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Dilma Rousseff tem até sexta-feira se quiser disputar Senado pelo Maranhão…

Nome da ex-presidente é defendido tanto pelo governador Flávio Dino quanto por petistas maranhenses; prazo para mudança de domicílio eleitoral termina no próximo dia 6 de outubro – um ano antes do pleito

 

Candidatura de Dilma já foi defendida publicamente por Márcio Jardim e por Flávio Dino

A ex-presidente Dilma Rousseff (PT) tem até a próxima sexta-feira, 6, para decidir se aceita ou não o convite para disputar o Senado pelo Maranhão.

O nome de Dilma é defendido por petistas maranhenses e pelo próprio governador Flávio Dino (PCdoB). (Relembre aqui e aqui)

Para ser candidata pelo estado, no entanto, a petista precisa mudar seu domicílio eleitoral até a próxima sexta-feira, como determina a Lei Eleitoral 13.165/2015, que manteve o texto da Lei 9.504/97.

O mais provável, no entanto, é que Dilma saia candidata pelo Rio Grande do Sul, onde vota há anos, apesar de, em Minas Gerais, seu estado de nascença, ela estar liderando a corrida pelo Senado.

Cassada em 2016 pelo Congresso Nacional – que, curiosamente, manteve seus direitos políticos – Dilma deve ser uma das senadoras mais votadas do país em 2018.

É aguardar e conferir…

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“Pelo Rio grande do Sul ou Minas Gerais é mais legítimo”, diz Ciro Gomes sobre Dilma ao Senado…

Pré-candidato do PDT a presidente até defende que a ex-presidente deva voltar à Política, mas vê equivocada a defesa de sua candidatura pelo Maranhão

 

Ciro Gomes conversa com o jornalista Itevaldo Júnior no programa Resenha, da TV Difusora

O pré-candidato do PDT a presidente da República, Ciro Gomes, criticou neste sábado, 19 – ainda que de forma elisiva – a defesa do nome da ex-presidente Dilma Rousseff (PT) para candidata a senadora pelo Maranhão.

– Dilma é uma pessoa honrada. Caiu pela inexperiência política, não por corrupção. Mas sua candidatura ao Senado é mais legítima pelo Rio Grande do Sul, onde ela tem domicílio eleitoral, ou por Minas Gerais, onde ela nasceu – afirmou o pedetista, em entrevista ao programa Resenha, da TV Difusora.

A candidatura de Dilma Rousseff ao Senado pelo Maranhão tem sido defendida por petistas, como o secretário Márcio Jardim, e até pelo governador Flávio Dino (PCdoB). (Releia aqui e aqui)

Para Ciro Gomes, no entanto, Dino deve valorizar os aliados.

– Só do nosso lado [da base de Dino] temo três pré-candidatos importantes ao Senado. Temo o deputado Weverton Rocha e outro dois companheiros com maior legitimidade para ser candidato – declarou o pedetista, sem citar os nomes dos também deputados José Reinaldo Tavares (PSB) e Waldir Maranhão (PP).

Ciro Gomes veio ao Maranhão para o encontro nacional da Juventude do PDT…

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Convite a Dilma para o Senado pelo Maranhão partiu de Flávio Dino, revela Veja…

Mesmo com quatro aliados tentando se viabilizar pelas duas vagas de candidato, governador comunista quer a ex-presidente sem sua chapa; de acordo com a revista, o Piauí também tem interesse na candidatura da petista

 

Destaque da coluna Radar desta sexta-feira: preferência de Dino por Dilma

Partiu do próprio governador Flávio Dino (PCdoB) o convite para que a ex-presidente Dilma Rousseff (PT), cassada no ano passado, seja candidata a senadora pelo Maranhão, e 2018.

A informação é da coluna Radar on-line, da revista Veja.

– Os governadores Flavio Dino, do PCdoB (Maranhão), e Wellington Dias, do PT (Piauí), já convidaram a petista a mudar o domicílio eleitoral para seus estados e disputar uma vaga ao Senado. Ambos estão bem avaliados pelo eleitorado – diz a coluna.

A história de Dilma candidata pelo Maranhão foi abordada em primeira mão neste blog, ainda em 2016.

Na semana passada, o secretário Márcio Jardim (PT) defendeu publicamente a candidatura da ex-presidente, num claro sinal de aval de Flávio Dino. (Releia aqui)

A revelação põe em xeque a relação do próprio Dino com seus quatro aliados que pretendem disputar o Senado em 2018 – José Reinaldo Tavares (PSB), Eliziane Gama (PPS), Waldir Maranhão (PP) e Weverton Rocha (PDT).

Se se confirmar a preferência do governador comunista pela líder petista, três deles terão que se contentar com a reeleição à Câmara Federal.

Simples assim…

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Petista prega candidatura de Dilma ao Senado pelo Maranhão…

Secretário de Esportes Márcio Jardim defende em suas redes sociais que o PT maranhense se ponha à disposição da ex-presidente para a disputa de 2018

 

Os tuítes de Márcio Jardim: Lula lá e Dilma aqui

O secretário de Esportes Márcio Jardim assumiu publicamente, nesta segunda-feira, 14, a defesa de uma eventual candidatura da ex-presidente Dilma Rousseff ao Senado Federal pelo PT do Maranhão.

– Penso que o PT do Maranhão deveria colocar a legenda no estado totalmente à disposição dessa lutadora Dilma. Venha companheira senadora – pregou Jardim, que até o fim de semana era visto, ele próprio, como candidato de lula ao posto, segundo blogs alinhados ao Palácio dos Leões.

Dilma teve o mandato cassado em 2016, no processo de impeachment, mas o Senado decidiu manter seus direitos políticos, o que garante uma eventual candidatura ao Senado.

– Dilma engrandecerá qualquer unidade da federação por onde sair como candidata ao Senado. Sou entusiasta que seja pelo meu Maranhão – diz Márcio Jardim.

Dilma tem domicílio eleitoral no Rio Grande do Sul. Para ser candidata pelo Maranhão, ela precisa transferir seu Título de Eleitor até o fim de setembro, além de convencer os petistas maranhenses a garantir legenda.

Depois disso, é preciso convencer o povo maranhenses a eleger um candidato paraquedista ao Senado…

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Roberto Rocha votou pelo impeachment de Dilma Rousseff…

Acompanhando os votos anteriores, nos quais se posicionou pela admissibilidade do processo, o senador Roberto Rocha (PSB-MA) votou pelo impeachment da presidente Dilma Rousseff.

“Temos elementos de grande complexidade técnica que apontam para indícios de responsabilidade da Sra. presidente”, avaliou Roberto Rocha. O impeachment foi aprovado pelo Senado por 61 votos a favor e 20 contra. O senador, no entanto, votou pela manutenção dos direitos políticos da presidente, “inquieta-nos que a sentença máxima aplicada a ela, que corresponde a uma pena de morte política, seja desproporcional aos erros por ela cometidos”.

Rocha explicou seu nvoto

Rocha explicou seu voto

Roberto Rocha explicou que considerou muitas variáveis para decidir seu voto. Conversou com os outros senadores da bancada maranhense em busca de uma posição que fortaleça o estado e pensou na fragilidade social e econômica do Maranhão, que é beneficiado por quase um milhão de bolsa-família e, por isso mesmo, é fortemente impactado pela crise que piora a economia do país.

“Pensei demoradamente em tudo isso, e esta foi a razão pela qual só declarei meu voto ao final absoluto do processo, depois de ouvir todas as partes e principalmente ouvir os interesses do meu estado”, explicou o senador.

“Concluí que o governo que simbolizou tanta esperança para nosso povo não foi capaz de formular um projeto de superação da grave crise econômica e política em que vivemos.”

Manutenção dos direitos políticos

A manutenção dos direitos políticos da ex-presidente Dilma Rousseff foi decidida em votação destacada por maioria de 42 senadores contrários à aplicação da pena, 36 a favor e 3 abstenções.

O assunto foi motivo de debate intenso em plenário e Roberto Rocha se manifestou em defesa da manutenção dos direitos políticos da ex-presidente. O senador respondeu aos argumentos de que mesmo que o Senado afastasse a inabilitação Dilma não poderia ser eleita novamente nos próximos oito anos por conta da Lei da Ficha Limpa, que proíbe candidatura de pessoas condenadas por órgãos colegiados.

“A Lei da Ficha Limpa não alcança a presidente da República, e nem poderia fazê-lo, pois já tem previsão constitucional em caso de impeachment.”

O senador fez questão de afirmar que não viu indícios de desonestidade pessoal no trato da coisa pública e que embora acredite que há razões para o impeachment, considera que não é o caso da suspensão dos direitos políticos.

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Roberto Rocha vota pela continuidade do processo de impeachment no Senado…

Roberto Rocha explicou seu voto pela continuidade do impeachment

Roberto Rocha explicou seu voto pela continuidade do impeachment

O senador Roberto Rocha (PSB) votou pela continuidade do processo de impeachment contra a presidente Dilma Roussef (PT), em sessão do Senado, nesta terça-feira, 9.

“Não estamos ainda julgando o mérito, que só pode ser julgado após a leitura do libelo acusatório e sua respectiva defesa. Meu voto, portanto, cumpre o papel, que não podemos nos furtar, de dar sequência ao processo que precisa chegar a termo, para o bem do país”, afirmou o senador.

Segundo ele, os senadores cumpriram mais esta etapa da ordem processual, que considerou um momento doloroso da história política do país.

Roberto Rocha fez questão de afirmar ainda que em homenagem ao princípio básico da isenção dos juízes, papel exercido pelos senadores nessa sessão, não vincula a decisão desta terça ao voto que dará na sessão final de julgamento, prevista para acontecer possivelmente ainda em agosto.

Em uma fala sucinta em plenário, o senador registrou as boas vinda ao presidente do Supremo Tribunal Federal, ministro Ricardo Levandowski, que por determinação constitucional preside, a partir de agora, as sessões do Senado que tratam do impeachment.

Roberto Rocha lembrou a excepcionalidade da condição do ministro Levandowski.

“Tão excepcional que Vossa excelência, que é Juiz, exerce hoje a função política de presidente de uma sessão senatorial. E nós, que somos políticos, exercemos hoje a função de juízes”, completou.

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Rejeição ao PT parte do próprio Edivaldo Júnior…

Prefeito teme que a presença do partido da presidente afastada Dilma Rousseff atraia para seu palanque comparações com a Operação Lava Jato; mas sabe que a legenda é importante para seu tempo de propaganda

 

Do PT, Edivaldo quer só o bônus da propaganda, sem o ônus do desgaste da Lava Jato

Do PT, Edivaldo quer só o bônus da propaganda, sem o ônus do desgaste da Lava Jato

O prefeito Edivaldo Júnior (PDT) vive um dilema eleitoral nesta reta final das convenções que irão definir as chapas para as eleições de outubro: ele sabe que precisa do tempo do PT para sua propaganda eleitoral, mas teme o desgaste de ter em seu palanque a legenda envolvida na operação Lava Jato e da presidente afastada Dilma Rousseff.

Foi o próprio Holandinha, inclusive, quem vetou o PT como companheiro de chapa, mesmo sendo o indicado um aliado fiel do governador Flávio Dino (PCdoB).

O prefeito teme que seu desgaste, na casa dos 40% de rejeição – somado ao desgaste da própria gestão, com quase 60% de desaprovação – possa ser contaminado ainda mais pelo desgaste do PT, hoje um dos partidos mais rejeitados do Brasil.

Esse temor do pedetista foi, inclusive, revelado por este blog, no post “Por imposição de Flávio Dino, Edivaldo vai ter que engolir até desgaste do PT…”

Edivaldo já acionou os caciques de sua coligação para convencer o PT a permanecer na aliança, mesmo sem indicar o vice. (Saiba mais aqui)

Para isso, acena com algumas pastas em seus gestão, já a partir de agora.

Desde que os petistas se mantenham discretos – escondidos mesmo –  em seu palanque.

E há, entre os petistas, quem tope a parada.

É aguardar e conferir…

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Flávio Dino ignora Michel Temer e mantém imagem presidencial de Dilma nos Leões…

Flávio Dino com Edivaldo, em reunião ornada por retrato de Dilma Rousseff

Flávio Dino com Edivaldo, em reunião ornada por retrato de Dilma Rousseff

Embora tenha recuado nos ataques desde a posse do presidente interino Michel Temer (PMDB), o governador Flávio Dino (PCdoB) faz questão de passar a mensagem de que Dilma Rousseff (PT) é a legítima presidente.

Em todas as paredes do Palácio dos Leões, inclusive, Dino mantém o quadro com a imagem da presidente Dilma ao lado da sua, como se pode ver nesta imagem ao lado, em reunião do governador com o prefeito Edivaldo Júnior (PDT).

Dino passou todo o processos de impeachment classificando de golpe o julgamento na Câmara Federal.

Depois, já com o caso tramitando no Senado, tentou anular o processo por intermédio do presidente em exercício da Câmara, deputado Waldir Maranhão (PP).

Com a posse de Temer, o governador passou a recuar nos ataques aos que chamava de “golpistas”.

Mas o quadro acima de sua cabeça mostra exatamente o que ele pensa do novo governo…

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Para Flávio Dino é “rei morto, rei posto”…

Bastou que a presidente Dilma Rousseff fosse afastada do poder para que o governador do Maranhão sumisse do mapa em Brasília; não participou sequer da despedida da petista, para evitar ser visto com os que deixaram o poder

 

Dino e o abraço em Dilma; agora é "tchau, querida!"

Dino e o abraço em Dilma; agora é “tchau, querida!”

Causou estranheza, hoje, em Brasília, a ausência do governador do Maranhão, Flávio Dino (PCdoB), no ato de despedida da presidente Dilma Rousseff (PT) do Palácio do Planalto.

Dino foi até o início da semana o principal defensor político de Dilma. Criou as mais estapafúrdias teses jurídicas para questionar o impeachment e usou de toda as formas o presidente interino da Câmara Waldir Maranhão (PP), para barrar o processo.

Mas bastou que o Senado confirmasse o afastamento da presidente para que Dinos e transformasse numa espécie do Pedro bíblico, para usar o tema cristão, que ele tanto gosta.

O comunista não participou do ato de despedida da presidente e praticamente não se manifestou publicamente.

Parece só agora ter percebido a burrice que cometeu em hostilizar o novo presidente Michel Temer.

Este blog quis ouvir do secretário Márcio Jerry os motivos que levaram Flávio Dino a não ir a Brasília para se solidarizar com Dilma.

Até a edição deste post, o lugar-tenente de Dino não respondeu.

Parece já estar mais preocupado com a influência política dos Sarney, como manifestou hoje ao blog de Udes Filho.

Mas esta é uma outra história…

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Imagem do dia: um olhar de despedida…

Brasília- DF 13-04-2016  Presidenta Dilma durante cerimônia de Assinatura de renovação de contrato de arrendamento entre a Secretaria Especial de Portos e o Terminal de Contêineres de Paranaguá Palácio do Planalto Foto Lula Marques/Agência PT

Por trás das bandeiras símbolo do Brasil, a – ainda – presidente Dilma Rousseff (PT) se encaminhava, na manhã desta quarta-feira àquela que poderia ser a última solenidade pública de seu governo. O Senado praticamente encaminhou seu afastamento, na sessão que começou ás 9h e deve vara a madrugada da quinta-feira, 12. Em Brasília, já está tudo a postos para a posse imediata de Temer (Imagem: Lula Marques)