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Médico, deputado Dr. Yglésio ganha relevância na pandemia…

Parlamentar ocupa cada vez mais espaços nas redes sociais, na mídia e no debate político diante da situação de risco e do isolamento social; e tem sido efetivo na formulação de políticas públicas, na solidariedade aos colegas e nas orientações à população

 

Dr. Yglésio em ação, como médico, em uma das unidades de saúde de São Luís, em plena pandemia de coronavírus

Nenhum dos outros oito pré-candidatos a prefeito de São Luís conseguiu se sobressair tanto nesta quarentena ocasionada pela pandemia de coronavírus quanto o deputado estadual Dr. Yglésio (PROS).

Médico, o parlamentar não apenas está na linha de frente das ações de combate ao coronavírus como também usa o mandato para buscar soluções econômicas, sociais e políticas, além de tranquilizar a população com orientações sobre a CoVID-19.

Foi Yglésio, por exemplo, quem iniciou, ainda em março, o debate pela redução na mensalidade de escolas e faculdades particulares, agora transformada em lei pela Assembleia Legislativa. (Relembre aqui)

No vídeo acima, Dr. Yglésio vai á UPA da Cidade Operária, para averiguar a situação de profissionais e pacientes 

 

Ativo nas redes sociais, Dr, Yglésio tem estado presente em todos os debates, e não apenas virtualmente.

Tem dado apoio efetivo e presencial aos colegas da área de saúde, cobrado ações governamentais que ajudem no combate à pandemia, se expondo às críticas e até ao próprio contágio pelo coronavírus. (Reveja aqui e aqui)

A pandemia de  coronavírus fez desaparecer o debate político sobre as eleições de São Luís; e com ela também sumiram os pre-candidatos, muitos dos quais sem saber o que fazer em situações de emergência.

É certo que um ou outro ainda tentaram encenar ações contra a CoVID-19 – anunciando doação de parte de salário ou liderando doações de alimentos e equipamentos. 

Nenhum destes, porém, conseguiu ser mais efetivo que o médico Dr. Yglésio, até pelas circunstâncias de sua atividade profissional.

E essa presença na crise pode fazer enorme diferença na memória da população…

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O triste destino do ministro Henrique Mandetta…

Eficiente nas ações contra o coronavírus no Brasil, ministro da Saúde ganhou a antipatia do tresloucado presidente Jair Bolsonaro que já acenou, em pelo menos duas oportunidades, substituí-lo, o que pode ocorrer antes mesmo de a pandemia passar

 

Bolsonaro começou a fritar Mandetta assim que percebeu ele se destacar mais à frente da crise do coronavírus

Se o presidente Jair Bolsonaro agir como Jair Bolsonaro, o ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, está com os dias contados à frente da pasta.

E seu único erro foi ser eficiente e  efetivo no combate à pandemia do coronavírus.

Enciumado com o sucesso do ministro – e diante da decadência da própria imagem como líder do país – o tresloucado Bolsonaro já acenou em pelo menos duas oportunidades que deve substituir Mandetta ao fim da pandemia.

Pior: essa demissão pode ocorrer antes mesmo de a crise do coronavírus passar.

Bolsonaro viu sua imagem virar caricatura no Brasil e no mundo com a defesa de ações arriscadas e de posições até perigosas diante da crise, enquanto Madetta se manteve firme na defesa das restrições sociais.

Desde que perdeu a guerra para o ex-ministro, tendo que recolher suas bobagens e aceitar o isolamento, o presidente passou a ter o ministro como alvo.

e sua vingança será demiti-lo da Saúde mais cedo ou mais tarde.

É Bolsonaro sendo Bolsonaro…

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Gastão chama Josimar de Maranhãozinho de megalomaníaco…

Deputado federal reage ao colega de bancada, acusado de tentar articular para ter o comando também do Pros no Maranhão

 

O deputado federal  Gastão Vieira veio a público nesta terça-feira, 4, para rebater especulações de que o também deputado Josimar de Maranhãozinho (PL) estaria articulando para tomar-lhe o controle do PROS no estado.

– O comando nacional do PROS sequer teve qualquer conversa com o deputado Josimar, por uma razão simples: no nosso partido não há filiados e parlamentares que respondem a processos cíveis e criminais na Justiça. Aos filiados, apoiadores e correligionários, sigam tranquilos. Gastão Vieira segue presidindo o PROS-MA. Qualquer notícia contrária não passa de desinformação e má-fé –  disse Viera, em nota distribuída à imprensa.

Segundo Gastão Vieira, a informação plantada em blogs que, segundo ele, são financiados por Josimar de Maranhãzinho, é mentirosa.

– Ao contrário das informações plantadas pelo megalomaníaco deputado que se acha dono do Estado, não há nenhuma negociação ou mudança de comando do partido do Estado – garantiu.

A critica de Gastão repercutiu também nas redes sociais, mas não houve, ainda, resposta de Josimar…

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Imperatriz: Empresa que cobra com outdoor pode ter que devolver milhões à prefeitura

Cobranças indevidas vinham da outra gestão; 42 Pessoas, em 5 dias, passaram pelos mesmos 10 procedimentos; R$ 900 mil por ano por plantonista que não comparecia; Depois de descobertas, faturas foram “corrigidas”

 

Documentos que apontam para problemas com prestação de contas da clínica

O imbróglio entre a prefeitura e a Clínica Cirúrgica de Imperatriz, que foi parar em outdoors clandestinos em formatos de cobranças condenadas pelo Código de Defesa do Consumidor, não se resume a atraso de pagamentos.

Documentos que já passaram inclusive pelo Ministério Público demonstram que valores indevidos inflaram em
milhões de reais as faturas apresentadas pela prestadora de serviços.

Em junho deste ano, técnicos da Secretária de Saúde, Alair Firmiano, detectaram cobranças indevidas feitas pela Clínica Cirúrgica. Por exemplo, o contrato exigia a presença 24 horas por dia de dois cirurgiões no Hospital Municipal; ao invés disso só um comparecia e o outro, segundo a prestadora, “ficava de sobreaviso, em casa”.

Isso não vale, mas por essa manobra era cobrado a mais do município cerca de R$ 900 mil por ano.

Esse foi um dos itens que a Clínica Cirúrgica se viu obrigada a extirpar da conta apresentada, mas havia outros erros muito mais grosseiros, glosados e subtraídos da fatura: um dos associados praticava até 10 procedimentos por dia em até 12 pacientes diferentes, só que esses procedimentos eram exatamente os mesmos, como se isso
fosse plausível.

E mais: de 42 pacientes “atendidos”, somente 10 foram identificados; os 32 a mais não se materializaram nas buscas da auditoria feitas via Cartão SUS – documento de identidade dos usuários. No dia 13 de fevereiro deste ano, conforme relatório anexado na fatura de cobrança, um único médico praticou, em 12 pacientes diferentes, rigorosamente os mesmos 10 procedimentos; portanto 120 mini cirurgias no mesmo dia.

Se cada mini cirurgia durou 20 minutos, entre anestesia e tudo mais, ele teria se ocupado por 1.440 minutos, ou 40 horas, sem considerar que entre uma coisa e outra sempre há um intervalo, e entre um paciente e outro a necessidade de muito mais tempo, até para cuidados antissépticos.

Curiosamente, os mesmíssimos procedimentos ele fizera em 8 pacientes no dia 6 daquele mês; repetiu isso em 7 pacientes no dia 19; em 5 pacientes no dia 26, e em mais 3 pacientes no dia 27.

Mais curioso é que muitos desses procedimentos repetidos em 42 pacientes não são compatíveis com a finalidade do ambulatório da unidade dos Três 3 Poderes, como, por exemplo, sutura de lesão na boca. Chama a atenção, além da repetição, o fato dessas 42 pessoas terem passado por “extrações de unhas e calos”.

Outras aberrações se notam nos valores cobrados em diferentes meses para o item “urgência geral”; R$ 190 mil para o mês de março, quando teriam sido feitas 1.383 intervenções, e quantia igual (R$ 190 mil) para o mês de fevereiro, sem nenhuma intervenção descrita.

Ainda no mês de fevereiro de 2019, a Clínica Cirúrgica cobrou por 200 “cirurgias de pequeno porte” feitas em 44 pessoas, sem que esses pacientes e procedimentos tenham sido cadastrados no SISREG, Sistema de Regulação do SUS, o que caracteriza uma ação fantasma.

Essas inconsistências invalidaram as notas de 5 meses. A Clínica Cirúrgica deu ciência de que estava errada emitindo outras notas, anulando os itens glosados pelo município. De todo o remanescente, restam duas notas, uma delas do mês de junho.

“Não estamos atrasados em seis meses; há uma nota que tem esse tempo de espera, tudo porque
vamos esmiunçar tudo para não incorrermos no erro de pagar o indevido depois de descoberta essa prática. E vamos auditar todo o passado, inclusive do que foi pago antes dessa observação”- esclarece uma fonte da Secretaria de Saúde.

Pelo que se projeta em cima dos cinco meses já auditados, é provável que a Clínica Cirúrgica, ao final de tudo, ao invés de um crédito de R$ 500 mil, tenha que devolver alguns milhões, de tudo que foi faturado de maneira inconsistente desde a época da gestão passada.

Da assessoria

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Desprezo de Bolsonaro torna PSL em São Luís desimportante em 2020…

Presidente praticamente descartou a legenda como opção de poder, ao mostrar-se totalmente distante das questões envolvendo o partido, além de atacar o presidente Luciano Bivar

 

BOLSONARO DECIDIU ABANDONAR O PSL À PRÓPRIA SORTE, após usar a legenda para virar presidente da República

O candidato que sair do PSL na s eleições de 2020 não terá qualquer importância no contexto político de São Luís.

Já não tinha alguma, diante do desgaste do governo Jair Bolsonaro e do evidente arrependimento dos que optaram por ele em 2018.

Agora, que o próprio Bolsonaro despreza o partido, nenhum dos nomes que vierem a ser apresentado como opção para prefeito de São Luís terá qualquer perspectiva de vitória.

Em guerra interna contra o comando do partido, ele simplesmente chegou a pedir a um correligionário de Recife (PE) para que não publicasse uma foto ao seu lado se fosse citar o nome de Bivar. (Veja o vídeo abaixo)

É evidente que a onda Bolsonaro que o levou ao governo está passando cada vez mais rápido e sua influência no processo de 2020 já não é nenhuma.

E seu partido, o PSL, também só ganhou importância a partir da própria vitória do presidente.

Agora, sem ele como vitrine, voltará a ser um mero partido nanico.

Conhecida até pouco tempo atrás como legenda de aluguel.

Simples assim…

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Flávio Dino admite atraso com fornecedores e tenta minimizar crise no MA

Governador deu entrevista ao jornal Folha de São Paulo. A cada aparição do comunista, fica mais claro que o cenário do Estado do Maranhão é preocupante.

Dino não consegue mais esconder a própria incompetência como gestor e admite que não paga fornecedores

A cada aparição pública, cai a máscara. Em entrevista à Folha de São Paulo, o governador do Maranhão,  Flávio Dino (PCdoB) admitiu de maneira clara que está enfrentando problemas no pagamento de fornecedores. Sem citar quais serviços e o quantitativo (além do valor devido), o comunista – ao mesmo tempo em que admite o calote – tenta colocar panos quentes, ao dizer que “não se trata de nada alarmante”. 

Dino – como de costume – apesar de citar o quadro preocupante das finanças públicas maranhenses, não cita os próprios erros e culpa fatores externos pelo déficit das contas. Segundo ele, “ajustes” estão sendo feitos, como renegociação de contratos em várias áreas. 

O governador somente não explicou como tornou o Maranhão um estado retraído economicamente e sem quaisquer perspectivas. Vale lembrar que, para este ano, o Estado possui aproximadamente R$ 21 bilhões previstos na Lei Orçamentária. O valor é bem superior ao disponível no início de seu mandato. 

O blog está aberto a ouvir o Governo acerca da falta de pagamento aos fornecedores. 

Trecho da entrevista concedida à Folha em que Dino admite problemas com fornecedores

 

 

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Enquanto população maranhense amarga crise, comunicação dinista terá R$ 63 milhões

Setor recebe toda a atenção na partilha de bens dos recursos públicos do Governo. Ou seja, Dino tem muito mais preocupação em propaganda do que nas causas populares.

Enquanto Dino ri, população amargará crise. Na comunicação governamental, contenção de despesas passa longe

Se a população do Maranhão passará um 2019 novamente amargando as consequências da crise e recessão financeira, em setores do próprio governo, o orçamento previsto é elevado. Pela Lei Orçamentária de 2019 aprovada na Assembleia Legislativa, a secretaria de Comunicação e Assuntos Políticos (Secap) terá disponível R$ 63 milhões para a comunicação do governo e do governador.

Ainda de acordo com a Lei Orçamentária Anual (LOA), a pasta teve uma elevação nos recursos. Ano passado, o setor gastou – segundo dados oficiais – mais de R$ 58 milhões.

Dos R$ 63 milhões, R$ 20 milhões estão reservados à “Divulgação das Ações Governamentais”; outros R$ 6 milhões para a “Realização e Promoção de Eventos”; R$ 4 milhões para “Publicidade de Atos Legais”; e, ainda, R$ 8 milhões para “Assessoria de Comunicação”.

Ou seja, Dino dá novamente o recado e passará o segundo mandato priorizando a mera propaganda…

Já a população…

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Pesquisa nacional aponta que o Maranhão permanecerá em crise em 2019

População deverá sofrer este ano com os reflexos da má gestão dinista, que levou o estado a ser destaque negativo.

Dino quebrou o Estado,que agora vê seu quadro de crise repercutir nacionalmente

Levantamento feito pela Tendências Consultoria Integrada e divulgado pelo Estadão aponta que o Maranhão – além de outros estados como Alagoas e Sergipe – permanecerá em crise este ano e está no momento distante do patamar de recuperação do Produto Interno Bruto (PIB) registrado em 2014. Segundo o levantamento, o desempenho negativo exigirá habilidade dos governadores, incluindo Flávio Dino (PCdoB), que terão que cortar gastos e reduzir folhas de pagamento para se enquadrar na Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF).

No caso do Maranhão, ainda de acordo com a pesquisa, a recessão financeira somente deverá ser aliviada – caso a gestão dinista colabore – a partir de 2020. “Em vários locais, esse nível só deverá ser alcançado em 2020 ou 2021”, diz o economista da Tendências, Adriano Pitoli, responsável pelo levantamento ‘Cenários Regionais 2019-2023’.

Se por um lado, Flávio Dino e seus aliados defendem a tese de que a crise vivida pelo Estado somente reflete o quadro nacional, por outro, durante a sua posse, o comunista tentou passar a imagem contrária e chegou a bradar na sacada do Palácio dos Leões que ofereceria ajuda ao Governo Federal para a construção de creches. Obviamente que o Governo Federal não respondeu à oferta dinista e a pauta não passou de mais um discurso vazio do governador.

A realidade é que o Estado quebrou e a população sofrerá devido à má gestão do Governo…

 

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Dino e seus tremendos desafios…

Governador, no próximo ano, terá que esquecer desculpas e partir para a prática. Uma das missões será aproximar-se do Governo Federal sem interferir em suas convicções políticas.

Flávio Dino terá um ano de muitos desafios em que não poderá usar de tantas desculpas como usou no ano que se passou

2019 será um ano em que o governador do Maranhão, Flávio Dino (PCdoB) terá que recuperar terreno para tentar melhorar a imagem desgastada, até mesmo na visão de seu eleitorado, após os movimentos de fim de temporada no ano que se passou. Além do fantasma da cassação, cuja acusação deverá ganhar ainda mais força este ano, o comunista também precisará evitar novos escândalos envolvendo aliados e fugir da mais recente acusação contra o seu nome, revelado por documento do Tesouro Nacional, que aponta a possível prática de pedaladas fiscais pelo Governo com o uso de uma empresa fornecedora dos serviços de tornozeleiras eletrônicas.

Conforme revelado por ótimo levantamento de O Estado na edição do fim de semana, Dino – que chora nas redes sociais de forma constante devido à “falta de apoio” do Governo Federal – contou nos últimos anos com um aumento de 25% em seu caixa. Ou seja, são quase R$ 6 bilhões a mais para investir e consolidar o estado do Maranhão como uma economia pujante e autossuficiente. O que se viu, na prática, foi uma economia extremamente dependente de fontes externas e de elevação de alíquotas de impostos para aumentar a sua arrecadação.

Mais uma vez, após uma eleição que demonstrou ser desgastante, Dino – que não revelou durante a campanha eleitoral o drama financeiro que se encontrava o Estado  – encaminhou para a Mesa Diretora da Assembleia Legislativa (AL) projeto de Lei que onerava os impostos em produtos considerados importantes, como combustíveis e refrigerantes. Sem qualquer pudor, os aliados do Governo manobraram na Casa Legislativa e aprovaram o chamado “pacote de maldades”, que estará posto em prática a partir de março deste ano.

A tendência é que em 2019, ano de preparo para a eleição municipal, Dino sinalize com quem irá para fazer o sucessor de Edivaldo Holanda Júnior no Palácio La Ravardière e, assim, permanecer governando “com segurança”. Ativo nas redes sociais, Dino também fomentará o discurso de que está “tudo controlado” e que as finanças somente não irão bem por culpa de Jair Bolsonaro (PSL). Vale lembrar que o presidente empossado convidou Dino e outros governadores, durante a transição, para uma reunião. O comunista, atrelado à própria empáfia, recusou o convite.

O ano será de desafios para Dino: como colocar o Maranhão em um estado de protagonismo sendo claramente de oposição ao Governo Federal? E como tirar o estado desta crise colocada pelo próprio governador?  

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Mesmo com orçamento maior, Dino acumula desculpas e Maranhão inicia 2019 em crise

Apesar de ter elevação de 25% no total de recursos disponíveis nos últimos anos, comunista prefere colocar “panos quentes” e delegar responsabilidades pela crise a terceiros, em vez de admitir a própria incompetência.

Flávio Dino aponta dedos para todos, menos para si mesmo na hora de analisar a crise em que meteu o Estado

Apesar de ter mais dinheiro à disposição no caixa estadual nos últimos quatro anos, conforme cita a edição do último fim de semana de O Estado, o governador comunista Flávio Dino acumula somente desculpas, não apresenta soluções, desdenha de críticos e começará 2019 com a missão de tirar o Maranhão do cenário de crise. Dino – de 2015 a 2019 – teve 25% de verbas a mais para investimentos e custeio de despesas. E ainda assim inicia o seu segundo mandato sem o mesmo prestígio e com o Estado em decadência e agora tendo que dar explicações acerca de constatação do Tesouro Nacional (entenda aqui) que listou o Maranhão entre os estados que praticam pedaladas fiscais. 

De acordo com o levantamento do periódico, em 2015, quando herdou os cofres do Estado saneados pela ex-governadora Roseana Sarney, Dino tinha disponíveis exatos R$ 15.885.374.282,00, com o bônus de R$ 2 bilhões oriundos de empréstimos. Três anos depois, o Governo passou a ter disponíveis R$ 19.987.796.000,00 e, a partir da aprovação do orçamento na Assembleia, há algumas semanas, o comunista terá R$ 21.201.079.000,00 para gerir o Maranhão.

Este valor terá que se multiplicar, de alguma forma, para cobrir o “buraco” denunciado pela oposição e confirmado em seguida pelo Governo do rombo nas contas da previdência. Técnicos da Seplan estadual apontam para um déficit aproximado de R$ 2 bilhões no setor. Isso sem falar em outros setores considerados prioritários, como saúde, educação e segurança pública.

Para sair da cilada, desesperado, Dino – sem qualquer pudor – encaminhou em caráter de urgência para a Assembleia um projeto de Lei que elevará, a partir do ano que vem, as taxas cobradas na venda de produtos, como combustíveis e refrigerantes. Na prática, o comunista joga para a população a conta do desperdício de verbas e má gestão financeira. Aliás, jogar a culpa nos outros é uma prática do gestor que passou a adotar o “velho” chavão de que a crise brasileira é responsável pelo atual cenário de recessão local, como fez em artigo publicado no fim de semana no Jornal Pequeno. Explicitamente, Dino deixa claro que não sabe o que fazer, ao escrever que “para a nossa gestão, ainda não surgiu no horizonte a saída para a crise nacional”. 

Em vez de focar nos problemas e apontar diretrizes para sair do “buraco” em que meteu a população, o governador deverá passar 2019 mais uma vez alfinetando críticos, entrando em contradições e delegando a terceiros as responsabilidades, sem admitir a sua própria incompetência.