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Justiça arquiva ação contra Edmar Cutrim no TCE..

Juiz responsável pela 1ª Vara da Fazenda Pública entendeu que o conselheiro não cometeu ato de improbidade no caso envolvendo o filho do ex-deputado federal Waldir Maranhão

 

EDMAR CUTRIM TEVE AÇÃO ARQUIVADA NA JUSTIÇA ESTADUAL, obtendo vitória política importante

O juiz Marco Aurélio Barreto Marques, da 1ª Vara da Fazenda Pública de São Luís, determinou o arquivamento da ação em que o conselheiro Edmar Serra Cutrim, do Tribunal de Contas do Estado (TCE) era acusado de improbidade administrativa.

Cutrim foi denunciado por improbidade administrativa, no caso envolvendo um filho do ex-deputado federal Waldir Maranhão, que era nomeado no tribunal enquanto morava em São Paulo. (Relembre o caso aqui)

A decisão de Marco Aurélio é de fevereiro, mas só agora veio a público.

O magistrado extinguiu o processo sem resolução do mérito, sob argumento de que Cutrim não poderia ser responsabilizado diretamente pelo exercício do trabalho de Thiago Maranhão.

– A imputação de prática de ato de improbidade fica sensivelmente esmaecida quando, tão logo ciente dos fatos envolvendo o Primeiro Réu, o Segundo Réu requereu sua imediata exoneração junto à Presidência do TCE/MA – anotou o juiz.

O juiz da 1ª Vara da Fazenda Pública entendeu que, embora se tenha confirmado nos autos que Thiago Maranhão atuou como funcionário fantasma, o valor recebido, a título de vencimentos, sem contraprestação de serviços, foi devolvido integralmente ao erário.

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Filho de Waldir Maranhão recebeu mais de R$ 235 mil como fantasma do TCE…

Waldir começa a desmoronar: agora foi a vez do filho...

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O médico Thiago Augusto Maranhão Cardoso, filho do presidente interino da Câmara, deputado Waldir Maranhão (PP-MA), recebeu mais de R$ 235 mil como assessor de conselheiro do Tribunal de Contas do Estado do Maranhão (TCE-MA), mesmo sem dar expediente.

O salário mensal bruto era de R$ 7,5 mil, complementado com um auxílio-alimentação de R$ 575,00 – depois reajustado para R$ 800, em março de 2014.

Houve, ainda, nos anos de 2014 e de 2015, sempre no mês de junho, recebimentos de R$ 3,75 mil. O pagamento foi identificado como “Outros”, mas deve se referir a metade do 13º salário.

Thiago Maranhão foi exonerado ontem, após repercussão nacional de seu caso…

Com informações de O EstadoMaranhão