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Supermercado Assaí vai iniciar operação no Turu e na Guajajaras…

Supermercado e atacadista do Grupo Pão de Açucar já pediu à Secretaria Municipal de Urbanismo a liberação das, obras e espera botar as lojas em funcionamento ainda em 2019; concorrente do Mateus estará também em Imperatriz

 

MAIOR LOJA DO GRUPO ASSAÍ SERÁ CONSTRUÍDA NESTE TERRENO, NA ANTIGA AH MADEIRAS, próximo ao Restaurante heiro Verde

O Grupo Pão de Açucar já iniciou as tratativas legais e civis para iniciar a operação da rede de supermercados e atacadista Assaí em São Luís.

No início o Assai vai operar com duas logas – uma no Turu e outra no São Cristovão, gerando 600 empregos diretos e 1,2 mil indiretos.

Além de garantir a necessária concorrência com o Grupo Mateus – que deixou de existir com a falência do Grupo Maciel – o Assaí pretende incrementar o mercado também em Imperatriz, com uma loja inicial.

Em março, o blog Marco Aurélio D’Eça já havia anunciado o interesse do Assaí em entrar no mercado maranhense, no post “Maciel pode ser usado em contra-ataque ao Mateus…”

A maior loja do novo concorrente do Mateus será construída em uma área da antiga A.H Madeiras, na Avenida São Luís Rei de França, nas proximidades do Restaurante Cheiro Verde.

A outra funcionará na Avenida Guajajaras.

Segundo apurou este blog, o pedido de licença das obras foi feito à Semurh no dia 16 de agosto.

Para legalização e construção, o Grupo Pão de Açucar conta coma  assessoria do grupo Instacon Assessoria e  Consultoria.

O objetivo é ianaugurar a primeira loja antes do Natal…

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Supermercados Maciel podem ser usados em contra-ataque ao Mateus..

Grupo que vem fechando as portas de várias unidades em São Luís – fato atribuído a benefícios fiscais dados ao concorrente – está sendo estudado como porta de entrada do Pão de Açucar no Maranhão

 

FORTE NO VAREJO E NO ATACADO, GRUPO ASSAÍ é controlado pelo poderoso Grupo Pão de Açucar/Casino

Desde que começou a fechar suas portas em São Luís, o grupo supermercadista Maciel ganhou a comoção popular a partir de um post do blog Marco Aurélio D’Eça publicado em 23 de julho de 2018.

A partir do texto “De como Flávio Dino ajudou a destruir a concorrência nos supermercados maranhenses…”, analistas, especialistas do setor e população em geral passaram a atribuir intervenções fiscais do governo Flávio Dino (PCdoB) como causa do crescimento do grupo Mateus.

E desde então, o próprio Ilson Mateus tem se desdobrado para explicar que nada tema  ver com a derrocada do Maciel. (Entenda aqui, aqui e aqui)

AS PORTAS FECHADAS DO GRUPO MACIEL podem servir de portas para chegada do Pão de Açucar, concorrente do Mateus

Agora, no entanto, as portas fechadas dos Supermercados Maciel podem se transformar nas portas abertas para o maior grupo supermercadista do Brasil, o Pão de Açucar, fincar, finalmente, bandeiras no Maranhão.

O grupo paulista já estuda a possibilidade de utilização das lojas do Maciel para implantar a rede Assaí, principal concorrente do próprio Mateus no Norte-Nordeste, segundo revelou em primeira mão o blog do Diego Emir. (Leia aqui e aqui)

ILSON MATEUS, DO GRUPO MATEUS, TEVE QUE SE EXPLICAR diante de suspeitas de benefícios fiscais de Flávio Dino

Consolidado no Maranhão, o Mateus tem disputado mercado no Norte e Nordeste com a rede Assaí, que, agora, pode atacá-lo dentro da sua própria casa.

A chegada da rede controlada pelo Pão de Açucar pode garantir a saudável concorrência do setor, que se julgava perdida com o fechamento do Maciel.

A menos que uma interferência estatal venha impedir a chegada do novo player ao Maranhão…

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Mateus confirma benefício fiscal desde 2015, mas nega ter exclusividade…

Presidente do grupo atacadista falou em entrevista que foi beneficiado – além de outras 104 empresas – com o Decreto nº 31.287/15, assinado ainda em 2015 pelo governador Flávio Dino; Maciel deixou o benefício em 2018

 

Ilson Mateus explicou as diferenças entre as duas leis do governo Flávio Dino, mas confirmou o benefício de 2% de ICMS

O empresário Ilson Mateus, presidente do Grupo Mateus, falou pessoalmente à imprensa, na tarde desta quinta-feira, 17, sobre as suspeitas de favorecimento fiscal às suas empresas no governo Flávio Dino (PCdoB).

Além de fazer um balanço da história do Mateus, Ilson revelou que, desde 2015, seu grupo é beneficiado com cobrança de apenas 2% de ICMS sobre vendas para pessoa jurídica, conforme Decreto nº 31.287/15.

Declarando-se “vítima de desinformação”, o empresário afirmou durante a entrevista que outras 104 empresas também foram beneficiadas pelo decreto, exibindo em telão o nome de algumas.

Com relação à Lei 10.576/17, Mateus garantiu que nenhuma empresa se credenciou aos seus benefícios, a exemplo do que já havia afirmado o secretário de Fazenda, Marcellus Ribeiro.

Como disse o secretário, é uma lei inútil, portanto.

Empresa do grupo Maciel no ramo de atacado também tinha os 2%, mas foi descredenciada em 2018

Mas um dado chamou a atenção durante a coletiva de imprensa.

Segundo a explanação de Ilson Mateus, os Supermercados Maciel também era credenciado para benefícios do Decreto 31.287/15 – por intermédio da empresa Coapro (Comércio Atacadista de Produtos) – mas deixou o benefício em 2018.

Exatamente a partir deste período, o grupo Maciel iniciou uma série de fechamento de lojas em São Luís. (Relembre aqui)

Nenhum dos presentes na coletiva soube explicar por que o Maciel deixou de ser beneficiado com o Decreto nº 31.287/15.

Com a palavra o comandante do grupo, Raimundo Maciel…

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César Pires proporá debate público sobre programa de incentivos fiscais…

Pires quer a Assembleia no debate sobre polêmica lei de incentivos fiscais

O deputado César Pires vai colocar em discussão, em audiência pública a ser realizada em fevereiro, o programa de benefícios fiscais adotado pelo governo Flávio Dino. Ele pretende convidar representantes do ramo atacadista e dos trabalhadores do setor para avaliar as consequências da Lei 10576, de 10 de abril de 2017, que estaria provocando o fechamento de estabelecimentos e o consequente desemprego de centenas de maranhenses.

A Lei 10576 instituiu o Programa de Incentivo ao Desenvolvimento dos Centros de Distribuição no estado do Maranhão, beneficiando somente “estabelecimento comercial atacadista com capital social mínimo de R$ 100 milhões e que gere 500 ou mais empregos diretos”.

As empresas que se encaixam nesse perfil têm direito a alíquota de 2% do ICMS, enquanto que dos demais estabelecimentos é cobrado o percentual de 18%.

“Na época da votação desse projeto de lei do governo Flávio Dino, nós alertamos que somente uma rede de supermercados no Maranhão seria beneficiada, em detrimento de centenas de outras empresas que estavam sendo massacradas com alíquota maior do ICMS. Mas o governo não nos deu ouvido e hoje o que vemos é centenas de maranhenses ficarem desempregados em decorrência da concorrência desleal que tem causado o fechamento de vários estabelecimentos comerciais”, declarou César Pires, após acompanhar a discussão que predominou nas redes sociais nesta semana.

Para o parlamentar, é necessário debater essa questão gravíssima com empresários e demais representantes do ramo atacadista, e principalmente com os trabalhadores do setor, para avaliar a situação e buscar soluções. Ele ressalta que o problema atinge todo o estado, já que a única rede atacadista beneficiada por essa lei está abrindo lojas no interior do Maranhão e destruindo os comerciantes locais.

“Não podemos aceitar inertes a falência de várias empresas que há anos geravam divisas e empregos no Maranhão, e hoje estão sem condições de funcionamento, pela concorrência desleal que se estabeleceu em nosso estado”, enfatizou ele.

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Direita maranhense pede ao Ministério da Justiça investigação da relação Flávio Dino/Ilson Mateus…

Dossiê assinado pelo Movimento Brasil Livre e outros grupos maranhenses mostra a “realidade do estado”, afirmando haver provas de favorecimento; e pede que a presidência da República implemente ações para salvar o Maranhão

 

Uma das fotos elencadas no dossiê do Movimento Brasil Livre entregue a Bolsonaro é esta com Ilson Mateus e Flávio Dino na inauguração de nova loja do grupo

A suspeita de favorecimento do governo Flávio Dino (PCdoB) ao Grupo Mateus foi denunciada na última segunda-feira, 14, à presidência da República.

O documento, assinado pelos movimentos Brasil Livre (MBL);  Endireita Maranhão; Expresso liberdade; Círculo Monárquico e Movimento Brasil Conservador elenca reportagens, posts, e imagens como prova da relação entre o comunista e o atacadista.

Na avaliação dos segmentos sociais, a Lei nº 10.576/17 “implementou o monopólio no setor de atacarejo para o Grupo Mateus, principal apoiador do governo Flávio Dino”.

– Essa lei fere de morte a livre iniciativa e a livre concorrência, princípios protegidos pela constituição brasileira no art. 1º, IV, e no art. 170, IV. O resultado dessa lei foi devastador para o Estado, tendo em vista que se consolidou o monopólio do grupo Mateus – afirma o documento, citando o fechamento de lojas da concorrência ao longo de 2018.

Documento da Direita Maranhense com o carimbo do protocolo da presidência da República; cópias foram entregues a diversos ministérios

Há no dossiê uma lista de mais de 100 links de blogs – incluindo o blog Marco Aurélio D’Eça – sites, jornais e o portal do próprio Governo do Estado para provar a relação entre Ilson Mateus e Flávio Dino.

– Fica evidente que há necessidade urgente de revisão da referida lei, bem como de investigação aprofundada sobre o possível favorecimento pessoal do Governador ao empresário e apoiador Ilson Mateus, principalmente através do Ministério da Justiça e Segurança Pública – argumenta o documento, assinado por Melhem Ibrahim Saad Neto, Caio Fonseca Araújo, Kerlyson Pablo S. Dos Santos, Lourival da Cunha Souza Filho e Luís Gustavo Sereno Canto Costa.

Os membros da Direita Maranhense: pedras no sapato do comunismo liderado por Flávio Dino

Várias outras questões são elencadas pelo MBL e seus parceiros, dentre as quais a implantação da Zona de Exportação do Maranhão (ZEMA); Plano Nacional de Resíduos Sólidos; Lei que impede reintegração de posse no estado e formação do governo Bolsonaro no Maranhão.

Todas estas questões serão analisadas pelo blog Marco Aurélio D’Eça em posts vindouros.

Além do protocolo do documento na presidência e nos ministérios, as lideranças do movimento conversaram pessoalmente com o vice-presidente General Mourão.

Sinal de que os dias serão difíceis para o comunismo maranhense…

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Titular da Sefaz desmente Flávio Dino sobre benefícios fiscais no MA…

Marcellus Ribeiro confessa incentivos ao Mateus e diz que nenhuma empresa foi beneficiada com a Lei 10.576/17, ao contrário das “centenas de empresas”, como disse o governador comunista em seu perfil twitter

 

Marcellus com Dino: um desmente o outro

Releia abaixo o que disse o governador Flávio Dino (PCdoB), diante da polêmica envolvendo benefícios fiscais ao Grupo Mateus pela Lei nº 10.576/17:

– Quanto aos benefícios fiscais, CENTENAS de empresas são destinatárias, nos mesmos termos da lei, que vale para todo o segmento. (Saiba mai aqui)

Agora, leia o que disse o secretário de Estado da Fazenda, Marcellus Ribeiro, em entrevista ao jornal O Imparcial, nesta quarta-feira, 16:

– Ninguém tem benefício de Centro de Distribuição no estado; a carga tributária é 2% para um e para outro. Você vai ter diferença na substituição tributária. (Leia a íntegra aqui)

A tradução óbvia é: Flávio Dino mentiu ao dizer que a lei criada por ele beneficiava centenas de empresas; e foi desmentido pelo seu próprio secretário de Fazenda.

Pior: Marcellus Ribeiro foi além, e confessou que o grupo Mateus tem benefícios fiscais, mas de uma outra lei, mais antiga, que garante a ele, como atacadista, vender tanto para pessoa física quanto jurídica.

É aquela velha máxima: quanto mai eles tentam mexer, mas a coisa fede.

Agora é esperar o que tem a dizer o próprio Ilson Mateus, comandante do Grupo Mateus, cuja entrevista coletiva está prevista para esta quinta-feira, 16.

É aguardar e conferir…

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Mateus convoca coletiva para tentar explicar incentivos fiscais…

Repercussão negativa da crescente crise no Supermercado Maciel – atribuída a ações do governo Flávio Dino em favor do concorrente – levou grupo a chamar jornalistas para falar do assunto

 

Mateus e Flávio Dino: parceria com governo comunista, plano de expansão, benefícios fiscais e apoio a ações governistas

Tem sido intenso o desgaste do governo Flávio Dino (PCdoB) e do grupo Mateus, nas redes sociais, diante da crise que vem sofrendo os supermercados Maciel.

Na noite desta terça-feira, 15, o Grupo Mateus emitiu nota em que convoca a imprensa para uma coletiva de imprensa para explicar sua relação com a Lei 10.576, sancionada por Flávio Dino.

A derrocada do Maciel seria, na na pratica, fruto desta lei, que beneficiaria diretamente o grupo Mateus, em detrimento dos concorrentes. (Entenda aqui e aqui)

Nos últimos dias, um vídeo do capitão do grupo Maciel, Raimundo Maciel, em que ele apela para os funcionários para tentar salvar o que ainda resta da empresa, teve repercussão ainda mais negativa.

Após a repercussão do vídeo, o próprio Flávio Dino foi às redes sociais e deu entrevistas tentando negar que a Lei 10.576/17 beneficiaria apenas o Mateus; mas só complicou ainda mais a situação, já que o governo comunista não consegue elencar outras empresas que tenha sido beneficiada pela lei. (Reveja aqui)

A nota do grupo Mateus: convocação de coletiva de imprensa para falar de lei de incentivos fiscais

Nesta quinta-feira, 17, o comandante do próprio grupo Mateus, Ilson Mateus, vai tentar falar sobre o assunto e mostrar como sua empresa se enquadra na lei de Flávio Dino.

Oficialmente, Ilson falará sobre “credenciamento tributário, balanço de investimentos de 2018 e expansão do grupo.

Na prática, no entanto, deve tentar explicar o alcance da Lei 10.576/17.

Nos moldes do que tem dito o próprio governo…

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Blog pede lista das “centenas de empresas” beneficiadas por Lei de Flávio Dino…

Afirmação do governador Flávio Dino levou a página Marco Aurélio D’Eça a pedir, oficialmente e  publicamente, relação dos centros de distribuição que se enquadram na lei apontada como beneficiária do Grupo Mateus

 

Ilson Mateus e Flávio Dino em inauguração de mais uma unidade do grupo; quantos outros são beneficiados com a Lei 10.576/17?

Em sua mais recente tentativa de negar ter beneficiado o grupo Mateus com a Lei 10.576/17, o governador Flávio Dino (PCdoB) afirmou em suas redes sociais que há no Maranhão “centenas de empresas” que se enquadram no texto da lei.

Com base no que afirmou o comunista, significa dizer que há no estado mais de 100 empresas com “capital social mínimo de R$ 100 milhões” e que “gerem 500 ou mais empregos diretos”, segundo estabelece o artigo 2º da Lei sancionada por ele.

Diante da publicação de Flávio Dino, o blog Marco Aurélio D’Eça solicitou oficialmente ao Governo do Estado resposta detalhada aos seguintes questionamentos:

1 – relação nominal de todos os Centros de Distribuição do setor atacadista, instalados no Maranhão, com “capital social mínimo de R$ 100 milhões”;

2 – dados oficiais do número de empregos gerados no Maranhão, nos últimos quatro anos, com detalhamento do número de postos de trabalho específicos do setor atacadista;

3 – dados oficiais dos 50 mil postos de trabalhos que – com base nas declarações do governador – atuam especificamente nas “centenas de empresas” do setor atacadista que “geram 500 empregos ou mais”;

4 – relação nominal de todas as empresas que são beneficiadas com a alíquota de apenas 2% do ICMS, nos termos estabelecidos na Lei 10.576/17.

Blog quer saber onde estão as “centenas de empresas” citadas por Flávio Dino que se beneficiaram da Lei 10.576/2017

O pedido de informação foi encaminhado diretamente à Secretaria de Comunicação e Articulação Política do governo com cópia para as secretarias da Indústria e Comércio e da Fazenda.

Também foi encaminhada diretamente ao secretário-chefe da Secap, deputado federal eleito Márcio Jerry.

Este blog aguarda resposta aos questionamentos…

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Para Simplício Araújo, oposição desrespeita o Maranhão…

Secretário de Indústria e Comércio classifica de “absurdos” o que chama de boatos sobre fechamento dos Supermercados Maciel e alerta que clima de suspeição pode aumentar desemprego

 

O secretário de Indústria e Comércio do Maranhão, Simplício Araújo, rebateu com críticas as notícias dando conta de que o fechamento de lojas do grupo Supermercados Maciel foi estimulada por ações do governo Flávio Dino (PCdoB).

– São absurdos os boatos que estão sendo espalhados acerca do fechamento de unidades da rede de supermercados Maciel em São Luís – avaliou.  – Mais uma mentira sem nenhuma base ou prova é lançada por políticos que tentam atingir a imagem do Governo Flavio Dino, mas isso já passou de todos os limites. Conclamo o povo e a classe empresarial a repudiar e combater este tipo de ameaça aos empregos e empresários que sobrevivem em meio à gravíssima crise econômica que o país atravessa –  completou Araújo.

O assunto veio à tona novamente no fim de semana, após vídeo divulgado nas redes sociais, no qual o presidente do Grupo Maciel, Raimundo Maciel, pede paciência aos funcionários em razão do atraso de pagamentos e fechamento de lojas. (Entenda aqui, aqui e aqui)

Para Simplício “é fácil provar que o Estado trabalha com total transparência, em cumprimento com a Constituição Federal e regras estabelecidas no CONFAZ através da Lei Complementar 160/17, e desde 2015 vem dando total transparência e publicidade a todos os benefícios concedidos por segmento, demonstrando probidade e responsabilidade nos seus atos, basta olhar no Diário Oficial do dia 18 de setembro de 2018”.

O secretário também disse que o governo Flávio Dino sempre teve diálogo aberto com todos os segmentos econômicos do Maranhão e busca respeitar a todos, tendo construído incentivos democráticos e isonômicos.

– Quando um político levanta mentiras, boatos e injúrias sobre qualquer segmento econômico ou empresa, está atacando o povo que precisa dos empregos, desrespeitando a história de empresários e abrindo um gravíssimo precedente para vilipendiar qualquer empreendimento instalado ou que possa se instalar no Maranhão, isso com certeza espanta quem por ventura possa vir a se instalar aqui – explicou o secretário, sem citar que político tem levantado as mentiras.

De acordo com o secretário, a Lei 10.576/2017 foi elaborada para a atração de grandes centros de distribuição ao Maranhão.

– Várias empresas estavam interessadas em trazer seus CD’s para nosso estado, empresas como o grupo João Claudino, que tem mais lojas no Maranhão que no Piauí, onde está atualmente seu Centro de Distribuição, se interessaram e estavam em negociação com o estado, mas mudaram de ideia depois da grande onda de boatos e mentiras sobre o projeto. A lei, tratada equivocadamente como direcionada para beneficiar o Grupo Mateus, não alcançou ainda nenhuma empresa, em decorrência dos ataques feitos – acredita o secretário.

Com relação ao Grupo Maciel, Simplício citou que “é triste ver o caso do Maciel sim, acompanho isso desde 2016″.

– Mas, mais triste é ver esse ataque aos empreendedores do Maranhão buscando atingir o Governo Flávio Dino. Não tendo encontrado até hoje nenhum escândalo dentro do governo para baterem, tentam agora acabar com o Maranhão para colocar a culpa no governador. Isso não é contra Flavio, contra mim ou apenas contra dois empresários que lutam para manter seus negócios. Isso é contra todos os maranhenses – concluiu.

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Não adianta querer explicar, Flávio Dino…

Na tentativa de negar ter beneficiado a rede atacadista, comunista pinta um Maranhão próspero, com centenas de empresas milionárias e cenário de pleno-emprego em apenas um setor da economia, o que não condiz com a realidade do estado

 

Fila de desempregados; concentração de setores gera fechamento de postos de trabalho

Leia o que diz o governador Flávio Dino (PCdoB) no post abaixo; voltarei em seguida:

Em seu tuíte, o comunista maranhense afirma haver centenas de empresas beneficiadas pela Lei 10.576/17, criada em seu governo.

Ou seja, ele garante haver no Maranhão mais de 100 Centros de Distribuição, distintos, com patrimônio acima de R$ 100 milhões, o que daria nada menos que R$ 10 bilhões de capital social em apenas uma parte de um setor específico da economia.

Além disso, Dino afirma que todas essas empresas se enquadram nos termos da lei sancionada por ele; um destes termos é o artigo segundo, que diz, in verbis:

– Artigo 2º: Para aplicação dos efeitos desta lei, considera-se Centro de Distribuição o estabelecimento comercial atacadista com capital social mínimo de R$ 100 milhões e que gere 500 ou mais empregos diretos. (Saiba mais aqui)

Ora, Flávio Dino, se o Maranhão dispões de 100 empresas com geração de 500 empregos diretos, isso significa que apenas em um setor da economia o Maranhão tem garantidos nada menos que 50 mil empregos.

Está se falando apenas dos centros de distribuição que geram 500 empregos; há ainda o CD’s menores, e os outros setores da economia (supermercados, indústria, comércio, serviços…)

O Maranhão que Flávio Dino pinta nas redes sociais para justificar seu benefício ao Grupo Mateus é um estado próspero, digno de figurar entre o mais ricos do Brasil.

Porque os números sociais mostram outra coisa, como se pode ler nos posts abaixo:

Flávio Dino e a miséria no Maranhão…

Desemprego é mais um número negativo na conta de Flávio Dino…

Miséria comunista no Maranhão…

A venezuelização do Maranhão…

Pare de enganar o povo, Flávio Dino.

Revogue a lei 10.576/17 e garanta isonomia, de fato, ao atacadistas maranhenses.

Por que mentira tem pernas curtas.

Simples assim…