De acordo com o ibope, deputados federais governistas alcançaram os dois principais candidatos da oposição – Edison Lobão e Sarney Filho – e já estão em condição de empate técnico quádruplo

Weverton Rocha e Eliziane Gama cresceram na pesquisa pelo Senado
Os deputados federais Eliziane Gama (PPS) e Werverton Rocha (PDT) apresentaram forte crescimento na pesquisa Ibope, divulgada nesta quarta-feira, 19, e equilibram a disputa pelo Senado Federal.
Eliziane subiu de 17% para 23%; Weverton teve crescimento ainda maior, passando de 11% para 20% das intenções de votos.
O candidato Edison Lobão (MDB) agora tem 25%; Sarney Filho (PV) aparece com 23%.
Levando em consideração a margem de erro, que é de 3 pontos percentuais, para mais ou para menos, é certo dizer que Edison Lobão, Sarney Filho, Eliziane Gama e Weverton Rocha estão, todos, tecnicamente empatados.

Sarney Filho e Lobão mantêm liderança e apostam na força da candidatura de Roseana Sarney
A disputa fica ainda mais indefinida quando se vê que há um contingente de 17% de eleitores ainda indecisos para a primeira vaga de senador e outros 30% que não se decidiram sobre o segundo voto.
O Ibope encontrou ainda outros 38% de eleitores que não sabem em quem votar, ou não responderam.
Segundo pelotão
A pesquisa divulgada nesta quarta-feira mostra que o deputado federal José Reinaldo Tavares (PSDB), lidera o segundo pelotão do Senado, com 12% de intenções de voto.
Na sequência pontuaram Alexandre Almeida (PSDB), 4%; Preta Lu (PSTU), 2%; Saulo Pinto (PSOL), 2%; Samoel de Itapecuru (PSL), 2%.
Saulo Arcangeli (PSTU), 1%. Iêgo Bruno, do PSOL, não pontuou.
Contratado pela TV Mirante, o Ibope ouviu 1008 eleitores maranhenses, entre os dias 13 e 19 de setembro. O registro foi feito na Justiça Eleitoral sob o número MA-06667/2018. A margem de erro é de 3 pontos percentuais, para mais ou para menos, e o intervalo de confiança, de 95%.











Não basta ter apenas a dimensão sem ter a disposição de até correr riscos ao dizer o que pensa e ao defender-se da injustiça. O Lula foi preso para não ser Presidente da República outra vez. Mas como se pode impedir o maior líder nacional – e isso já se disse tanto aqui; o maior líder não pelo que foi apenas, mas pelo que é hoje – de ter a oportunidade de se exibir, de corpo inteiro, aos perigos da noite de uma eleição nova? É contra isto que se levanta a ação sem provas. Esse som é que é um crime”

