Uma simples questão de ética e respeito à lei…

Há questões envolvendo os ministros Flávio Dino e Alexandre de Moraes que levantam dúvidas sobre a isenção e a imparcialidade para julgar o processo contra o ex-presidente Jair Bolsonaro no Supremo Tribunal Federal

 

CONTAMINAÇÃO EMOCIONAL. Na opinião do escritor e acadêmico Joaquim Haickel, Flávio Dino e Alexandre de Moraes não têm isenção para julgar Bolsonaro

Por Joaquim Haickel*

Hoje, mais cedo, fiz uma postagem, que reproduzo abaixo, que gerou alguma repercussão e por isso resolvi voltar ao assunto e pedir ajuda, mas não aos universitários, resolvi pedir ajuda aos professores e fiz os dois questionamentos abaixo ao Chat GPT. Vejam quais foram as respostas!…

  • Minha postagem de hoje cedo:

“O conforto de Dino causa desconforto a quem defende a ética e a imparcialidade.

Flávio Dino disse recentemente que ele não sente desconforto algum em ter que julgar Bolsonaro. Ora, o problema não é o desconforto dele! O problema é o desconforto daqueles que acreditam que é muita falta de ética de um juiz, no caso ele, em não se declarar impedido em julgar alguém a quem já chamou anteriormente de demônio!

O código de ética e a lei orgânica da magistratura estabelecem que um juiz tem que julgar com imparcialidade, tanto que a alegada parcialidade de Moro, no julgamento de Lula, foi uma das causas da anulação do julgamento e descondenação do réu.

No caso de Dino, julgando Bolsonaro, fica a pergunta: como é possível alguém ser imparcial ao julgar uma pessoa que em sua opinião é o próprio demônio?”

Minhas perguntas ao ChatGpt:

1 – “Tendo como base o código de ética e a lei orgânica da magistratura, qual deve ser a atitude de um juiz que recebe a incumbência jurisdicional de julgar uma pessoa sobre a qual esse mesmo juiz disse ser “o próprio demônio”.

2 – “Tendo como base o código de ética e a lei orgânica da magistratura, qual deve ser a atitude de um juiz que recebe a incumbência jurisdicional de julgar uma pessoa que é acusada de planejar o assassinato do referido juiz?

As respostas do ChatGpt:

“Em ambos os casos, o juiz deve tomar medidas conforme o Código de Ética da Magistratura e a Lei Orgânica da Magistratura, que buscam garantir a imparcialidade e a confiança pública no Poder Judiciário. Abaixo estão as diretrizes para cada situação:”

1. Juiz que afirmou ser “o próprio demônio” sobre uma pessoa que deve julgar:

  • “De acordo com o Código de Ética da Magistratura Nacional (Resolução nº 135/2011 do CNJ) e a Lei Orgânica da Magistratura (Lei Complementar nº 35/1979), o juiz deve agir com imparcialidade e evitar qualquer declaração ou atitude que comprometa a sua independência ou a confiança pública na justiça.”
  • Imparcialidade: “O juiz não pode ter qualquer tipo de preconceito ou animosidade em relação às partes envolvidas no processo. Fazer uma declaração tão contundente e negativa como essa pode configurar perda da imparcialidade, o que comprometeria a validade do julgamento.”
  • Dever de Isenção:A Lei Orgânica da Magistratura prevê que, em casos de dúvida sobre a imparcialidade do juiz, ele deve se declarar suspeito e se abster de julgar o caso, a fim de garantir que o processo seja conduzido de maneira justa.”
    “Portanto, diante de uma declaração tão negativa, o juiz deveria se declarar suspeito e remeter o caso para outro magistrado, a fim de preservar a integridade do julgamento e a confiança pública.”

2. Juiz que deve julgar uma pessoa acusada de planejar o assassinato do próprio juiz:

  • “Neste caso, a situação é ainda mais delicada, pois envolve uma ameaça direta à vida do juiz.”
  • Imparcialidade: “Mesmo em casos em que o juiz é pessoalmente afetado por uma situação, ele ainda deve se pautar pela imparcialidade. Contudo, o juiz não pode ser considerado imparcial em um processo em que ele é diretamente envolvido de forma pessoal ou emocional, como é o caso de uma ameaça à sua vida.”
  • Dever de Abster-se: “A Lei Orgânica da Magistratura, em seu artigo 254, determina que o juiz deve se abster de atuar no julgamento de processos em que ele tenha interesse pessoal ou se sentir emocionalmente comprometido. No caso de uma ameaça ao próprio juiz, ele deve se declarar suspeito.”
  • Desafastamento do Caso: “Para garantir a imparcialidade do julgamento e evitar qualquer dúvida quanto à justiça do processo, o juiz deve se abster de atuar no caso e solicitar a substituição por outro magistrado.”

Em ambos os casos, a atitude correta é o juiz se declarar suspeito e se afastar do julgamento, garantindo a imparcialidade do processo e a confiança pública na justiça.

O primeiro caso se refere ao ministro Flávio Dino que disse que Bolsonaro “é o próprio demônio” – Não acredite em mim? Acesse aqui. 

E o segundo caso se refere ao fato de uma das acusações contra o denunciado, constante do processo contra ele, é ter participado da trama para matar o ministro Alexandre de Moraes. (Veja aqui)

Portanto ambos deveriam se considerar impedidos de participar do julgamento de Bolsonaro…

*Joaquim Haickel é membro da Academia Maranhense de Letras

Corrupção na gestão de Paço já dura mais de 60 anos, calcula Francisco Neto…

Candidato do Partido Novo aponta que nas últimas seis décadas os prefeitos do município ou foram presos ou fugiram e perderam o mandato o que força o eleitor analisar os perfis dos atuais postulantes de 2024

 

Francisco Neto foi entrevistado pelos jornalistas da Mirante News, no programa Panorama

Em contundente entrevista ao programa Panorama, da Rádio Mirante News, o empresário Francisco Neto (Novo), candidato a prefeito de Paço do Lumiar fez uma análise histórica da situação do município nas últimas décadas e da responsabilidade do eleitor em mudar esse quadro.

De acordo com Francisco, a história de décadas mostra que Paço do Lumiar sofreu com prefeitos que foram presos ou fugiram , perdendo o mandato no meio do caminho.

Nos últimos 63 anos, Paço do Lumiar tem enfrentado problemas sérios de corrupção e má gestão, com prefeitos sendo presos ou fugindo. O eleitor precisa analisar os perfis e votar de forma ética, sem vender seu voto”, afirmou.

O candidato mostrou-se diretamente envolvidos com as diretrizes do Partido Novo, focada na ética e no compromisso coma gestão pública, o que não encontrou no partido anterior, pelo qual concorreu em 2020.

O Partido Novo casa muito bem com minhas diretrizes e ética como político”, disse. (assista aqui a íntegra da entrevista)

Na entrevista, o candidato do Noivo mostrou também suas prioridades para Paço do Lumiar.

  • Geração de emprego com melhoria da infraestrutura e investimentos na agricultura local, aumentando a produção;
  • regulamentação do transporte alternativo e reorganização da linhas de ônibus e implantação do serviço de vans e carrinhos;
  • reestruturação das Unidades Básicas de Saúde e construção de grandes hospitais para atender a crescente população municipal

Na batalha entre a ex-prefeita afastada por corrupção e um candidato que usa tornozeleira por causa da corrupção, Francisco Neto é a opção de terceira via em Paço do Lumiar, com propostas claras e gestão empresarial da prefeitura.

O candidato foi o terceiro colocado em 2020 e busca ocupar os espaços deixados pelo vácuo da corrupção em 2024…

Com informações do blog do Linhares

1

Andrea Murad recorre de decisão sobre caso Levi Pontes…

 

ÉTICA. Andrea mostra os artigos d decoro que pontes quebrou

A deputada Andrea Murad (PMDB) anunciou ontem, 13, recurso contra a decisão da Comissão de Ética, publicada no Diário Oficial na última quinta-feira, 8.

A deputada criticou as alegações do relator do processo, deputado Rogério Cafeteira (PSB), líder do governo, de que faltaram “provas robustas” e de que o áudio do deputado Levi é considerado “prova ilícita”.

– A questão do deputado Levi não se trata apenas da gravação em si. Ela vai da mentira em tribuna dizendo que os peixes eram comprados com recursos próprios, assim que ele sai da tribuna, dá uma declaração a nível nacional de que a prefeitura de Chapadinha fez uma licitação. A comissão de Ética não precisa julgar a forma com que o conteúdo foi divulgado, a questão da gravação clandestina ou não, quem julga é a justiça. Mas, o deputado faltou com o decoro parlamentar, o deputado faltou com a ética. E simplesmente a Comissão de Ética arquiva minha Representação alegando ‘falta de provas robustas’. O que faltou foi ética por parte dos membros da comissão – disse a parlamentar.

CORPORATIVISMO. Comissão rejeita prova produzida pelo próprio comunista

Trecho da defesa do deputado Levi Pontes diz que “quanto ao áudio que serviu de base e apresentado como principal prova da representação, sustenta o representado, o sr. deputado Levi Pontes, que o mesmo não emite qualquer juízo que denote a prática de ato indecoroso”.

Mas a parlamentar explicou na tribuna que o ato praticado pelo deputado Levi Pontes, o de “pleitear favorecimentos ou vantagens pessoais ou eleitorais com recurso público” configura ato incompatível com a ética e decoro parlamentar, conforme o inciso III do Artigo 12 da Resolução Legislativa nº 448/2004.

Então o que é o decoro parlamentar? Vou ler o que é o decoro parlamentar. ‘É a conduta individual exemplar que se espera ser adotada pelos políticos, representantes eleitos de sua sociedade’, ou seja, conduta individual exemplar. Nós precisamos ter clareza nos nossos atos, decência perante as pessoas. A população está cansada, o Brasil está cansado, os maranhenses estão cansados de tanta roubalheira. O deputado Levi Pontes não só faltou com decoro, ele foi além disso, o que ele mesmo falou nos dá fortes indícios de improbidade, crime eleitoral, pra ter vantagem no ano de eleições, corrupção, isso está muito claro. Por isso espero que o MP haja sem essa proteção do governo, que mandou seus deputados membros da Comissão de Ética salvar a pele do seu companheiro de partido Levi Pontes aqui. Mas decidi submeter ao plenário da casa porque não acredito que os deputados vão desmoralizar mais ainda esta Assembleia mostrando à população que eles acham isso uma prática normal dos políticos – discursou Andrea.

Comissão de Ética da Assembleia diz não haver qualquer investigação contra Fernando Furtado…

macedo

Fábio Macedo diz que ainda não há o que vinvestigar

O presidente da Comissão de Ética da Assembleia Legislativa, deputado Fábio Macedo (PDT), divulgou nota oficial, nesta sexta-feira, 16, em que fala sobre a situação do colega Fernando Furtado (PCdoB), agora interpelado pelo Judiciário Maranhense.

O presidente da Comissão de Ética da Assembleia Legislativa do Maranhão, deputado Fábio Macedo (PDT), esclarece que até o momento não tramita nesta comissão, nenhuma representação de quebra de decoro parlamentar ou quaisquer denúncias que possam atentar contra a ética dos deputados desta Casa – disse a nota assinada por Macedo.

Fernando Furtado foi pilhado em um áudio gravado em uma audiência no município de São João do Caru, no auql ele ataca índios e homossexuais, chama uma juiz federal de covarde e declara ter testemunhado o pagamento de propina de um deputado a um genro de desembargador.

Furtado: ataques pra tudo enquanto é lado..

Furtado: ataques pra tudo enquanto é lado..

Com relação aos ataques a indígenas e homossexuais, entidades entraram com cinco representações, no Ministério Público e na própria Assembleia. Sobre as acusações contra magistrados, o Tribunal de Justiça decidiu interpelar o parlamentar comunista.

Mas, ao que parece, nenhuma destas ações chegou ainda – em forma de documento, à Comissão de Ética da Assembleia.

Abaixo, a íntegra da nota assinada por Fábio Macedo:

NOTA DE ESCLARECIMENTO

O presidente da Comissão de Ética da Assembleia Legislativa do Maranhão, deputado Fábio Macedo (PDT), esclarece que até o momento não tramita nesta comissão, nenhuma representação de quebra de decoro parlamentar ou quaisquer denúncias que possam atentar contra a ética dos deputados desta Casa. 

Denúncias que forem remetidas à esta comissão, como determina o regimento interno da Casa, serão tomadas todas as providencias cabíveis para garantir a transparência, ética e moral do Legislativo Maranhense.

Deputado Fábio Macedo

Presidente da Comissão de Ética