Desembargador Marcelo Carvalho garante controle do Hospital Santa Mônica pela Prefeitura de Imperatriz…

Magistrado cassou o efeito suspensivo da decisão do juiz Joaquim da Silva Filho, e manteve a validade do Decreto Municipal nº 142, o que garante atendimento à Saúde Materno Infantil na cidade

 

MARCELO CARVALHO USOU QUESTÕES HUMANITÁRIAS, para garantir o controle do hospital pela Prefeitura de Imperatriz

O desembargador Marcelo Carvalho Silva, do Tribunal de Justiça do Maranhão, cassou nesta segunda-feira, 19, o efeito suspensivo que havia sido dado pelo juiz Joaquim da Silva Filho, da 1ª Vara da Fazenda Pública,  ao Decreto Municipal nº 142, da Prefeitura de Imperatriz, garantindo ao município o controle do hospital privado Santa Mônica para atendimento à saúde Materno Infantil no município.

Entenda o caso:

  • o prefeito Rildo Amaral assinou o decreto em 11 de maio, “desapropriando” o hospital, particular, para uso pela prefeitura;
  • em Mandado de Segurança, o hospital conseguiu o efeito suspensivo do decreto em decisão da Vara da Fazenda Pública.
  • o desembargador Marcelo Caralho julgou Embargo de Declaração da Prefeitura e devolveu a eficácia do Decreto.

“A decisão deve ser reformada em favor da agravante, prevalecendo o Princípio Constitucional da Dignidade Humana e o direito à saúde universal (CF/88, arts. 196-200). O Constituinte de 1988 enraizou obrigação dos gestores a cumprir deveres inescusáveis, sem exceções para filas ou escassez. Não é ativismo judicial, mas efetivação de igualdade: todos os brasileiros merecem saúde digna, e o Judiciário, como poder independente, intervém para proteger o vulnerável”, justificou Marcelo Carvalho em sua decisão. (Veja a íntegra aqui)

O caso tem tido forte repercussão por que se sustenta no colapso do atendimento materno-infantil em Imperatriz.

A decisão de Marcelo carvalho garante ao prefeito Rildo Amaral o acesso integral ao hospital.

A decisão monocrátiva ainda será julgada em uma das Câmaras do Tribunal de Justiça…

Rildo Amaral “desapropria” hospital particular em Imperatriz…

Por intermédio de Decreto, prefeito assumiu o controle administrativo de funcionários, equipamentos, prédio e serviços do Hospital Santa Mônica para combater a crise na saúde municipal

 

O SANTA MÔNICA AGORA VAI SERVIR AOS INTERESSES DA PREFIETURA DE IMPERATRIZ, para combater a crise na saúde materno infantil no município

O prefeito de Imperatriz Rildo Amaral publicou na segunda-feira, 11, o Decreto nº 142, que determina o controle administrativo de funcionários, equipamentos, prédio e serviços do Hospital Santa Mônica, empresa que pertence a uma sociedade privada de médicos.

  • de acordo com o decreto, o controle do hospital e dará por 180 dias, prorrogáveis por igual período;
  • Rildo Amaral justifica que o objetivo é atender a demanda por obstetrícia pediatria e neonatologia.

“Há uma crise prolongada na rede pública materno-infantil de Imperatriz. A Maternidade de Alto Risco de Imperatriz (MARI) vem operando há mais de 24 meses com mais de 3 mil atendimentos mensais e cerca de 600 partos por mês. Aproximadamente 65% desses partos são classificados como de risco habitual, o que evidencia o uso de uma estrutura de alta complexidade para casos que poderiam ser absorvidos por uma maternidade de perfil intermediário”, justifica o documento assinado pelo prefeito.

Este blog Marco Aurélio d’Eça apurou que o Hospital Santa Mônica atende a várias especialidades de saúde, entre elas Ginecologia e Obstetrícia.

O decreto do prefeito Rildo Amaral argumenta ainda que a inexistência de uma maternidade municipal própria na rede pública em Imperatriz piora o atendimento de saúde no município.

“Na prática, isso faz com que a cidade dependa de unidades estaduais e de uma rede já pressionada, sem uma referência municipal específica para o parto de baixo e médio risco”, justifica o decreto.

  • o Relatório dos Casos de Óbitos Maternos da Regional de Saúde de Imperatriz referente a 2025 aponta seis óbitos maternos, em sua maioria classificados como evitáveis;
  • as principais causas foram hemorragia pós-parto e sepse, além de falhas na classificação de risco, condutas clínicas inadequadas e subvalorização de sinais de gravidade.

O decreto do prefeito tem vigência imediata a partir da publicação do Decreto.

Aind anão há informações sobre a reação dos sócios do Hospital Santa Mônica…

Zé Inácio recebe moradores do “Residencial Nova Era” ameaçados de despejo…

Inácio com o moradores do Nova Era

O deputado Zé Inácio (PT) recebeu nesta semana uma comissão de moradores do Residencial Nova Era, em São José de Ribamar, que estão sendo ameaçados de despejo.

Segundo os moradores, cerca de 260 famílias foram intimadas e receberam ordem de despejo para saírem das moradias ainda este mês. A Cooperativa Habitacional do Grupo Comunitário Independente (COOPHAB), que seria a proprietária da área, está solicitando a reintegração do terreno.

A decisão liminar requer que eles saiam voluntariamente, e caso não cumpram podem sofrer a desocupação coercitiva.

“Estamos morando há sete anos na região, a maioria das casas nós terminamos de construir e outras compramos e a cooperativa tinha abandonado o terreno, mas agora está querendo desapropriar as casas e várias famílias que já estão no local”, disse Maria José uma das moradoras.

O Deputado Zé Inácio se prontificou a conseguir agendar uma reunião com a Comissão Estadual de Prevenção à Violência no Campo e na Cidade (Coecv), vinculada à Secretaria de Direitos Humanos e Participação Popular (Sedihpop), e com a Comissão de Direitos Humanos da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB/MA) para que os moradores possam tentar entrar em um consenso com a cooperativa.

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Flávio Dino ameaça expulsar 300 famílias da Nova Esperança, denuncia Sousa Neto…

Deputado revelou que os moradores da comunidade têm até o dia 24 de janeiro para deixar os imóveis da área pertencente à Funac, que tenta limpar a imagem após escândalos dos aluguéis camaradas

 

Sousa Neto alerta sobre os risco de conflitos na desocupação da Nova Esperança

O deputado estadual Sousa Neto (Pros) fez um grave alerta em sua página no Facebook, sobre a ameaça de despejo de 300 famílias da comunidade Nova Esperança, na região do Paço do Lumiar.

– O governador Flávio Dino vai “expulsar” cerca de 300 famílias que vivem na Comunidade Nova Esperança, localizada em Paço do Lumiar. Elas têm até o dia 24 de janeiro para deixar o local, já que a ação de reintegração de posse e derrubada das casas ocorrerá na próxima quarta-feira, dia 25 de janeiro às 9h, conforme liminar da Justiça.

O curioso é que a área pertence à Fundação da Criança e do Adolescente (Funac) que, após escândalo dos alugueis camaradas, resolveu iniciar construção de um centro no local.

– As famílias estão desesperadas. A grande maioria não tem pra onde ir, e até o momento, ninguém do governo quis conversar com eles – revela Sousa Neto.

Segundo o deputado o atual prefeito Domingos Dutra (PCdoB) lavou as mãos por ser aliado de Flávio Dino.

Veja abaixo a Liminar já expedida pela Justiça em favor do governo Flávio Dino:

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Marcelo Carvalho suspende desapropriação da Via Expressa…

Mesmo entre polêmicas, Via Expressa avança

O desembargador Marcelo Carvalho cassou hoje a decisão do juiz Megbel Abdalla, que garantia ao governo a desapropriação de uma casa no Vinhais Velho, para construção da Via Expressa.

A decisão do membro do Tribunal de Justiça beneficiou Olegário Batista Ribeiro, morador antigo da área, cuja casa seria derrubada para passagem da avenida.

A polêmica envolvendo a Via Expressa no Vinhais Velho começou em 9 de janeiro, quando o juiz da 4ª Vara da Fazenda Pública, Megbel Abdalla, determinou a desapropriação da casa de Olegário Ribeiro.

O morador não concordou com a avaliação da Caixa Econômica Federal para a sua moradia – de R$ 29,7 mil. Em contraponto, apresentou documento do presidente do Crea-MA, Raimundo Portelada, que  avaliou a casa em R$ 200 mil.

Embora, para efeitos judiciais, as avalições oficiais sejam as da Caixa, o desembargador Marcelo Carvalho decidiu ponderar em realação à desapropriação e cassou a decisão de Abdalla.

O governo vai recorrer da decisão – e, ao mesmo tempo, continuar a discussão com os moradores – para garantir a continuidade da obra.