioria dos que gritam hoje contra os desmandos do ex-governador estavam com ele em 2014, quando tomaram o poder dos Sarney; e muitos seguiram colados ao rei por todo este período, até chegar 2022.

Por isso há esta fragilidade nos que decidem se opor.

Muitos temem que as ameaças sejam cumpridas e os mecanismos de perseguição sejam acionados; por isso é que se vê gente do PL, do MDB, sarneysistas, reinaldistas, jackistas e até pedetistas declarando apoio ao comunista oligarca.

Muitos destes são cúmplices do que foi feito no Maranhão nos últimos sete anos, período em que comunistas deixaram a pequena burguesia e a classe operária para viver na Península e passaram a ostentar charutos e champagnes nas noites de São Luís e fora da capital maranhense.

Por serem cúmplices, estes oposicionistas apenas cumprem o papel que lhes foi dado nestas eleições, sem maiores riscos, sem quebrar as lanças contra o oligarca, exatamente como ocorria nos tempos sarneysistas.

É assim que o teatro das eleições vai sendo encenado, com cada um desempenhando seu papel nos atos de campanha.

Enquanto a plateia segue enganada com o pão e circo.

Como sempre ocorreu no Maranhão….

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O Bolsonaro que Flávio Dino pinta é o mau político que ele é, diz Fábio Câmara

Vereador de São Luís analisa a perseguição perpetrada no Palácio dos Leões contra a promotora de Defesa do Consumidor, Litia Cavalcanti, e convoca cidadãos a também entrar na luta em defesa de um serviço de ferry boat de qualidade

 

Fábio Câmara quer mobilizar a própria população em defesa de umas erviço de qualidade nos ferry boats

O vereador Fábio Câmara (PDT) criticou nesta sexta-feira, 5, a ação perpetrada no Palácio dos Leões que resultou no esvaziamento da promotora de Defesa do Consumidor, Litia Cavalcanti.

– Como Litia Cavalcanti representou compromissada, competente e agudamente sempre em favor dos usuários dos ferry boats, Flávio Dino, Carlos Brandão & Cia agiram no intuito de nos arrancar a voz da garganta! – disse Câmara.

De acordo com o parlamentar pedetista, Flávio Dino tenta transferir a Bolsonaro exatamente as suas próprias ações, como uma espécie de espelho.

– Quando Dino aponta seus dedos sujos para o Bolsonaro mirando-o pelo retrovisor da história apontando supostas intervenções e a tal “ditadura”, o ditador se revela através da perseguição covarde perpetrada contra a Promotora de Defesa dos Direitos dos Consumidores Litia Cavalcanti – analisa.

 

Litia denunciou em suas redes sociais a perseguição que vem sofrendo no Ministério Público após lutar pela qualidade do ferry boat

Ele atribui ao ex-governador comunista Flávio Dino (PSB) a perseguição à promotora, mas diz que essas ações acabam expondo cada vez mais o modus operandi do grupo encastelado no Palácio dos Leões.

– Flávio Dino não pode achar que vai esconder-se por trás de uma toga! Muito pelo contrário, por seu modus operandi sorrateiro, a cada atitude contra quem prima por justiça em nome do povo, Flávio Dino e Brandão, bem como todos os que os seguem, se põem mais e mais nus diante dos nosso olhos! que vergonha! – disse.

O vereador pretende iniciar uma campanha de mobilização popular para manter a luta de Litia Cavalcanti.

– Essa luta precisa ser de todas e de todos nós! E a coragem de Litia Cavalcante passa, de agora em diante, a ser a briga de todos nós! – conclui o parlamentar pedetista.