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Edilázio admite que o PSD pode não ter candidato a senador

Apesar de garantir “chance zero de apoio a Flávio Dino” na eleição para o senado, deputado federal diz que a legenda não vai interferir na escolha pessoal do ex-prefeito Edivaldo Júnior que pretende pedir votos no governador

 

Edivaldo pode apoiar Flávio Dino ao Senado sem interferência do PSD, de Edilázio Júnior

O deputado federal e presidente regional do PSD, Edilázio Júnior, reagiu com indiferença à revelação de que o ex-prefeito Edivaldo Júnior reuniu-se com o governador Flávio Dino (PSB) para comunicar-lhe de sua candidatura ao governo e  do apoio pessoal à pretensão do socialista de se eleger senador.

A revelação do encontro entre Edivaldo e Dino foi feita sexta-feira, 23, pelo jornal O EstadoMaranhão; e confirmada por outros veículos no fim de semana.

Para Edilázio, a decisão de Edivaldo de apoiar Dino em nada interfere na posição político-eleitoral do PSD.

– Chance zero de o PSD apoiar Flávio Dino ao Senado; o partido não interfere na decisão do ex-prefeito, mas não pedirá votos para Flávio – afirmou o parlamentar, em conversa direta com o titular do blog Marco Aurélio D’Eça.

Edivaldo reuniu-se com Flávio Dino para comunicar sua candidatura e dizer do seu apoio ao projeto senatorial do governador

Edilázio Júnior, no entanto, chegou a admitir que a eventual coligação de Edivaldo pode nem ter candidato a senador, o que beneficiaria Flávio Dino.

– O que temos de obrigatório é um candidato a vice. Para o Senado, não discutimos nenhum nome. E se não tiver, não há problema em não tê-lo. O principal é que Edivaldo será candidato a governador – afirmou o deputado federal.

Para Edilázio, a posição de Edivaldo pró-Flávio Dino não é empecilho para o PSD.

– O Edivaldo sempre deixou claro sua simpatia por Flávio Dino, e isso nunca foi problema para o PSD. Por enquanto o que há é uma conversa de filiação de Edivaldo. Após isso, vamos abrir diálogo com todas as correntes do nosso campo – afirmou.

A reunião entre Dino e Edivaldo estava sendo mantida em sigilo, mas indica também que o governador não fechou questão em torno de nenhum aliado para a disputa de 2022.

A reação interna no grupo de Flávio Dino ainda não foi avaliada…

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Movimentos de Weverton reforçam unidade na base de Flávio Dino…

Senador reúne os principais critérios definidos pelo próprio governador para escolha do candidato do seu grupo: alcance popular, apoio partidário e garantia de continuidade das ações do governo; e ainda reúne lideranças nacionais dos partidos alinhados ao campo popular e democrático

Senador Weverton Rocha reúne os critérios definidos pelo próprio governador Flávio Dino

Se fosse decidir hoje pela escolha do candidato da sua base – e levando em conta os critérios assinados por ele mesmo na carta-compromisso do dia 5 de julho – o governador Flávio Dino (PSB) optaria pelo senador Weverton Rocha (PDT).

Weverton é, hoje, o único candidato da base que atende aos pré-requisitos estabelecidos por Flávio Dino, quais sejam: alcance popular, conjunção de partidos e forças políticas e garantia de continuidade das ações do governo.

Weverton lidera todas as pesquisas de intenção de votos entre os candidatos da base, além de ter a maior percepção de vitória entre os eleitores e de apresentar a menor rejeição.

O senador pedetista reúne o maior número de partidos e lideranças na base do governo; além disso, tem apoio nacional de lideranças de peso, como o ex-presidente Lula, os presidentes da Câmara e do Senado e presidentes de partidos como PSOL, PDT, PCdoB, PSB e PT.

Weverton é também a garantia de continuidade das ações de Flávio Dino num eventual governo, o que se demonstra já agora, na lealdade ao governador.

São exatamente estes critérios que o próprio Dino quer do candidato escolhido.

É com base nessa garantia de Flávio Dino que Weverton vem cumprindo a sua parte no acordo.

O compromisso foi assumido também, pelo próprio presidente nacional do PDT, Carlos Lupi, que aceitou os termos do “pacto” assinado por Dino, Weverton, Carlos Brandão (PSDB), Simplício Araújo (Solidariedade) e presidentes de partidos aliados.

A parte de Flávio Dino agora, é cumprir os termos deste documento.

A decisão está prevista para novembro…

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MDB nega iniciativa pessoal de Roseana em ação contra Flávio Dino…

Documento do partido rechaçou informações de blogs e explica que o processo na Justiça Eleitoral, referente às eleições de 2018, leva assinatura da coligação “Maranhão Quer mais”

 

Ação contra Flávio Dino tem assinatura da coligação e não de Roseana ou do MDB

O MDB do Maranhão rechaçou nesta sexta-feira, 23, em nota pública, a afirmação divulgada no mesmo dia, em vários blogs maranhenses, dando conta de que uma ação eleitoral contra o governador Flávio Dino seja uma inciativa pessoal da ex-governadora Roseana Sarrney.

– Foi, sim, uma ação da Coligação Maranhão Quer Mais, que, além de Roseana, abrigava candidatos ao Senado da República, à Câmara Federal e Assembleia Legislativa do Maranhão – diz o documento.

Na nota, o partido que é hoje presidido por Roseana, diz que este tipo de ação é usada em eleições para que nãos e tenha dúvida do resultado do pleito. E cabe à Justiça Eleitoral a decisão final.

Abaixo a íntegra da nota:

NOTA

Notícias divulgadas em blogs e emissoras de rádio sobre ação no Tribunal Superior Eleitoral, com imputações de ilegalidades na campanha do então candidato à reeleição ao Governo do Estado, Flávio Dino, no pleito de 2018, atentam contra a verdade quando afirmam tratar-se de uma iniciativa pessoal da ex-governadora Roseana Sarney. Foi, sim, uma ação da Coligação Maranhão Quer Mais, que, além de Roseana, abrigava candidatos ao Senado da República, à Câmara Federal e Assembleia Legislativa do Maranhão.

Muitas coligações, em todo o Brasil, utilizam-se desse tipo de ação para que não haja dúvida sobre o resultado de eleições. 

Trata-se, portanto, de iniciativa que respeita a legislação vigente, de caráter coletivo, de mais de uma centena de candidatos, que buscam manifestação da Justiça Eleitoral sobre a lisura do pleito.   

Tais processos estão submetidos à alta corte eleitoral do país e a ela exclusivamente cabe julgar a procedência dessas praticas. 

São Luís, 23 de julho de 2021.

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A conversa de Flávio Dino e Lula: “PSDB não!”, disse o ex-presidente…

Governador reuniu-se semana passada com o pré-candidato do PT a presidência, em conversa da qual pouco se falou nos dias seguintes, mas que tem significativa importância no contexto das eleições estaduais no Maranhão

 

Flávio Dino postou o encontro com Lula em suas redes sociais, mas não tratou dos aspectos políticos da reunião

Estariam em uma conversa do ex-presidente Lula (PT) com o governador Flávio Dino (PSB), semana passada, as explicações para uma forte pressão midiática de setores do PT e do Palácio dos Leões nos últimos dias. 

Desde a segunda-feira, 19, membros do PT empregados no governo e setores da mídia alinhados ao projeto de candidatura do vice-governador Carlos Brandão (PSDB) vêm tentando construir uma narrativa de apoio do PT ao PSDB no Maranhão.

Essa possibilidade não é cogitada nem por Lula, nem pela cúpula petista.

A conversa de Dino com Lula ocorreu na sexta-feira, 16, e foi tratada nas redes sociais pelo próprio Dino, que minimizou os aspectos políticos do encontro.

Segundo apurou o blog Marco Aurélio D’Eça, porém, o ex-presidente deixou claro ao governador que a aliança nacional do PT – a se repetir nos estados – é com os partidos da esquerda: PDT, PSB, PCdoB e PSOL, preferencialmente.

– PSDB não! – disse textualmente Lula, fala testificada pelo próprio ex-presidente a pelo menos três interlocutores dele e do governador nos dias que seguiram ao encontro.

O próprio PSDB também rechaça aliança com o PT; e defende uma alternativa a Lula e Bolsonaro, como pregam os governadores João Dória (SP) e Eduardo Leite (RS), pré-candidatos tucanos à presidência.

O apoio do PT à candidatura do vice-governador Carlos Brandão, que é o candidato tucano no estado, vem sendo defendida apenas por petistas que têm cargo no governo Flávio Dino, a exemplo do presidente estadual Augusto Lobato.

Nesta narrativa, eles tentam desqualificar, inclusive, vozes mais autorizadas do PT, como o ex-ministro José Dirceu, que está no Maranhão desde o final de semana passada.

A decisão petista, porém, passa pelo comando nacional, atendendo aos interesses nacionais, e com a posição pessoal do próprio Lula.

E este já disse o que quer no Maranhão…

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Pires cobra que Estado apoie volta às aulas na zona rural dos municípios

O deputado César Pires cobrou do governo Flávio Dino que abra o diálogo com os gestores municipais para garantir o anunciado retorno às aulas presenciais no Maranhão, a partir de 2 de agosto. O parlamentar lembrou que no interior do estado as secretarias municipais de educação são responsáveis pelo transporte de alunos da rede estadual na zona rural, e a maioria não está preparada para retomar essas atividades.

“Fiquei feliz com o retorno às aulas presenciais anunciado pelo governo estadual. É todo que todos nós queremos. Mas é preciso que se compreenda que cerca de 50% dos alunos da rede estadual que estudam em escolas localizadas na zona rural são transportados por veículos escolares mantidos pelas secretarias municipais de Educação. Então, para retomar as aulas com qualidade, o Estado precisa garantir as condições necessárias nos municípios”, enfatizou ele.

Segundo César Pires, não houve qualquer chamamento ou reunião promovida pelo governo estadual com os gestores municipais para que estes pudessem organizar em suas estruturas o retorno às aulas presenciais. “Muitos prefeitos assumiram o mandato este ano e sequer tiveram tempo hábil para realizar os processos licitatórios para aquisição de ônibus escolares ou para manutenção dos que já possuíam, ou para o estabelecimento de convênios com o Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE)”, alertou.

Para o deputado, não basta apenas o governo estadual anunciar a tão sonhada retomada das aulas presenciais nas escolas públicas. É preciso criar as condições para que os alunos retornem às salas de aula com qualidade. “O Estado não tem condições de assegurar, sozinho, o transporte dos estudantes. O Município tem papel fundamental nesse processo e não poderia ser esquecido. Por isso apelo ao governador, para que tenha sensibilidade e inclua os gestores municipais na construção dessa retomada das aulas, que precisa acontecer com qualidade”, finalizou ele.

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Weverton é para Flávio Dino o que Lobão sempre foi para Sarney…

Ex-ministro de Minas e Energia sempre se manteve leal ao ex-presidente – mesmo preservando a sua independência política – assim como o atual senador em relação ao atual governador

 

Lobão se manteve leal a Sarney durante toda a sua vida política, mesmo com independência; e se mantém até hoje ao lado do ex-presidente

Ensaio

A reação de aliados do vice-governador Carlos Brandão (PSDB) – e de oposicionistas, tanto sarneysistas quanto bolsonaristas – ao encontro do governador Flávio Dino (PSB) com o ex-ministro Carlos Lupi (PDT), terça-feira, 20, fez lembrar a expectativa que aliados e oposicionistas do sarneysismo tinham na relação do ex-ministro, ex-governador e ex-senador Edison Lobão com o ex-presidente José Sarney. 

Lobão sempre foi leal a Sarney, embora mantivesse por toda a sua trajetória política uma independência clara em relação ao ex-presidente.

Sem precisar bajular Sarney, Lobão elegeu-se deputado federal, senador e governador, foi ministro de Minas e Energia e presidente do Senado, mantendo seu grupo alinhado ao projeto do próprio Sarney, sem dependência.

Oposicionistas à esquerda e à direita do sarneysismo sempre incensaram Lobão a romper com Sarney para liderá-los em um levante pelo poder no Maranhão.

Lobão sempre recusou e se manteve fiel ao grupo. 

A história mostra que o grupo Sarney perdeu força após um racha por traição – não de Lobão – mas de quem sempre se vendeu como “o mais leal entre os leais”.

Weverton tem vida política própria, grupo próprio, mas se mantém leal ao projeto do governador Flávio Dino desde a sua entrada na vida pública

Bolsonaristas, sarneysistas e aliados de Carlos Brandão criaram para o encontro entre Dino e Lupi narrativas distintas, mas com o mesmo objetivo: afastar o senador Weverton Rocha (PDT) do governador  Flávio Dino (PSB).

Os oposicionistas – bolsonaristas e sanreysistas – querem o rompimento, obviamente, por que necessitam de alguém que possa liderá-los em um levante contra o dinismo.

Já os aliados de Brandão querem tirar Weverton do páreo da disputa pelo Governo do Estado dentro da base dinista.

Uma mera repetição da história: Weverton Rocha é hoje para Flávio Dino o que Lobão foi para Sarney ao longo dos últimos 50 anos.

Assim como Lobão em relação a Sarney, o senador pedetista se mantem leal a Flávio Dino, mesmo mantendo uma independência política clara em relação ao governador.

Weverton cumpre as regras estabelecidas pelo próprio Flávio Dino e trabalha para ser candidato a governador, mas respeitando o pacto firmado por toda a base, mantendo-se leal ao projeto dinista.

Lobão sempre teve vida própria em relação a Sarney, mas respeitou sua liderança e se manteve leal por toda vida, inclusive hoje, após aposentadoria política.

Fiador do vice Brandão, José Reinaldo Tavares impôs duro golpe a Sarney, passou por Jackson, juntou-se e afastou-se de Dino e agora está novamente ao lado do governador

Para completar a história: contemporâneo de Lobão, o ex-governador José Reinaldo Tavares era tido por todos como uma espécie de “filho postiço mais velho” de Sarney.

Mas foi Zé Reinaldo – e não Lobão – quem impôs ao ex-presidente a mais violenta traição, logo na primeira oportunidade de poder.

É assim que a história política, como a história do mundo, se repete ao longo dos anos.

Como farsa ou como tragédia…

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“Construindo de forma correta”, disse Weverton, sobre projeto 2022

Senador participou do encontro do governador com o presidente do PDT, Carlos Lupi, para tratar das eleições de 2022, em evento classificado por ele como “dentro do cronograma” da pré-campanha

 

Weverton conversa com Lupi e Dino após reunião no Palácio dos Leões para tratar do processo eleitoral de 2022

O senador Weverton Rocha (PDT) declarou-se “animado” após reunião da qual participou, com o governador Flávio Dino (PSB) e o presidente nacional pedetista, Carlos Lupi.

Para Weverton, o encontro com Dino está dentro do cronograma da pré-campanha a governador, que, segundo ele, está sendo construída seguindo as regras do pacto assinado por toda a base no início de julho.

– Construindo de forma correta [a agenda de campanha] – afirmou o senador.

A reunião entre Lupi e Dino – da qual participou também o secretário de Cidades Márcio Jerry – tratou da formação de uma frente ampla para as eleições presidenciais e suas implicações nas eleições estaduais.

PDT trabalha a formação de uma aliança que inclua também o PT, o PSB, o PCdoB e o PSOL; Segundo o presidente Lupi, o objetivo agora é fazer de Weverton o candidato “do coração de Flávio Dino”.

O secretário Márcio Jerry confirmou que o encontro tratou da relação eleitoral entre “os partidos do campo democrático”.

No sábado, Jerry esteve com Weverton Rocha em Barreirinhas, na conferência municipal do PCdoB; é pra Barreirinhas que segue Carlos Lupi, onde se reúne nesta quarta-feira, 21, com o ex-ministro José Dirceu, eminência parda da campanha do ex-presidente Lula.

Após reunião com Lupi, é Dirceu quem vem a São Luís, para encontro com Flávio Dino, o que deve ocorrer nesta quinta-feira, 22.

Mas esta é uma outra história…

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Esquerda busca união em torno de Lula também no MA…

PT, PDT, PCdoB e PSOL fazem movimentos de unidade em torno da candidatura do ex-presidente, o que pressiona o PSB, do governador Flávio Dino, a antecipar decisão sobre alianças para 2022

 

Flávio Dino terá que decidir se repete no Maranhão, com Weverton, a frente de esquerda em torno de Lula, ou leva o PSB a apoiar o PSDB, de Carlos Brandão

O encontro do presidente nacional do PDT, Carlos Lupi, com o governador Flávio Dino (PSB), nesta terça-feira, 20, tem uma pauta principal – a eleição presidencial – e suas correlações no estado.

Um movimento cada vez mais intenso prega a aliança entre PT, PDT, PCdoB, PSOL e PSB em torno do ex-presidente Lula, o que pressiona o governador Flávio Dino por uma decisão no Maranhão.

Dino entende que necessita da estrutura que será herdada pelo vice-governador Calos Brandão, do PSDB, mas sabe que a presença tucana nesta frente ampla é cada vez mais improvável.

No fim de semana, os líderes do PDT, senador  Weverton Rocha; do PCdoB, deputado federal Márcio Jerry, e do PT, ex-ministro José Dirceu, trataram mais claramente desta frente, que pode levar, inclusive, a um recuo do PDT com a candidatura do ex-ministro Ciro Gomes.

Dirceu está em Barreirinhas desde sábado, sendo hóspede de Weverton Rocha; Jerry participou de conferência do PCdoB local.

Sem espaço no PDT e na esquerda, polarizada por Lula, Ciro já articula, inclusive, transferência para o DEM, partido mais à direita, em busca do nicho hoje ocupado pelo presidente Jair Bolsonaro (sem partido).

Essa possibilidade de mudança de partido por parte de Ciro também será um dos temas do almoço desta terça-feira, 20, entre o presidente nacional do PDT, Carlos Lupi, e o governador  Flávio Dino.

Caberá unicamente a Flávio Dino decidir se mantém a integralidade da frente de esquerda no projeto nacional de eleger Lula, ou subverte este conceito no Maranhão, levando o PSB a uma aliança com o PSDB.

É aguardar e conferir…

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Flávio Dino admite erros de 2018 e alerta: Bolsonaro não está fora do páreo

Governador do Maranhão avalia que a desqualificação do presidente levou muitos – inclusive ele – a achar que o Brasil jamais elegeria uma figura dessas; segundo ele, é precisos e preparar para o embate

 

Flávio Dino alerta para unidade em torno da oposição por que, apesar de incompetente e despreparado, Bolsonaro não está fora do processo eleitoral de 2022

O governador  Flávio Dino (PSB) alertou nesta sexta-feria, 16, em entrevista ao site Metrópoles, para o risco de se minimizar a força do presidente Jair Bolsonaro nas eleições de 2022.

– O Bolsonaro enfraqueceu muito, não há dúvida, mas ele ainda é um candidato forte e não pode ser minimizado – ponderou o governador. 

Dino avalia que um dos erros da eleição de 2018 foi, justamente, achar que, por ser despreparado e incompetente, Bolsonaro jamais seria eleito.

– Era tão absurdo que uma pessoa tão despreparada, desqualificada, ganhasse a eleição, que ninguém acreditava. Então, muitos erraram nisso, eu inclusive – reconhece.

Para o governador do Maranhão, é preciso a unidade das frentes de oposição ao presidente; mas ele reconhece que esta aliança parece cada dia mais difícil no primeiro turno.

– Parece ser difícil uma conveniência plena no primeiro turno. Eu diria que, nesse momento, ela é impossível. Mas é necessário criar um ambiente de diálogo para que no segundo turno haja essa integração com o objetivo de derrotar Bolsonaro – argumentou Flávio Dino.

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Líderes de PT e PDT passam semana em articulação no MA…

Principal interlocutor do ex-presidente Lula, ex-ministro José Dirceu desembarcou ontem no estado; presidente nacional do PDT, Carlos Lupi tem encontro com o governador Flávio Dino na próxima terça-feira

 

Principal voz do PT na articulação do ex-presidente Lula, José Dirceu já está desde ontem no Maranhão

O Maranhão virou um dos principais pontos de articulação das eleições presidenciais de 2022 e suas influências nas eleições estaduais.

Já está no estado, desde esta sexta-feira, 16, nada menos que o ex-ministro chefe da Casa Civil do governo Lula, José Dirceu, uma das mais influentes personalidades do PT.

Já o presidente do PDT nacional, ex-ministro Carlos Lupi, desembarca em São Luís na próxima terça-feira, 20.

Dirceu trouxe a família para curtir uns dias de férias nos Lençóis Maranhenses.

Carlos Lupi, por outro lado, tem reunião oficial com o governador Flávio Dino (PSB), exatamente na terça-feira.

Carlos Lupi é o presidente nacional do PDT; e vai se reunir com o governador Flávio Dino na próxima terça-feira, 20

Lupi e Dirceu devem se reunir em almoço na próxima quarta-feira, 21, para discutir as eleições presidenciais de 2022 e suas implicações nos estados, inclusive o Maranhão.

Mas esta é uma outra história…