A histórica relação de Lula com Weverton exposta em uma imagem…

Em meio à crise com a bancada do PDT na Câmara Federal, presidente dá lugar de destaque ao senador maranhense durante solenidade no Palácio do Planalto, com direito a conversas de pé-de-ouvido

 

SÓ PARA OS ÍNTIMOS. Poucas lideranças têm o privilégio de sentar-se junto ao presidente Lula em uma solenidade; e menos ainda de ouvir um cochicho desses

Só os íntimos conseguem com o presidente Lula (PT) conversas de pé-de-ouvido.

Só os íntimos conseguem dele atenção em meio a crises com seus partidos.

Esta Imagem do Dia mostra que o senador maranhense Weverton Rocha, líder do  PDT no Senado, tem esta intimidade com o presidente, construída ao longo de quase três décadas de relações políticas, disputas eleitorais e lutas ideológicas no Brasil; sempre do mesmo lado.

O cochicho de pé-de-ouvido do presidente com o senador mostra que essa relação está mais sólida do que nunca, mesmo em meio à crise da bancada pedetista na Câmara Federal e a polêmica que resultou na queda do ministro da Previdência Social Carlos Lupi.

Weverton Rocha é hoje o político maranhense mais próximo de Lula, relação de amizade que é tão ou mais sólida que a do ministro do Supremo Tribunal Federal Flávio Dino.

Essa Imagem do Dia é histórica tanto pela solidez do passado, quanto pela importância do presente.

E aponta significativamente para o futuro…

Em tempo: a solenidade em questão foi a assinatura das novas diretrizes do Ensino Superior na modalidade EAD

Ao PSD pouco importa o candidato de Braide a presidente…

Partido deixará candidato à vontade na sucessão estadual, tanto entre eleitores de direita quanto da esquerda, sem precisar se envolver no debate da corrida presidencial

 

FECHADO TOTAL. Braide recebeu aval de Kassab para disputar o governo, pouco importando seu candidato a presidente

Em primeira mão

Se depender do PSD nacional, o prefeito de São Luís Eduardo Braide não sofrerá qualquer cobrança ideológica nas eleições de 2026, quando deve disputar o Governo do Estado. Como candidato a governador, o prefeito poderá buscar votos tanto entre eleitores de direita como também entre os de esquerda, sem precisar defender candidatos presidenciais de um lado ou de outro.

“Não há nenhuma exigência do PSD de que ele [Braide] apoie o presidente Lula (PT) ou Bolsonaro (PL); ou mesmo outros nomes da direita ou da esquerda. O PSD é liberal nesse aspecto”, disse o presidente nacional da legenda, Gilberto Kassab, em conversa com pessedistas maranhenses, segundo apurou este blog Marco Aurélio d’Eça.

Os maranhenses filiados ao PSD são exemplos desta pluralidade ideológica no partido.

  • senadora Eliziane Gama, por exemplo, é ligada ideologicamente a Lula;
  • já o deputado federal Josivaldo JP é Bolsonarista de quatro costados;
  • essa pluralidde se repete nas bancadas do partido em todos os estados.

Em 2022, após perder o apoio de Lula, o senador Weverton Rocha (PDT), historicamente de esquerda, decidiu assumir uma postura ambígua em relação às eleições presidenciais, o que, na visão de analistas custou-lhe o segundo lugar e um possível segundo turno, que acabou nem ocorrendo; essa história foi contada neste blog Marco Aurélio d’Eça, no post “O reposicionamento de Weverton Rocha…”.

Ao contrário de Weverton, Braide nunca se definiu ideologicamente, embora tenha postura sócio-cultural claramente cristã-conservadora, o que nunca incomodou eleitores da esquerda ou da direita; ele pode, portanto, manter-se ao largo do debate presidencial

Mas resta saber se, em uma disputa que parece polarizada nacionalmente, o eleitor compreenderá sua postura “nem aí”…

Flávio Dino estreia em pesquisa sem herdar votos de Lula…

Ministro do Supremo Tribunal Federal começou a ser citado por jornalistas há apenas uma semana, e marca menos de dois dígitos em todos os cenários do levantamento do Instituto Gerp

 

AINDA INCIPIENTE. Estreante nas pesquisas presidenciais de 2026, Flávio Dino ainda não recebe transferência de votos de Lula

Análise da Notícia

O ministro do Supremo Tribunal Federal Flávio Dino aparece em um distante terceiro lugar no cenário da sucessão presidencial que lhe foi mais favorável na pesquisa do Instituto Gerp, divulgados nesta segunda-feira, 31.

  • Sem o presidente Lula (PT) na disputa, Dino marca 6% das intenções de votos;
  • ele fica atrás de Bolsonaro (PL) e com menos da metade dos votos de Ciro Gomes (PDT);
  • mas supera por um ponto Pablo Marçal, Ratinho Jr. e Romeu Zema; e por dois Ronaldo Caiado.

É preciso deixar claro que Flávio Dino nunca se manifestou como candidato e nem pode movimentar-se como político; seu nome surgiu como opção da esquerda há menos de uma semana, por intermédio de jornalistas de Brasília.

O que se percebe dos números do Instituto Gerp, é que os votos de Lula ainda não beneficiam Flávio Dino e se pulverizam entre diversos candidatos, com beneficio maior para o pedetista Ciro Gomes.

  • sem Lula e sem Bolsonaro, por exemplo, Dino sobe para 8% e Ciro vai a 17%, em empate técnico com Tarcísio de Freitas, com 18%;
  • neste cenário, o maranhense perde para Pablo Marçal (13%) e Ratinho Jr. (9%), mas vence de Zema, que tem 5%, e Caiado, com 4%.
  • no último cenário, Ciro mantém a performance, em empate técnico com Eduardo Bolsonaro; e Dino fica com 7%, atrás de Marçal, ratinho e Zema

A impressão que os números do Instituto Gerp traz é que o eleitor do presidente Lula ainda não trabalha com a ideia de não vê-lo na disputa, e acaba ficando sem opção quando ele é retirado da lista.

Este é o primeiro levantamento a incluir o nome do ex-governador maranhense…

Decisão eleitoral de Flávio Dino terá reação em cadeia…

A escolha do comunista maranhense entre a eleição presidencial e a senatória levará a uma rearrumação que pode gerar rachas em toda sua base política, criando situações desastrosas a aliados no governo, na Assembleia e na bancada federal

 

O destino eleitoral de Flávio Dino mexe diretamente com os projetos políticos de Othelino Neto e Carlos Brandão e podem comprometê-los em 2022

Ao mesmo tempo em que blogs maranhenses repercutiam na quinta-feira 16, a notícia de que o ex-presidente Lula admitia, pela primeira vez, um apoio ao governador Flávio Dino (PCdoB) em 2022, o blog do jornalista Jorge Aragão levantava a hipótese de recuo do comunista.

A inserção do governador maranhense no debate presidencial o levou a uma situação de quase não-retorno, pelas consequências de uma decisão em concorrer ao Senado, por exemplo, e não à presidência ou vice.

Desde que Dino decidiu imiscuir-se no debate presidencial, ainda em 2018, seus aliados começaram a construir – como era de se esperar – também as suas opções de poder no vácuo que surgirá em 2022.

O presidente da Assembleia Legislativa Othelino Neto (PCdoB), por exemplo, já anunciou mais de uma vez que disputará as eleições majoritárias. (Relembre aqui, aqui e aqui)

De olho no posto de Neto, seu vice, Glalbert Cutrim (PDT), articula desde então ocupar a cadeira presidencial na Assembleia.

Como ficam Othelino e Glalbert diante de um recuo nacional de Flávio Dino ?!?

Confiante no projeto presidencial de Flávio Dino, Weverton Rocha já acenou com articulações envolvendo todos estes personagens; recuar, comprometeria toda a base

E como ficariam o vice-governador Carlos Brandão (PRB) e o senador Weverton Rocha (PDT) se o comunista optasse por concorrer ao Senado em uma encabeçada por um ou por outro?

A exigência de ter que refazer seus planos traria a qualquer uma dessas peças políticas consequências desastrosas, uma vez que a reação em cadeia – entre deputados federais e estaduais, prefeitos e vereadores que também já fizeram planos com base no caminho presidencial de Dino – afetaria diretamente suas eleições.

Obviamente que a essas alturas – às vésperas das eleições municipais – tanto Weverton Rocha quanto Carlos Brandão, Othelino Neto e Glalbert Cutrim já firmaram compromissos com base no projeto presidencial de Flávio Dino.

E esses compromissos levaram a projetos de outros, que também terão que refazer seus planos.

Diante de toda essa questão, o recuo do comunista mostrará se ele tem um projeto de poder envolvendo o grupo ou apenas pessoal.

É aguardar e conferir…

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O encontro de Lula e Flávio Dino…

Governador do Maranhão ganha cada vez mais destaque como referência nacional da esquerda; e deve receber do ex-presidente, em Curitiba, missões já para as eleições de 2020

 

FLÁVIO DINO ESTÁ CADA VEZ MAIS PRÓXIMO DO EX-PRESIDENTE LULA como referência dos partido de esquerda para 2022

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) convidou o governador do Maranhão, Flávio Dino (PCdoB), para um encontro em Curitiba, onde o líder petista está cumprindo pena.

A informação é da coluna Painel, do jornal Folha de S. Paulo.

Lula queria conversar com Flávio Dino sobre  as eleições de 2020, o que demonstra o crescimento cada vez maior do comunista como referência da esquerda nacional.

O petista quer fortalecer este campo do espectro político já nas eleiçõpes de 2020, com vistas às eleições de 2022.

Quando o próprio Dino poder figurar como opção lulista…