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Hotéis fecham as portas em São Luís; restaurantes demitem

Sindicatos apontam forte recessão e justificam suspensão das atividades como forma de encarar a crise provocada pela pandemia, que afetou drasticamente o setor de turismo e entretenimento no estado

 

Hotel Blue Tree anunciou semana passada a suspensão de suas atividades em São Luís

Nada menos que sete hotéis de São Luís já anunciaram o fechamento de suas atividades desde o início da quarentena ocasionada pela pandemia do coronavírus, segundo o sindicato do setor.

O último a anunciar que fechou as portas foi o Grand São Luís Hotel.

Também suspenderam as atividades o Blue Tree (antigo Pestana), Abbeville, Skina Hotel, Hotel Ponta D´areia, Stop Way, Calhau Praia Hotel.

O setor de turismo é um dos que mais sofrem com a pandemia de coronavírus em São Luís.

Sem poder realizar eventos, restaurantes e bares também estão demitindo para tentar sobreviver durante o período de isolamento social.

Sem poder abrir as portas, restaurante Cabana do Sol anunciou demissão de funcionários

O Sindibares calcula em 5 mil o número de demissões no setor de bares e restaurantes desde o início da pandemia.

Já anunciaram demissões os restaurantes Cabana do Sol, Churrascaria Sal e Brasa, Pizzaria Vignoli, Feijão de Corda e Flor de Vinagreira, que atuam sobretudo com vendas presenciais.

Porém, mesmo nas redes que fazem drive thru e delivery – como Bobs, Bulldog e outras – já há previsão de demissões.

O risco de colapso no setor de turismo é iminente…

Com informações do blog de Diego Emir

P.S.: Segundo comentaristas do blog, o hotel Abeville continua em funcionamento 

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Governo pode demitir mais de 700 funcionários, denuncia César Pires

Mais de 700 funcionários estaduais – engenheiros, veterinários e administradores que eram de órgãos extintos, como a Cohab e a Sagrima, e hoje pertencem à empresa Maranhão Parcerias (MAPA) – estão ameaçados de demissão pelo governo Flávio Dino. A situação foi denunciada na sessão desta quarta-feira pelo deputado César Pires, que questionou a finalidade da Mapa, autarquia criada na atual gestão estadual.

“Essa organização é, na verdade, uma panaceia gerenciada por incapazes, que abriga os apadrinhados políticos do atual governo e ameaça demitir profissionais que estão há anos no serviço público”, enfatizou César Pires, ao informar que, caso não sejam requisitados por outros órgãos, num prazo de 60 dias, esses profissionais hoje lotados na MAPA poderão ser exonerados.

César Pires informou que, por meio da Lei 11.140, o governo estadual determinou que os bens que integram o patrimônio previdenciário dos servidores estaduais fossem transferidos para a gestão da MAPA, empresa criada com a finalidade de administrar bens imóveis, inclusive estradas, condomínios e estacionamentos, e prestar serviços que atendem a áreas de conservação, limpeza, asseio, higienização, vigilância, portaria, copa, cozinha e serviços temporários.

“Mas mesmo com uma abrangência tão grande, a MAPA não quer absorver centenas de funcionários, que já foram penalizados com a redução de sua carga horária de 8 para 6 horas, com a equivalente diminuição dos seus salários. Qual o prazer que o governador tem em fazer isso com mais de 700 pessoas com 30 anos de serviço? O que motiva esse ódio pela população do Maranhão?”, questionou César Pires.

O deputado destacou que uma das atribuições da MAPA é gerenciar os imóveis do Fundo Estadual de Pensão e Aposentadoria (FEP), mas seus dirigentes sequer sabem informar quais são esses imóveis, pois já foram por ele questionados e não souberam responder.

“Quais foram os serviços prestados por essa empresa até agora? Nenhum. Só o que fizeram de concreto foi reduzir a carga horária e o salário de 700 funcionários que agora estão correndo o risco de perder seus empregos, depois de mais de 30 anos de serviços prestados”, enfatizou.

Para finalizar, César Pires acrescentou que os profissionais ameaçados de demissão são aqueles que efetivamente trabalharam a vida toda no sistema de agricultura do Maranhão, exatamente na área que deu recentemente os melhores indicadores econômicos para o estado e que foram alardeados pelo governador.

“Estão fazendo com os servidores estaduais tudo aquilo que condenaram a vida toda”, concluiu ele.

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Comunista desmente comunista no caso da demissão dos médicos das UPAs…

Bi-secretário Márcio Jerry chegou a classificar de “mentira” notícia sobre perseguição aos profissionais que denunciaram atraso de salários, mas o titular da Saúde, Carlos Lula, confirmou ao presidente do CRM que a represália se deu na empresa que administra as unidades

 

As UPAs estão sendo sucateadas gradativamente no governo Flávio Dino

O presidente do Conselho Regional de Medicina (CRM), Abdon Murad, confirmou nesta sexta-feira, 30, em um grupo de médicos, a represália do governo Flávio Dino (PCdoB) a profissionais da saúde que denunciaram atraso de salários nas Unidades de Pronto Atendimento (UPA).

A denúncia dos médicos foi  divulgada em primeira mão no blog de Jorge Aragão e ganhou repercussão pela TV Mirante. (Releia aqui)

Para tentar desqualificar a denúncia, o bi-secretário Márcio Jerry chegou a desdenhar da existência dos três profissionais, chamando-os de “supostos médicos”.

A reação grosseira do bi-secretário Márcio Jerry; desrespeito

Mas o próprio secretário de Saúde, Carlos Lula, confirmou a Abdon Murad, ainda que de forma transversa – em conversa a qual este blog teve acesso – os nomes e a confusão envolvendo os três profissionais.

– Durante a conversa com o CRM, o secretário dr. Carlos Lula disse que não foi determinação dele, nem do governador, o afastamento dos colegas Igor Bonifácio, Eduardo Buna e Andrea Santos e sim da empresa que gere a UPA da Vila Luizão – afirmou o presidente do Conselho, que disse ter recebido garantias da reintegração dos três.

Como Lula não desmentiu a fala do presidente do CRM, ficou claro que houve apenas um mentiroso na história.

Trata-se do próprio bi-secretário Márcio Jerry.

Simples assim…

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O governo Flávio Dino e o risco da volta da aftosa ao Maranhão…

Governador desmobilizou a Agência de Defesa Agropecuária ao reduzir em 1/3 o seu quadro funcional, que era responsável pela fiscalização e orientação aos pecuaristas sobre a doença que impõe barreiras ao gado maranhense

 

É com a vacina que a carne maranhense se garante; e a Aged tem papel na fiscalização

É com a vacina que a carne maranhense se garante; e a Aged tem papel na fiscalização

O rebanho bovino maranhense sofreu preconceito durante anos e anos, pelas barreiras impostas ao comércio de carne, já que havia registrado casos de febre aftosa.

Só no governo Roseana Sarney (PMDB) a carne maranhense passou a receber o selo de “Livre da Aftosa”, após investimentos pesados em vacina e fortalecimento da Agência de Defesa Agropecuária, a Aged. (Leia aqui)

Agora, o governador Flávio Dino (PMDB) anuncia corte de cerca de 30% no quadro funcional  terceirizado da Aged, praicamente desmobilizando a agência.

O gado maranhense não registra há anos um caso de aftosa exatamente pelo trabalho realizado pela Aged no governo anterior, com intensa orientação e dura fiscalização.

Sem o trabalho da agência, o risco de registro de aftosa aumenta consideravelmente.

E um único caso de aftosa pode levar o rebanho maranhense ao tempo das cavernas, como era até há poucos anos atrás.

Mas Flávio Dino parece não star preocupado com isto.

E esta é só mais um efeito da mudança no Maranhão…

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“Flávio Dino, deixe de bobagem”, diz médico demitido por criticar governador…

Alan Garcês gravou vídeo em que detona o sistema de Saúde implantado pelo comunista no Maranhão e alerta; “não deixe o nosso paí se tornar uma Venezuela”

 

Demitido pelo governo Flávio Dino (PCdoB) após criticar o governo Dilma (PT) e o próprio Dilma em manifestação pró-impeachment, o médico Alan Garcês voltou a se manifestar publicamente.

Ele gravou vídeo em que aparece vestido de prisioneiro e com a boca amordaçada.

– Você hoje está se preocupando muito mais com o governo da Dilma do que com o seu. Pense bem nesse seu comportamento de chamar o povo de golpista. Nós não somos golpistas, governador. Preocupe-se com seu governo, por que não está bem – desabafou o médico.

No vídeo, Garcês vai trocando de camisa. Primeiro tira a de presidiário e usa uma preta, com a inscrição “Fora Dilma”.

E encerra o vídeo coberto com um pano vermelho…

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Eles estão na corda bamba…

São membros do próprio governo quem apontam os secretários abaixo como os mais deficitários. E fazem até lista de troca-troca. Abaixo, quem é quem entre os mais criticados e seus possíveis destinos:

 

Dino e os auxilaires, em janeiro; muitos ficarão no meio do caminho

Dino e os auxilaires, em janeiro; muitos ficarão no meio do caminho

Robson Paz – Comunicação: o secretário caiu em desgraça com a licitação para a Secom, questionada por agências de publicidade. Para seu lugar, segundo fonte próxima a Flávio Dino, já estaria sendo cogitado o publicitário Daniel Merlin, que atuou na campanha do governador;

Ester Marques – Cultura: é a única cuja saída já é dada como certa. Para seu lugar o PPS indicou o suplente de senador Paulo Matos, que enfrenta resistências por não ter identificação com o setor de Cultura. Ester fracassou, sobretudo, na gestão do Carnaval e do São João;

Marcos Pacheco – Saúde: Flávio Dino já deu várias mostras de insatisfação com a ação do secretário, mas ainda não tem um substituto que possa devolver a qualidade do serviço prestado na Saúde. Pacheco carece de autonomia de comando na pasta;

Delma Andrade – Turismo: Esta também fracassou na gestão do setor, com quedas constantes no número de desembarques em São Luís e na ocupação de hotéis, inclusive em épocas de festas tradicionais. Mas o governador também ainda não tem nome para substituí-la;

Marcelo Coelho – Meio Ambiente: Flávio Dino já rece beu três indicações para substituir o indicado do senador Roberto Rocha (PSB), mas teme criar mais arestas políticas com sua substituição. O secretário do meio Ambiente, no entanto, é tido como ponto fraco da gestão;

Cynthia Mota – Planejamento: Esta está em queda desde que assumiu, ainda em janeiro. Primero, Fla´vio Dino esvaziou suas atribuições, transferindo boa parte da gestão financeira para a Secretaria de fazenda. Depois, reclamou da dificuldade na aplicação de quase R$ 2 bilhões deixados pela gestão anterior.

 

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Gestora da Marly Sarney causa pânico com lista de demissões…

16/11/2012. Crédito: Honório Moreira/OIMP/D.A Press. Brasil. São Luis - MA.Francisco Carlos de Araújo, de 43 anos, invade maternidade Marly Sarney e é flagrado beijando seios de paciente,

16/11/2012. Crédito: Honório Moreira/OIMP/D.A Press. Brasil. São Luis – MA.Francisco Carlos de Araújo, de 43 anos, invade maternidade Marly Sarney e é flagrado beijando seios de paciente,

Funcionários da Maternidade Marly Sarney foram surpreendidos, neste sábado, 09, com um chamado ao departamento de recursos humanos do Instituto Acqua, o novo gestor da unidade de Saúde.

O diretor-administrativo André Gustavo se pronunciou dizendo que quem não estivesse na relação apresentada teria que aguardar uma nova análise de curriculum.

Eram as demissões começando a chegar.

No início do governo Flávio Dino, o ex-secretário Ricardo Murad denunciou que, pelo menos 12 mil estavam ameaçados de demissão pela nova gestão da Saúde. Tanto o secretário Marcos Pacheco quanto o próprio governador Flávio Dino (PCdoB) tentaram desmentir Murad.

Mas a verdade agora começa a se impor. E o choro e ranger de dentes, hoje, foi na Marly Sarney.

E ainda há outras unidades na lista…

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Alumar confirma demissões a deputados…

Os membros da Comissão de Assuntos Econômicos da Assembleia Legislativa estiveram hoje na sede da Alumar, e ouviram da diretoria explicações para as cerca de 650 demissões na empresa, em 2015.

– Fomos até a Alumar para ouvir os motivos que levaram a empresa a demitir os funcionários e saímos com as explicações das demissões que são inevitáveis, segundo a empresa. Mas também tivemos alguns encaminhamentos importantes para que possamos dentro do prazo de até dois anos mudar essa situação. Esperaremos uma reunião da diretoria para que eles possam trazer algumas iniciativas que possam reverter esse cenário – destacou Adriano Sarney (PV), presidente da comissão.

– Apesar da Alumar se mostrar irredutível na questão da demissão dos funcionários, a empresa sinaliza em retomar a produção da área desativada num curto espaço de tempo. E nosso foco é de intermediar junto ao Governo Federal e Estadual essa retomada e assim a recontratação dos trabalhadores – enfatizou o deputado petista Zé Inácio.

O Deputado Júnior Verde destacou o diálogo e o papel da Assembleia Legislativa em intermediar esse processo de demissões.

– A Assembleia sensível a problemática do desemprego, realmente se propôs a vim a Alumar, mas infelizmente essa decisão da empresa é uma situação de mercado e afeta os funcionários. Na nossa avaliação, enquanto parlamentares, cumprimos o nosso papel de lutar pelo interesse público. Fizemos alguns encaminhamentos como a criação de alternativas para que a Alumar possa desenvolver em parceria com o Sebrae não só a capacitação, mas também conseguir com que os funcionários demitidos possam ter alternativas de trabalho como a viabilização de pequenos negócios.

De acordo com o Diretor da Alumar, Ferraz, “essa situação da demissão foi condicionada pela questão do mercado global e os elevados custos operacionais tornaram a produção do metal inviável, mas estamos empenhados em manter o diálogo com nossos funcionários, o sindicato e a comunidade para minimizar o impacto dessa decisão. Essa atitude dos senhores deputados é algo louvável e merece nosso reconhecimento”.

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Prefeitura demite professores contratados…

Professores em protesto no Centro

Os cerca de 500 professores contratados da rede municipal de ensino começaram a receber nesta quinta-feira comunicado de demissão da Secretaria de Educação.

Com salários frequetemente atrasados, abandonados pelo sindicato da categoria, estes professores agora terão que se virar na Justiça para receber o que deveriam.

Mas a prefeitura pode ter dado um tiro no pé.

Estes contratados são, na verdade, concursados do próprio município.

Ele foram aprovados em concurso público em 2005. Dois anos depois, às vésperas de vencer o prazo de validade do concurso, foram chamados para trabalhar, mas na condição de contratados.

A maioria deles tem, inclusive, ação judicial para ser incorporada ao quadro de servidores do município.

Patrocinada pelo advogado Diogo Cabral, esta ação já obteve vitória nas duas primeiras instãncias da Justiça do Trabalho.

A prefietura pode, portanto, criar para si um grande problema com estas demissões…