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Maranhão já perdeu quase 7 mil empregos formais em 2015…

Pessoas em busca de emprego no Maranhão (imagem meramente ilustrativa)

Os dados são do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), do Ministério do Trabalho, divulgados nesta quinta-feira (23).

Apenas nos primeiros três meses de 2015, o Maranhão perdeu nada menos que 6.841 empregos formais, em ramos como construção civil, comércio, extrativismo mineral e na indústria de transformação.

Até na Agropecuária, um dos mais sólidos setores maranhenses, já houve o fechamento de 339 postos de trabalho entre os meses de janeiro e março.

O Piauí teve desempenho muito melhor que o Maranhão no mês de março, com saldo positivo no emprego formal. O estado vizinho gerou 1.016 novos empregos no mês passado” – dados do Caged

Detalhe: de acordo com o mesmo Caged, boa parte dos estados retomou o nível de crescimento do emprego formal em março.

Mas o Maranhão continuou fechando postos de trabalho, fruto da falta de uma política de criação de empregos e de atração de investimentos.

O que mudou?!?

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Júnior Verde debate crise da siderurgia em Açailândia…

Verde conclamam trabalhadores a lutar pelo setor, ao lado dos colegas Marco Aurélio e Vinícius Louro

Presidente da comissão especial que analisa a crise da siderurgia no Maranhão, o deputado Júnior Verde (PRB) está em Açailândia, acompanhado dos colegas Vinícius Louro (PRP) e Marcos Aurélio (PCdoB) para ouvir os setores envolvidos.

– Unidos, podemos ver de que maneira o Estado pode atuar para reverter essa crise. Acredito que o Estado pode sim intervir de forma que essa atividade possa voltar a gerar renda na região. As visitas que realizaremos aqui serão indispensáveis para encontrar um caminho para combater essa crise – frisou Vede, ontem, em audiência sobre o assunto.

O Pólo Siderúrgico de Açailândia é formado por 4 grandes empresas e diversas outras de médio e pequeno porte, que hoje geram cerca de 2,5 mil empregos diretos e mais de 15 mil indiretos. Porém, de dezembro até agora, cerca de mil pessoas foram demitidas na cadeia produtiva do setor.

A situação é grave. Em Marabá, das 9 empresas, só restou uma. Aqui, muitas já fecharam também, e precisamos evitar que outras fechem suas portas, pois hoje elas trabalham com apenas 30% de sua capacidade” – Cláudio Azevedo, presidente do Sindicato de Ferro Gusa

A Comissão, criada no início de abril, é fruto de uma Indicação de autoria de Júnior Verde…