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Prefeitura cobra de empresa de limpeza proteção contra CoVID-19 em ITZ

Funcionários da Selix Ambiental estavam recolhendo resíduos sólidos sem o devido uso de Equipamentos de Proteção Individual obrigatórios durante a pandemia de coronavírus

 

A Prefeitura de Imperatriz, por intermediação da Secretaria de Infraestrutura e Serviços Público, Sinfra, notificou administrativamente a empresa Selix Ambiental, responsável pela coleta de resíduos sólidos na cidade para que se cumpra as recomendações da Organização Mundial da Saúde, OMS, do Ministério da Saúde e do Ministério Público, através da 3º Promotoria Especializada de Imperatriz, com base na recomendação PA 06/2020.

O secretário de Limpeza Pública, Juandré da Silva Oliveira ressalta que, “a empresa já foi notificada para que se adequasse às recomendações da OMS de combate ao novo coronavírus. Uma vez que o serviço é essencial e fica inviável suspender a coleta na cidade, precisamos presar pela segurança e bem estar de nossos trabalhadores.”

Dentre as medidas que a recomendação prevê, estão garantir o uso de Equipamentos de Proteção Coletiva, EPC, e Individual, EPI, bem como sua manutenção, operação e disposição final. A notificação também prevê que a empresa implante um programa de educação e treinamento para os trabalhadores no que diz respeito à prevenção da pandemia da Covid-19. Além de higienização de equipamentos e ambientes, entre outras ações.

Em relação aos resíduos produzidos por pacientes em isolamento domiciliar, e por seus cuidadores, que a empresa oriente a população, através dos meios que dispor, seja mídias digitais ou televisivas, para que separem seus resíduos, colocando-os em sacos de lixo resistentes e descartáveis e fechados com lacre ou nó e posteriormente, colocado em um segundo saco de lixo descartável, de modo a garantir uma proteção dupla aos trabalhadores da limpeza.

A empresa possui prazo de máximo de 48 horas, a partir do recebimento da notificação administrativa, para encaminhar à Prefeitura as devidas medidas a serem adotadas bem como seu planejamento, comprovação de execução dos itens ou planejamento das atividades a serem realizadas, de maneira formalizada. Caso contrário, na ausência de comprovação ou resposta para a adoção das medidas, ensejará nas medidas de penalização contidas na Cláusula Treze do contrato nº 019/2018 – SINFRA, bem como à aplicação das penalidades administrativas previstas na Lei nº. 8.666/93 e na Lei nº. 10.520/02.

A Prefeitura criará ainda um comitê para acompanhamento e demais deliberações com representantes da Sinfra, Gabinete do Prefeito, Meio Ambiente, Sedes, Procuradoria, Saúde e as empresas Sélix Ambiental e Ecoservice. 

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Abandonada, rua vira lixão em pleno Calhau…

Transversal sem asfalto da Avenida Copacabana está servindo como depósito de restos de material de construção e sobras de produtos de empresas; prefeitura está realizando repavimentação de ruas próximas

 

A rua esta intrafegável, tanto por causa das crateras na pista de barro quanto pelo lixo acumulado em suas margens

As imagens que ilustram este post é de uma das transversais da avenida Copacabana, no Calhau, que dá acesso às praias ao longo da Avenida Litorânea.

Abandonada há anos, sem nenhum tipo de terraplanagem ou pavimentação, a via, que liga a avenida ao Parque Smithland, entre o Olho D’Água e o Calhau, está servindo como depósito de lixo.

Recuperada, a rua poderia se transformar em importante via de acesso ao bairro do calhau e do Olho D´Água, sobretudo nos horários de pico

Restos de material de construção, embalagens descartadas e sacos inteiros de isopor e gesso são jogados diariamente na via, que já tem metade da pista tomada pelos rejeitos.

O curioso é que a Secretaria Municipal de Obras está fazendo uma espécie repavimentação das vias nesta região do Calhau.

Mas a via em questão segue tomada pelo lixo…

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São Luís vai discutir combate ao lixo no mar…

Organizado pela Associação brasileira de Empresas de Limpeza Pública (Abrelpe), seminário internacional vai apresentar diagnóstico e o passo a passo para ações efetivas

 

São Luís sediará nos dias 4 e 5 de julho, no auditório da Federação das Indústrias do Maranhão (Fiema), o Seminário Internacional “Prevenção e combate ao lixo no mar: do diagnóstico ao passo a passo para ações efetivas”.

Trata-se de um evento que reunirá representantes de empresas e especialistas em limpeza pública de todo o mundo.

O evento terá a participação da Agência de Proteção Ambiental da Suécia (SEPA), e a Associação Internacional de Resíduos Sólidos (ISWA).

Será uma das primeiras ações efetivas em São Luís para discutir o problema da poluição das praias.

Sobretudo pelo fato de a cidade estar numa ilha, com forte influência das praias para o turismo…

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 Hildo Rocha leva benefícios para Buritirana: o município conta agora com moderno caminhão compactador de lixo

Emenda parlamentar do deputado federal Hildo Rocha possibilitou ao município de Buritirana a conquista de um moderno caminhão compactador de lixo que foi entregue para a prefeitura em ato público no último final de semana.

“Esse caminhão representa economia e eficiência porque agora o município tem um veículo próprio para o recolhimento adequado do lixo domiciliar. A coleta era feita por um carro alugado que dava despesa mensal de quinze mil reais. Agora, o dinheiro que pagava o aluguel será economizado e investido em outras áreas”, destacou Hildo Rocha.

Ganhos ambientais

O parlamentar ressaltou que a compactação do lixo possibilita a coleta de volume equivalente ao que seria transportado por quatro caçambas. “Além da economia do dinheiro público, o caminhão proporcionará também ganhos ambientais porque o transporte em carros abertos espalha o lixo que termina contribuindo para poluir as fontes de água que a população utiliza no dia-a-dia. Nós sabemos que o consumo de água poluída causa inúmeros tipos de doenças”, argumentou.

Gestão eficiente

Hildo Rocha enfatizou que a concretização de mais um anseio da população é motivo de satisfação porque o município é bem administrado. “Tenho certeza que o prefeito irá fazer bom uso dessa valiosa conquista. Vagtonio é um gestor inteligente, competente, lutador e habilidoso. É por isso que ele tem conseguido superar as dificuldades e a sua administração tem alcançado bons resultados”, afirmou Hildo Rocha.

Ajuda ao município

De acordo com o prefeito, o deputado Hildo Rocha é um grande parceiro que tem ajudado o município. “Esta é a segunda vez que o deputado visita o nosso município depois da eleição de 2018 prestando conta de seu trabalho e trazendo benefícios à população. Hildo Rocha é um grande parceiro é um parlamentar atuante, sempre esteve presente ajudando o município de Buritirana, nas áreas da infraestrutura, do esporte, da saúde e agora também no setor da limpeza pública”, declarou Brandão.

Novas demandas

Vagtonio lembrou que graças ao trabalho do deputado Hildo Rocha, já estão assegurados os recursos para a compra de uma ambulância e dois  carros para a secretaria da saúde, e recursos para investimentos nas estradas municipais. “Nós estamos muito bem representados, em Brasília. Buritirana tem orgulho de ter votado nesse homem que tem honrado os compromissos com a nossa cidade e tem cuidado de inúmeros municípios da região. Que Deus abençoe você, deputado, e que você continue sendo esse guerreiro, esse homem inteligente, lutador que pensa, acima de tudo, em nós maranhenses”, sentenciou o prefeito.

Além do deputado Hildo Rocha e do prefeito Vagtonio Brandão, também participaram da solenidade de entrega do veículo o vice, James Alves; secretários municipais e os vereadores Valmir, Solimar, Jerry, Zezinho do Chicuta ,  Joaquim Albino e a presidente da Câmara, Leane da Costa.

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Júnior Verde quer criar Programa Estadual de Armazenamento e Descarte de Resíduos de Saúde

O deputado estadual Júnior Verde (PRB) deu início às discussões para a elaboração de um Programa Estadual de Armazenamento e Descarte de Resíduos de Saúde.

O parlamentar reuniu profissionais que atuam na segurança do trabalho, saúde e vigilância sanitária, para ouvir as dificuldades e traçar estratégias no I Seminário de Gestão de Resíduos de Saúde. São Luís possui cerca de 850 estabelecimentos da área da saúde, que juntos produzem cerca de 15 toneladas de resíduos por dia.

Do total de instituições, 20% não realizam o gerenciamento nem o descarte adequados. 

“O encontro foi de extrema relevância porque foi a primeira vez que ocorreu um Seminário para discutir uma problemática tão séria”, afirmou o professor Lúcio Macedo, doutor em Saneamento Ambiental pela Universidade Federal do Maranhão (UFMA).

O Seminário, realizado na FIEMA, foi uma inciativa do deputado Júnior verde, que é membro da Comissão de Meio Ambiente da Assembleia Legislativa do Maranhão. Os encaminhamentos propostos no encontro vão embasar o Programa Estadual de Armazenamento e Descarte dos Resíduos de Saúde. 

“Ouvimos os profissionais de saúde e a partir daí, criaremos esse programa. Essa é uma das atribuições do parlamentar. Fazer leis que permitam trazer benefícios para a população e atender, nesse caso, os anseios desta categoria”, explicou o deputado, que alertou ainda para a preocupação em evitar também casos de infecções hospitalares. 

Durante o seminário foram discutidos temas relacionados às atribuições, tratamento, descarte e soluções. 

“Enquanto Vigilância Sanitária, temos orientado o descarte adequado dentro da realidade deles. Mas efetivamente precisamos de uma ampliação e de novas estratégias até para que os impactos ambientais sejam os menores possíveis”, pontuou o superintendente de Vigilância Sanitária do Estado, Edmilson Diniz.

O coordenador do Seminário, professor de Direito Ambiental Oiama Cardoso Filho, destacou a importância do evento.

“Não existe um Plano adequado em todo o Estado. Esse encontro foi extremamente relevante porque vai preencher esse vazio legal que existe na questão dos resíduos de saúde”, finalizou. 

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Hilton Gonçalo discute no IBAMA transporte de lixo da Grande São Luís…

O prefeito de Santa Rita, Hilton Gonçalo, desenvolve ações de gestões que beneficiam além da população do seu município. Pensando nisso e incluído na região metropolitana de São Luís, o gestor se reuniu com o superintendente do IBAMA, Pedro Leão, e discutiram uma nova logística para o transporte do lixo produzido na capital maranhense e que é levado até Rosário.

De acordo com Hilton Gonçalo, existe uma discussão para o transporte do lixo por meio da linha férrea partindo da estação ferroviária no Km 0 da BR-135 que é da ferrovia TransNordestina. Segundo análise de Pedro Leão do IBAMA, a utilização de trens ao invés de caminhões traria economia, segurança e sustentabilidade.

O lixo seria transportado até a cidade de Rosário e lá mesmo seria despejado, sem necessidade de caminhões ou outros veículos, uma vez que a linha férrea corta o aterro sanitário instalado na cidade.

“Estamos pensando em projetos para desenvolver o Maranhão. Temos quer ter uma lógica de economia e sustentabilidade”, declarou Hilton Gonçalo.

Esse foi o primeiro encontro do prefeito com o superintendente do IBAMA, a proposta será apresentada no próximo encontro dos municípios que fazem da região metropolitana de São Luís.

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Edivaldo culpa a população pela má drenagem em São Luís…

Prefeito vai às redes sociais para dizer que o volume de lixo encontrado nas galerias é muito alto, o que impede a vazão das águas nas chuvas. Mas cabe à prefeitura, no entanto, a limpeza regular das galerias, a coleta regular do lixo e, sobretudo, a punição a quem descarta lixo de forma errada

 

O print acima é uma espécie de exortação à população.

Nele, o prefeito Edivaldo Júnior (PDT) culpa o cidadão pelas enchentes no período de chuvas. Ele sugere que o volume de lixo nas galerias – e não a falta de drenagem adequada – é o responsável pelas inundações.

O prefeito pode até querer eximir-se das responsabilidades, mas há três ponderações a fazer em relação ao seu apelo:

1 – Se o volume de lixo é tanto, a falha está no serviço de coleta de lixo e de limpeza urbana mantido pela própria prefeitura.

2 – Se o cidadão descarta lixo mesmo tendo a coleta regular em seu bairro, a responsabilidade também é da prefeitura, a quem cabe as campanhas de conscientização e, sobretudo, fiscalização, advertência e sanção a quem comete tais irregularidades.

3 – Se as galerias acumulam tanto lixo – mesmo com a má educação da população – significa que elas passam praticamente o ano inteiro sem limpeza.

E se a prefeitura não cumpre nenhuma dessas obrigações – como não cumpriu em 2013, 2014, 2015, 2016 e 2017 – não adianta culpar o cidadão pela própria desgraça.

De uma forma ou de outra, portanto, a prefeitura tem responsabilidade no caos causado pelas chuvas.

Como teve em  2013, 2014, 2015, 2016 e 2017…

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Cidade imunda: mais um custo da eleição de Holandinha…

Prefeitura deve cerca de R$ 20 milhões à empresa responsável pela coleta de lixo, que,s em recursos, é obrigada a demitir e reduzir as ações em São Luís, para reduzir custos

 

Sem limpeza, lixões e lixinhos podem se consolidar em São Luís (imagem ilustrativa)

Reeleger o prefeito Edivaldo Júnior (PDT) teve um custo altíssimo para o morador de São Luís, em todos os aspectos.

E a limpeza urbana da capital maranhense é só mais um destes custos.

Com cerca de R$ 20 milhões no “toco” da prefeitura, a empresa responsável pela coleta e destinação do lixo ~está prestes a entrar em colapso, o que poderá gerar uma ilha de imundície na cidade.

A tendência é que este débito aumente até o fim do ano.

Sem obras, sem atendimento adequado de Saúde, sem merenda escolar e com fraudes no sistema de transporte, São Luís pode virar, agora, também, uma cidade suja.

É o custo da reeleição de Holandinha…

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Contrato de Castelo para o lixo é o maior já discutido no MA…

 

Lixo em São Luís vai custar três vezes mais

O contrato que o prefeito João Castelo (PSDB) está prestes a assinar para a coleta do lixo na capital maranhense é o maior já discutido na história do Maranhão.

São R$ 3,1 bilhões para um contrato de 20 anos, que prevê a coleta do lixo, a limpeza urbana e a operação de um novo aterro sanitário particular no continente – longe da área de influência do aeroporto.

É exatamente por conta do valor, inédito no estado, que o assunto deveria ter sido discutido às claras, com a parrticipação de toda a sociedade organizada.

A licitação do contrato bilionário será concluída no dia 12 de dezembro, com apenas uma audiência pública realizada às escondidas, no mês de julho. 

Detalhe: Câmara Municipal, Ministério Público, OAB e a própria prefeitura foram alertadas das irregularidades do Edital.

Mas ninguém tomou providências…

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Castelo quer pagar 100 vezes mais por usina no Aterro da Ribeira…

Usina como esta deveria estar funcionando na Ribeira

Em 2008, o Banco do Brasil entregou uma usina de compostagem para ser usada pela Prefeitura de São Luís no Aterro Sanitário da Ribeira.

O equipamento custou cerca de R$ 380 mil, pagos integralmente pelo banco, e foi inaugurado ainda no final da gestão do prefeito Tadeu Palácio (então no PDT).

Passados três anos, o prefeito João Castelo (PSDB) nunca utilizou a usina doada pelo BB, que está desativada no agora Lixão da Ribeira.

Mas uma licitação prestes a ser concluída na gestão castelista prevê a montagem de uma nova usina de compostagem.

Preço: R$ 38 milhões, ou 100 vezes mais que o investido em 2008.

Pode? Na gestão de Castelo tudo pode…