0

Imperatriz: Samu atendeu quase 800 casos de coVID-19 em junho

Foram 788 atendimentos relacionados à pandemia de coronavírus, dos quais 279 se deu exclusivamente na cidade; municípios é composto por 14 bases descentralizada, alcançando outros 13 municípios

 

O Samu Regional Imperatriz realizou em junho 788 atendimentos relacionados ao novo coronavirus, dos quais 279 foram exclusivamente na cidade de Imperatriz. Os dados foram divulgados nesta quinta-feira, 2, e fazem parte do relatório de trabalho do órgão ligado à Secretaria Municipal de Saúde, Semus.

O documento detalha que os 788 casos foram na Regional sediada em Imperatriz que é composta por 14 bases descentralizadas distribuídas pelos municípios de: Açailândia, Alto Parnaíba, Amarante, Balsas, Barra do Corda, Buriticupu, Cidelândia, Grajaú, Itinga, Sítio Novo, São Pedro da Água Branca, São Raimundo das Mangabeiras e Vila Nova dos Martírios.

Os dados mostram, ainda, que a média diária de atendimentos em toda a regional chegou a 26 casos.

A coordenadora o Samu, Kelma Costa, ressalta que “os casos em Imperatriz, que já chegaram a 52% dos atendimentos por coronavírus de toda a regional, hoje encontram-se na casa dos 35%, a média que no pico chegou a 14 atendimentos diários, na última semana a média foi de 6 atendimentos no plantão de 24h na nossa cidade, corroborando com a diminuição dos atendimentos”.

As bases descentralizadas do SAMU em outros municípios vêm registrando aumento o número de atendimentos de casos Covid-19.

Horário

Sobre o horário de atendimento das ocorrências o documento informa que 38% foram no período da manhã e 39% das transferências à tarde. Dos atendimentos em Imperatriz, 60% foram ocorrências e 40% foram transferências inter-hospitalares.
 

1

‘Muita enganação’, afirma César Pires sobre rede para atender Covid-19

O deputado César Pires questionou nesta terça-feira (30) os dados informados pelo governo Flávio Dino sobre a oferta de leitos hospitalares exclusivos para o tratamento de pacientes acometidos pela Covid-19 em São Luís. Segundo ele, cerca 55 respiradores foram instalados na rede estadual da capital maranhense até agora. “O governo, mais uma vez, mente ao repassar informações ao povo maranhense”, afirmou ele.

Ressaltando não ser contra a aquisição de respiradores e ampliação do número de leitos, César Pires afirmou que o inaceitável é o governo mentir para a população informando ter instalado uma rede que não existe. “Recebi informações de fontes confiáveis, que diariamente têm que lidar com a pouca disponibilidade de equipamentos tão necessários para salvar a vida das vítimas do coronavírus”, enfatizou ele.

Em pronunciamento na tribuna da Assembleia Legislativa, César Pires informou, por exemplo, que o Hospital Real, contratado pelo governo estadual em São Luís, ofertou 220 leitos para tratamento da Covid-19, ocupando no máximo 60% desses leitos, com 10 respiradores. No Hospital São José, também privado, eram 55 leitos com apenas três respiradores. No HCI, foram disponibilizados 60 leitos e 25 respiradores para atender os pacientes com coronavírus, e o hospital de campanha instalado em São Luís conta com 10 respiradores.

Ao apresentar esses dados, César Pires quis mostrar à população que o governo Flávio Dino divulgou o que de fato não entregou aos maranhenses. Para ele, a propaganda oficial foi muito maior que os investimentos feitos para o enfrentamento da pandemia no Maranhão, onde mais de 2 mil pessoas já morreram em decorrência da Covid-19.

“Estamos encaminhando ofício à Secretaria de Estado da Saúde, para informar se esses dados a nós repassados por fontes fidedignas estão corretos ou não, e também vamos solicitar à Comissão de Saúde da Assembleia Legislativa, para que também fiscalize essa situação acompanhada dos três deputados da oposição. O Legislativo tem que cumprir o seu papel de cobrar transparência e fiscalizar os atos do Executivo. Foi muita propaganda pelo pouco que foi feito para salvar vidas no Maranhão”, concluiu ele.

2

Covid-19: Rafael Leitoa diz que reconhecimento ao governo causa ânsia nervosa da oposição

O deputado estadual e líder do governo na Assembleia Legislativa, Rafael Leitoa (PDT), saiu, mais uma vez, em defesa dos avanços da saúde que o Maranhão teve nos últimos meses para conter a pandemia do novo coronavírus. Na sessão de hoje, ele enterrou as críticas vazias feitas por César Pires (PV) e Wellington do Curso (PSDB), e afirmou que elas se dão porque a população do Maranhão reconhece os investimentos realizados pelo governador Flávio Dino.

“Talvez o governador mais atuante no combate ao coronavírus. Então fico muito tranquilo de subir a esta tribuna e fazer essa defesa clara, transparente, de forma objetiva, porque o governo tem se esforçado diariamente, diuturnamente”, afirmou Rafael Leitoa, destacando a inauguração de mais 10 leitos de UTI em Timon e em Caxias, entregues neste final de semana.

“Hoje nós contamos com 20, em março, nós não tínhamos nenhum e, há décadas, esperávamos esse leito de UTI que chegou num bom momento não só para Timon, mas para todas regiões do estado. Se não tivéssemos a coragem e altivez do governador Flávio Dino, com certeza, nós estaríamos em momento pior”, reiterou, citando a inauguração de hospitais e leitos em todas as regiões do estado.

Respiradores

Mais uma vez os respiradores foram temas de debates na Assembleia Legislativo. E, novamente, Wellington do Curso e César Pires usaram discursos falaciosos para imputar culpa no governo do Estado em relação a compras frustradas do Consórcio Nordeste.

“A devolução que o Deputado César Pires e Deputado Wellington do Curso se referem todo mundo sabe aqui do estado que, infelizmente, o Consórcio Nordeste fez uma compra que foi frustrada por um fornecedor que não entregou os respiradores e que teve as contas bloqueadas pela Justiça”, explicou, informando que o caso está em investigação na Bahia.

Já sobre a segunda compra, Rafael Leitoa esclareceu que ela foi devolvida na mesma moeda.

“Foi pago em dólar e foi devolvida em dólar. Você não pode comprar em dólar e ser devolvido em uma moeda diferente. A mesma quantidade de dólares pagos pelo governo do Estado foi a quantidade de dólares devolvidos e ressarcidos aos cofres públicos”, respondeu.

Ao fim, de novo, a oposição não contestou os argumentos do líder do governo.

Da assessoria

0

Apenas dois municípios seguem sem casos de coVID-19 no MA

De acordo com boletim oficial da Secretaria de Estado da Saúde, Lagoa do Mato e São Félix de Balsas não registraram nenhum caso da doença, que atinge 215 municípios e já ceifou a vida de 2012 maranhenses

 

O Maranhão registra casos de coVID-19 em 2015 dos 2017 municípios.

Apenas São Félix de Balsas e lagoa do Mato ainda não foram afetados pelo novo coronavírus, segundo boletim oficial da Secretaria de Estado da Saúde.

Agora já são 2012 mortes registradas em exatos três meses – entre os dias 29 de março, quando foi registrada a primeira vítima fatal, e 29 de junho, quando foi superada a casa dos 2 mil óbitos.

O Maranhão é o sétimo estado a ultrapassar o total de duas mil mortes; e se aproxima-se dos 80 mil casos…

0

Confirmadas mais de duas mil mortes por coVID-19, no MA

Boletim da Secretaria Estadual de Saúde registrou 30 novos óbitos, o que elevou para 2012 o total de vítimas fatais da doença, com registros diários em 2015 municípios

 

Como o blog Marco Aurélio D’Eça estimou na tarde desta segunda-feira, 29, o Maranhão atingiu a marca das duas mil mortes pela coVID-19.

A|gora já são 2012 as vítimas fatais da pandemia de coronavírus.

O estado é o sétimo a ultrapassar a triste marca em todo o país; também já haviam alcançado esse número os estados de São Paulo, Rio de Janeiro, Ceará, Pernambuco, Amazonas e Pará.

Foram necessários exatos 27 dias para o Maranhão dobrar de 1 mil para duas mil as vítimas da coVID-19. (Saiba mais aqui)

1

Maranhão registra mais mil mortes por coVID-19 em apenas 27 dias

Media de óbitos a cada 24 horas aumentou significativamente na comparação entre a primeira e milésima mortes; e deve superar ainda nesta segunda-feira a simbolicamente triste marca dos 2 mil na pandemia de coronavírus

 

O período entre as mil mortes no Maranhão diminuiu significativamente neste mês de junho, ampliando a média de óbitos a cada 24 horas

O Maranhão registrou a primeira morte por coVID-19 no dia 29 de março, oito dias depois do primeiro caso de contaminação por coronavírus no estado. (Leia aqui)

A partir daí, foram mais 63 dias até que a milésima morte fosse registrada, no dia 2 de junho.

Mas entre o milésio óbito e a marca de duas mil mortes foram preciso apenas 27 dias.

Neste domingo, 28, foram registrados 1.982 óbitos por coVID-19. Se a média diária se mantiver, a triste marca de 2 mil óbitos será superada nesta segunda-feira, 29. (Veja gráfico abaixo)

Boletim da Secretaria de Saúde aponta 1982 óbitos; são menos de 20 mortes para chegar a duas mil, o que deve ocorrer nesta segunda-feira, 29

Na comparação entre os dois períodos, o estado teve entre a primeira e a milésima mortes uma média de 15,87 óbitos por dia; já entre a morte de número mil e as duas mil essa média subiu para 37,03 a cada 24h.

São quase 20 mortes a mais a cada dia neste mês de junho, na comparação com o primeiro período a partir de 29 de março. 

Mesmo assim, o Maranhão vem afrouxando as regras de distanciamento social e liberando o funcionamento de praticamente todo o setor produtivo.

1

Ribamar continua registrando resultados positivos no enfrentamento à COVID-19

O município de São José de Ribamar, sob o comando do prefeito Eudes Sampaio, continua apresentando resultados positivos no combate à pandemia do Novo Coronavírus. Apesar da proximidade com São Luís, a cidade é apenas o 17º colocado em números absolutos da doença no Maranhão. No início da pandemia, era o segundo.

Para se ter uma ideia, São Luís tem quase 15 vezes mais casos confirmados que São José de Ribamar. Comparado a Imperatriz, o número de ribamarenses infectados é 4 vezes menor. Santa Inês, bem menor que Ribamar, tem 3. 372 casos da doença, o que representa 3,7 vezes mais.

Açailândia (2.481), Zé Doca (1.957), Codó (1.796), Chapadinha (1.710), Bacabal (1.646), Barra do Corda (1.266), Timon (1.218) e Buriticupu (1.076) estão entre as cidades menores que São José de Ribamar, com mais de mil casos da COVID-19. Completam a lista, as cidades de Santa Luzia (1.299), Pedreiras (1.096), Santa Helena (1.049), Coelho Neto (958) e Urbano Santos (887).

Esse é o reflexo das inúmeras ações adotadas pelo prefeito Eudes Sampaio no enfrentamento à pandemia do Novo Coronavírus. De forma pioneira no Maranhão, o município criou a Rede Acolhe, 4 unidades de referência para o atendimento de pessoas com síndromes gripais leves. As unidades oferecem atendimento multiprofissional, tanto da Covid-19 como das outras síndromes gripais, que apresentem febre, tosse, dor de garganta e perda do paladar e/ou olfato.

Somado a isso, as aulas, eventos públicos e expediente dos órgãos públicos forma suspensos no município, que também está com os acessos às praias do Meio, Araçagy e Panaquatira bloqueados, para evitar aglomerações.

Durante o período de isolamento social, centenas de famílias ribamarenses em situação de vulnerabilidade estão recebendo cestas básicas e outras milhares contempladas com os kits da merenda escolar. Em outra forte ação, a Prefeitura já entregou milhares de mascaras para a população visando o combate à propagação e contágio do vírus.
São essas medidas eficazes, de prevenção e combate ao Novo Coronavírus que tem feito São José de Ribamar se destacar no Estado e garantido ao prefeito Eudes Sampaio o status de administrador competente e responsável com as vidas dos munícipes.

Os números revelam ainda a forma inteligente com que o prefeito administra os recursos públicos, que mesmo com forte queda na arrecadação, vem realizando o pagamento dos servidores municipais de forma antecipada e escalonada para evitar aglomerações nos bancos da cidade.

0

Promulgada lei que obriga planos de saúde a agilizar atendimento a vítimas da Covid-19

A lei que obriga as operadoras de planos de saúde a manifestarem-se, no prazo máximo de seis horas, sobre os procedimentos requisitados pelos médicos para tratamento de pacientes com COVID-19, de autoria do deputado César Pires, foi promulgada nesta quarta-feira, 24, pelo presidente da Assembleia Legislativa, Othelino Neto.

A medida visa coibir a prática reincidente e abusiva das empresas que têm retardado a liberação de procedimentos e, dessa forma, prejudicam a assistência às pessoas acometidas pelo coronavírus.

“Essa foi mais uma iniciativa que tomamos, mesmo no trabalho remoto, para proteger a saúde das pessoas e minimizar as dificuldades enfrentadas pelos maranhenses durante a pandemia. Agradeço aos meus pares, pela aprovação, e ao presidente Othelino por promulgar essa lei, tornando efetiva a atuação da Assembleia Legislativa do Maranhão”, declarou César Pires.

Quando apresentou o projeto de lei, aprovado por unanimidade em sessão remota, César Pires justificou que a pandemia mundial exige medidas rápidas, principalmente na defesa da saúde e vida dos pacientes acometidos pela Covid-19. Mas o esforço dos médicos e demais profissionais de saúde muitas vezes torna-se em vão em razão da demora imposta pelo excesso de burocracia que os planos de saúde, ainda que pagos em dia, sempre impuseram aos seus consumidores, e que mesmo neste cenário não foi minimizado.

De acordo com a nova lei, a manifestação das operadoras de planos de saúde sobre procedimentos requisitados deve ser fundamentada e por escrito, autorizando ou negando o procedimento, em um prazo máximo de seis horas. O descumprimento total ou parcial dessas regras sujeitará o infrator às sanções previstas no Código de Defesa do Consumidor (Lei n. 8.078 de 11 de setembro de 1990), além das outras penalidades cabíveis.

3

E o dinheiro, Flávio Dino, como será recuperado?

Governo maranhense pagou R$ 8,9 milhões por dois lotes de respiradores que nunca foram entregues; o governador apenas nega irregularidades, mas não diz o que está sendo feito para que o dinheiro seja devolvido aos cofres públicos

 

Flávio Dino pagou adiantado por respiradores e perdeu quase R$ 9 milhões, dinheiro que poderia ter sido usado em benefícios do povo maranhense

O governador Flávio Dino (PCdoB) voltou a tratar nesta sexta-feira, 19 – durante entrevista coletiva sobre a pandemia de coronavírus – do calote de R$ 8,9 milhões que o Maranhão recebeu na compra de respiradores que nunca foram entregues.

Dino insiste em apenas negar irregularidade – acusando adversários de criar problemas em sua gestão – mais não diz como pretende receber o dinheiro de volta.

– Isto aconteceu com outros estados, como São Paulo, e o próprio governo federal. Portanto, o Consórcio [Nordeste] foi vítima do descumprimento de dois contratos. Lembremos que não havia oferta de respiradores no Brasil, os governos estaduais foram abandonados à sua própria sorte, o governo federal disse ‘se virem’, e nós tivemos que buscar respiradores em qualquer país do planeta. Os fabricantes brasileiros não tinham oferta –  afirmou.

Beleza, governador, mas… e o dinheiro, quando será recuperado? 

São R$ 8,9 milhões que poderiam ser usados em diversas outras ações do governo, mas se perderam na compra fracassada durante a pandemia de coronavírus.

A primeira compra, de 30 respiradores, custou aos cofres públicos maranhenses R$ 4,9 milhões; Na segunda compra, mais R$ 4,3 milhões, para 40 respiradores.

Os equipamentos nunca foram entregues, mas o governador não diz o que pretende fazer para recuperar o dinheiro.

E a pergunta continua: e o dinheiro, Flávio Dino, como será recuperado?

1

Simplício Araújo e os protocolos sanitários para reabertura do comércio

Secretário de Indústria, Comércio e Energia construção de medidas conjuntas com as entidades de classe de todos o setores contribuiu para reabertura gradual do comércio com controle do contágio

 

Simplício Araújo coordenou reuniões com diversos setores da iniciativa privada para montar os protocolos que permitirão reabertura do comércio

Os debates para a construção de protocolos sanitários visando a reabertura gradual do comércio, iniciada no dia 1º de junho no Maranhão, entre a Secretaria de Indústria, Comércio e Energia (Seinc), liderada pelo secretário Simplício Araújo e segmentos empresariais e entidades de classe estão contribuindo para o controle do contágio do novo coronavírus no Maranhão.

O cumprimento dessas articulações e a sinergia entre a Seinc e as atividades econômicas foram determinantes para colocar o Maranhão entre os três estados com a maior diminuição da contaminação.

A taxa de contágio do Maranhão está em 0.93, segundo dados do projeto Covid-19 Analytics, feito em parceria pela Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-Rio) e a Fundação Getúlio Vargas (FGV). O Estado só fica atrás do Pará, com 0.89 e Roraima, com 0.90. Quando o número está abaixo de 1, significa que a média de pessoas contaminadas está abaixo de uma, indicando uma redução no ritmo da epidemia.

Para o secretário Simplício Araújo, para consolidar esse controle e, posteriormente, zerar os contágios, os segmentos e a população devem cooperar. “O combate é de todos nós. A Seinc continua ouvindo os segmentos empresariais e as entidades representativas de classe, mantendo e aberta a novos diálogos, visando uma retomada segura para todos os maranhenses”, frisou.

Um outro estudo feito por um grupo da Universidade Federal do Maranhão (UFMA) registra que, pela terceira semana consecutiva, os casos e óbitos por coronavírus estão diminuindo em São Luís.

As visitas aos locais, garantidas por medidas de proteção, também influenciaram na decisão de reabertura das atividades

Formulação de protocolos

Além da Seinc, a Secretaria de Direitos Humanos e Participação Popular (Sedihpop) – ouvindo os segmentos sem fins lucrativos, também participa da formulação das medidas sanitárias. Por outro lado, a Casa Civil é responsável por receber, formatar e publicar os protocolos por meio de portarias, ouvindo a Seinc, Sedihpop e o Comitê Cientifico de Prevenção e Combate ao Coronavírus no Maranhão.

A Seinc elaborou uma cartilha para orientar empresários sobre as normas sanitárias gerais que devem ser cumpridas por todos os segmentos empresariais autorizados a funcionar. Acesse a cartilha: www.seinc.ma.gov.br.

No mesmo site encontra-se modelos de cartazes que devem ser afixados nos estabelecimentos, visando informar sobre o cumprimento dos protocolos sanitários.