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A intrínseca estupidez bolsonarista…

Parece um padrão, tosco, repetido por todos os que surgiram a partir da ascensão do ex-presidente agora preso e condenado; e esta gente ainda governou o país por quatro anos

 

DOIS EXEMPLOS DE ESTUPIDEZ. Um tenta fugir do país com passaporte falso; o outro acha que pode criar um país só seu

Pensata

Um deputado federal cuja namorada morreu a tiros, dentro do seu apartamento, em circunstâncias estranhas mostra sua garras a jornalsitas na Câmara e, separatista, agride um estado como o Maranhão, cuja cultura é conhecida não apenas no Brasil, mas no mundo; o ex-diretor da Polícia Rodoviária Federal resolve fugir com passaporte falso pelo Paraguai, depois de romper a tornozeleira eletrônica que o mantinha enjaulado em casa.

São apenas os exemplos mais recentes que mostram toda a boçalidade que marcou o Brasil a partir de 2018. 

  • é assim no bolsonarismo, onde a estupidez parece ser o modo de vida;
  • estupidez exposta quase em neon nos quatro anos de governo Bolsonaro.

A grosseria, a boçalidade e a ignorância parecem marcar a vida de todos aqueles que surgiram para o país com a ascensão de Jair Bolsonaro (PL), hoje preso e condenado a mais de 27 anos de cadeia; boçalidade que parece vir de berço e foi deixada por herança aos rebentos 01, 02, 03 e 04.

  • é difícil separar um bolsonarista raiz da estupidez, seja os líderes, seja os seguidores;
  • estupidez que leva uma deputada a sair de arma em punho em plena véspera de eleição.

O ciclo bolsonarista causou ao país espetáculos toscos deprimentes e não deixa qualquer legado saudável, qualquer herança que possa ser benéfica para o futuro do país.

Felizmente é um ciclo fadado ao encerramento a partir de 2026, seja qual for o resultado das eleições.

Mas não deixa de impressionar que eles ainda tenham conseguido governar o país por quatro anos…

Premiados com indulto das crianças, 54 não voltaram a Pedrinhas…

No total, só em 2015, quase 200 condenados que tiveram o benefício não voltaram ao presídio e muitos ainda estão nas ruas, como foragidos

 

A juiza tentando convencer os condenados: será que eles atendem?

A juíza Ana Maria Almeida tentando convencer os condenados a voltar; muitos ignoraram o apelo

Pelo menos 54 dos 337 condenados que deixaram o Complexo de pedrinhas semana passada – beneficiados com o indulto do Dia das Crianças – continuam nas ruas.

A data limite para que o presos voltassem era a última quinta-feira, 15. Todos já têm mandados de prisão, demandando tempo da polícia e gastos públicos para tentar recapturá-los.

Só este ano, 191 presos que tiveram o benefício do indulto não voltaram a Pedrinhas.

Significa dizer que a população convive, desde então, com quase 200 foragidos, que podem ou não ser de alta periculosidade; e podem – ou não – estar cometendo crimes.

Mas a lei é assim…