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Brandão irrita-se com pergunta sobre aliança com os Sarney…

Após oito anos ajudando o comunista Flávio Dino a acusar a família do ex-presidente da República pela extrema pobreza do maranhão, governador-tampão mostra incômodo em falar do fato de estar dividindo palanque com o mesmo grupo nestas eleições e destrata repórter em Bacabal

 

Irritado pelo apoio dos Sarney’s, Brandão é grosseiro com repórter e segurança tenta cercear o trabalho jornalístico em Bacabal

O governador-tampão Carlos Brandão (PSB) destratou grosseiramente um repórter em Bacabal, por este ter perguntado sobre sua relação com a família Sarney, após passar oito anos ajudando o comunista Flávio Dino (PSB) a acusá-la pela extrema pobreza no Maranhão.

– Não vou responder à sua pergunta, que é grosseira; e você nem é jornalista – reclamou Brandão, tentando dsqualificar o repórter; mas o mesmo Brandão já havia respondido a outras perguntas do mesmo comunicador.

No vídeo, é possível ver que a segurança do governador-tampão chega a cercar o jornalista para impedir sua aproximação.

Governador-tampão quer a estrutura midiática do Grupo Sarney, mas não quer pagar o ônus do pacto pela miséria do Maranhão

Brandão decidiu aliar-se ao Grupo Sarney para tentar salvar a reeleição, mas a rejeição á aliança tem incomodado tanto o governador quanto os eu padrinho comunista.

Esta semana, o governador tampão selou a aliança ao posar com o próprio José Sarney, em evento na Academia Maranhense de letras; a imagem teve forte repercussão negativa, o que deve ter irrit6ado o preposto de Flávio Dino.

Mas a grosseria com a imprensa não diminuirá a rejeição ao “pacto pela miséria”…

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Imagem do dia: Carlos Brandão, enfim, candidato de Sarney…

Depois de passar oito anos ajudando o comunista Flávio Dino a achincalhar a família e acusar o grupo do ex-presidente da República de ser o responsável pela extrema pobreza do Maranhão, governador-tampão passa a ser o candidato de todos juntos, numa espécie de pacto pela miséria

 

Brandão sela sua campanha sarneysista com foto ao lado de José Sarney, que ele e Flávio Dino passaram oito anos acusando pela miséria do Maranhão

O governador-tampão Carlos Brandão (PSB) é o candidato de Sarney nas eleições maranhenses.

Em pose sorridente ao lado do ex-presidente da República, em solenidade da Academia Maranhense de Letras na noite desta quarta-feira, 10,  Brandão coroa sua campanha, que já vinha sendo ajudada por membros da família e do antigo grupo Sarney.

Brandão passou oito anos ajudando o ex-governador comunista Flávio Dino (PSB) a achincalhar a família Sarney e a atribuir ao grupo Sarney a miséria enfrentada pela população maranhense; miséria que só aumentou no governo comunista.

O próprio Flávio Dino já havia recorrido aos Sarney em busca de apoio, após trocas de acusações com a ex-governadora Roseana Sarney (MDB) pela paternidade da extrema pobreza no estado.

A aliança entre os Sarney, Brandão e Flávio Dino já foi apelidada de “pacto pela miséria”, por reunir no mesmo palanque todos aqueles que tiveram a chance de melhorar as condições de vida do maranhense e só pioraram a situação.

O próprio Brandão tem fortalecido este pacto ao usar cestas básicas no interior em troca de votos.

Numa clara demonstração de que pretende manter tudo como sempre foi…

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Para fugir do tema miséria, Brandão quer debate ideológico; adversários vão discutir a extrema pobreza

Empacotado à esquerda por Flávio Dino, governador-tampão quer usar o ex-presidente Lula como ferramenta ideológica de busca de votos, ignorando o avanço da miséria no governo comunista e as soluções para a enfrentá-la, foco principal de Weverton Rocha, Lahésio Bonfim, Edivaldo Júnior e Simplício Araújo

 

A exibição de cesta básica como troféu é a imagem-símbolo da miséria ampliada no governo Flávio Dino e mantida pelo seu sucessor Carlos Brandão

Ensaio

O governador-tampão Carlos Brandão (PSB) vai tentar de todas as formas fugir do debate sobre o avanço da miséria no Maranhão, que aumentou consideravelmente durante o governo comunista do seu padrinho, Flávio Dino (PSB).

Para isso, tenta transformar o apoio do ex-presidente Lula em uma ferramenta de votos, tentando construir um debate meramente ideológico, entre a esquerda e a direita, apostando na polarização da disputa nacional entre o petista e o presidente Jair Bolsonaro (PL).

Mas o debate no Maranhão é outro; é sobre a fome e como enfrentá-la.

Segundo mostram todas as pesquisas qualitativas; ao eleitor pouco importa qual a relação de candidato A ou B com os presidenciáveis, mas as propostas que ele tem para tirar os milhares de maranhenses da extrema pobreza, ampliada exatamente no governo do comunista Flávio Dino.

Baseado nesta percepção do eleitorado é que o líder nas pesquisas, senador Weverton Rocha (PDT), denominou sua coligação de “Juntos pelo Trabalho”; além do foco na extinção da extrema pobreza no estado – projeto em que Dino e Brandão já fracassaram – o candidato pedetista apresentará soluções para atração de investimentos e geração de emprego e renda.

Para conseguir o que nem Dino nem Brandão conseguiram, Weverton trabalha com uma frente ampla, reunindo todas as forças políticas num só objetivo, independentemente de serem de esquerda ou de direita

E sua relação com o futuro presidente da República, seja ele Lula ou Bolsonaro, será de parceria.

 

Campanha de Weverton será focada no trabalho, com propostas de geração de emprego e renda e combate à extrema pobreza

Também focado na geração de emprego e renda e na atração de investimentos, Simplício Araújo (Solidariedade) vem defendendo esta pauta desde o início da pré-campanha, ainda em 2021; e tem expertise como ex-secretário de Indústria e Comércio.

Tanto Dr. Lahésio Bonfim (PSC) quanto Edivaldo Júnior (PSD) também vão defender na campanha soluções para acabar com a extrema pobreza, acentuada no governo comunista de Flávio Dino e mantida por Brandão.

Para entrar com coerência neste debate, Brandão terá que reconhecer o fracasso do governo Flávio Dino e apresentar soluções que ele próprio ainda não deu nestes quatro meses de governo.

Mas, empacotado por Dino à esquerda, e preferindo fugir do tema miséria, busca grudar seu nome ao de Lula, correndo o risco de perder eleitores de várias tendências ideológicas.

E isso pode ser fatal para o governador-tampão…

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PSTU critica “pacto pela miséria” entre Roseana e Flávio Dino…

Os candidatos a governador, Hertz Dias, e a senador, Saulo Arcangelli, afirmaram que, ao optar por governar para os mesmos grupos econômicos que estavam na base da oligarquia Sarney, Flávio Dino deixou o Maranhão na extrema pobreza; e agora estará no mesmo palanque que a antecessora

Candidatos do PSATU em convenção do partido: “pacto pela miséria” de Flávio Dino e Roseana é alvo de duras críticas

A convenção do PSTU que homologou as candidaturas de Hertz Dias ao governo e de Saulo Arcangelli ao Senado foi marcada por duras críticas ao governo Flávio Dino (PSB), apontado como responsável por deixar o Maranhão em situação de extrema pobreza.

Para Dias, ao optar por  governar para os mesmos grupos econômicos da base da oligarquia Sarney, Flávio Dino aprofundou a miséria do Maranhão deixada pela ex-governadora Roseana Sarney (MDB).

– Os projetos são tão similares que, agora, Roseana e Flávio Dino estarão dividindo o mesmo palanque – disse o candidato a governador.

Segundo ele, para mudar essa realidade, é necessário que a classe trabalhadora tome em suas mãos as tarefas para resolver o problema da fome.

Após se acusarem mutuamente pela extrema pobreza maranhense, Roseana e Flávio Dino firmaram um pacto para as eleições de outubro

A crítica ao “pacto pela miséria” entre Flávio Dino e Roseana foi também foco do discurso de Saulo Arcangelli.

– O Maranhão apresenta os piores indicadores sociais; forte insegurança alimentar e violência fora do controle. Paralelo a isso, eles, que tanto combateram a oligarquia Sarney, agora estarão no mesmo palanque que a mesma – pontuou Arcangeli.

– Flávio Dino deixa sua marca também no campo, com um governo no qual foram registradas 43 mortes de camponeses, indígenas e quilombolas – afirmou.

O discurso na convenção do PSTU mostra que o debate sobre a pobreza do Maranhão, ressaltado no “pacto pela miséria” entre Roseana e Flávio Dino, será o principal tema da campanha eleitoral no Maranhão.

Para desespero dos que querem esconder esta situação…

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Flávio Dino silencia sobre 40 cidades do Maranhão na extrema pobreza

Ex-governador que piorou ainda mais os índices de miséria da população maranhense tenta fugir do debate, mas é obrigado a conviver com números do IBGE e de outros órgãos que mostram o seu fracasso no governo

 

Comunista aumentou o número de miseráveis no Maranhão e agora se esconde do debate sobre o desenvolvimento do estado

Fracassado em sua principal promessa de campanha – tirar os municípios maranhenses do mapa da miséria – o ex-governador Flávio Dino (PSB) foge de qualquer debate sobre o assunto.

E foge por que seu governo comunista aumentou ainda mais o número de miseráveis no estado: foram mais 400 mil em sete anos de mandato.

O último levantamento do IBGE, de 2019, mostra que o Maranhão é o estado brasileiro com o maior número de cidades na extrema pobreza: são 40 municípios nesta situação.

Flávio Dino ainda é obrigado a ver o vizinho Piauí comemorar o fato de não ter mais nenhuma cidade na lista de miseráveis.

Em seu silêncio sobre a pobreza maranhense, o ex-governador comunista conta com a complacência de setores inteiros da mídia – incluindo a a parte sarneysista – hoje alinhados ao seu projeto de poder.

Mas os números falam mais alto e continuam a ecoar, envergonhando o governador que prometeu melhorar o estado e piorou ainda mais sua situação.

E os números não mentem, jamais…

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De como Flávio Dino empobreceu ainda mais o Maranhão após sete anos de governo

Ex-governador tenta sufocar o debate sobre a miséria no estado, que ele deixou com mais 400 mil habitantes na linha da pobreza, o pior acesso à saúde pública, 65% trabalhando sem carteira assinada, aumentos escorchantes de impostos e o pior saneamento básico do país

 

Flávio Dino empobreceu o Maranhão, reduziu sua força de atração de investimentos, quebrou empresas e aumentou impostos, como um típico comunista

Análise de conjuntura

O ex-governador Flávio Dino (PSB) fez um acordo milionário com setores da mídia maranhense – emissoras de TV, rádios, jornais, blogs e portais – para que o assunto “miséria no Maranhão” fosse varrido para debaixo do tapete.

Dino não quer debater o fato de que, em seus sete anos de governo, o Maranhão empobreceu ainda mais.

E ele foi responsável direto pela miséria do estado, com uma política de arrocho salarial, aumento abusivo de impostos, favorecimento a grandes empresas em detrimento de outras e baixíssimo nível de atração de investimentos. (Releia aqui, aqui, aqui, aqui, aqui e também aqui)

O Maranhão pós-Flávio Dino é bem mais miserável que o Maranhão de 2014, quando o comunista foi eleito governador.

São exatos 400 mil novos maranhenses na extrema pobreza, segundo dados de 2021 do IBGE, divulgados pela ex-governadora Roseana Sarney.

O Maranhão é também o pior estado em saneamento básico; e tem 65% da população ativa trabalhando sem carteira assinada. (Saiba mais aqui)

Com uma política escorchante de aumento de impostos e favorecimentos a grandes empresários, Flávio Dino quebrou setores econômicos inteiros.

Quando assumiu, em 2015, o ex-governador fez uma promessa: tirar os municípios maranhenses da lista dos piores IDHs do país.

Fracassou retumbantemente.

Na virada do primeiro para o segundo mandato, continuou a culpar o Grupo Sarney pela pobreza; agora, no final do seu mandato, sem poder mais culpar os Sarney – até porque, está com eles no mesmo palanque – responsabiliza, pasmem!, o presidente Jair Bolsonaro (PL) pela miséria do Maranhão. 

Flávio Dino pode comprar parte da mídia para esconder seus números.

Mas os números são fáceis de encontrar nos dados divulgados pelos órgãos independentes.

E os números não mentem.

Jamais… 

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Simplício detona governo Brandão: “Não disse até hoje a que veio”

Em dura crítica nas redes sociais – que atingiu também o senador Weverton Rocha – pré-candidato do Solidariedade aponta que o governador-tampão quer manter o Maranhão nos moldes dos últimos quatro anos e não apresentou nenhum projeto para os próximos anos

 

A postagem de Simplício nas redes sociais: “Brandão ainda não disse a que veio”, provocou o pré-candidato

O pré-candidato do Solidariedade ao Governo do Estado, Simplício Araújo, partiu pra cima dos adversários Carlos Brandão e Weverton Rocha, em suas redes sociais.

Ao dizer que não concorda com o modelo de política adotado pelos dois principais candidatos, Simplício critica a busca desenfreada por alianças.

Mais duro, no entanto, ele foi com a gestão do governador-tampão Carlos Brandão (PSB), sem nenhuma proposta concreta para o Maranhão.

– Carlos Brandão não disse até hoje a que veio. Acha que nos próximos quatro anos o Maranhão deve continuar como nos últimos quatro e aponta os famosos “projetos” que nunca ficarão prontos – atacou Simplício.

A crítica de Simplício Araújo encontra respaldo na letargia de Brandão no governo.

Prestes a completar 60 dias no cargo, o governador-tampão não apresentou nenhum tipo de projeto estruturante para o estado; e tem pautado sua agenda em festas, inauguração de restaurantes populares e distribuição de cestas básicas.

Para Simplício Araújo, essas ações “jamais ajudarão o Maranhão a sair da situação atual, com baixos indicadores sociais”.

É a verdade e a realidade se impondo ao projeto de poder inventado por Flávio Dino…

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Culpar Sarney de novo pela miséria, comunistas?!? Não dá mais, né?!?

Desde que saiu a notícia de que a pobreza extrema no Maranhão se manteve durante o governo Flávio Dino, blogs alinhados ao Palácio dos Leões voltaram com a mesma cantilena de responsabilizar a oligarquia; usar esses discurso cinco anos depois – e após duas vitórias seguidas do comunista – é cinismo puro

PLACA REPRESENTA BEM A SITUAÇÃO DE MISÉRIA EM QUE O MARANHÃO SE ENCONTRA, mesmo após cinco anos de governo comunista

Editorial

Blogs e jornalistas alinhados ao Palácio dos Leões entraram em polvorosa desde a manhã de ontem, quando foi divulgada a Síntese dos Indicadores Sociais do IBGE, mostrando que Flávio Dino (PCdoB) fracassou no combate à pobreza no Maranhão. (Entenda aqui)

Eles saíram-se com a velha cantilena, usada desde 2006 – quando Jackson Lago (PDT) derrotou o Grupo Sarney pela primeira vez – de que a culpa da pobreza é da tal “oligarquia Sarney”.

Ora, chega a ser vergonhoso que os aliados de Flávio Dino ainda tentem fazer média com o Palácio dos Leões usando argumentos surrados, que nem o próprio comunista acredita mais. (não entendeu? Entenda aqui e aqui)

– Essa triste realidade dificulta ainda mais estados pobres, como o Maranhão que foi herdado da oligarquia Sarney, de saírem desta situação – justifica um dos releases espalhados pelos palacianos. (Leia aqui)

Flávio Dino venceu as eleições de 2014 e assumiu em 2015 com o discurso poderoso de que, em quatro anos, nenhuma cidade do Maranhão estaria mais na relação da linha de pobreza.

Fracassou na missão.

NEM O PRÓPRIO FLÁVIO DINO AINDA INSISTE NO DISCURSO DE OLIGARQUIA SARNEY; sinal de que seus aliados ainda vivem numa bolha criada pelo Palácio dos Leões

Mesmo assim, se reelegeu em 2018, com o mesmo discurso e culpando o grupo Sarney pela própria incapacidade de combater a miséria maranhense.

O governador comunista elegeu dois senadores, a maioria da bancada na Câmara Federal e já está um ano no poder.

O grupo Sarney não tem mais nenhum representante legítimo nas instâncias de poder em Brasília – Câmara e Senado – e o único representante da família na Assembleia é Adriano Sarney (PV), que faz solitária, mas digna oposição ao governo que prometeu mudar o estado..

É cínico, portanto, que os aliados comunistas ainda tentem jogar nos outros a culpa do próprio fracasso.

Simples assim…

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Gil Cutrim quer dobrar verbas para merenda escolar nos municípios em situação de extrema pobreza

Projeto apresentado nesta semana também determina a atualização monetária anual das transferências do programa

 

Diante da defasagem dos valores do Programa Nacional de Alimentação Escolar (PNAE) nos últimos anos, o deputado federal Gil Cutrim (PDT-MA) apresentou um projeto de lei que determina a atualização monetária anual das transferências do programa e amplia o valor per capita de merenda escolar destinado a escolas situadas em municípios em situação de extrema pobreza.

Ao justificar o texto, o parlamentar lembra que a última atualização da tabela de valores ocorreu em 2017, após um período de sete anos sem reajuste, sendo uma correção considerada insuficiente para as necessidades do PNAE.

Na época, o governo federal anunciou o aumento de 20% para a merenda escolar, percentual que representa apenas um terço da inflação acumulada no período (de 2010 a 2016), que foi de 58,27%, conforme o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA).

Com isso, a merenda servida nos ensinos fundamental e médio passou de R$ 0,30 para R$ 0,36 por aluno por dia. Se fosse corrigida de acordo com a inflação, deveria custar R$ 0,48 por dia.

Atualmente, o Governo Federal atualiza os valores de acordo com suas disponibilidades, opções orçamentárias e índices de sua escolha. Com o intuito de garantir essa correção da tabela, a proposta do pedetista pede que os valores sejam reajustados anualmente, pela variação do Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC).

“Trata-se de um programa importantíssimo, que beneficia cerca de 42 milhões de estudantes de escolas públicas diariamente. Não é aceitável que algo dessa magnitude enfrente problemas por falta de reajuste”, afirma Gil Cutrim.

Outra preocupação do deputado é com as escolas localizadas em municípios em situação de extrema pobreza. Pelo projeto do pedetista, os valores destinados a essas unidades de ensino corresponderão ao dobro dos recursos destinados às escolas das demais localidades.

“Com a medida apresentada, espero contribuir enormemente para a redução das disparidades educacionais observadas hoje no Brasil”, acrescenta.

Por fim, o PL 3086/2019 pede que os custos adicionais das medidas apresentadas sejam cobertos pelo Fundo Social, estabelecendo a aplicação preferencial dos recursos nas ações. Reforça, ainda, que as verbas destinadas serão acrescentadas ao mínimo obrigatório previsto na Constituição Federal. Municípios em situação de extrema pobreza Consideram-se municípios em situação de extrema pobreza aqueles nos quais 30% ou mais das famílias se enquadram nessa mesma estatística.

Dados recentes do IBGE identificaram 459 municípios em situação de extrema pobreza. Os maiores percentuais foram registrados no Maranhão, Piauí, Ceará, Bahia, Pará, Alagoas e Pernambuco.

Hoje, no Brasil, quase 9,5 milhões de crianças e adolescentes de até 14 anos vivem em extrema pobreza. Ou seja, com renda domiciliar mensal inferior ou igual a um quarto de salário mínimo. As informações são do Cenário da Criança e do Adolescente 2019, feito pela Fundação Abrinq com base nos dados mais recentes do IBGE.