Eduardo Braide presente nas questões estaduais…

Prefeito de São Luís envolve-se cada vez mais em assuntos que deveriam dizer respeito ao governo, e amplia prestígio nas redes sociais

PRESENTE NO APAGÃO. Eduardo Braide manifestou-se imediatamente sobre o apagão que abateu São Luís na noite deste domingo, 26

O prefeito de São Luís imiscuiu-se nos últimos dias em duas questões sociais que, tecnicamente, não deveriam dizer respeito à sua gestão.

  • no sábado, 25, ele orientou a Guarda Municipal a fazer rondas contra bandidos, diante dos ataques de facções na Grande São Luís;

“A Guarda Municipal fez prisões e abordagens com revista em vários bairros da cidade na noite deste sábado”, informou o prefeito, com imagens da ação de sua corporação. (Veja o vídeo abaixo)

  • neste domingo, 26, o prefeito também agiu pessoalmente para entender o apagão de quase uma hora que atingiu a região metropolitana.

“Acabo de falar com a direção da Equatorial que informou que a causa do apagão em vários bairros da cidade foi causado por um problema na subestação da Eletronorte na entrada de São luís (…) Vamos acompanhar toda a situação”, postou o prefeito, em meio ao blackout.

PRESENTE NA SEGURANÇA PÚBLICA. Equipes da Guarda Municipal estão nas ruas, em ações de revista e detenção de suspeitos em toda São Luís

As duas questões são eminentemente de responsabilidade do governo Brandão (PSB), mas ao se movimentar em relação a elas – e mostrar essa movimentação em redes sociais – o prefeito ocupa um espaço político na esfera estadual.

E amplia fortemente o seu prestígio entre os eleitores.

O que pode ser medido pela repercussão de suas postagens…

Editorial: os alertas-fake sobre criminalidade e a guerra política entre dinistas e brandonistas

Narrativas em grupos de Whatsapp e em blogs alinhados ao Palácio dos Leões tentam vincular suposta onda de ataques a comunistas, que respondem apontando falência do sistema de segurança

 

ALERTA OU ESTÍMULO?!? Ao disseminar suposta onda de crimes para culpar adversários, aliados de um lado e de outro podem estar provocando essa onda

Editorial

A guerra aberta entre aliados do governador Carlos Brandão (PSB) e remanescentes do governo Flávio Dino ganhou desde a quarta-feira, 22, um novo capítulo de fake-news e troca de acusações baratas.

  • grupos de whatsapp começaram a espalhar áudios com supostos alertas de ataques em comunidades de São luís;
  • logo em seguida, blogs alinhados ao governo Brandão passaram vincular os tais ataques aos comunossocialistas;
  • os dinistas respondem acusando o próprio Brandão de ter falido os sistema de segurança pública no Maranhão.

Mas as narrativas são todas falsas.

Não existe qualquer onda de ataques, de criminalidade ou de guerra de facções em São Luís.

  • a estratégia é a mesma usada desde 2006, quando eclodiu a guerra política entre grupo Sarney e os aliados do então prefeito Jackson Lago (PDT);
  • desde então, a prática – que acaba sendo tão criminosa quanto os crimes que anunciam – passou a ser usada como arma política contra adversários.

Sempre foi atribuída à antiga imprensa sarneysista – hoje diluída em brandonistas e bolsonaristas – a tática de espalhar que os comunistas têm um dedo na criminalidade, que controlam facções e têm comando para determinar ações em São Luís e no interior.

A prática, covarde, tem o objetivo de jogar um segmento político contra a população.

mas, na verdade, joga contra a própria população.

Simples assim…

Ação de Braide na segurança incomoda governo Brandão…

Na mesma semana em que vídeo sobre sua possível candidatura a governador repercutiu nas redes sociais, prefeito de São Luís apresenta projeto em meio à guerra urbana causada por morte de motociclista

 

SEGURANÇA NAS RUAS. Braide anunciou reforço às ações da Guarda Municipal e incomodou aliados do governo Brandão

O prefeito Eduardo Braide (PSD) tem usado sua gestão para fazer contraponto político-administrativo ao governador Carlos Brandão (PSB) na capital maranhense.

  • esta semana ele criou o programa “Patrulha Ronda na Rua”, de reforço às ações da Guarda Municipal;
  • o projeto foi apresentado em meio ao caos urbano gerado pelo assassinato do motociclista Franklin César.

Apresentado nas redes sociais do prefeito, o projeto Patrulha Urbana ganhou forte repercussão entre os ludovicenses e incomodou o governo Brandão, a julgar por postagens na mídia alinhada ao Palácio dos Leões. (Veja aqui e aqui)

“A Guarda Municipal não consegue garantir nem mesmo a segurança nos terminais de integração do transporte público”, foi a tônica da crítica à proposta do prefeito.

Braide nunca falou se disputará ou não o Governo do Estado em 2026, mas lidera todas as pesquisas de intenção de votos.

E parece ser, neste momento, o maior incômodo para o governo Brandão…

Influencer’s do crime, braços das facções…

Pessoas como Tainá Sousa, vindas das periferias e comunidades esquecidas – e que, de repente, alcançam fortunas patrocinadas pela máfia dos jogos – estão dispostas até a matar para manter o status quo

 

INFLUENCIADORA DO CRIME. Tainá Sousa é levada à Seic para explicar por que tinha a “lista da morte” de jornalistas, políticos e policiais

Editorial

Desde 2023, todas as influencer’s digitais alcançadas pela polícia nas operações contra os jogos do tigrinho – todas, sem exceção – surgem na mídia com algum tipo de envolvimento com o crime organizado: facções criminosas, máfia chinesa ou exploradores de caça-níqueis.

É por isso que, capturadas, mostram-se capazes de matar, como revelado na “lista da morte” da influenciadora Tainá Sousa, presa na última operação policial deste tipo.

  • no desespero das investigações Tainá Sousa festejou a morte do jornalista Luís Cardoso, ocorrida em abril deste ano;
  • e estudou eliminar o jornalista Domingos Costa, o deputado estadual Dr. Yglésio (PRTB) e o delegado Pedro Adão. 

“Esse tipo de influencer geralmente é pessoa sem perspectiva alguma, sem estudo e de comunidades carentes, que de repente, aliciada pelos “tigrinhos” da vida, se veem às voltas com fortunas fáceis; e não conseguem se ver mais de volta à  condição de pobreza. Por isso, mostram-se dispostas a tudo, até a matar”, analisou o deputado Yglésio, a pedido deste blog Marco Aurélio d’Eça.

Gente como Tainá Sousa, Skarlete Mello e outros envolvidos com os jogos do tigrinho não influenciam absolutamente nada para o bem do Brasil; são espécies de influencer’s do crime, braços de facções. (Saiba mais aqui, aqui, aqui, aqui e aqui)

  • os jogos legais e ilegais de internet movimentaram R$ 230 bilhões em 2024 no Brasil;
  • esse valor é praticamente o mesmo usado na saúde pública e privada no mesmo período.

Pessoas como Tainá Sousa e Skarlete são pagas para mentir sobre o tigrinho, criando a ilusão na pessoa pobre e viciada de que pode enriquecer – assim como ela – com as apostas on-line.

Mas não podem.

  • Tainá Sousa e outros enriquecem, na verdade, com a lavagem do dinheiro do crime;
  • elas são aliciadas por facções, pela máfia do contrabando e das máquinas caça-níqueis.

São imóveis, carros de luxo, bolsas caras, viagens internacionais, spas caríssimos e festas – muitas festas – tudo pagos por estes criminosos, que aproveitam a vida nababesca dos tais influencer’s para lavar seu dinheiro.

Sem preparo emocional, esses “influencer’s do nada” entram em desespero ao menor risco de perder este status quo.

E para evitar, decidem matar quem os ameaça.

É simples assim…

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O crime organizado e as eleições no Maranhão…

Caso hoje investigado pela Justiça Eleitoral já foi tema recorrente neste blog, que amargou até processo de poderosos por especular sobre o assunto, processo que, felizmente, foi julgado improcedente na justiça maranhense

 

RISCOS. Gilmar Mendes mostra preocupação com o financiamento criminoso de campanhas por agiotas e facções

Este blog foi o primeiro a alertar, ainda no início de 2014, sobre a participação de criminosos em todos os aspectos do processo eleitoral no Maranhão. (Releia aqui, aqui e aqui)

O blog sempre apontou envolvimento de agiotas com candidatos e o envolvimento de facções criminosas do tráfico de drogas em campanhas políticas.

A abordagem deste tema gerou até processos do hoje governador Flávio Dino (PCdoB), que, não se sabe por qual motivo, parece ter vestido a carapuça. Felizmente, a ação de Dino foi arquivada pela Justiça. (Releia aqui)

Às vésperas da eleição de 2014, o blog de Robert Lobato também entrou no tema e cravou o post Crime Organizado quer ganhar a eleição no Maranhão”, que repercutiu fortemente nos meios policiais.

Agora, é a própria Justiça Eleitoral quem admite a participação do crime organizado no processo eleitoral no Maranhão, assunto, segundo o Tribunal Superior Eleitoral, já investigado pela Agência Brasileira de Inteligência (ABI).

CRIME ORGANIZADO. A destruição de ônibus e queima de aparelhos públicos foram intensos às vésperas da eleição de 2014

E o TSE fala exatamente do que este blog falou há quatro anos; o dinheiro da agiotagem que financia políticos vem das facções criminosas que dominam o Complexo Penitenciário de Pedrinhas.

– No Maranhão, nós acompanhamos a situação de agiotas financiando as eleições, com dinheiro que viria do PCC. Tudo isso é preocupante. Não podemos querer que o quadro da política no Brasil, que já não é exemplar, se torne ainda pior – alertou o presidente do TSE, ministro Gilmar Mendes, em matéria repercutida desde o fim de semana em vários jornais.

Leia também:

As facções criminosas; um resgate histórico no Maranhão…

Ataques a ônibus: governo tenta negociar com criminosos…

Histórias de agiotagem…

ABAFA. Ações do governo Flávio Dino pararam quando começou a pegar os próprios aliados do governador, como Miltinho Aragão, que apoia Jefferson Portela

O curioso é que o próprio governo Flávio Dino anunciou com estardalhaço operações para prender agiotas no Maranhão, logo no início do seu mandato.

O problema é que as operações chegaram perto de aliados do próprio Flávio Dino – e de possíveis apoiadores da campanha do secretário Jefferson Portela, candidato a deputado, o que parece ter arrefecido o ânimo da polícia. (Saiba mais aqui e aqui)

Desde então, nada mais foi feito para investigar este tipo de relação do crime organizado com agiotas que financiam campanhas políticas, sobretudo em regiões do interior maranhense.

Gilmar Mendes mostra-se preocupado com as novas regras eleitorais.  Ele teme que as doações restritas apenas a pessoas físicas levem criminosos a financiar campanhas de forma disfarçada.

Em 2016, por exemplo, quase a metade das 700 mil doações de pessoas físicas apresentaram problemas na Receita Federal, porque os doadores não tinham renda compatível com o valor doado.

Mas, de uma forma ou de outra, mais uma vez este blog larga na frente, fazendo o seu papel, porque alertou sobre o fato quando muitos ainda achavam a desconfiança apenas delírio.

E o tempo provou que se tinha razão…

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Enquanto Flávio Dino e Márcio Jerry tentam reeleger Edivaldo, bandidos dominam São Luís…

Agentes do governo passaram o dia tentando desqualificar os adversários do prefeito de São Luís e não se prepararam para os avisos que começaram desde o início tarde; resultado: incêndios a ônibus e tentativas de incêndios em vários locais

 

ônibus incendiado no Vinhais: crime sem controle

ônibus incendiado no Vinhais: crime sem controle

Se o governador Flávio Dino se preocupasse mais com a segurança, ao invés de usá-la para perseguir adversários no interior, bandidos não estariam tão à vontade para tocar o terror em São Luís, na noite desta quinta-feira, 29.

Se o secretário Márcio Jerry, principal auxiliar de Flávio Dino, não estivesse mais preocupado em plantar factoides contra os adversários do seu candidato em São Luís, o prefeito Edivaldo Júnior (PDT), teria percebido as mensagens criminosas que circularam desde cedo nas redes sociais, onde ele passa praticamente todo o dia.

A única ação da cúpula do governo foi uma foto sem pé-nem-cabeça da cúpula da Segurança, embusteira, em pleno terminal da Cohab, enquanto bandidos agiam nos pontos finais da periferia.

Cúpula da Segurança pagando embuste, ontem, no terminal da Interação na Cohama: fanfarronice

Cúpula da Segurança pagando embuste, ontem, no terminal da Interação na Cohama: fanfarronice

O fato é que, enquanto a dupla Flávio e Jerry de tudo faz para eleger seus candidatos a prefeito – incluindo Edivaldo em São Luís – facções dominam a capital maranhense, expondo a polícia que, também perseguida pelo governo, tenta dar cabo dos bandidos.

E é assim que tem sido, desde o início desta tal mudança.

Que começou exatamente em 2012…

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Márcio Jerry perdeu o juízo…

Jerry quer privar a sociedade de saber fatos como este

Jerry quer privar a sociedade de saber fatos como este

Por Nonato Reis*

Mesmo sem a vivência no ambiente das redações, o jornalista Márcio Jerry, hoje transformado em secretário todo-poderoso de Flávio Dino, construiu uma reputação sólida como professor acadêmico do curso de Comunicação Social da UFMA.

É um teórico, um formulador de políticas de comunicação.

Daí o espanto com a sua nota, publicada ontem em redes sociais, em que exorta jornalistas, radialistas e blogueiros a “não repercutir boatos e ações criminosas”.

Com relação a boatos, estou de acordo. Qualquer informação deve ser cuidadosamente checada, antes de divulgada. Isto constitui o óbvio ululante.

Querer que não se divulguem as ações patrocinadas por bandidas, além de soar pretensioso, constitui desrespeito com a profissão, em primeiro plano, e com a sociedade, que é a legítima destinatária da informação.

Em outro trecho de sua postagem, Márcio Jerry conclama seus colegas de profissão a selarem um pacto com o governo contra a criminalidade. Como tese, pode até parecer bonito. Na prática é um desastre, porque embute a ideia de uma defesa cega do poder constituído e elimina do jornalismo a sua essência, que se pauta na investigação e na crítica.

A imprensa não tem que fazer pacto com quem quer que seja, porque todas as vezes em que isso acontece é a sociedade que se vê golpeada no seu direito de ser bem informada.

O único pacto imaginável para a mídia é com o interesse público. Eu nem costumo dar ressonância a anomalias desse gênero.

Faço-o em atenção à biografia do Márcio e também para que ele reflita sobre tamanha bobagem.

Se que é que ainda lhe sobra um pingo de humildade.

Se é que algum dia a teve…

*Nonato Reis é Jornalista
Com ilustração do blog
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Agora resolve?!?

notas

Um comboio de viaturas e homens da Força Nacional chegaram em São Luís na tarde desta terça-feira, 24. O objetivo é combater criminosos que ameaçam com ataques a ônibus desde a última quinta-feira, 19. Os boinas vermelhas vieram após apelo do governador Flávio Dino (PCdoB), que não tem conseguido controlar as facções, que determinam as ordens de dentro do Complexo Penitenciário de Pedrinhas. Agora é esperar que os bandidos respeitem mais a FN. (imagem: Secom/Governo do Estado)

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Polícia invade garagens para garantir ônibus nas ruas…

Governador Flávio Dino quer forçar as empresas a rodar mesmo sem a garantia de que não haverá problemas com os veículos. Detalhe: outro ônibus foi atacado agora à noite, no Alto do Turu

 

Flávio Dino, com seus agentes de segurança e o prefeito Edivaldo Júnior: pressão nas empresas para garantir ônibus nas ruas

Flávio Dino, com seus agentes de segurança e o prefeito Edivaldo Júnior: pressão nas empresas para garantir ônibus nas ruas

Um oficial da Polícia Militar e um fiscal do Procon-MA foram encaminhados no início da noite destes domingo para as garagens das empresas de ônibus.

O objetivo é garantir que os veículos saiam às ruas, mesmo diante da ameaça de incêndio.

Pelo menos foi isso que ficou decidido em reunião agora à tarde, entre o governador Flávio Dino (PCdoB) e o prefeito de São Luís, Edivaldo Júnior (PDT), com a presença também dos comandantes das forças de segurança.

– Para dar segurança e garantir o direito de ir e vir da nossa população, a partir de hoje, cada empresa terá um oficial da PM e um fiscal do Procon dentro do escritório para assegurar que os ônibus não sejam mais retirados antes do horário – anunciou o prefeito, agora há pouco, em seu perfil no Facebook.

ônibus em chamas e policial filmando a cena; o prejuízos é das empresas (imagem ilustrativa)

ônibus em chamas e policial filmando a cena; o prejuízos é das empresas (imagem ilustrativa)

Os empresários temem que seus veículos sejam incendiados por bandidos, diante da incapacidade do governo de impedir os ataques.

Pelo menos 14 ônibus foram queimados desde a última quinta-feira, quando começaram os ataques criminosos.

Até a noite do sábado, 21, ainda houve três tentativas de ataque, mesmo com as afirmações de Flávio Dino de que a cidade está segura.

Em tempo: outro ônibus foi atacado na noite deste domingo, 22, na região do Alto do Turu.

E Dino mantém a exigência às empresas…

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Ataques a ônibus: o risco do exagero…

Na ânsia de dar respostas rápidas à população, por exigência do próprio governador, cúpula da Segurança pode meter os pés pelas mãos e causar uma tragédia ainda maior que a protagonizada pelas facções criminosas

 

ônibus ardendo em chamas em São Luís; facções descontroladas

ônibus ardendo em chamas em São Luís; facções descontroladas

Acuado pela repercussão negativa da queima em série de ônibus na Grande São Luís, o governador Flávio Dino (PCdoB) exigiu de sua cúpula da Segurança Pública resposta rápida no combate às facções criminosas.

E desde então, todo tipo de policial e agente de segurança está nas ruas – dos mais preparados aos mais incapazes; dos menos equipados aos mais fora de forma.

E a ação policial sem controle nas ruas é tão nociva quanto o que eles deveriam combater.

Mais de 30 suspeitos já foram presos; a maioria, no entanto, sem qualquer ligação com a criminalidade de Pedrinhas.

Policiais enlameados em buca de suspeitos no mangues; açodamento pode levar a abusos

Policiais enlameados em buca de suspeitos no mangues; açodamento pode levar a abusos

Diálogo com criminosos?

Em outra frente, o governo Flávio Dino tem buscado o perigoso diálogo com os criminosos.

A cúpula da Segurança Pública mantém numa espécie de monitoramento, desde sexta-feira, 20, o homem conhecido por Sadrak, muito popular entre as facções nas redes sociais.

É a Sadrak que Flávio Dino tenta recorrer para evitar os ataques a ônibus na capital maranhense.

Mas esta é uma outra história…