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Já deu até polícia na pesquisa suspeita que põe Braide nas alturas…

Notícia-Crime aponta possível fraude do Instituto Veritá para favorecer o ex-prefeito de São Luís às vésperas da convenção em que ele espera atrair partidos para garantir tempo na TV

 

EM BUSCA DE TEMPO NA PROPAGANDA ELEITORLA, Braide é favorecido por pesquisas às vésperas de sua convenção

Uma Notícia-Crime foi apresentada neste sábado, 1º, à Polícia Federal contra o Instituto Veritá por suspeita de fraude em pesquisa eleitoral. O instituo é acusado de favoredcer o ex-prefeito de São Luís, Eduardo Braide (PSD), inflando seus números nas pesquisas.

  • Braide realiza convenção na próxima segunda-feira,3, e espera coligar com outros partidos para ter tempo na TV;
  • os números Veritá dizem que ele vence a eleição em primeiro turno, o que tende a atrair legendas para coligação.

“O Instituto Veritá apresenta duas informações que precisam ser esclarecidas. Ao mesmo tempo que afirma ter escolhido os entrevistados por critérios estatísticos, informa que as pessoas participaram voluntariamente, por meio de uma plataforma eletrônica. Sem uma explicação mais detalhada, não é possível saber como o instituto evitou que a pesquisa fosse respondida apenas por pessoas interessadas em participar”, diz um trecho da denúncia à PF.

O instituto Veritá tem se notabilizado nestas eleições por divulgar pesquisas amplamente favoráveis a Braide e aos seus aliados. Mas ela enfrenta denúncias de fraudes também em outros diversos estados.

  • o Veritá já teve suspensas pesquisas em Amazonas, Paraíba, Alagoas, Distrito Federal, Santa Catarina e Pernambuco;
  • em todos os estados ela favorece candidatos, muitos deles ligados ao mesmo PSD, do ex-prefeito Eduardo Braide.  

Além da investigação da Polícia Federal, a denúncia pede o envolvimento do Ministério Público.

Caso condenado, o instituto pode até perder a condição de fazer pesquisas no Maranhão…

Com informações do blog de Gilberto Léda

Campanha de Braide já começa errada, com foco em pesquisa esquisita…

Números divulgados logo após renúncia pelo instituto Veritá levantam suspeitas de que visam inflar favoritismo do ex-prefeito de São Luís

 

BRAIDE FESTEJOU EM SUAS RDES SOCIAIS O RESULTADO DA PESQUISA VERITÁ, mas o TRE-MA acatou denúncias de suspeitas no levantamento

Análise da Notícia

A pesquisa do Instituto Veritá divulgada nesta quinta-feira, 2 – a primeira após a renúncia do ex-prefeito de São Luís Eduardo Braide – levantou fortes suspeitas na classe política do Maranhão de que foi usada para inflar os números do candidato do PSD.

  • o levantamento é absolutamente discrepante em relação a todos os outros já divulgados;
  • ficou evidente a tentativa de mostrar o ex-prefeito com vitória já no primeiro turno. 

“Os números apresentados contrariam prognósticos divulgados nos últimos dias por institutos renomados como Quaest, Paraná Pesquisas e Econométrica, todos apontando uma disputa que se equilibrou entre da Eduardo Braide e Orleans Brandão”, apontou o blog do jornalista Gilberto Léda. (Leia aqui)

O que chamou mais a atenção foi o fato de o próprio Eduardo Braide disseminar e festejar a pesquisa em suas suas redes sociais.

  • diversos partidos acionaram a Justiça Eleitoral em contestação aos números do Veritá;
  • diante das suspeitas, o TRE-MA cobrou da emrpesa detalhamento do levantamento;
  • em caso de divulgação sem a explicação, a multa para o instituto é de R$ 100 mil.

“Há denúncias de vícios graves no registro do levantamento, especialmente a falta de envio do relatório completo com os resultados ao sistema PesqEle, a ausência de uma declaração assinada pelo estatístico responsável e inconsistências no plano amostral relacionadas à renda familiar e à distribuição geográfica”, destacou o blog ndo jornalsita Isaias Rocha, ao divuglar a decisão do TRE-MA. (Leia aqui) 

Braide anunciou sua renúncia do mandato de prefeito na última terça-feira, 31; a pesquisa foi concluída 12 dias antes, em 19 de março.

Mesmo assim, o ex-prefeito usou os dados em suas redes sociais como fato novo após sua renúncia.

Agora, a empresa terá que se explicar à Justiça Eleitoral…