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Júnior Verde é avaliado segundo deputado mais atuante do Maranhão…

Júnior Verde é destaque em pesquisa

Júnior Verde é destaque em pesquisa

O deputado estadual Júnior Verde (PRB) foi apontado como o segundo parlamentar mais atuante do Maranhão, segundo pesquisa realizada em São Luís.

A amostragem, contratada pelo Instituto Coronato, de Goiânia (GO), é uma espécie de prospecção de mercado na capital maranhense, e foi divulgada na terça-feira, 2.

Além dos deputados estaduais, os deputados federais e senadores maranhenses também foram avaliados.

O levantamento, que ouviu 1.000 pessoas com mais de 16 anos residentes na capital, tem margem de erro máxima de três pontos percentuais, para mais ou para menos, com intervalo de confiança de 95%. Os dados foram coletados entre os dias 22 e 26 de julho.

Os três parlamentares mais atuantes, segundo a pesquisa, são Wellington do Curso, Júnior Verde e Eduardo Braide.

“A avaliação é resultado de muito trabalho, e só mostra que estamos no caminho certo. Tenho buscado realizar um trabalho sério, de resultados, em todo o Estado, e fico imensamente feliz em saber que a população da capital também reconhece nossos esforços. Sinto-me honrado, e ainda mais comprometido com as causas legítimas do nosso povo”, declarou Júnior Verde.

Além de apurar a intenção de voto, a pesquisa do grupo goiano incluiu cenários para avaliar a audiência de rádios, portais de internet e de TV.

A pesquisa está registrada no Tribunal Regional Eleitoral do Maranhão, sob protocolo MA – 09781/2016.

Da Ascom/Júnior Verde
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De como deputados estaduais boicotaram ato de Flávio Dino contra o impeachment…

Governador e seus auxiliares mai próximos ligaram pessoalmente para os parlamentares, mas apenas oito compareceram à Assembleia; o presidente da Casa alegou convalescência para também não ir

 

Flávio Dino e o estaduais presentes; nem o líder da bancada apareceu na imagem

Dino e o estaduais presentes; nem o líder da bancada apareceu na imagem: só membros de PT, PDT e PCdoB

O ato do governador Flávio Dino (PCdoB) contra o impeachment foi marcado por forte presença de segmentos sociais e sindicalistas que apoiam a presidente Dilma Rouseff (PT).

Mas foi um fracasso do ponto de vista político.

Para começar, dos deputados federais que votaram contra o impeachment na Câmara, apenas aqueles que seguem a orientação direta de Dino participaram do ato.

Pior: apenas oito deputados estaduais estiveram presente.

Para o governo, apesar de o vento ter sido concebido em cima da hora, cumpriu os objetivos, com deputados federais, lideranças e movimentos sociais.

– Deputados do PCdoB, do PT e do PDT estavam presentes. Muitos justificaram ausência em face de ser véspera de feriado e já terem agendas pré-definidas – justificou o secretário de Assuntos Políticos e Comunicação, jornalista Márcio Jerry.

Mas o blog ouviu vários parlamentares e extraiu deles as seguintes queixas:

– O presidente Humberto Coutinho alegou convalescência de Zika para não ir;

– O governo ainda não pagou as emendas parlamentares;

– Flávio Dino já teria negociado o Senado com Waldir Maranhão;

– E, no fundo, Dino perdeu por conseguir apenas um voto para Dilma.

Em outras palavras; o clima nã está bom entre o governo e a Assembleia.

Simples assim…

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Caos na BR-135 repercute também na Assembleia…

Deputado Roberto Costa propôs união da classe política em favor da rodovia; Fábio Macedo quer criação de frente em defesa da obra de duplicação e Andrea Murad questionou que a obra tenha parado justamente quando Flávio Dino assumiu o governo

 

Os deputados Roberto Costa (PMDB), Fábio Macedo (PDT) e Andrea Murad (PMDB) repercutiram na Assembleia Legislativa a situação de abandono em que vive a BR-135, única rodovia de entrada e saída de São Luís.

Costa propôs a união da classe política para buscar a continuidade da ora de duplicação da rodovia.

robertoNão adianta aqui procurar culpados para a situação. Não adianta responsabilizar pessoas. Eu vi alguns criticando o governador Flávio Dino e acho que esse não é o caminho. Se o governador Flávio Dino tomou essa medida para ajudar, temos que apoiá-lo. A ex-governadora Roseana tomou medidas efetivas à época, ajudando na aceleração das obras da BR. Da mesma forma o ex-presidente Sarney, o senador João Alberto, senador Lobão, senador Roberto Rocha, a nossa Bancada Federal, todos já se posicionaram em relação ao problema, nós temos é que dar as mãos porque a situação é extremamente grave”, ponderou.

Fábio Macedo, do PDT defendeu a criação de uma frente parlamentar em defesa da BR.

fabioO que me traz aqui hoje é justamente a situação caótica em que se encontra a BR-135. A rodovia está tomada pelos buracos, o que dificulta o transito das pessoas que circulam diariamente, causando insegurança, desconforto e vários acidentes. Para dar celeridade ao processo de restauração das vias, na semana passada estive em audiência com o governador Flávio Dino, onde conversamos sobre a criação de uma Frente Parlamentar nesta Casa, que hoje dei entrada e já foi devidamente publicada no Diário Oficial”, disse o pedetista.

No discurso mais contundente, Andrea Murad criticou a omissão do governador Flávio Dino (PcdoB0 e questionou por que a obra paralisou exatamente quando Dino assumiu o governo.

andreaEle foi eleito Governador do Maranhão para cuidar de tudo. De qualquer coisa que o Estado precise. Vamos parar de ladainha em rede social, parar de reclamar e tratar de trabalhar. Tem tanto prestígio com a presidente Dilma que a obra da BR 135 parou justamente quando ele assumiu o Governo. Flávio Dino precisa aprender ser mais proativo, cuidar dos problemas do Maranhão, do povo, ao invés de ficar se metendo no impeachment e defendendo Dilma”, declarou a parlamentar.

 

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A rearrumação da oposição na Assembleia…

Mesmo com o choque de opiniões ainda se sobrepondo à convergência de ideias e ideais, os deputado oposicionistas já começam a encontrar o tom das ações – e do discursos –  garantindo vitórias importantes contra a hegemonia do governo Flávio Dino; bom para o povo maranhense

 

Andrea, Adriano, Souza e Edilázio na linha de frente

Andrea, Adriano, Souza e Edilázio na linha de frente

Formada em sua maioria por jovens parlamentares em início de carreira política – e por uma parcela diminuta de reeleitos que não sucumbiram diretamente os encantos do governismo – a bancada de oposição na Assembleia Legislativa já começa a dar o tom  de suas ações na Casa.

Vitórias recentes, como as de Adriano Sarney (PV) no caso do Conselhão; de Souza Neto (PTN), que enquadrou o Sistema de Segurança diante da soltura de um preso perigoso; e da própria Andrea Murad (PMDB), na denúncia relacionada ao leite especial, mostram que, acima das divergências pessoais latentes, os oposicionistas, juntos, podem fazer uma importante diferença na Casa.

E a oposição ainda pode contar com a experiência e serenidade do ainda jovem, mas firme, contundente e coerente Edilázio Júnior (PV) na formação de um quarteto mais ativo, que já começa a dar o tom e a pautar sistematicamente a gigantesca, mas heterogênea bancada do governo Flávio Dino (PCdoB).

E nem se pode dizer que a oposição seja só eles.

Nomes como César Pires (DEM), ainda indefinido quanto à independência em relação ao ex-grupo Sarney e a falta de afinidade com o ideais do novo governo; Roberto Costa (PMDB), mais tímido e desinteressado que no primeiro mandato; e Max Barros (PMDB), ainda pouco presente no debate, também já começam a dar contribuição fundamental para o sonhado, ainda que utópico,  equilíbrio de forças.

César, Roberto e Max: experiência para somar

César, Roberto e Max: experiência para somar

Andrea Murad já se destacou como ponta-de-lança.

O estilo dela é parecido ao do pai, aguerrido, impetuoso, ousado, mas sem perder o foco do debate e sempre embasado em dados oficiais.

Mais sereno, porém igualmente firme, Adriano Sarney tem a autoridade no argumento, e se soma perfeitamente à postura de Edilázio, que tem o mesmo perfil.

À linha de frente se soma Souza Neto, que que vai no ponto certo dos equívocos governamentais, forçando respostas e mudanças de posição.

Quando a autoridade do discurso de César Pires, a contundência provocativa de Roberto Costa, e a respeitabilidade histórica de Max Barros se somarem à energia dos jovens parlamentares, a tendência é que o Palácio Manoel Beckman possa voltar a ser palco dos grandes embates que viveu no passado.

É aguardar e conferir…

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“A menina ameaça falar”, diz trechos de conversa sobre assassinato de prostituta no Piauí…

Pode ser fruto de chantagem a mobilização de um escritório de advocacia de São Luís em favor da “estudante” Nayra Veloso, a Nayrinha, de Teresinha (PI).

Apontada como testemunha do assassinato da garota de programa Fernanda Lages, e presa por omitir informações à polícia, Nayrinha passou a ser assistida, gratuitamente, pelo advogado Ernesto Lopes, do escritório “Francisco Ramos e Ronaldo Ribeiro”, conforme revelou reportagem do jornal piauiense O Dia.

Mat´ria de O Dia sobre morte de prostituta

Este blog teve acesso a gravações supostamente autorizadas, que revelam conversas sobre o caso entre pessoas do Maranhão.

Na gravação, parece haver preocupação com o que Nayrinha possa falar:

 – A menina ameaça falar tudo – diz um dos telefonemas.

– dê assistência a ela – determina o outro.

O blog não conseguiu identificar quem é quem nas conversas.

De acordo com o blog de Gilberto Léda, a Polícia Federal incluiu os deputados maranhenses Luciano Leitoa (PSB), Marcos Caldas (PRB) e Carlos Filho (PV) nas investigações sobre a morte da garota de programa.

Há nos autos do inquérito ligações dela para os parlamentares.

A PF deixa claro não haver qualquer ligação dos deputados maranhenses com o assassinato de Fernana Lages.

A ligação deles na investigação se dá pelo fato de terem contatado Fernanda, em um momento ou outro, “para festinhas em Teresina”.

De qualquer forma, é uma dor de cabeça para os parlamentares…

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Os 18 salários dos deputados maranhenses…

Deputados receberam, desde sempre, 18 salários

A Assembléia Legislativa deve se adequar, por imposição da Constituição, às regras da Câmara Federal – sobretudo quanto ao subsídio dos parlamentares.

São estas imposições que estabelecem, por exemplo, o subsídio equivalente a75% do valor recebido na Câmara.

Esta adequação garante também que um deputado receba dois salários há mais, além dos pagos mensalmente, a título de ajuda de custo – um na abertura dos trabalhos e outro no fechamento de cada ano legislativo.

É assim na Câmara Federal e, por isso, deveria ser assim na Assembléia.

Mas a Assembléia maranhense resolveu “pagar” a cada deputado o equivalente a 2,5 salários logo na abertura dos trabalhos e outros 2,5 salários no fechamento do ano, totalizando cinco salários a mais a cada ano.

Por que a Assembléia resolveu se “desadequar” da Câmara pagando a deputados o que a Câmara não paga?

Se os deputados resolveram readequar a Casa às regras da Câmara, a partir de agora – como anunciou hoje o seu presidente, Arnaldo Melo (PMDB) – vão devolver o que receberam a mais neste tempo todo?

E o deputado Bira do Pindaré (PT), que, segundo Melo, ameaçou fazer discurso denunciando a história,  vai devolver o que recebeu em 2011, seu primeiro ano de mandato?

Perguntas que aguardam respostas…