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Crise entre Estados Unidos e Irã é teste para a visão de mundo de Bolsonaro…

Presidente brasileiro é visto com desconfiança pelos especialistas em política internacional, diante da postura servil ao presidente americano, pelo despreparo gerencial e pelo pouco conhecimento que demonstra da Geopolítica

 

Bolsonaro assumiu desde sempre postura submissa e servil a Donald Trump; a comunidade internacional agora espera posição brasileira diante do ataque americano ao Irã

Eleito presidente da República em um desses surtos psicóticos que abalam o inconsciente coletivo de tempos em tempos, Jair Bolsonaro vem dando seguidas demonstrações de despreparo, falta de conhecimento, incapacidade gerencial e tacanha visão de mundo.

O início do seu segundo ano de mandato apresenta a ele agora um teste de fogo para seu entendimento de Geopolítica.

O ataque das forças americanas a um aeroporto de Bagdah, no Iraque – que resultou na morte do general da Guarda Revolucionária Iraniana, Qassem Soleimani – deve ter retaliação do Irã.

O governo iraniano já anunciou que haverá vingança, abrindo um clima de guerra com impacto no mundo todo.

Desde que assumiu, Bolsonaro vem dando seguidas demonstrações de deslumbramento e servilismo  ao presidente americano Donald Trump. Tanto que entregou aos EUA a base de lançamentos de Alcântara, de onde os americanos monitoram o espaço aéreo e as bases espaciais do mundo todo. 

Esta postura do presidente brasileiro traz a tensão internacional também para o quintal do Brasil.

E a posição internacional de Bolsonaro dirá muito do futuro que o país terá neste conflito.

É aguardar e conferir…

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Ecos do fracasso…

Flávio Dino chega à reta final da campanha eleitoral com desgaste pessoal pela marca da ingratidão; fracasso administrativo, com a falência do estado; e com a base cada vez mais fragilizada, pela fuga de partidos e lideranças

 

UNHA E CARNE. Ação política cada vez mais perniciosa de Márcio Jerry tem ajudado a desgastar a imagem de Flávio Dino

O governador Flávio Dino (PCdoB) entrou na reta final da pré-campanha em uma espécie de inferno astral, com sangrias políticas, partidárias, administrativas e eleitorais.

A perda de aliados, somada a perda de legendas com tempo de propaganda – além de fracassos administrativos em diferentes áreas – formam uma mistura explosiva capaz de minar qualquer projeto eleitoral do comunista.

Desde sempre já se sabia que o governo Flávio Dino desestruturou o sistema de saúde do estado, acabou com a malha que garantia escoamento da produção e o direito de ir e vir; perseguiu servidores públicos e empresários; e destruiu as finanças públicas, mesmo herdando nada menos que R$ 2 bilhões em caixa.

Mas tudo isso parecia sem efeito eleitoral diante do quadro cada vez mais firme de aliados políticos, garantidos por negociatas e jogo de interesses que aparelhava o governo em troca de apoios. Era com esse cacife que o comunista se preparava para entrar na disputa pela renovação do mandato.

Tudo isso ruiu a partir da decisão do ex-governador José Reinaldo de expor a ingratidão do governador e decidir deixar o governo.

O gesto de Tavares estimulou outros, que se preparam para também abandonar a nau comunista.

Abalado administrativamente, com as finanças estaduais destruídas e sem palanque consistente, Dino caminha para o desfecho natural a todos os que se acham absoluto politicamente.

Da coluna Estado Maior, de O EstadoMaranhão

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Crise em Ribamar: Luis Fernando pede e Justiça bloqueia R$ 4,6 milhões da gestão de Gil Cutrim…

Comunicado da Secretaria de Planejamento diz que o juiz federal José Carlos Madeira determinou o bloqueio dos recursos da repatriação e do Fundeb nesta sexta-feira

 

Luis Fernando e Gil Cutrim: fim da parceria

O último dia útil de 2016 fez explodir a guerra que estava sendo travada tacitamente entre o prefeito eleito de São José de Ribamar, Luis Fernando Silva (PDSB), e o atual prefeito do município, Gil Cutrim (PDT).

Ainda sob o comando de Cutrim, a Secretaria Municipal de Planejamento, Administração e Finanças emitiu “Comunicado” no fim da tarde informando que foram bloqueados cerca de R$ 4,6 milhões de duas contas.

– O município de São José de Ribamar teve bloqueados, nesta sexta-feira (30), os recursos da multa de repatriação, no valor previsto de R$ 4.041.989,58, e da transferência do Fundeb, no valor previsto de R$ 593.835,59. O bloqueio foi determinado pelo juiz federal José Carlos do Vale Madeira, que atendeu ação cautelar movida pelo prefeito eleito, Luis Fernando Moura da Silva – afirma o comunicado.

De acordo com a nota, os recursos da repatriação seriam utilizados para cumprir obrigações do município com fornecedores e complementação da folha de pessoa.

– Mesmo diante de tal fato, a atual gestão está cumprindo rigorosamente com seu calendário de pagamento e outros compromissos – informou a prefeitura.

A assessoria de Luis Fernando não quis comentar o assunto…

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Aliado de Dino, Othelino responde a Roberto Rocha…

O presidente em exercício da Assembleia Legislativa, deputado Othelino Neto (PCdoB),  publicou imagem da lenda bíblica do beijo de Judas em Jesus Cristo para rebater provocação do senador, que divulgou uma imagem do diabo lendo um livro com o símbolo comunista. (Relembre aqui)

– A postagem preconceituosa do senador Roberto Rocha associando o símbolo do PCdoB ao demônio me remete a essa foto. #traição – rebateu o parlamentar, no Twitter.

Sinal de que a guerra entre Rocha e o grupo dinista só está começando…

 

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Eliziane evita guerra entre Edivaldo e Wellington e busca crescer com propostas…

Adversários travam ruidosa, violenta e agressiva troca de acusações em blogs e redes sociais, enquanto a deputada apresenta projetos sólidos nas áreas de Educação, Saúde, Mobilidade, Turismo e Cultura

 

Com campanha alegre, Eliziane evita a abusiva guerra entre os adversários

Com campanha alegre, Eliziane evita a abusiva guerra entre os adversários

A candidata do PPS à Prefeitura de São Luís, Eliziane Gama, voltou a ser mais percebida pelo eleitor, desde que começou a focar em propostas consistentes apresentadas em seus programas eleitorais e entrevistas.

Desde então, é mais perceptível, também, um reconhecimento de melhora na campanha da candidata.

Por outro lado, os candidatos Edivaldo Júnior (PDT) e Wellington do Curso (PP) travam, há pelo menos uma semana, uma quase sanguinária guerra de desestabilização um do outro – com agressões, acusações denúncias e desmentidos de lado a lado – em blogs, redes sociais e até nos próprios programas eleitorais.

Edivaldo e Wellington estão quase chegando às vias de fato

Edivaldo e Wellington estão quase chegando às vias de fato

Há pelos menos seis dias, as campanhas de Edivaldo e Wellington se acusam mutuamente, enquanto Eliziane fala diretamente ao eleitor do que pretende fazer em São Luís.

De seu programas já se extraiu, por exemplo, a criação de escolas nos Centro Histórico, construção de mais um hospital de 400 leitos, os corredores de transporte e a surpreendente área livre de Turismo 24h, que este blog pretende destrinchar em futuro post.

– Este é o momento de o eleitor começar a perceber quem, de fato, está interessado em um projeto de desenvolvimento de São Luís; e quem está apenas em uma desnecessária guerra pelo poder – argumenta a deputada.

Elogiados até por adversários, os programas de Eliziane têm chamado atenção exatamente pelo fato de não bater-boca ou trocar acusações com adversários,  mas apenas apontar problemas e mostrar as soluções para São Luís.

Enquanto isso, a guerra entre Wellington e Edivaldo mostra-se cada vez mais snaguinolenta…

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Clima de guerra em São Luís…

Márcio jardim encara policial após derrubada de boneco

Márcio jardim encara policial após derrubada de boneco

Militantes do PT e do PSDB protagonizaram em São Luís uma espécie de preparação para o que se desenha para o dia 13, quando as duas legendas planejam movimentos nacionais a favor e contra o governo Dilma Rousseff (PT). A guerra entre os dois partidos começou sexta-feira, quando o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva foi levado para depor na operação Lava Jato.

O próprio Lula deu a senha para os petistas, ao dizer que, a partir de então, era para todos Ester nas ruas, em manifestações contra o que chamou de golpe.

E o clima de guerra perpassa todos os setores sociais.

Desde os altos escalões do Governo do Estado, passando pelos gabinetes da Prefeitura de São Luís, chegando à Assembleia Legislativa e à Câmara Municipal, petistas e tucanos mostram “sangue no dente” quando falam dos episódios envolvendo o governo.

Foram vistos em manifestações populares durante o final de semana os secretários Márcio Jardim (Esporte) e Chico Gonçalves (Direitos Humanos), além de deputados estaduais e vereadores do PT.

E a tensão só tende a aumentar à medida que as investigações da Lava Jato avançam sobre a alta cúpula do PT.

Os petistas acusam promotores, procuradores, policiais e até juízes de estarem a serviço do que chamam de “mídia golpista” e “mercado financeiro paulista”. E tentam mobilizar a população em cruzadas contra o que chamam de golpe.

O PSDB, por outro lado, diz exatamente o contrário, e defende a saída do governo petista como solução para a crise política e econômica que o Brasil enfrenta desde 2014.

E é neste clima que os partidos marcharão nas eleições de 2016…

Da coluna Estado Maior, de O EstadoMaranhão
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Lições de guerra…

O governador Flávio Dino tem sido alertado pelos seus aliados mais experientes – e que se sentem co-partícipes do seu poder – com o seguinte conselho: sua superexposição nas redes sociais e na internet tem ajudado a gerar o desgaste acentuado para um governo que mal iniciou sua gestão.

Ontem, em Imperatriz, por exemplo, ele, mais uma vez, foi alertado pelas lideranças do PSDB sobre esta superexposição.

“General não desce a trincheira”, é a expressão usada por gente como o deputado José Reinaldo Tavares e o senador Roberto Rocha (ambos do PSB), pelo vice-governador Carlos Brandão (PSDB), pelo presidente da Assembleia Legislativa, Humberto Coutinho (PDT), e pelo prefeito de Imperatriz, Sebastião Madeira (PSDB), para citar apenas os aliados mais experientes do governador, ou o que seria seu “Estado Maior”, o conselho que reúne os generais em uma batalha.

dinoMas os conselhos dos líderes dinistas dificilmente serão absorvidos pelo governador. Primeiro, porque Dino é daqueles difíceis de ouvir conselhos. Ele entende que alguém deve apenas seguir o que ele pensa – ou assumir as consequências de pensar diferente. Segundo que, com seu espírito guerrilheiro de militante estudantil, ele não consegue deixar os campos de batalha, onde acha que precisa guerrear 24 horas por dia

A expressão, muito usada por estrategistas de guerra, quer dizer que um comandante, um general, um líder, não pode se desgastar em um front de batalha, porque, abatido ou ferido, praticamente decretará o caos na tropa, que se dispersará diante do inimigo.

Mas os conselhos dos líderes dinistas dificilmente serão absorvidos pelo governador. Primeiro, porque Dino é daqueles difíceis de ouvir conselhos. Ele entende que alguém deve apenas seguir o que ele pensa – ou assumir as consequências de pensar diferente. Segundo que, com seu espírito guerrilheiro de militante estudantil, ele não consegue deixar os campos de batalha, onde acha que precisa guerrear 24 horas por dia.

Mas o resultado é que, sem dar ouvidos ao seu “Estado Maior”, e com uma tropa de suboficiais inexperientes e soldados kamikazes dispostos a tudo, o governador vai se envolvendo cada vez mais na batalha, seguindo em ordem unida rumo às trincheiras adversárias, totalmente desguarnecido.

E o resultado desta indisciplina é, quase sempre, um general abatido, enfraquecido em seu intento de marchar rumo à vitória.

Da coluna Estado Maior, de O EstadoMaranhão – com ilustração do blog
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Globo manipula informações para ignorar o Vasco na visita de Obama…

O ódio da Rede Globo pelo Vasco da Gama fez a emissora, mais uma vez, dar uma aula de antijornalismo em alguns momentos da passagem do pressidente Barack Obama pelo Brasil.

A camisa entregue a Obama por Sérgio Cabral

Obama foi presenteado pelo governador do Rio de Janeiro, Sérgio Cabral, com uma camisa do time (veja a foto ao lado).

A homenagem foi importante por que tinha significação histórica: a camisa – que será usada como terceiro uniforme do time –  faz uma homenagem à luta contra a segregação racial no futebol, iniciada pelo Vasco no Brasil.

Entregue ao primeiro presidente negro dos Estados Unidos, tem simbolismo social.

Mas a Globo ignorou as imagens, e preriu fazer festa apenas da entrega de outra camisa, pela ex-atleta Patrícia Amorim, articulada pela própria emissora. Entrega sem sentido algum, movido apenas pleo ódio global e pela inveja.

Mas foi o nome do Vasco o único a ser lembrado em discurso do presidente no Teatro Municipal – ele precisou de auxílio de terceiros para lembrar que o clássico era contra o Botafogo.

Muita gente pensa que o ódio da Globo contra o Vasco começou na final da Copa João Havelange, mas vem de bem antes – envolvendo manipulação de cotas de patrocínio e tentativas de asfíxia financeira por parte da emissora carioca.

Em 29 de janeiro de 2001, o jornal Meio & Mensagem publicou matéria em que denunciou a tentativa da Globo de levar o Vasco à falência com o não pagamento de cotas de patrocício (Leia aqui).

Não há matéria da Globo sobre o Vasco que não tenha conotação negativa. O ódio na cobertura esportiva salta aos olhos, mas prejudica a torcida cruzmaltina em todo o país.

Mas, este ano, como diria Zagallo: “Ela vai ter que engolir”…

Leia aqui a matéria sobre as camisas personalizadas da família Obama