Waldir Maranhão toma posse na Academia Brasileira de Ciências, Artes, História e Literatura em Brasília

Ex-reitor da Uema, professor vai ocupar a cadeira número 59, que é patroneada pelo professor Cid Veloso; a academia reúne intelectuais de todo o país

 

LIDERANÇA INDÍGENA LUCIENE KUJAESAGE KAYABI cumprimenta o novo confrade da Abrasci, Waldir Maranhão

Em solenidade realizada no Auditório Nereu Ramos, na Câmara dos Deputados, o professor e ex-reitor Waldir Maranhão tomou posse como membro titular da ABRASCI. Ocupando a cadeira nº 59, patroneada por Cid Veloso, o novo acadêmico recebeu o Colar do Mérito Cultural em reconhecimento à sua trajetória dedicada à educação e à vida pública.

Para Waldir Maranhão, a chegada à Academia representa não apenas uma honraria pessoal, mas a reafirmação de que a ciência e a cultura são os pilares fundamentais para o desenvolvimento de uma nação soberana.

“Assumir a cadeira nº 59 é um reconhecimento que compartilho com o meu Maranhão e que reforça minha trajetória dedicada à educação e à cultura. Agradeço à ABRASCI por esta distinção. Sigo acreditando que o conhecimento é a base para transformarmos o futuro do nosso país. Um dia marcante que renova as minhas energias”, agradeceu Maranhão.

O evento reuniu autoridades, intelectuais e amigos para celebrar um marco que une o saber acadêmico ao compromisso com a história brasileira.

 

Waldir Maranhão vai tomar posse na Abrasci…

Ex-deputado federal maranhense tomou posse na cadeira número 59 da Academia Brasileira de Ciências, Artes, História e Literatura

 

O ex-deputado federal maranhense Waldir Maranhão (PT) vai assumir a cadeira 59 da Academia Brasileira de Ciências, Artes, História e Literatura (ABRASCI).

O parlamentar foi convidado pelo conselho da entidade, que reúne intelectuais de várias áreas do país inteiro.

  • Waldir Maranhão é professor e ex-reitor da Universidade Estadual do Maranhão;
  • como deptuado federal foi vice-presidente e presidente da Câmara dos Deputados.

“Uma honra que orgulha o nosso Maranhão. Recebi com muita alegria o convite para assumir a cadeira nº 59 da Academia Brasileira de Ciências, Artes, História e Literatura. Ocupar este espaço em Brasília reafirma meu compromisso com a educação, a ciência e a cultura do nosso país. Seguimos avançando, com experiência, trabalho e dedicação”, agradeceu o intelectual.

A posse de Waldir Maranhão será nesta sexta-feira, 24, no Auditório Nereu Ramos, na Câmara dos Deputados.

Perseguição de Flávio Dino à família Itapary remonta a 2015…

Acusado agora de ser o responsável pela exoneração de Maurício Itapary da chefia do Iphan no Maranhão, ex-governador foi acusado também de exonerar da Emap uma parente do intelectual Joaquim Itapary, apenas pelo fato de ter o mesmo sobrenome do ex-pesidente da AML

 

Flávio Dino serelepe com os membros da AML que lhe deram cadeira de herança; Itapary ausente

Não é de hoje a perseguição que o agora ministro da Justiça Flávio Dino (PSB) impõe contra a família do escritor maranhense e ex-presidente da Academia Maranhense de Letras, Joaquim Itapary.

Dino entrou pela janela na AML, em 2021, recebendo de herança a cadeira do próprio pai, contra o voto de alguns intelectuais, entre eles Itapary.

Nesta semana, o escritor desabafou em grupos de escritores atribuindo a Flávio Dino a responsabilidade pela demissão de Maurício Itapary da direção regional do Iphan.

Em 16 de janeiro de 2015, Joaquim Itapary já havia denunciado a perseguição de Flávio Dino, que acabara de assumir o governo do Maranhão; em artigo intitulado “A regressão ao vitorinismo”, o agora ex-membro da AML contou que uma parente havia sido demitida do Porto do Itaqui apenas por ter o seu sobrenome.

– Como não existe fato sem causa (…) a funcionária demitida pediu que lhe explicassem a real causa da sua sumária dispensa.  Estarrecida, recebeu a resposta muito clara: Minha senhora, apenas cumprimos ordem do governador. Aqui não trabalha mais ninguém que tenha Itapary no nome! – escreveu o ex-presidente da AML. (Leia a íntegra aqui)

Flávio Dino confirmando caça aos Itapary, em 2015, que trata como beneficiários de “esquemas e privilégios”

Na época, o todo-poderoso Flávio Dino nem fez questão de amenizar a questão, e reafirmou em suas redes socais que estava fazendo uma limpeza política no Maranhão.

– Desmontar esquemas e privilégios gera fortes reações, algumas totalmente insensatas; lamento, mas não vamos recuar – afirmou o então governador.

Desde então, ele e Joaquim Itapary passaram a nutrir forte antipatia mútua; mesmo assim, os pares do intelectual na AML resolveram, sabe-se lá por que, levar o ex-comunista para dentro da academia.

E deu no que deu…

Pressão política de Flávio Dino causa renúncia inédita na Academia Maranhense de Letras

Ex-presidente da institutição, o intelectual Joaquim Itapary anunciou sua saída da cadeira número 4; e comentou em grupos de escritores que o filho, Maurício Itapary, foi demitido do Iphan por pressão do ex-governador e hoje ministro da Justiça, que virou imortal em um processo duvidoso no fim de 2021

Joaquim Itapary já foi vítima de Flávio Dino em otyuras ocasiões políticas

A Academia Maranhense de Letras teve nesta semana uma importante baixa em seus quadros; e pela primeira vez em forma de renúncia.

O ex-presidente da Casa de Antonio Lobo, intelectual Joaquim Itapary, divulgou nota anunciando sua renúnia da cadeira número 4, que ocupa desde 1987.

De acordo com o portal O Infromante, Itapary contou em grupos de whatsapp composto por membros da AML que sua renúncia tem a ver com a demissão do filho, Maurício Itapary, da direção do Iphan no Maranhão.

– Em mensagem no grupo da academia, Joaquim Itapary atribui a demissão do seu filho Mauricio a uma suposta exigência do ministro Flávio Dino, membro da AML – revelou O Informante. (Leia aqui)

Flávio Dino foi alçado membro da Academia Maranhense de Letras em um processo turbulento e mal visto por intelectuais de todo o país.

A nebulosa oferta da cadeira 32 na AMl a Flávio Dino, com intelectuais em comitiva no Palácio dos Leões

Esta história foi contada por este blog Marco Aurélio d’Eça no post “Disputa por vaga de imortal do próprio pai constrange Flávio Dino e a AML…”

Dino recebeu de herança a vaga do pai , Sálvio Dino, na cadeira 32, por iniciativa dos próprios imortais, que foram ao Palácio oferecer a vaga ao então governasdora.

– Na tentativa de tornar a vaga na AML uma espécie de herança familiar, a Casa acaba por estuprar intelectualmente os imortais maranhenses, uma vez que – embora com amplos conhecimentos técnicos na área jurídica – Flávio Dino nunca teve qualquer tipo de militância ou produção intelectual que justifique sua “imortalidade” – criticou, à época, weste blog Marco Aurpélio d’Eça.

Sem lastro de intelectualidade que justificasse sua entrada na academia – e com um histórico de beligerância política com viés autoritário, rancoroso e de perseguição – o ex-comunista chegou à AML em meio a desconfiança dos próprios pares.

E parece que, agora, começa a usar sua força para se vingar de quem não o apoiou sua “imortalidade”…

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Zé Inácio media debates do ciclo “Esquerda Volver”…

Evento organizado pela Fundação Perseu Abramo, realizado na última sexta-feira, e reuniu alguns dos principais pensadores da esquerda política no Brasil

 

Zé Inácio entre os intelectuais de esquerda: em busca de novos rumos

O deputado estadual Zé Inácio (PT) foi um dos mediadores do ciclo de debates “Esquerda Volver”, promovido sexta-feira, 16, pela Fundação Perseu Abramo, em parceira com a Central Única dos Trabalhadores (CUT) do Maranhão e o Partido dos Trabalhadores (PT) do Maranhão.

O evento aconteceu no auditório Neiva Moreira, na Assembleia Legislativa do Maranhão.

Zé Inácio mediou o debate da mesa  formada pelo cientista político e professor Emir Sader, do Programa de Pós-Graduação em Políticas Públicas e Formação Humana da Universidade Federal do Rio de Janeiro (PPFH/UERJ) pelo professor Saulo Pinto, do Departamento de Economia da UFMA; Júlia Nogueira, da Executiva Nacional da CUT, e Ulisses Manassés, coordenador Nacional do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST).

A mesa teve como tema “O Brasil que queremos”, título do livro organizado por Emir Sader.

Foram abordados, ainda, temas como o atual cenário político e a crise que o Brasil vem enfrentando.

A primeira mesa teve como tema “A Democracia, o Impacto do Golpe e o Futuro da Esquerda” e foi composta também pelo professor Emir Sader, pelo secretário de Direitos Humanos e Participação Popular do Maranhão, Francisco Gonçalves, e pela professora do Departamento de Sociologia e Antropologia da UFMA, Ilse Gomes.