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Esquerda busca união em torno de Lula também no MA…

PT, PDT, PCdoB e PSOL fazem movimentos de unidade em torno da candidatura do ex-presidente, o que pressiona o PSB, do governador Flávio Dino, a antecipar decisão sobre alianças para 2022

 

Flávio Dino terá que decidir se repete no Maranhão, com Weverton, a frente de esquerda em torno de Lula, ou leva o PSB a apoiar o PSDB, de Carlos Brandão

O encontro do presidente nacional do PDT, Carlos Lupi, com o governador Flávio Dino (PSB), nesta terça-feira, 20, tem uma pauta principal – a eleição presidencial – e suas correlações no estado.

Um movimento cada vez mais intenso prega a aliança entre PT, PDT, PCdoB, PSOL e PSB em torno do ex-presidente Lula, o que pressiona o governador Flávio Dino por uma decisão no Maranhão.

Dino entende que necessita da estrutura que será herdada pelo vice-governador Calos Brandão, do PSDB, mas sabe que a presença tucana nesta frente ampla é cada vez mais improvável.

No fim de semana, os líderes do PDT, senador  Weverton Rocha; do PCdoB, deputado federal Márcio Jerry, e do PT, ex-ministro José Dirceu, trataram mais claramente desta frente, que pode levar, inclusive, a um recuo do PDT com a candidatura do ex-ministro Ciro Gomes.

Dirceu está em Barreirinhas desde sábado, sendo hóspede de Weverton Rocha; Jerry participou de conferência do PCdoB local.

Sem espaço no PDT e na esquerda, polarizada por Lula, Ciro já articula, inclusive, transferência para o DEM, partido mais à direita, em busca do nicho hoje ocupado pelo presidente Jair Bolsonaro (sem partido).

Essa possibilidade de mudança de partido por parte de Ciro também será um dos temas do almoço desta terça-feira, 20, entre o presidente nacional do PDT, Carlos Lupi, e o governador  Flávio Dino.

Caberá unicamente a Flávio Dino decidir se mantém a integralidade da frente de esquerda no projeto nacional de eleger Lula, ou subverte este conceito no Maranhão, levando o PSB a uma aliança com o PSDB.

É aguardar e conferir…

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Adriano Sarney de volta ao cenário político…

Deputado estadual pretende disputar a reeleição em 2022, mas não descarta uma candidatura a deputado federal, em uma articulação que passa também pelas eleições de governador

 

Adriano está de volta ao debate político estadual, como presidente do PV

Após período fora dos holofotes, desde as eleições municipais de 2020, o deputado estadual Adriano Sarney (PV) retomou o debate político.

Como presidente do PV maranhense, ele está aguardando a definição das regras eleitorais para definir a que posto concorrerá.

– Sou presidente do PV. Vou continuar no partido e sou candidato a estadual ou federal, vai depender das definições das regras eleitorais – disse ele, ao blog do Diego Emir.

De acordo com o que apurou o blog Marco Aurélio D’Eça, Adriano Sarney está em sintonia com o pai, ex-ministro Sarney Filho, nas discussões sobre alianças do PV para a sucessão estadual.

O partido já tem alguns encaminhamentos relacionados a candidatos a governador, mas também vai esperar a definição das regras eleitorais.

O PV deve anunciar uma posição logo após definição dos rumos do grupo do governador Flávio Dino, que hoje tem cinco pré-candidatos na disputa.

É aguardar e conferir…

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Flávio Dino admite erros de 2018 e alerta: Bolsonaro não está fora do páreo

Governador do Maranhão avalia que a desqualificação do presidente levou muitos – inclusive ele – a achar que o Brasil jamais elegeria uma figura dessas; segundo ele, é precisos e preparar para o embate

 

Flávio Dino alerta para unidade em torno da oposição por que, apesar de incompetente e despreparado, Bolsonaro não está fora do processo eleitoral de 2022

O governador  Flávio Dino (PSB) alertou nesta sexta-feria, 16, em entrevista ao site Metrópoles, para o risco de se minimizar a força do presidente Jair Bolsonaro nas eleições de 2022.

– O Bolsonaro enfraqueceu muito, não há dúvida, mas ele ainda é um candidato forte e não pode ser minimizado – ponderou o governador. 

Dino avalia que um dos erros da eleição de 2018 foi, justamente, achar que, por ser despreparado e incompetente, Bolsonaro jamais seria eleito.

– Era tão absurdo que uma pessoa tão despreparada, desqualificada, ganhasse a eleição, que ninguém acreditava. Então, muitos erraram nisso, eu inclusive – reconhece.

Para o governador do Maranhão, é preciso a unidade das frentes de oposição ao presidente; mas ele reconhece que esta aliança parece cada dia mais difícil no primeiro turno.

– Parece ser difícil uma conveniência plena no primeiro turno. Eu diria que, nesse momento, ela é impossível. Mas é necessário criar um ambiente de diálogo para que no segundo turno haja essa integração com o objetivo de derrotar Bolsonaro – argumentou Flávio Dino.

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Líderes de PT e PDT passam semana em articulação no MA…

Principal interlocutor do ex-presidente Lula, ex-ministro José Dirceu desembarcou ontem no estado; presidente nacional do PDT, Carlos Lupi tem encontro com o governador Flávio Dino na próxima terça-feira

 

Principal voz do PT na articulação do ex-presidente Lula, José Dirceu já está desde ontem no Maranhão

O Maranhão virou um dos principais pontos de articulação das eleições presidenciais de 2022 e suas influências nas eleições estaduais.

Já está no estado, desde esta sexta-feira, 16, nada menos que o ex-ministro chefe da Casa Civil do governo Lula, José Dirceu, uma das mais influentes personalidades do PT.

Já o presidente do PDT nacional, ex-ministro Carlos Lupi, desembarca em São Luís na próxima terça-feira, 20.

Dirceu trouxe a família para curtir uns dias de férias nos Lençóis Maranhenses.

Carlos Lupi, por outro lado, tem reunião oficial com o governador Flávio Dino (PSB), exatamente na terça-feira.

Carlos Lupi é o presidente nacional do PDT; e vai se reunir com o governador Flávio Dino na próxima terça-feira, 20

Lupi e Dirceu devem se reunir em almoço na próxima quarta-feira, 21, para discutir as eleições presidenciais de 2022 e suas implicações nos estados, inclusive o Maranhão.

Mas esta é uma outra história…

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Flávio Dino deve receber Carlos Lupi na próxima terça-feira…

Presidente nacional do PDT vai almoçar com o governador maranhense em encontro que discutirá uma frente ampla de esquerda para as eleições presidenciais, com repercussão nos estados

 

 

Carlos Lupi vai falar a Flávio Dino sobre os planos do PDT para as eleições presidenciais de 2022 e suas implicações no Maranhão

O presidente nacional do PDT, Carlos Lupi, será recebido em almoço pelo governador Flávio Dino (PSB), na próxima terça-feira, 20.

Lupi vai tratar das eleições presidenciais e suas implicações nas corridas eleitorais dos estados; o presidente pedetista será recebido no Maranhão pelo senador Weverton Rocha, principal interlocutor do PDT nas articulações nacionais.

A reunião de Lupi com Flávio Dino ocorrerá quase uma semana depois de o governador se reunir com o ex-presidente Lula; assim como Lupi e Dino, Lula quer uma frente ampla de esquerda que se replique nos estados.

Em maio, em nome do PDT, Weverton esteve em um jantar com Lula e a cúpula nacional do PT; dias depois, recebeu, também em nome de Lupi, o ex-presidenciável Guilherme Boulos (PSOL) e o deputado federal José Orlando (PCdoB).

A recepção aos líderes do PDT ocorre também semanas após Dino se filiar ao PSB com a perspectiva de entrar no debate nacional pelo partido.

Logo após o encontro com Flávio Dino, Lupi se reunirá também com membros do PDT maranhense, que tem Weverton como pre-candidato a governador… 

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As quatro opções do MDB para o governo…

 

Da Coluna Repórter Tempo

O MDB está sendo movimentado por quatro frentes em relação à sucessão estadual. Uma pequena corrente do partido mantém sua aposta na improvável candidatura da ex-governadora Roseana Sarney ao Governo do Estado, embora ela esteja mais inclinada a disputar uma cadeira na Câmara Federal.

Outra corrente está trabalhando para levar o partido a uma aliança com o PDT em torno da candidatura do senador Weverton Rocha, a exemplo do que aconteceu na disputa em São Luís, no ano passado.

Uma terceira frente se prepara para pressionar no sentido de que o partido participe de uma aliança em torno do vice-governador Carlos Brandão (PSDB).

E uma quarta banda emedebista já defende uma aliança do MDB com o PSD em torno da provável candidatura do ex-prefeito de São Luís, Edivaldo Holanda Jr.. Tudo indica que o braço maranhense do MDB definirá sua posição num grande debate interno.

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César Pires aponta para racha no grupo de Flávio Dino após escolha de candidato

Líder da oposição na Assembleia Legislativa, deputado estadual diz que já existe na Casa deputados estaduais se alinhando a grupos do vice-governador Carlos Brandão e do senador Weverton, o que gerará insatisfações internas a partir do posicionamento do governador

 

Em entrevista ao jornalista Clóvis Cabalau, César Pires apontou para provável racha no grupo de Flávio Dino

O líder da oposição na Assembleia Legislativa, deputado César Pires (PV) previu nesta quinta-feria, 15, um iminente racha no grupo do governador  Flávio Dino no processo eleitoral de 2022.

Segundo Pires, assim como ocorreu com o grupo Sarney -a  partir do rompimento do ex-governador José Reinaldo Tavares – a decisão de Dino levará a insatisfações que ajudarão neste processo de racha.

– Já existe na Assembleia deputados se posicionando claramente como membro do grupo A ou B,. referindo-se ao vice Carlos Brandão e ao senador Weverton – disse Pires, em entrevista ao quadro Bastidores, do programa Bom Dia Mirante.

Para Pires, este processo de racha beneficiará a oposição, que acabou definhando ao longo dos últimos anos, por não ter um candidato a governador capaz de agregar os votos.

Neste processo, avalia César Pires, a candidatura do ex-prefeito Edivaldo Júnior pelo PSD também ajudará no surgimento de novos grupos.

Pires confirmou que o projeto de candidatura de Edivaldo é nacional, sem interferência direta da sede estadual do partido; e reafirmou que ajudará na construção da candidatura.

Quanto o seu próprio futuro partidário, o deputado confirmou que trocará o PV pelo PSD na janela partidária de abril do ano que vem.

E se manterá como oposicionista na Assembleia…

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Começa o processo de escolha de Marcelo Tavares para o TCE

Com a aposentadoria do Conselheiro Nonato Lago, anunciada nesta quarta-feria, 14, Assembleia Legislativa deverá abrir o prazo de inscrições de candidatos a vaga para votação dos parlamentares

 

Marcelo Tavares deve ser facilmente escolhido na Assembleia Legislativa para a vaga no TCE

Único nome anunciado até agora como candidato à vaga de conselheiro do Tribunal de Contas do Estado, o chefe da Casa Civil e deputado estadual Marcelo Tavares já se prepara para campanha entre os colegas de Assembleia Legislativa.

O conselheiro Nonato Aragão, que está em vias de aposentadoria, anunciou nesta quarta-feira, 14 a sua renúncia da presidência, primeiro passo para deixar a vaga no TCE.

Marcelo Tavares vinha articulando pela vaga desde o fim das eleições de 2018, mas seu nome ganhou força e se consolidou após reunião, em maio, com representantes da República, em jantar com o senador Weverton Rocha (PDT), em Brasília.

Praticamente toda a base de apoio do senador deve votar em Tavares, que tem o apoio, também, dos demais parlamentares, incluindo membros da própria oposição.

Após escolha de Marcelo Tavares, especula-se que a Assembleia deve abrir nova vaga, com a antecipação da aposentadoria do conselheiro Edmar Cutrim.

Mas esta é uma outra história…

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“Sistema” encontra em Eduardo Leite a terceira via de 2022

Governador do Rio Grande do Sul é apoiado por setores importantes da economia e tem a simpatia da Rede Globo, que já trabalha no debate presidencial uma pauta de inclusão de movimentos LGBTQIA+, de negros e do feminismo

 

Branco, bonito, gay e com índices de eficiência exemplares no Rio Grande do Sul, Eduardo Leite se encaixa no padrão 2022 da “terceira via” na corrida presidencial

Ensaio

A declaração pública sobre sua sexualidade no programa “Conversa com Bial”, da Rede Globo, elevou o governador do Rio Grande do Sul (PSDB) à condição de potencial “terceira via” nas eleições de 2022.

Há tempos o sistema procura uma alternativa à polarização radical entre o atual presidente Jair Bolsonaro (Sem partido) e o ex-presidente Lula (PT); entenda-se por sistema o tripé formado por mercado, Judiciário e grande mídia – Rede Globo à frente.

Está claro que o “sistema” não suporta Bolsonaro; tampouco morre de amores por Lula.

A opção Eduardo Leite começa a ser construída partir de uma pauta pré-estabelecida, incluindo no debate questões como a dos LGBTQIA+, o movimento negro e o feminismo, em voga nas redes sociais.

Ao declarar-se gay em plena semana do “Orgulho LGBTQIA+ – e em um programa como o de Pedro Bial, com forte repercussão entre os formadores de opinião – Eduardo Leite correu um risco calculado.

E foi amplamente amparado pela própria pauta global, que vem dando abertura sistemática às questões gay, aos negros e às mulheres.

Para os incentivadores da “terceira via” a repercussão foi a melhor possível.

Apesar das piadinhas de grupos radicais de ultradireita, a declaração de homossexualidade de Eduardo Leite foi recebida com respeito por candidatos de centro-esquerda, enroscados na própria pauta progressista.

A Rede Globo e seus satélites trataram de manter o assunto em pauta nos dias seguintes, incluindo em horário nobre um programa exclusivo para tratar das “falas de orgulho” de gays, lésbicas, transsexuais, intersexuais e assexuais.

A TV Globo ampliou fortemente a pauta LGBTQIA+ em 2021, numa espécie de ensaio para 2022, onde o tema estará na agenda presidencial

Primeiro candidato a presidente assumidamente gay na história das eleições brasileiras – e ancorado em bons resultados do seu governo no Rio Grande do Sul – Eduardo Leite pode conquistar eleitores à esquerda e à direita.

E tem poder para calar vozes contrárias entre militares e no movimento evangélico, escaldados pelo fracasso da aposta no tresloucado Jair Bolsonaro.

E assim se constrói uma terceira via eleitoral…

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Weverton Rocha no centro das discussões nacionais do PDT

Ao lado do presidente do partido, Carlos Lupi, senador maranhense articula alianças nacionais com PT, PSB, PSOL, PCdoB e partidos de centro, como PSD e DEM, em que inclui no debate também as eleições nos estados

 

A articulação de Weverton com Lula parte da eleição presidencial e prevê a aliança entre o PDT e o PT em vários estados, incluindo o Maranhão

Tendo o ex-ministro Ciro Gomes como pré-candidato a presidente, o PDT é um dos partidos com maior articulação nacional para as eleições de 2022; e no centro destas discussões está o senador maranhense Weverton Rocha, ele próprio um pré-candidato a governador.

Ao lado do presidente nacional do partido, Calos Lupi, Weverton é interlocutor direto de lideranças do PT, do PSOL, do PCdoB, do PSB e até com partidos de centro, como o PSD e o DEM. 

Em todas as discussões, além da corrida presidencial, o PDT discute também as alianças nos estados, com foco nas candidaturas aos governos e suas contrapartidas na eleição presidencial.

Interlocutor privilegiado no partido, Weverton Rocha já esteve com o ex-presidente Lula (PT), com o ex-presidenciável Guilherme Boulos (PSOL) e com o deputado Orlando Silva (PCdoB-SP).

Com todos eles, o senador maranhense discutiu alianças nos estados, incluindo o Maranhão.

Weverton tem articulado com o psolista Guilherme Boulos e o comunista Orlando Silva alianças de centro-esquerda em São Paulo, no Rio e no Maranhão

Nas últimas semanas, Weverton recebeu de Carlos Lupi a missão de conversar também com o PSD, de Gilberto Kassab, que deve ter como candidato a presidente o atual presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (DEM-MG).

Além da articulação nacional, o PSD tem pré-candidatos a governador em vários estados, incluindo o Maranhão, onde terá o ex-prefeito Edivaldo Júnior.

Como pré-candidato a governador e interlocução privilegiada no PDT, Weverton tem autonomia para discutir alianças, propor acordos e montagem de chapas, ampliando seu poder de articulação para além do Senado.

E esta articulação terá influência direta também nas eleições maranhenses…