Evento gastronômico organizado pela Fundação Cultural, em parceria com a Academia Imperatrizense de Letras será realizado durante o 17º Salão do Livro de Imperatriz

ORGANIZADORES CONVERSAM COM OS PARTICIPANTES NA ÁREA DESTINADA AO CONCURSO GASTRONÔMICO que escolherá a melhor comida de rua de Imperatriz
Na manhã desta terça-feira, 01, a Prefeitura de Imperatriz, por intermédio da Fundação Cultural, em parceria com a Academia Imperatrizense de Letras (AIL) realizou reunião com os cozinheiros que participarão do II Concurso Gastronômico de Comida de Rua. Na ocasião foram esclarecidas dúvidas sobre o evento, que contará com 12 participantes e será realizado durante a 17° edição do Salão do Livro de Imperatriz (Salimp) entre os 04 e 13 desse mês, das 11h às 23h.
Na ocasião, os participantes puderam analisar o local cedido para alocarem suas tendas, carrinhos ou foodtruckers. Também foi uma oportunidade para os cozinheiros socializarem, contando suas experiências e retirando as últimas dúvidas antes do evento. Entre elas, informações sobre a caracterização dos espaços, que além de identificação visual, devem conter banners com nome do chefe, do prato concorrente e um breve histórico do alimento vendido.
O presidente da Fundação Cultural de Imperatriz, José Carneiro Buzuca, destaca que “a expectativa é que o evento supere os 2 mil votantes da edição anterior. A gestão Assis Ramos tem se empenhado em dar continuidade a esse projeto pela proporção e impacto que ele gera na ampliação do incentivo à culinária local. Realizando ações como essas, incentivamos também os grandes nomes da gastronomia imperatrizense”.
De acordo com a organização, cerca de 135 mil pessoas devem passar pelo Salimp e pela praça de alimentações do concurso durante os 10 dias de evento.

A chef confeiteira Ada Silva, maranhense de Gonçalves Dias com carreira de sucesso em Brasília, está sendo estimulada por amigos a tentar cadeira na Assembleia Distrital.
– A mulher brasileira pode reescrever a sua história, saindo de uma condição de submissão a uma autonomia, de discriminação à inclusão, como um ser totalmente capaz, amparada pelas leis dos homens e pelas leis de Deus, livre de qualquer domínio e podendo dizer não às imposições e preconceitos, optando conscientemente pelo que considera ser o certo – diz a especialista em doces, ainda sem definição de partido por onde concorrer.



