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Simplício Araújo detalha acordo que definirá candidato da base dinista

Em entrevista ao programa Jornal dos Municípios, secretário de Indústria e Comércio – que é um dos quatro nomes da base – confirmou que o escolhido terá que ter força popular, manter as conquistas do governo Flávio Dino e ter o maior número de apoios entre os aliados

 

Vídeo com entrevista de Simplício é a primeira prova pública do acordo de Flávio Dino com os pré-candidatos da base

O secretário de Indústria e Comércio, Simplício Araújo (Solidariedade), detalhou pela primeira vez os critérios do acordo firmado entre o governador  Flávio Dino (PSB) e os seus aliados para escolher o candidato da base para as eleições de 2022.

De acordo com Simplício – que concedeu entrevista ao programa Jornal dos Municípios – o candidato terá que ter força popular, manter as conquistas do governo Flávio Dino e conseguir o maior número de apoios na base.

Além de Simplício, são pré-candidatos na base dinista o vice-governador Carlos Brandão (PSDB), o senador Weverton Rocha (PDT) e o deputado federal Josimar de Maranhãozinho (PL).

– O candidato terá que ter adesão popular, manter as coisas importantes do governo Flávio Dino e, dentro do grupo, ter o maior segmento – explicou o secretário.

Reunião de Flávio Dino com a base: candidato terá que reunir apoio popular, garantir as conquistas do governo Dino e reunir o maior número de apoios na base

É a primeira vez que um dos pré-candidatos fala abertamente do acordo firmado entre eles e Flávio Dino, na reunião do dia 3 de julho.

– Será simples, o governador já definiu isso. Existe um acordo com os quatro pré candidatos. E não haverá briga entre nós quatro – afirmou o pré-candidato. (Veja na íntegra o vídeo acima)

Na entrevista, Simplício reforçou seu foco na articulação com a classe empresarial, a qual ele entende ser fundamental para geração de emprego e renda n o estado.

E disse que vai continuar atuando para garantir espaço e ser o escolhido do governador.

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Para Edilázio, Flávio Dino perdeu as condições de liderar as eleições 2022

Presidente do PSD maranhense, deputado federal diz que o racha na base do governo é inevitável e pelo menos dois grupos surgirão a partir de abril, com a posse do vice-governador Carlos Brandão

 

Edilázio prevê um racha na base do governo Flávio Dino com a aproximação do pleito de 2022

O deputado federal Edilázio Júnior, presidente regional do PSD, previu nesta segunda-feira, 23,  que o governador Flávio Dino (PSB) perdeu as condições de lideras a própria sucessão.

– Eu acredito que não tem volta a candidatura de Weverton e não tem volta a candidatura do vice-governador Carlos Brandão. E amanhã, com a candidatura do Carlos Brandão à reeleição, já que ele estará na cadeira, Weverton já será oposição. Não tem mais essa conversinha de que é do mesmo grupo e do mesmo lado. O Brandão indo para a reeleição, Weverton já é oposição – disse.

O partido de Edilázio tem como pré-candidato o ex-prefeito de São Luís, Edivaldo Júnior, que também mantém relações com Flávio Dino.

No início de julho, o governador chegou a reunir a base, impôs uma carta-compromisso aos pré-candidatos da sua base e definiu para novembro a escolha de um único nome para o pleito.

A movimentação de Carlos Brandão, de Weverton, do secretário Simplício Araújo (Solidariedade), do deputado federal Josimar de Maranhãozinho (PL) e do próprio Edivaldo mostram, porém, que nenhum está disposto a abrir mão do próprio projeto.

Dino deixa o mandato em abril de 2022 para disputar uma vaga na Senado…

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Flávio Dino prega destituição de Bolsonaro e posse de Mourão

Governador do Maranhão vê um presidente atormentado no cargo, sem condições de continuar à frente do país e com reiteradas indicações de que tentará invadir o Congresso e o STF, o que já seria suficiente para um pedido de impeachment

 

Flávio Dino prega aos colegas governadores que se articulem pelo impeachment de Bolsonaro como forma de garantir as eleições de 2022

O governador  Flávio Dino (PSB) defendeu nesta segunda-feria, 23, o impeachment imediato do presidente Jair Bolsonaro (sem partido) e declarou que os ataques de Bolsonaro aos ministros do STF Alexandre de Moraes e Luís Roberto Barroso já seriam motivos para a destituição do cargo em outros países.

– Sou favorável ao impeachment. A oposição tem tentado, mas o que nós não temos são votos neste instante. Somos minoria na Câmara, mas temos tentado. Eu sou a favor do impeachment não só pelos aspectos políticos, mas também pelos aspectos jurídicos. Nós temos crimes de responsabilidade sendo perpetrados gravemente. Somente esse episódio de ameaçar, coagir o ministro Barroso, coagir o ministro Alexandre de Moraes, em qualquer país seria suficiente para o impeachment – disse Dino, no fórum de governadores.

Na sexta-feira (20), Bolsonaro apresentou ao Senado Federal o pedido de impeachment de Moraes. Essa é a primeira vez que um presidente da República pede a destituição de um ministro da Corte.

Para Dino, o clima que Bolsonaro está criando para as eleições de 2022 pode gerar uma guerra civil.

– Porque se nós formos para a eleição nesse clima gerado pelo Bolsonaro, nós podemos não ter problemas agora no 7 de setembro, mas podemos ter problema no outro 7 de setembro quando se avizinhará a derrota eleitoral do Bolsonaro. E, aí sim, no ambiente eleitoral eles podem perpetrar algum tipo de confrontação, assolar ódio, gerar uma espécie de guerra civil – alertou o governador do Maranhão. 

Para Dino, diante dos últimos posicionamentos do presidente “tudo indica” que o chefe do Executivo tentará invadir o Congresso Nacional ou mesmo do STF (Supremo Tribunal Federal) em uma tentativa de golpe.

 – Acho que a atitude nesse momento deve ser de serenidade, porém, de firmeza porque mesmo que ele [Bolsonaro] não tenha êxito nessas tentativas de invadir o Congresso, invadir o Supremo, coisas desse tipo, tudo indica que algo desse tipo será tentado. E ao tentar, já há vítimas. Nós vimos isso no Capitólio, nos EUA. E temos que evitar essa confrontação entre brasileiros. A paz deve prevalecer, o respeito às regras da democracia deve prevalecer – afirmou o governador.

O governador do maranhão entende que o vice-presidente Hamilton Mourão tem mais condições de estar à frente do país que Bolsonaro, para conduzir a transição até as eleições de 2022.

– Seria uma saída de transição quem sabe ou será uma saída de transição uma vez que Bolsonaro a essa altura está atormentado de desgovernado, inclusive, psicologicamente. Então, talvez fosse uma saída de transição para que haja eleições em paz no Brasil – ressaltou.

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Brandão perde sem a definição de apoio de Flávio Dino e Lula

Mais dependente da relação com o governador e sem ação própria para atrair partidos e aliados, o vice-governador tucano fica mais vulnerável à medida que o tempo passa; para piorar, o ex-presidente petista disse que a decisão se dará apenas em março de 2022

 

Pouco à vontade diante de Lula – em comparação com a desenvoltura de Weverton Rocha – Brandão vê sua chance diminuir com o adiamento da decisão de Flávio Dino

As últimas movimentações dos pré-candidatos na base do governo Flávio Dino (PSB) – e as ações do próprio governador e seus aliados – indicam que a decisão sobre o escolhido se dará apenas em março de 2022.

O ex-presidente  Lula (PT) indicou esta data ao falar do apoio do seu partido.

– A gente pode ir enrolando vocês [jornalistas] até quem sabe o final do ano, mas lá para o mês de março a gente já vai estar com bastante clareza do que a gente quer – disse Lula, na entrevista coletiva desta sexta-feira, 20.

O adiamento da decisão – tanto sobre o candidato da base quanto em relação aos apoios partidários – é totalmente prejudicial ao vice-governador Carlos Brandão (PSDB), que depende totalmente das ações de Flávio Dino para conseguir se viabilizar.

Sem base própria, sem articulação política e sem ação própria de governo, Brandão terá que esperar o mês de abril para começar a correr atrás de alianças.

Neste meio tempo, o senador Weverton Rocha (PDT) já viabilizou o apoio de seis partidos  – PDT, DEM, PP, PSL, Cidadania e PRB – tem vantagem no diálogo com o PT e com Lula e já tem o apoio da maioria dos prefeitos e das lideranças institucionais.

Além dele, outro candidato próximo a Flávio Dino, o ex-prefeito Edivaldo Júnior (PSD) – também se movimenta bem, tirando possíveis apoios do vice-governador].

Sem falar na preferência de parte dos auxiliares de Dino pelo secretário Felipe Camarão (PT).  

Dependente das ações de Flávio Dino, sem articulação própria com o PT e a esquerda, e com pouco tempo para manobras como governador, Brandão vai perdendo tempo precioso com o adiamento das decisões.

Por isso seus aliados forçam a barra por uma ruptura imediata.

Mas, por enquanto, continuam frustrados…

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Lula confirma troca do comando estadual do PT no Maranhão

A partir de dezembro, Francimar Melo assume o comando do partido no estado, no lugar de Augusto Lobato, como cumprimento do acordo que resultou na reeleição do atual presidente, em 2018

 

Francimar Melo (à direita), com Honorato Fernandes – que vai permanecer no diretório municipal até o final de 2022 – e do ex-presidente Lula

O diretório regional do PT vai experimentar uma troca de comando a partir de dezembro.

Sai o atual presidente, Augusto Lobato e assume Francimar Melo.

A mudança foi confirmada aos militantes pelo ex-presidente Lula, como fruto do acordo que resultou na garantia da reeleição de Lobato, no PED de 2018.

Melo é ligado ao ex-vice-governador e atual conselheiro do Tribunal de Contas do Estado, Washington Oliveira.

Para as alas mais próximas ao Palácio dos Leões – onde os petistas ligados ao governador Flávio Dino estão empregados – a mudança de nomes no comando não terá influência na decisão do PT sobre as eleições de 2022.

Lula, no entanto, reafirmou aos militantes, durante jantar com Flávio Dino, que a decisão será dele e da executiva nacional.

Mas esta é uma outra história…

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Lula janta nos Leões com pré-candidatos; PT de São Luís fecha com Weverton

Ao lado do governador Flávio Dino, ex-presidente esteve em momento festivo com o senador, o vice-governador Carlos Brandão e o secretário Simplício Araújo; sindicalistas ligados à CUT também fecham com pedetista

 

Weverton encontrou-se com Lula no jantar de Dino, após receber o apoio do PT municipal de São Luís

O ex-presidente Lula (PT) reuniu-se ontem com aliados do governador  Flávio Dino (PSB) no Palácio dos Leões, entre eles os pré-candidatos a governador  Carlos Brandão (PSDB), Simplício Araújo (Solidariedade) e Weverton Rocha (PDT).

Tanto Brandão quanto Simplício e Weverton posaram para fotos com o petista.

Antes do jantar, o senador do PDT foi recebido na sede do Sindsep, em São Luís, onde recebeu declaração de apoio do PT municipal com, com a presença de representantes do diretório nacional do partido.

Na sede do Sibdsep em São Luís, Weverton recebeu o apoio de petistas e de representantes sindicais e da CUT

No encontro do PT, coordenado pelo presidente municipal Honorato Fernandes, estavam presentes também representantes de sindicatos e da CUT, que também fecharam com Weverton.

Brandão tem a simpatia do presidente estadual do PT, que deixa  posto no fim de 2021.

Os pré-candidatos Brandão e Simplício também estiveram no jantar com Lula no Palácio dos Leões

Lula continua nesta quinta-feira, em agenda oficial ao lado de Flávio Dino; também deve se reunir com o ex-presidente José Sarney (MDB).

Amanhã, o ex-presidente encerra sua passagem por São Luís com um almoço na casa de Weverton Rocha…

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Aliados forçam a barra para incluir Brandão em agenda de Lula

Ex-presidente chega ao Maranhão nesta quarta-feira e tem encontro pessoal já confirmado apenas com o ex-presidente José Sarney e com o senador Weverton Rocha, mas os aliados do vice-governador tucano tentam convencer Flávio Dino a gerar pautas que incluam o tucano

 

Lula chega ao maranhão para conversar sobre 2022, mas evita agenda própria com o tucano Carlos Brandão

Os aliados do vice-governador Carlos Brandão (PSDB) tentam, desde a última segunda-feira, 16, agendar um encontro pessoal do tucano com o ex-presidente Lula (PT), que desembarca em São Luís nesta quarta-feira, 18.

Além da agenda pública, Lula tem encontros pessoais já confirmados apenas com o ex-presidente José Sarney (MDB) e com o senador Weverton Rocha (PDT), candidato a governador preferido pela cúpula nacional do PT.

Os apoiadores de Carlos Brandão no Palácio dos Leões – curiosamente, a maioria anti-Lula e ligada ao PSDB – usam a articulação do governador Flávio Dino (PSB) para criar uma agenda própria entre o petista e o vice.

Dino receberá Lula em um jantar na noite desta quarta-feira, 18.

Segundo apurou o blog Marco Aurélio D’Eça, pressionado pelos brandonistas, o governador ainda tentou incluir apenas Brandão nesta agenda, mas foi orientado pelo próprio Lula a chamar também auxiliares, deputados federais, estaduais, e os dois outros pré-candidatos da base: o próprio Weverton e o secretário Simplício Araújo (Solidariedade).

A Brandão, mesmo filiado ao PSDB, foi franqueada a presença nos eventos públicos de Lula, ao lado de Flávio Dino, como a visita a uma creche de tempo integral, nesta quinta-feira, 19.

A reunião com Sarney  ocorre nesta quinta-feira, 19, mas  ainda não está definida se pela manhã, à tarde ou à noite.

Já o encontro pessoal com Weverton Rocha se dará na sexta-feira, 20, e tratará do processo eleitoral de 2022, no Brasil e no Maranhão.

Lula deixa São Luís logo após este encontro…

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Felipe Camarão confirma papel de coringa do governo Flávio Dino

Ao declarar-se disposto a disputar qualquer mandato que o PT e o governador  Flávio Dino julguem importante, secretário de Educação consolida-se como opção para o Governo do Estado dentro do Palácio dos Leões

 

Felipe Camarão em ação ao lado do Flávio Dino na semana passada: opção ao fraco desempenho de Carlos Brandão

Apontado como opção do governador Flávio Dino (PSB) – diante do fraco desempenho político-eleitoral do vice-governador Carlos Brandão (PSDB) – o secretário de Educação Felipe Camarão confirma disposição para entrar no jogo da sucessão de 2022.

– Estou disposto a me candidatar a deputado federal ou a qualquer outro mandato que o partido julgue importante e que o nosso time liderado pelo governador Flávio Dino também julgue importante – disse Camarão, em entrevista ao jornal O Imparcial.

O nome do secretário passou a ganhar força nos bastidores do Palácio dos Leões diante da dificuldade do vice-governador  Carlos Brandão em formar alianças partidárias e crescer nas pesquisas.

Na semana passada, por exemplo, Camarão divulgou um vídeo em que fala com postura de pré-candidato a governador; e foi acompanhado pelo próprio Flávio Dino em uma de suas visitas ao interior.

Flávio Dino tenta convencer a cúpula nacional do PT a apoiar a candidatura do tucano Brandão, mas encontra resistência, tanto da direção partidária quanto do ex-presidente Lula, que prefere o palanque do senador  Weverton Rocha (PDT).

Diante dessa resistência petista, Dino quer transformar Felipe Camarão, em espécie de coringa, como candidato alternativo.

O problema é convencer Brandão a abrir mão da candidatura, mesmo assumindo mandato em abril de 2022.

A menos, claro, que Flávio Dino permaneça no cargo, abrindo mão da candidatura ao Senado, como sugeriu o próprio Lula.

Mas esta é uma outra história…

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A difícil decisão de Flavio Dino…

Ao receber o ex-prefeito Edivaldo Júnior e liberar sua candidatura, mesmo após exigir carta-compromisso de Carlos Brandão, Weverton Rocha e  Simplício Araújo, governador quebra, ele próprio, as regras para escolha do seu candidato em 2022

 

Flávio Dino exigiu carta-compromisso de seus aliados, mas acatou a candidatura avulsa de Edivaldo Júnior por um partido de oposição ao seu governo

O governador Flávio Dino (PSB) exigiu dos pré-candidatos a governador de sua base de apoio, ainda no início de julho, a assinatura de uma carta-compromisso como critério para escolha de um representante único nas eleições de 2022.

Assinaram o documento os pré-candidatos Carlos Brandão (PSDB), Simplício Araújo (Solidariedade) e Weverton Rocha (PDT), que caíram em campo para se viabilizar.

Na semana que passou, por exemplo, tanto Weverton quanto Simplício estavam em Imperatriz; Brandão, por sua vez, foi a São Bernardo, município que se será visitado pelo pedetista no próximo fim de semana.

Mas o próprio Flávio Dino quebrou as regras que ele mesmo criou ao receber, em agenda fechada, o ex-prefeito de São Luís, Edivaldo Júnior (PSD), que anunciou candidatura fora da base do governo.

Dino não apenas acatou a decisão de  Edivaldo de tê-lo como candidato a senador, mesmo em um partido da oposição, como também estimulou a candidatura do ex-prefeito ao governo.

O governador, portanto, quebrou as regras impostas por ele próprio a Brandão, Weverton e Simplício, o que libera seus aliados para tentar viabilização própria.

A reunião de julho, em que Dino exigiu dos candidaturas da base o que não cobrou de Edivaldo Júnior, quebrando suas próprias regras

O socialista terá agora uma difícil decisão: convencer Brandão, Weverton e Simplício a acatarem uma candidatura única na base, mesmo diante da desconfiança de que ele possa também atuar em favor de Edivaldo, fora da base.

O governador previu para novembro a decisão final sobre quem será seu candidato.

Mas após o encontro a portas fechadas com Edivaldo, terá que refazer suas próprias regras.

Ou liberar todos para concorrer em 2022…

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“Quero ser o candidato do povo do Maranhão”, diz Weverton…

Em entrevista à TV Mirante, senador e pré-candidato do PDT diz que está viabilizado dentro dos critérios estabelecidos no pacto assinado pelo governador Flávio Dino e espera ter também o apoio do ex-presidente Lula, do prefeito Eduardo Braide e do ex-prefeito Edivaldo Júnior

 

Weverton Rocha reafirmou candidatura e espera ter apoio de Lula, Flávio Dino, Eduardo Braide e Edivaldo Júnior

O senador Weverton Rocha (PDT) confirmou nesta sexta-feira, 13, em entrevista ao quadro Bastidores, do programa Bom Dia Mirante, que vai lançar sua candidatura ao Governo do Estado neste sábado, em Imperatriz.

E deixou claro que espera ter o apoio não apenas do governador Flávio Dino (PSB), mas do ex-presidente Lula, do prefeito de São Luís Eduardo Braide (Podemos) e também do ex-prefeito Edivaldo Júnior (PSD), outro nome na disputa.

– Quero ser o candidato do povo do Maranhão. Estamos construindo nossa candidatura de baixo para cima, tanto que a maioria dos partidos que estão comigo é presidida por jovens que não se rendem. Todos representantes do povo – afirmou.

Na conversa com o jornalista Clóvis Cabalau, Weverton afirmou que suas ações seguem dentro das regras estabelecidas no pacto assinado por ele, pelo governador Flávio Dino, pelo secretário Simplício Araújo (Solidariedade) e pelo vice-governador Carlos Brandão, que também tenta se viabilizar como candidato.

– O governador sabe que eu sou da unidade. E ele próprio nunca foi escolhido dentro do Palácio, até porque o palácio era ocupado por outro grupo. Estar no palácio pode pesar, mas o importante é construir nas bases, como o povo. E hoje, sem demérito de nenhum outro candidato, sou aquele que reúne o apoio do povo, como mostram as pesquisas, tenho uma base partidária sólida e uma relação forte, que abre portas em Brasília – pregou o candidato do PDT.

O senador pedetista ressaltou que construiu sua trajetória de candidato ao lado das camadas mais populares da população e buscando as forças partidárias, hoje lideradas por jovens políticos, “de um novo momento” inaugurado, inclusive, por Flávio Dino.

– O momento é outro, não é de imposição; tanto que eu e a senadora Eliziane Gama (Cidadania) fomos eleitos ao Senado por que construímos nossa candidatura a senador nas bases, buscando o povo, conversando nas comunidades, exatamente como faço agora – afirmou.

Weverton é hoje o candidato mais bem posicionado nas pesquisas dentre os postulantes da base de  Flávio Dino. Além disso, reúne seis partidos em sua aliança – PDT, DEM, PP, PSL, Cidadania e PRB.

A candidatura de Weverton será lançada em um ato neste sábado, em Imperatriz, sua cidade natal…