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Editorial!!! Separando o joio do trigo…

Polêmica em torno da fala do senador Weverton Rocha sobre blogueiros é mais uma oportunidade para todos – políticos, jornalistas e sociedade civil – reafirmar o compromisso com o jornalismo profissional

 

ESTE JORNALISTA MARCO AURÉLIO D’EÇA E OS COLEGAS LINHARES JR. E CARLA LIMA, com a ex-governadora Roseana Sarney, na sabatina criada por ele no jornal O Estado

Editorial 

Tem dado o que falar a declaração do senador Weverton Rocha (PDT) em entrevista ao podcast Café Quente sobre a postura de blogueiros e supostos digitais influencer’s – sobretudo no interior maranhense – na relação com a classe política e com o poder.

“Se você não der certo em nada na sua vida, basta abrir um blog no Maranhão e ameaçar um secretário, vereador, prefeito ou de alguém dele, que começa a ganhar um mensalinho”, foi uma das falas do senador espalhada na mídia.

  • este blog concorda com a opinião de Weverton no que diz respeito a esses blogueiros, sobretudo advindos do interior maranhense;
  • e concorda por que entende que há também uma classe política que transformou mandatos em negócios, atraindo este tipo de gente.

Mas há uma outra fala do senador que não foi divulgada pelos que vestiram a carapuça de suas declarações, na qual ele mesmo separa o joio do trigo.

“Teve um cara no interior que veio com a conversa ‘senador, vamos fazer uma parceria’, e disse: ‘eu sou mais lido que o Marco d’Eça’. É um exemplo. Poderia ter falado do John Cutrim, do Gilberto Léda, do Jorge Aragão, do Leandro Miranda, do Diego Emir (…) Mas esse cara lá, querer se comparar com jornalistas?!? Com esses que falamos aqui, que têm referência?!? Que a gente sabe o que já fizeram, que já foram do impresso, enfim, eles utilizam as ferramentas de comunicação e não utilizam as ferramentas como instrumento de captação…”, explicou Rocha, deixando claro quem é quem na imprensa maranhense. (Veja o vídeo abaixo)

Com 30 anos de jornalismo político e 20 anos de atuação em blog – o mais antigo em atividade no Maranhão – o titular desde blog Marco Aurélio d’Eça, graduado, pós-graduado e mestrando na área de Comunicação, sempre buscou a qualificação intelectual e a aprimoração técnica como base para o desenvolver de suas atividades. (Saiba mais aqui, aqui, aqui, aqui, aqui e aqui)

Mais recentemente, este blog Marco Aurélio d’Eça publicou o artigo “A notícia de volta pra casa: o fim da era da informação sem dono…”, da jornalista Carla Ribeiro; trata-se de uma reflexão sobre a exigência de profissionais bem formados, com responsabilidade social e credibilidade para lidar com a notícia.

O episódio envolvendo Weverton Rocha ajuda nessa reflexão, por que é fundamental continuar a separar o joio do trigo.

Tanto no jornalismo quanto na política…

Editorial: Lambe-botas de tirano…

Ver jornalista festejar as sanções contra o ministro Alexandre de Moraes como se fosse um título da seleção brasileira em Copa do Mundo é constatar o declínio desta formação profissional

 

SERVILISMO AO IMPERIALISMO. Acatar como cachorrinhos tudo o que se impõe de fora para dentro é ser vira-latas como essência

Editorial

A primeira capacidade que um jornalista precisa ter é senso crítico. E a visão crítica é, por sua própria natureza, forjada na rebeldia, na contestação.

É naturalmente impossível ao jornalista estar do lado dos que batem. Se isso ocorre, é preciso revisar com absoluto critério todo o processo de formação deste profissional.

  • ver jornalista festejar as sanções dos EUA contra o ministro Alexandre de Moraes é constatar o mais inatingível fundo do poço da profissão;
  • é preciso gritar o mais rápido possível pelo fim do processo de formação alienante aberto com a profusão de cursos nesta área específica.

“Escrever sabendo não haver jornalismo neutro ou imparcial. O campo de jogo nunca é nivelado, mas sempre inclinado a favor dos ricos e poderosos. A verdadeira objetividade está em tentar compensar essa desigualdade estrutural, tomando sempre o partido do oprimido. E, mais do que isso, que fazê-lo requer uma identificação aberta com, e participação nas lutas daqueles que tentam pôr fim à exploração e opressão”, ensina o pesquisador John Rees, no livro “Imperialismo e Resistência”, ainda sem tradução no Brasil. (Veja aqui)

O Maranhão vive esse drama!!!

A abertura incondicional do processo de formação e a liberdade experimentada pelas redes sociais – que não são um mal por si só – levaram às antigas redações e aos “modernos” estúdios de podcast, “jornalistas” sem a menor capacidade de exercer a profissão e que se tornaram, de uma hora para oura “analistas políticos” e “comentaristas da sociedade”.

  • o imperialismo político e econômico é uma perversidade mundial que precisa ser combatida;
  • aplaudir o imperialismo – e aplaudi-lo por interesses pessoais – mais do que alienação, é idiotia.

“A intensificação dos processos de alienação dados pelo capitalismo em momento de plataformização do trabalho acomete os jornalistas do ponto de vista não só do enfraquecimento de sua subjetividade e corrosão de seu papel enquanto sujeito histórico, mas também de um conjunto de epifenômenos que se manifestam na condição precária da profissão”, aponta o professor Rafael Bellan Rodrigues de Sousa, do Centro de Pós-Graduação da Universidade Federal do Espírito Santo, em seu livro “Jornalismo, Trabalho e Marxismo“. (Editora Edufes).

Não há nenhuma dúvida social, econômica, política ou estrutural de que o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) e sua família fizeram mal, muito mal ao Brasil.

E são eles, não os que o denunciam, acusam e os julgam, que precisam ser banidos do país.

Para o bem até dos alienados, jornalistas ou não…

Pedro Lucas enxerga “líderes do futuro” entre os jovens…

O deputado federal Pedro Lucas Fernandes (União Brasil) repercutiu a recente parceria firmada entre o partido, a Fundação Índigo e o Instituto Ibmec que lançaram o curso “Líderes do Futuro”, voltado à formação de jovens lideranças na política.

Trata-se de uma importante iniciativa cujo objetivo é capacitar gestores públicos, a partir de conceitos e ferramentas de gestão pública e liderança, com o intuito de contribuir para o desenvolvimento do país.

“O curso Líderes do Futuro é voltado para pessoas de 18 a 35 anos que querem ampliar o conhecimento, atuar na administração pública e também na política, sendo totalmente gratuito. Serão 210 vagas para jovens de todo o Brasil e as inscrições seguem até o dia 26”, disse o parlamentar.

Aprendizado

O curso “Líderes do Futuro” tem por objetivo desenvolver e capacitar jovens líderes e gestores públicos, a partir de conceitos e ferramentas de gestão pública e liderança atuais e comprovadamente eficazes adotados por instituições como a Harvard Business School e o próprio Ibmec, com mais de 50 anos de história no mundo acadêmico.

Ao todo, serão 120 horas de aulas online, com 80 horas de conteúdo comum e, ao final, o estudante deverá escolher entre 40 horas de Gestão Pública ou Gestão Política. A metodologia envolve, por exemplo, estudo de casos, aprendizagem baseada em problemas e projetos, simulações.

Da Assessoria