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Pesquisa nacional aponta que o Maranhão permanecerá em crise em 2019

População deverá sofrer este ano com os reflexos da má gestão dinista, que levou o estado a ser destaque negativo.

Dino quebrou o Estado,que agora vê seu quadro de crise repercutir nacionalmente

Levantamento feito pela Tendências Consultoria Integrada e divulgado pelo Estadão aponta que o Maranhão – além de outros estados como Alagoas e Sergipe – permanecerá em crise este ano e está no momento distante do patamar de recuperação do Produto Interno Bruto (PIB) registrado em 2014. Segundo o levantamento, o desempenho negativo exigirá habilidade dos governadores, incluindo Flávio Dino (PCdoB), que terão que cortar gastos e reduzir folhas de pagamento para se enquadrar na Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF).

No caso do Maranhão, ainda de acordo com a pesquisa, a recessão financeira somente deverá ser aliviada – caso a gestão dinista colabore – a partir de 2020. “Em vários locais, esse nível só deverá ser alcançado em 2020 ou 2021”, diz o economista da Tendências, Adriano Pitoli, responsável pelo levantamento ‘Cenários Regionais 2019-2023’.

Se por um lado, Flávio Dino e seus aliados defendem a tese de que a crise vivida pelo Estado somente reflete o quadro nacional, por outro, durante a sua posse, o comunista tentou passar a imagem contrária e chegou a bradar na sacada do Palácio dos Leões que ofereceria ajuda ao Governo Federal para a construção de creches. Obviamente que o Governo Federal não respondeu à oferta dinista e a pauta não passou de mais um discurso vazio do governador.

A realidade é que o Estado quebrou e a população sofrerá devido à má gestão do Governo…

 

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Finanças corroídas no governo comunista…

Governador Flávio Dino mostra em declarações – ainda que inadvertidamente – que já enfrenta dificuldades até para manter salários dos servidores em dia, mesmo herdando mais de R$ 2 bilhões em caixa do governo anterior

 

POÇO SEM FUNDO. Mesmo herdando bilhões, Flávio Dino deixa cada vez menor o caixa do Maranhão

Um gesto do próprio governador Flávio Dino (PCdoB) levou à constatação de que as finanças do governo estão, de fato, corroídas pela gestão comunista ao longo desses três anos.

Num gesto típico de prefeitão do interior, Dino anunciou em suas redes sociais, na terça-feira, 24, que iria pagar o salário dos servidores públicos estaduais no dia 30 de outubro, como se isso fosse a maior novidade da terra.  Ontem, no entanto, o “prefeitão comunista” voltou às redes sociais para novo anúncio: “Vamos pagar a folha de outubro de 2017 no dia 27 (sexta).

O comentário seguinte do próprio Dino é que chama atenção e abre precedentes para a preocupação popular: “conseguimos antecipar”, disse ele.

Está claro na fala do comunista – que, repita-se, controla as finanças do estado desde 2015 – a dificuldade de manter um calendário para pagamento do funcionalismo. Está claro também que a corrosão das contas públicas é obra pura e simples do próprio comunista.

Flávio Dino recebeu o governo com cerca de R$ 2 bilhões em caixa, garantidos pela operação de crédito do governo Roseana Sarney com o BNDES. É bom lembrar que o próprio comunista realizou vários outros empréstimos ao longo desses três anos. Também aumentou, que rendem em 2017 R$ 400 milhões a mais; e outros R$ 500 milhões já previstos para 2018.

Tudo o que Dino investiu em obras no Maranhão entre 2015 e 2017 é fruto do governo Roseana. Não há uma obra de vulto em todo o estado que justifique o gasto dos quase R$ 3 bilhões que ele herdou.

A dificuldade para manter a folha de pagamento em dia, revelada pelo próprio Dino, é, portanto, um grave sinal de falência do estado.

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Glalbert Cutrim preside audiência pública que discutiu cumprimento de metas fiscais do governo

A Comissão de Orçamento, Finanças, Fiscalização e Controle realizou, na manhã desta quarta-feira, 18, audiência pública sobre o cumprimento de metas fiscais do Governo do Maranhão, durante o segundo quadrimestre do exercício do ano de 2017.

Durante a audiência, presidida pelo deputado Glalbert Cutrim (PDT), técnicos da área econômica do governo fizeram uma detalhada explanação sobre a situação econômico-financeira do Estado, esclarecendo questões relacionadas às dívidas, receitas e despesas do Estado, como também volume de gastos com a folha de pessoal dos Poderes Executivo, Legislativo e Judiciário.

O secretário adjunto da Secretaria de Estado de Planejamento e Orçamento, Roberto Santos Matos, apresentou, durante a audiência, realizada na Sala das Comissões, quadros comparativos da receita tributária prevista com a receita realizada; quadros sobre transferências correntes e sobre dívidas contraídas pelo Tesouro estadual.

Para o presidente da Comissão de Orçamento, deputado Glalbert Cutrim, a audiência pública realizada nesta quarta-feira na Assembleia Legislativa foi importante porque os técnicos do governo tiveram a chance de discutir com os parlamentares sobre o comportamento da economia maranhense, à luz dos problemas enfrentados pela economia nacional.

Glalbert Cutrim frisou que a audiência pública foi realizada com o objetivo de demonstrar e avaliar o cumprimento das metas fiscais no terceiro quadrimestre de 2017. Ele acrescentou que a realização da audiência atende a dispositivo previsto na Lei de Responsabilidade Fiscal, que determina o comparecimento periódico, por quadrimestre, de técnicos da área econômica à Assembleia Legislativa para falar sobre as metas fiscais do governo.

“Ficamos satisfeitos com os resultados mostrados aqui. A gente fica feliz e esperançoso de que as finanças do Estado melhorem cada vez mais”, afirmou deputado Glalbert Cutrim, que fez questão de parabenizar tanto a secretária de Planejamento, Cynthia Mota Lima, quanto o secretário da Fazenda, Marcellus Ribeiro.

Também participaram da audiência pública os deputados Marco Aurélio (PCdoB) e Rafael Leitoa (PDT; o supervisor de Orientações e Normas da Seplan, Leonardo de Brito Aquino Soares, e o gestor do Sistema do Tesouro e Contabilidade, Rodrigo Soares de Vasconcelos, que forneceram informações complementares sobre a política de planejamento e gestão dos recursos públicos do Estado.

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Deputada critica incoerência de Flávio Dino e cobra verdades sobre finanças do governo…

Andrea questiona Dino

Andrea questiona Dino

A deputada Andrea Murad (PMDB) criticou a incoerência do governador Flávio Dino sobre as finanças do Estado após sua publicação sobre o assunto nas redes sociais. Para a deputada, Flávio Dino vinha fazendo discursos contrários desde o início do ano relatando contas equilibradas e que o Estado não tinha sido afetado pela crise do país. Nesta quinta-feira (10), a deputada Andrea cobrou a real situação do governo.

“Vou ler exatamente o que o Governador falou e escreveu nas redes sociais: ‘Crise das finanças públicas estaduais é grave. Se a economia não voltar a crescer, não sobrará ninguém e teremos muito conflitos sociais’. Vocês viram que ele já mudou o discurso de que as contas do Estado estavam todas ok, não tinha nada errado com o Estado. Ele enchia a boca para dizer que era o único estado no Brasil que não tinha problema. O que eu queria era que o governador fosse então para as suas redes sociais nos esclarecer qual é o problema que o Maranhão enfrenta e que ele não diz. Ele não diz para esta Casa, ele não detalha para a população, ele dizia que estava tudo bem e tudo ok quando nós dizíamos que o Maranhão vai se transformar em um Rio Grande do Sul. Ele corre risco inclusive de não pagar o funcionalismo. Quantas e quantas vezes subi aqui nesta tribuna para dizer isso? Para dizer que o Maranhão não estava como ele dizia! E agora ele vem e assume, porque é a verdade. Essa que é a realidade”, disse a deputada Andrea.

A deputada relembrou um texto publicado pelo Senador Roberto Rocha (PSB) nas redes sociais onde finaliza sua análise pós-eleitoral sobre a atuação comunista no Maranhão também prevendo contas no vermelho: “em dezembro o sinal vermelho poderá acender para os servidores públicos. Infelizmente, caso aconteça, será um péssimo agouro para as dezenas de prefeitos neocomunistas que no mês seguinte tomam posse alimentados pela esperança de virtuosas parcerias”.

Mas Andrea Murad destacou ainda que o governo receberá um refrigério nas contas este mês, aproximadamente R$ 380 Milhões de fundo extra.

“Então todo mundo já previa o que ia acontecer com este governo, todos nós já sabíamos como estava o Governo Flávio Dino que agora resolveu assumir que o Maranhão enfrenta uma crise. E eu quero que ele nos detalhe qual é a crise que o Maranhão enfrenta. Porque os problemas eu e o povo já enxergamos, quando vemos as UPAs e os hospitais nestas condições, com recursos reduzidos para a Saúde. Mas aumentou para a pasta de Márcio Jerry. Ele está achando bom como estão os hospitais? Como estão as UPAs?  Ele quer passar uma imagem, mas é uma imagem enganosa e que todo dia vou subir aqui nesta tribuna para desmascarar e mostrar as verdades. A exemplo dos recursos extras que Flávio Dino vai receber, valor de R$ 358,5 Milhões, conforme tabela já divulgada pelo Tesouro Nacional, e eu quero saber o que o governo vai fazer com esse fundo extra”, concluiu Andrea.