3

A covardia de Flávio Dino…

Sempre que acossado em seus malfeitos pelo deputado Wellington do Curso, governador comunista insinua ligação do parlamentar com criminosos, numa cretinice digna dos totalitários

 

As truculentas blitzen da CPRV do governo Flávio Dino; isso é criminalidade

A agressão covarde do governador Flávio Dino (PCdoB) contra o deputado estadual Wellington do Curso (PP) é uma agressão não apenas ao parlamentar, mas a toda a sociedade maranhense.

Wellington tem travado uma cruzada contra o autoritarismo e a truculência do batalhão de polícia rodoviária, criado por Flávio Dino para aumentar a arrecadação de IPVA e fazer caixa para gastar com o aparelhamento do estado.

Sem argumentos para defender a truculência de seu batalhão, o governador apela para a covardia.

– Muito empenho de alguns políticos em combater ações policiais sérias no Maranhão que estão reduzindo a criminalidade. Fico preocupado se não estão a serviço de facções criminosas. Infelizmente este tipo de infiltração acontece no Brasil – disse o covarde Flávio Dino, em suas redes sociais.

Mas não é a primeira vez que Dino e seus asseclas tentam criminalizar a atuação parlamentar combativa de Wellington do Curso.

Durante a campanha de 2016, o lugar-tenente do governador, secretário Márcio Jerry, também insinuou que Wellington estava a serviço de criminosos, quando o parlamentar apoiou movimento na praça Pedro II. (Saiba mais aqui)

Numa covardia digna dos regimes totalitários, como o implantado no Maranhão…

4

Ao 30 anos de polícia, coronel desabafa sobre situação da tropa…

Coronel Sá diz que burocracia e falta de estrutura na PM impede a corporação de fazer o ciclo completo do trabalho na área. ele cobra também promessas feitas desde o governo Luiz Rocha

 

Coronel Raimundo Sá: 30 anos de dedicação à PMMA

Em artigo-desabafo publicado no blog do Professor Caio, o coronel PM Raimundo Nonato Sá fez uma espécie de histórico da carreira na Polícia Militar.

O oficial é da chamada turma “barra 87”, que completa 30 ano de serviços prestados em 2017.

– Infelizmente, muitos de nos tombamos e outros ficaram incapazes para o serviço ativo, mais tudo isso, não fez com que nos deixássemos de trabalhar com afinco, dedicação, abnegação e compromisso com a proteção da comunidade, apesar de muitas das vezes não sermos reconhecidos – desabafa o coronel, que chegou as er sub-comandante da corporação.

Em seu artigo, coronel Sá diz ainda que a PM maranhense atua apenas como meia-polícia, por que é impedida de fazer o ciclo completo do seu trabalho.

– Não concordamos, por isso criamos outras atividades para apoiar e combater a criminalidade, para melhorar ainda mais eficiência da corporação, tipo o SERVIÇO DE INTELIGÊNCIA, ROTAM, COSAR, UTC, etc. Para não deixar os crimes sem soluções. Algumas vezes estamos sozinho, olhamos que a PM, sociedade e o estado nos abandona; mesmo assim continuamos trabalhando , superando nossas dores, mágoas e obstáculos – desabafa.

Além de agradecer agentes da Assembleia, do próprio governo e da imprensa, o coronel Sá ressalta a importância de investimentos na PM, tanto no que diz respti9o a equipamentos quanto na formação da força humana.

– Esperamos que sejam cumpridas as promessas que nos foram feitas desde quando entramos na corporação, na época o governador LUIS ROCHA. E atualmente é o governador FLAVIO DINO e todos disseram que iriam valorizar o recurso humano (podemos colocar aqui projeção e ascensão profissional, planos de Cargo carreiras e salários dignos, moradia, saúde, acompanhamento psicológico etc) – concluiu.

Leia a íntegra do artigo do coronel aqui…

 

3

“Onde as mãos do conhecimento não chegam, o braço da criminalidade predomina”, afirma Wellington ao cobrar ações para a educação

Deputado faz referência ao Dia da Escola e cobra ações para a educação em São Luís

 

Wellington: ação pela Educação

Wellington: ação pela Educação

Durante a sessão plenária desta terça-feira, 15, o deputado estadual Wellington do Curso (PPS) utilizou a tribuna da Assembleia Legislativa do Maranhão para fazer referência ao dia da escola, comemorado hoje, e à precariedade das escolas públicas do Maranhão e, por conseguinte, à falta de atenção, segundo ele, com que a educação tem sido tratada nos municípios.

Ao se pronunciar, Wellington mencionou diversos pontos que clamam por atenção quando o assunto é educação, a exemplo da infraestrutura e da segurança nas escolas.

Hoje é o dia da escola, instituição essa de função essencial em nossa sociedade. A escola é o ambiente em que pobres e ricos encontram o meio que o permitirá concretizar seus sonhos: o conhecimento. Diante de tamanha importância, esperaríamos, no mínimo, a existência de escolas com uma boa infraestrutura e, ao menos, com segurança. Infelizmente, não é o que acontece. Quando o assunto é educação, nós ainda somos analfabetos. Exemplo disso é a constante prática de atos de vandalismo, além dos números que revelam que ainda há um enorme abismo entre o ensino público e o ensino particular”, lamentou.

O deputado Wellington fez, ainda, referência às ações da Gestão Municipal que evidenciam que a educação não é ainda tratada como prioridade, o que para ele precisa ser alterado urgentemente.

Estamos em um cenário em que enquanto as escolas não recebem atenção, outros setores esnobam recurso público. A educação tem suas ‘etapas’, sendo válido citar o ensino infantil, fundamental, médio e superior. Temos, assim, ‘degraus’. Não há como cogitar que alguém ingresse no Ensino Superior sem ter passado pelo Ensino Médio, fundamental e infantil. No entanto, tal lógica, por mais óbvia que seja, parece fugir do conhecimento de alguns Prefeitos. Prova disso ocorre quando há a reforma de uma praça e se abandona uma creche que, aliás, é a única de uma capital de estado. Não estamos aqui contra a reforma de praças. As praças realmente devem ser reformadas, mas educação deve ser prioridade. Não podemos esquecer que ‘onde as mãos do conhecimento não chegam, o braço da criminalidade predomina’, talvez seja por isso que estamos perdendo nossos jovens para a violência”, declarou o deputado, que é membro da Comissão de Educação da Assembleia.

1

E o crime avança…

Parte do grupo que fez refém na secretaria do governo

Parte do grupo que fez reféns na secretaria do governo

O governo Flávio Dino (PCdoB) já teve delegacias invadidas por bandidos no interior.

E viu criminosos invadirem até a Penitenciária de Pedrinhas para resgatar comparsas, em plena madrugada.

Hoje, bandidos invadiram nada menos que a sede da Secretaria de Minas e Energia, fazendo dois servidores de refém.

É comum governos mostrarem incapacidade de agir contra a criminalidade, não só aqui, mas em todo o mundo.

Mas virar refém da criminalidade dentro da própria casa é algo inédito neste governo…

15

Qual o nexo causal???

Aluísio, com delegados que investigação a morte de Décio Sá

A falta de uma lista de causas mais prováveis para o assassinato do jornalista Décio Sá torna ainda mais angustiante a espera por informações.

A morte do jornalista mexe com toda a imprensa – sobretudo com a blogosfera – já que, sem um nexo causal que possa levar a uma linha de investigação, a insegurança se alastra.

Décio Sá pode ter sido assassinado por causa de uma matéria específica que publicou contra algum bandido que se acha acima da lei – ou pode ter sido a primeira de uma série de vítimas de bandidos que pretendem calar jornalistas.

Sem esta informação precisa, todos os demais jornalistas – inclusive o titular deste blog – sentem-se na alça de mira dos matadores.

E a polícia é a única capaz de definir os caminhos…

15

Seduc admite: “evasão e outros fatores” têm reduzido turmas noturnas no Coelho Neto…

Em nota distribuída pela Secretaria de Comunicação do governo, a direção do Centro de Ensino Coelho Neto, na Ivar Saldanha, informou que abrirá inscrição para vagas do 1º Ano do Ensino Médio no período noturno. Mas condicionou a abertura da turma ao número de alunos inscritos.

–  Caso a demanda de alunos para a 1ª série do Ensino Médio seja inferior ao número de vagas oferecidas, haverá a junção das turmas com o CE Bacelar Portela (escola ao lado, também da rede estadual) – diz a nota, sem revelar o número de alunos que será considerado para evitar a junção das escolas.

Na semana passada, este blog revelou a intenção da secretaria de Educação de cancelar as turmas noturnas do Coelho Neto por causa da alta violência registrada no Barreto, bairro ao lado, dominado por traficantes. (Reveja aqui)

A nota, que tem como fonte a gestora escolar Ângela Souza, nega o fato, mas admite que “há poucas salas no noturno”, situação que atribue à “evasão escolar e outros fatores”.

Só não disse o que seriam estes “outros fatores”…

Veja abaixo a íntegra da nota da Secom:

GOVERNO DO MARANHÃO
SECRETARIA DE COMUNICAÇÃO SOCIAL

Fonte: Seduc     Texto: Nielsen Furtado
24/1/2011
 
Seduc esclarece sobre matrículas no Coelho Neto
 
“A diretoria do Centro de Ensino Coelho Neto, escola da rede estadual de ensino, localizada no Bairro Ivar Saldanha, em São Luís, confirmou, nesta segunda-feira (24), que a escola abrirá vagas para a 1ª série do ensino médio no período noturno.
Segundo a gestora escolar, Ângela Souza, as matrículas serão abertas a partir do dia 31, e caso a demanda de alunos para a 1ª série do Ensino Médio seja inferior ao número de vagas oferecidas, haverá a junção das turmas com o CE Bacelar Portela (escola ao lado, também da rede estadual).
    “A medida garantirá a oferta de vagas do período noturno. Nossa escola tem muitos anos de serviço prestado para a comunidade, e não deixaríamos de oferecer as vagas, principalmente, para o período noturno que, em sua maioria, é constituído por alunos que trabalham durante o dia”, enfatizou.
A gestora explicou que, devido à evasão escolar e outros fatores, há poucas salas no noturno, além disso, o Centro de Ensino Dr. Bacelar Portela (localizado ao lado), também oferece vagas para o mesmo nível de ensino no período da noite.
 “A Secretaria de Estado de Educação (Seduc) está interagindo com a escola para não prejudicar os alunos dos bairros adjacentes, que pretendem estudar em um dos dois centros de ensino e assim, ofertar um ensino de qualidade”, afirmou Ângela Souza.”