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Governo Roseana mantém rotina administrativa…

Luís Fernando e Hildo mantêm a rotina do governo...

Mesmo com a greve dos policiais e bombeiros militares, os secretários Luís Fernando Silva (Casa Civil) e Hildo Rocha (Articulação Política), se esforçam para manter a agenda administrativa do governo Roseana Sarney (PMDB).

Os dois secretários recebem um grupo de prefeitos, hoje à tarde, na Secretaria de Agricultura, para assinar convênios para o setor.

Os projetos são resultados das demandas apresentadas durante os Seminários Regionais de Liderança, organizados exatamente por Luís Fernando e Hildo Rocha, no primeiro semestre.

As propostas apresentadas pelas lideranças durante os eventos começam agora a sair do papel – disse Hildo Rocha.

As primeiras demandas dos seminários foram atendidas no mês passado, quando Luís Fernando e Hildo Rocha assinaram convênios com prefeituras nas áreas de Educação e Infra-estrutura.

Até o final do ano, também deverão ser beneficiados setores como o de Saúde, Cultura e Esportes…

 

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Líder oposicionista força a barra por outra CPI na Assembléia…

Marcelo Tavares quer porque quer desviar o foco de Castelo

Mesmo com a CPI dos R$ 73,5 milhões prestes a ser instalada na Assembléia Legislativa, o líder da Oposição, Marcelo Tavares (PSB), insiste na coleta de assinaturas para uma outra, que investigaria todos os convênios entre governo e prefeituras.

– Já temos 12 assinaturas. A gente está tentando conseguir a outra CPI – afirmou Tavares, hoje à tarde, ao blog.

Ele ameaça, inclusive, nem indicar o nome da bancada para compor a CPI criada por Requerimento do governista Roberto Costa (PMDB).

Alguns deputados, no entanto, consideram que a insistência de Tavares-sobrinho visa criar embaraços para o funcionamento da CPI dos R$ 73,5 milhões.

Ele tenta desviar o foco de Castelo – acusa o vice-líder governista Magno Bacelar (PV).

Para insistir com o seu projeto, o socialista argumenta que a CPI criada por Costa seria limitada, por se restringi ao convênio da prefeitura.

Na semana passada, o argumento de Tavares foi contestado pela própria bancada oposicionista. O deputado Bira do Pindaré (PT) frisou que a dinâmica da investigação acabará abrindo espaços para apuração diversa à estabelecida no Requerimento original.

Outros parlamentares da oposição, como Rubens Pereira Júniro (PCdoB) e Eliziane Gama (PPS), já demosntraram, inclusive, interesse em participar da CPI dos R$ 73,5 milhões. 

Mesmo assim, Marcelo Tavares continua a colher assinaturas…

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Atraso na intimação de Castelo pode ter ajudado no sumiço dos R$ 73,5 mi…

Só sorrisos, Castelo não fala dos R$ 73,5 milhões

Houve um atraso de cinco meses entre a decisão do juiz Megbel Abdalla, , determinando a devolução dos R$ 73,5 milhões aos cofres do  estado, e a intimação do prefeito João Castelo (PSDB), então detentor dos recursos.

O dinheiro foi repassado a Castelo pelo então governador Jackson Lago (PDT), em 31 de março de 2009. No mesmo dia, o então líder da oposição, Ricardo Murad (PMDB), entrou com Ação Popular na 4ª Vara da Fazenda Pública, pedindo a suspensão dos convênios.

O juiz Megbel Abdalla concedeu Liminar ainda no dia 31 de março, determinando “a suspensão dos atos considerados lesivos ao patrimônio público“.  

Mas a “Intimação Pessoal” do prefeito João Castelo se deu apenas no dia 26 de agosto daquele ano, quase cinco meses depois da suspensão do convênio.

No dia 21 de junho deste ano, a Procuradoria-Geral do Etado, entrou com outra Ação na 4ª Vara da Fazenda Pública, lembrando que“até a presente data, o município de São Luís vem se esquivando de obedecer ao comando judicial”.

Na nova Ação, a PGE pede o bloqueio das cotas do ICMS de São Luís, “para que a decisão da suspensão do convênio se torne eficaz”.

O juiz da 4ª Vara da Fazenda Pública ainda não se manifestou sobre o assunto…

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MP vai investigar sumiço de R$ 73,5 milhões…

Só castelo sabe onde está o dinheiro

Do blog de Zeca Soares

Onde está o dinheiro?
O deputado Roberto Costa (PSDB) não está disposto mesmo a dar um minuto de sossego ao prefeito João Castelo (PSDB).

Ontem à tarde, Roberto Costa deu entrada em ação no Ministério Público pedindo a investigação sobre os R$ 73 milhões referentes aos convênios assinados entre a Prefeitura de São Luís e o governo do Maranhão em 2009.

É que ninguém sabe dizer até hoje onde foi parar e o prefeito João Castelo insiste em não diz nada.

Apenas se limitou a chamar o deputado de “moleque”.

 

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O silêncio de João Castelo sobre os R$ 73,5 milhões…

Agora, só Castelo sabe onde está o dinheiro

Espera-se para hoje, ao fim do feriadão, que o prefeito de São Luís, João Castelo (PSDB), dê, finalmente, explicações sobre o desaparecimento dos R$ 73,5 milhões repassados à sua administração, em 2009, pelo então governo Jackson Lago (PDT).

Até agora, ninguém na prefeitura tentou explicar o assunto, e o próprio Castelo apenas agrediu o deputado Roberto Costa (PMDB) sem, no entanto, explicar onde foi parar o dinheiro.

Os R$ 73,5 milhões foram fruto de convênio assinado por Jackson e Castelo após a cassação do então governador.

A assinatura do acordo foi feito em 31 de março, mesmo dia em que a 4ª vara da Fazenda Pública determinou a sua anulação e consequente devolução aos cofre estaduais.

Ocorre que, quando da ocasião da notificação ao Banco do Brasil para que o dinheiro fosse estornado, os oficiais de Justiça foram informados que os recursos haviam sido transferidos para a Caixa Econbômica Federal. Na caxia, ninguém nunca soube explicar onde estava o dinheiro.

Dede então, os R$ 73,5 milhões nunca mais foram encontrados.

O que Roberto Costa faz agora é cobrar o paradeiro de um recurso público que poderia estar sendo aplicado em São Luís.

E cabe apenas ao próprio Castelo dizer onde foi parar o dinheiro…

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Governo do Estado e Prefeitura de Ribamar: convênios, seis anos depois…

Luís Fernando e Gil Cutrim: novas parcerias por Ribamar

Eleito pela primeira vez em 2004, o ex-prefeito de São José de Ribamar, Luís Fernando Silva, fez uma das mais profícuas gestões municipais da história do Maranhão.

Ribamar é hoje referência em administração pública.

Mas Luís Fernando passou os seis meses à frente da cidade absolutamente isolado pelo Governo do Estado, nas administrações de José Reinaldo Tavares (PSB) e Jackson Lago (PDT).

Todas as obras do município foram realizadas com recursos próprios – 80% – ou fruto de convênio com o Governo Federal.

Ribamar só voltou a ser visto pelo Governo do Estado após o retorno de Roseana Sarney (PMDB), em 2009.

Já naquele ano, ela autorizou a realização de convênio com o município, sacramentado agora.

Na semana passada, o prefeito Gil Cutrim (PMDB) e o governo Roseana -representado pelo chefe da Casa Civil, o mesmo Luís Fernando Silva – assinaram o contrato para recuperação de 16 ruas no município.

Para o prefeito Gil Cutrim, é a garantia de que Ribamar continuará seguindo cada vez melhor sua trilha de refêrência para o Maranhão.