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Procuradores denunciam organização criminosa do governo Flávio Dino…

Ministério Público de Contas apontou uma quadrilha envolvendo funcionários do governo comunista, membros do Judiciário e do Ministério Público, filiados do PCdoB e donos de imóveis para desviar dinheiro público no Maranhão; a informação é do blog Atual7

 

 

 

Clínica Eldorado alugada pelo governo comunista: organização criminosa para desviar dinheiro público

O blog Atual7 trouxe na tarde desta quarta-feira, 29, uma denúncia do Ministério Público de Contas envolvendo membros do governo Flávio Dino (PCdoB) e do Judiciário nos chamados alugueis camaradas do governo comunista.

A Representação do MPC foi feita ao Tribunal de Contas do Estado ainda no ano passado e revela uma quadrilha montada para desviar dinheiro público no aluguel da Clínica Eldorado, onde hoje funciona o Hospital de Traumatologia e Ortopedia.

Os aluguéis camaradas do governo Flávio Dino vieram à tona em 2016, quando se descobriu que o comunista pagou por 17 meses o aluguel de uma casa pertencente a um membro do partido sem que ela tenha sido usada pelo governo. (Relembre aqui e aqui)

No ano seguinte, descobriu-se o mesmo esquema no aluguel da Clínica Eldorado, que tinha como uma das sócias a juíza Janaína de Araújo Carvalho, da Central de Inquéritos de São Luís. (Relembre aqui, aqui e aqui)

Flávio Dino: já condenado em primeira instância e inelegível,m comunista tem nova denúncia contra seu governo

Os procuradores do MPC Jairo Cavalcanti Vieira e Douglas Paulo da Silva levantaram que a juíza Janaína é irmã de Janyr Carvalho de Araújo, assessora jurídica da Secretaria de Saúde –  pasta responsável pelo aluguel da clínica – e mulher do promotor Reginaldo Carvalho, hoje na assessoria especial do procurador-geral de Justiça Luiz Gonzaga Coelho, nomeado por Flávio Dino.

De acordo com o que revelou Atual7, a denúncia do MPC aguarda manifestação do conselheiro Edmar Serra Cutrim, hoje aliado político de Flávio Dino.

Os representantes do Ministério Público de Contas requerem imediata auditoria no contratos entre a SES e a Clínica Eldorado, com eventual punição dos envolvidos.

Processos envolvendo outros alugueis camaradas do governo Flávio Dino aguardam investigação do Ministério Público…

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Flávio Dino usa banca de mingau como destino de R$ 1,3 milhão, denuncia IstoÉ…

Revista compara o governador maranhense a Jair Bolsonaro, que também usou uma vendedora de rua para desviar dinheiro da Câmara dos Deputados; a Val do comunista foi usada para lavar dinheiro de campanha em 2014

 

A VAL DE FLÁVIO DINO. Vendedora de mingau teve o endereço usado para lavar dinheiro da campanha de Flávio Dino

A revista IstoÉ traz em suas páginas nesta semana a personagem Valquíria dos Santos, 31, vendedora de mingau na região do Tirirical, na periferia de São Luís.

O endereço da Val de Flávio Dino (PCdoB) – como foi chamada pela revista, em referência a outra Wal, a do presidenciável Jair Bolsonaro (PSL), que vendia Açaí no Rio de Janeiro e recebia da Câmara Federal – foi usado para lavar R$ 1,3 milhão na campanha comunista de 2014. (Leia aqui a matéria completa)

Com base em uma Representação que tramita  na Procuradoria-Geral da República, a IstoÉ descobriu que a banquinha de mingau da Val de Flávio Dino serviu como endereço da Aldo Oberdan Pinheiro Montenegro -ME, ou AldoImagem, empresa denunciada por lavar dinheiro de campanha.

A AldoImagem já foi tema de denúncia deste blog em várias ocasiões. (Releia aqui, aqui e aqui)

De acordo com a denúncia reportada na revista IstoÉ, no dia 9 de junho de 2014, o comitê financeiro do PCdoB no Maranhão recebeu o repasse de R$1,3 milhão.

No mesmo dia, este comitê pagou os mesmos R$ 1,3 milhão, em duas notas fiscais, uma de R$ 800 mil e outra de R$ 500 mil, por serviços de áudio e vídeo na campanha.

SÓ COM OS PARÇAS. Flávio Dino e os responsáveis pela operação da AldoImagem: próprio dono denunciou o caso à Justiça

Como endereço fiscal a Aldo Oberdan deu a lojinha de mingau de Valquiria dos Santos. Visitada pela reportagem, ela diz nunca ter operado uma câmera de vídeo e garantiu que só acompanha a propaganda eleitoral pela TV.

A denúncia é mais numa a mostrar que Flávio Dino, o comunista que governa o Maranhão, é só mais um político, como todos os vícios, esquemas e malfeitos de todos os outros.

E agora caminha na mesma faixa de Jair Bolsonaro, que ele tanto despreza.

O processo contra o comunista é mais um a caminhar na Justiça Eleitoral brasileira.

E deve ser contado em detalhes na propaganda eleitoral…

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Comunistas seguem com crimes eleitorais recorrentes…

Num desrespeito à Legislação Eleitoral e numa afronta ao próprio TRE, candidato do PCdoB a deputado segue o exemplo do líder governador e usa estrutura do Sindicato de Professores para fazer campanha fora de época

RISCO DE CASSAÇÃO. Revista do Simproessema destaca candidatura de Odair José no seio da categoria: campanha irregular e conduta vedada

Os comunistas liderados pelo governador Flávio Dino no Maranhão não se cansam de afrontar a Justiça Eleitoral e as leis.

Não bastassem as dezenas de denúncias contra eles, por vários tipos de malfeitos políticos, administrativos e eleitorais, os membros do PCdoB parecem indiferentes às punições que possam vir a sofrer.

O ex-presidente do Simproessema, Odair José, por exemplo – ligado diretamente ao próprio Flávio Dino e que faz dobradinha com o ex-secretário Márcio Jerry – faz campanha descaradamente na categoria dos professores.

QUEM PAGOU A CONTA?!? Odair é destaque na capa da revista utilizada como panfleto de campanha; crime eleitoral

Candidato a deputado estadual, Odair utiliza-se de uma revista do Sindicato – provavelmente paga pela categoria – para promover abertamente a sua candidatura.

O descaramento leva em consideração a leniência do Ministério Público Estadual e da própria Justiça, que pouco parecem se importar com as estripulias dos comunistas maranhenses.

E assim vai se desenrolando a campanha no Maranhão…

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Roberto Rocha vai ao CNJ por garantias de atuação à juíza que condenou Flávio Dino…

Senador encaminhou Ofício diretamente à presidente do Conselho Nacional de Justiça, ministra Cármen Lúcia, rogando pela independência não apenas de Anelise Nogueira Reginato, mas de todos os magistrados que atuarem no processo que levou à inelegibilidade do governador comunista

 

Roberto Rocha roga pela proteção do CNJ à atuação da juíza que condenou Flávio Dino

O senador Roberto Rocha, candidato do PSDB ao Governo do Estado, encaminhou ontem à presidente do Conselho Nacional de Justiça, ministra Cármen Lúcia, Ofício em que ressalta a necessidade de independência dos juízes eleitorais maranhenses.

Citando o caso da juíza Anelise Nogueira Reginato – que vem sendo atacada diariamente por aliados do governador Flávio Dino, desde que decretou sua inelegibilidade – Rocha pede providências do CNJ para garantir a integridade de sua atuação.

– Requeiro do Conselho Nacional de Justiça sejam tomadas providências visando garantir à magistrada Anelise Nogueira Reginato e aos demais juízes que venham a oficiar na referida Ação Judicial Eleitoral a independência na atuação de suas atividades judicantes – ressaltou o senador maranhense.

Juíza Anelise Nogueira, que decretou a inelegibilidade de Flávio Dino e sofre perseguição de comunistas

Roberto Rocha pede também ao CNJ que oficie a Polícia Federal a identificar todos os detratores da juíza, para abertura de inquérito visando a autuação de todos.

Por fim, Rocha pede que o próprio conselho acompanhe a tramitação da Ação Judicial que resultou na inelegibilidade de Flávio Dino…

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Flávio Dino mostra preocupação com operação da PF em seu governo…

Tentando atribuir aos seus adversários o que poderia ser mais um golpe na corrupção comunista implantada no Maranhão, governador expôs hoje em rede social o que pode ser mais um escândalo de sua gestão

 

Flávio Dino anda cada vez mais tenso com as descobertas e condenações a si e ao seu governo

Abatido e acuado com a decretação de sua inelegibilidade, por corrupção eleitoral cometida nas eleições de 2016, o governador Flávio Dino (PCdoB) expôs o seu próprio governo nas redes sociais, nesta quinta-feira, 9.

O comunista foi às redes sociais para dizer-se preocupado com uma possível operação da Polícia Federal em sua gestão; tentou, inclusive, se prevenir, atribuindo aos adversários uma eventual ação.

O vazamento da suposta operação por Flávio Dino pode ter dois objetivos:

1 – Fazer-se de vítima de perseguição mesmo estando à frente de um governo;

2 – intimidar a própria Polícia Federal, evitando, assim, o desenrolar da operação.

Mas o fato é que Flávio Dino deve saber do que está falando, afinal, como chefe de estado, tem informações privilegiadas.

E deve ter resolvido vazar a informação para evitar ainda mais constrangimentos.

É aguardar e conferir…

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O impeachment de Flávio Dino…

É claro que o governador tem poder e estrutura para impedir até mesmo a tramitação do pedido de afastamento protocolado pelo deputado Edilázio Júnior; mas, pelos malfeitos produzidos ao longo de quatro anos, deveria já ter sido apeado do poder

 

Coronel Heron foi o responsável pela espionagem

O pedido de impeachment do governador Flávio Dino (PCdoB) – protocolado na Assembleia Legislativa pelo deputado estadual Edilázio Júnior (PV) – tem um fundamento básico e constitucional: crime de responsabilidade e de improbidade administrativa cometido pelo comunista.

Flávio Dino cometeu crime grave ao determinar que a Polícia Militar monitorasse adversários políticos que pudessem  “causar embaraços” no pleito eleitoral, caso revelado em primeira mão por este blog, em abril. (Relembre aqui)

Edilázio quer o impeachment do governador

Construída pelo advogado Pedro Leonel Pinto de Carvalho, a peça se fundamenta no artigo 85 da Constituição.

“O artigo 85 da Constituição da República e o artigo 65 da Constituição do Estado, assim como o artigo 4º da Lei 1.079/50 definem os crimes de responsabilidade como ‘os atos do Governador que atentarem contra a Constituição Federal, a Constituição do Estado’ e listam alguns crimes. No caso do governador Flávio Dino, perante o escândalo vazado na mídia e citado linhas acima foram desrespeitados o exercício dos direitos políticos, individuais e sociais e a probidade na Administração”, diz trecho do pedido de Impeachment.

É claro que Flávio Dino tem poder, estrutura, dinheiro – e absoluta sede de poder – para fazer esse pedido simplesmente dormir na Assembleia.

Mas, pelos malfeitos cometidos pelo governo comunista ao longo de quatro anos, ele já deveria estar apeado do poder no Maranhão.

É simples assim…

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Exoneração de capelães não livra Flávio Dino de crime eleitoral e do risco de cassação…

Após escândalo da farra de nomeações de padres e pastores em troca de apoio eleitoral, líderes religiosos começam a deixar os cargos, pressionados por suas igrejas, numa espécie de confissão e culpa da troca de favores que passou a reinar no segmento evangélico

 

FARRA DE CAPELÃES. Flávio Dino ao lado dos pastores fardados que exercem cargos de oficiais militares sem terem prestado concurso público

Trata-se de uma confissão de culpa a exoneração dos capelães nomeados sem concurso pelo governador Flávio Dino (PCdoB) na estrutura da Segurança Pública.

Após o escândalo dessas nomeações – em troca de apoio político nas igrejas – pastores e padres que haviam negociado a ocupação de postos na Polícia Militar, no Corpo de Bombeiros e na Secretaria Penitenciária resolveram entregar os cargos.

Foram exonerados nos últimos dias os capelães Venino Aragão de Sousa, que past0or evangélico e estava nomeado na Secretaria de Administração Penitenciária, e o padre Moises Pereira Dias.

OCULTAÇÃO DE CRIME. Diário traz a exoneração do pastor Venino, importante líder evangélico

Mas a exoneração não livra Flávio Dino de responder por crime eleitoral e improbidade administrativa, o que pode levá-lo à perda do mandato.

Mesmo porque, as exonerações estão sendo substituídas por outras nomeações, tão criminosas quanto as primeiras.

A farra dos capelães foi denunciada por este blog ainda em 2017, e ganhou corpo na imprensa nos últimos meses, com a nomeação de inúmeros pastores evangélicos em troca de apoio a Dino nas igrejas. (Relembre aqui)

O escândalo manchou a reputação, sobretudo dos líderes da Assembleia de Deus, e foi denunciado à Justiça e ao Ministério Público Eleitoral. (Entenda aqui, aqui e aqui)

E pode levar à cassação do governador…

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Empresa suspeita de lavagem de dinheiro do PCdoB movimentou quase R$ 3 milhões entre 2014 e 2016…

Depósitos sem identificação na conta da Aldo Oberdan Motenegro-ME ocorreram mesmo depois da suposta transferência de R$ 1,3 milhão dos comunistas, dinheiro que só chegou em parte à conta da empresa; extratos mostram que a relação entre o empresário Carlos Miranda e o PCdoB garantia a ele prosperidade financeira

 

Carlos Miranda e sua relação com Flávio Dino e Márcio Jerry garantiram prosperidade financeira a uma empresa de “casamentos e aniversários”

Denunciada por suspeita de lavagem de dinheiro do PCdoB na campanha de 2014, a empresa Aldo Oberdan Montenegro- ME, ou Aldo Imagem LTDA., teve uma próspera relação financeira em suas contas desde que passou a ser controlada por Carlos Alberto Miranda ainda na campanha de 2014.

Já se sabia que, sob o comando de Miranda, a empresa emitiu nota fiscal de R$ 1,3 milhão para o PCdoB, mas só recebeu em sua conta R$ 500 mil, no dia 13 de agosto de 2014.

Mas mesmo após a eleição, a Aldo Imagem continuou a receber depósitos sem procedência identificada; e foi assim em 2014, 2015 e 2016, segundo extratos aos quais o blog teve acesso.

Neste período, quase R$ 3 milhões caíram nas contas da empresa em forma de “Crédito em Conta”, “Transferência on-line”, “Depósitos on-line” e “Pagamento de Fornecedores”.

Para ser mais exato, foram R$ 2.917.159,05 entre agosto de 2014, durante a campanha de Flávio Dino (PCdoB), e 25 de outubro de 2016, às vésperas do segundo turno da reeleição do prefeito Edivaldo Júnior (PDT), que tem como vice Júlio Pinheiro, do PCdoB.

Extrato de 2016 mostram que os “créditos” à Aldo Imagem continuaram após 2014

Depósitos vultosos

Na análise dos extratos bancários – que também já estão em poder da Procuradoria-Geral da República – há longos espaços de ‘miséria financeira” na conta da Aldo Imagem, que contrasta com meses em que são feitos vultosos depósitos e créditos.

Em 2015, por exemplo, o maior crédito recebido pela empresa foi de R$ 131 mil, em 21 de dezembro.

Em 2016, no entanto, conforme se aproximavam as eleições municipais, os repasses iam se avolumando, chegando a R$ 307 mil apenas entre os dias 9 de maio e 10 de junho, véspera das convenções. 

Na Representação encaminhada à Procuradora-Geral da República Raquel Dodge, há extratos de 2017 e 2018, mostrando que a relação de Carlos Miranda com as prosperidade financeira da Aldo Imagem vinha crescendo.

Mas esta é uma outra história…

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A farsa da prestação de contas eleitorais…

Com uma justiça que finge que analisa o faz-de-contas apresentado pelos partidos, processo gera aberrações como a do PCdoB, que tem chancela do TRE até para suspeitas de lavagem de dinheiro

 

REINO DE FAZ DE CONTA. O PCdoB de Flávio Dino e Márcio Jerry é mais um fruto da aberração eleitoral brasileira

Editorial

Só sistemas como o adotado pela Justiça Eleitoral brasileira são capazes de construir aberrações como a do ex-presidente estadual do PCdoB, Márcio Jerry, que sai por aí a bater no peito e a dizer que as contas do seu partido “foram aprovadas pela Justiça Eleitoral”.

Ora, com este sistema de faz-de-contas, a Justiça Eleitoral aprova qualquer conta, mesmo que tenha suspeitas de lavagem de dinheiro, como as levantadas agora em relação ao PCdoB do Jerry.

No sistema eleitoral brasileiro, os TREs fingem que analisam as contas, enquanto os partidos fazem de conta que prestam todos o dados.

Só isso pode explicar crimes como o do PCdoB de Jerry, que recebeu R$ 1,3 milhão sabe-se lá de quem e, no mesmo dia, retirou esses mesmos R$ 1,3 milhão, mandando apenas R$ 500 mil para a conta de uma empresa – e os outros R$ 800 mil sabe-se lá para onde.

Como pode uma Justiça Eleitoral aprovar uma conta com aberração tão grotesca?!?

Diante dessa falha judicial é que criminosos podem sair por aí a bater no peito, dizendo ter suas contas aprovadas, sem precisar mais dar satisfações a ninguém.

É o reino do faz de conta eleitoral brasileiro…