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“Aventureiros”, diz Weverton, para os que só agora se aproximam de Lula…

Ligado historicamente ao ex-presidente, senador pedetista lembra momentos – bons e ruins – ao lado do líder petista, ressalta ter sido o primeiro maranhense a visitá-lo na prisão em Curitiba e dá um recado ao vice-governador Carlos Brandão, que vai mudar de partido apenas para ter o apoio do PT

 

Lula tem manifestado publicamente a preferência pelo senador Weverton Rocha no Maranhão

Um vídeo divulgado pelo senador Weverton Rocha (PDT) em suas redes sociais, nesta quarta-feira, 16, dá mostras de como será o tom de sua campanha em relação ao apoio do ex-presidente Lula (PT).

Num recado direto ao vice-governador Carlos Brandão (PSDB), Weverton chama de “aventureiros” os que nunca estiveram com Lula e agora até trocam de partido para ter o apoio do líder petista.

– É claro que, agora que Lula está liderando as pesquisas, muita gente se aproxima dele, inclusive aventureiros, pessoas que sempre estiveram contra ele, nunca defenderam sua bandeira, nunca estiveram em nosso campo progressista, mas que agora se passam por lulista por conveniência, por que ele está à frente nas pesquisas – afirmou o senador.

No vídeo – que é parte de uma entrevista – Weverton ressalta sua ligação com Lula, fala do seu apoio desde sempre e lembra que defendeu o ex-presidente nos momentos mais difíceis de sua vida.

– No momento mais difícil da vida do Lula eu estive do lado dele. Sempre fui amigo dele, nos momentos bons e nos momentos difíceis. Quando ele estava preso, quem foi visitá-lo na prisão fui eu. E denunciei isso publicamente: uma prisão injusta, para tirá-lo da eleição – afirmou.

O senador é o nome preferido por Lula para a disputa no Maranhão, embora o governador Flávio Dino (PSB) tente forçar o PT a apoiar Carlos Brandão.

Brandão vai trocar o PSDB pelo PSB para tentar viabilizar este apoio do PT…

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Sem federação, Lula está desobrigado de apoio a Brandão…

Ainda que o ex-presidente tenha como vice um filiado do PSB, uma eventual coligação nacional não obriga a repetição nos estados, o que libera o petista para apoiar outros candidatos a governador, a exemplo do pedetista Weverton Rocha no Maranhão

 

Imagens como essa, autêntica, não será possível para o candidato do Palácio dos Leões, que usa fotomontagens para se ligar a Lula

As fotomontagens que o serviço de marketing do Palácio dos Leões está usando com Carlos Brandão ao lado de Lula é o máximo que o tucanosocialista terá em relação ao ex-presidente.

Sem a federação nacional entre o PT e o PSB – descartada nesta quarta-feira, 9 – Lula está desobrigado de declarar apoio a Brandão, mesmo com o eventual apoio do PT à “escolha pessoal” do governador Flávio Dino (PSB).

O ex-presidente já declarou sua preferência pelo senador Weverton Rocha (PDT) e vai manter diálogo com o pedetista durante toda a campanha; e muito provavelmente nem virá ao Maranhão durante o processo eleitoral.

Ainda que o PT fique na coligação brandonista – de forma cartorial – Weverton terá liberdade para usar as fotos e vídeos autênticos de Lula em seu favor.

E Brandão continuará a usar as fotomontagens criadas por Ricardo Capelli.

Simples assim…

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Aliados de Brandão já tratam federação entre PT e PSB como “difícil”

Auxiliares mais próximos do governador Flávio Dino veem com pessimismo a formação da aliança em âmbito nacional, o que dificultará para o vice-governador a vinculação de sua imagem à do ex-presidente Lula

 

Márcio Jerry v~e chances remotas de federação entre PT e PSB, o que beneficiaria Carlos Brandão

Dois dos principais aliados do governador Flávio Dino (PSB) manifestaram nos últimos dias o pessimismo com a formação da federação partidária entre o PT e o PSB em âmbito nacional.

A formalização da aliança nacional seria a única chance de o vice-governador Carlos Brandão – ainda no PSDB, mas com transferência anunciada para o PSB – vincular diretamente a sua imagem à do ex-presidente Lula (PT), principal objetivo de Flávio Dino.

Na segunda-feira, 7, o secretário de Saúde e pré-candidato a deputado estadual Carlos Eduardo Lula admitiu ao programa Bastidores, da TV Mirante, que o debate é nacional e sem a influência direta do Maranhão. 

– Infelizmente há debates que não se travam aqui no Maranhão. Na composição com outros estados, tem um gargalo em São Paulo: a candidatura do Márcio França e do Haddad a governador do estado, que estão impedindo essa união no país – disse Lula.

Também na segunda-feira, 7, em conversa direta com o titular do blog Marco Aurélio D’Eça, o secretário de Cidades Marcio Jerry classificou como “remota” a federação ente PT, PSB, PCdoB e PV.

– Há a federação com PT e PV e uma outra possibilidade, melhor, porém remota, que inclui o PSB – admitiu Jerry, ao falar sobre a chapa do PCdoB para as eleições de deputado federal.

Sem a federação, ainda que os dois partidos se coligue para uma chapa nacional – com Lula tendo o ex-governador Geraldo Alckimin como vice – o ex-presidente fica desobrigado de assumir o palanque de Brandão no Maranhão.

Lula já manifestou várias vezes, inclusive ao próprio Flávio Dino, que prefere a candidatura do senador Weverton Rocha (PDT) no Maranhão.

Mas esta é uma outra história…

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Pressionado por outras candidaturas ao Senado, Flávio Dino já admite dois palanques para Lula no MA

Governador sabe que não tem a preferência do ex-presidente para o seu candidato, Carlos Brandão, o que pode dificultar sua campanha de senador, uma vez que o presidenciável petista prefere acompanhar o senador pedetista Weverton Rocha

 

Preocupado com uma votação consagradora para o Senado, Flávio Dino já admite dividir a campanha de Lula com o palanque de Weverton Rocha

O govenador Flávio Dino (PSB) admitiu, pela primeira vez – em entrevista ao TV 247, reproduzida pelo portal Imirante.com – a presença do ex-presidente Lula (PT) tanto no palanque do vice-governador Carlos Brandão (PSDB) quanto na campanha do senador Weverton Rocha (PDT).

– Desejo que o ex-presidente Lula tenha a maior vitória possível no Maranhão. Eu separo as duas coisas: acho que todos que queiram apoiar o ex-presidente Lula devem ser bem vindos, em todos estados, porque precisamos derrotar o Bolsonaro, e não é uma batalha simples – disse o governador.

Flávio Dino tem forçado a barra para que Lula apoie sua “escolha pessoal” por Brandão, mas o petista resiste, pela falta de identidade ideológica do vice-governador com a esquerda; o ex-presidente já deu várias declarações em favor de Weverton, inclusive com imagens já usadas na pré-campanha.

O governador sonha também em sair eleito senador com votação consagradora e histórica, e sabe que o racha na base, com duas candidaturas ao Senado, pode prejudicar seus planos. 

Brandão espera a confirmação da Federação partidária entre PSB, PT e PCdoB para se filiar ao partido de Dino e ter a garantia de que seu palanque será o de Lula; mas o próprio Lula já disse a Dino que, neste caso, não participaria da campanha em primeira turno de forma presencial, liberando aos dois candidatos o uso de imagens captadas antes da campanha.

No caso, apenas Weverton tem essas imagens, uma vez que a relação de Brandão com Lula nunca existiu.

Preocupado com sua própria eleição, Flávio Dino fará vista grossa a este fato…

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O acordo de Lula com Weverton Rocha….

Ex-presidente já manifestou publicamente sua preferência pelo apoio do PT ao senador pedetista, mas, mesmo se a federação partidária com o PSB for aprovada, autorizou o aliado a usar imagens já captadas na campanha

 

Imagens como esta, espalhadas no Maranhão, reforçam a certeza da preferência de Lula pelo senador Weverton Rocha no governo

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) tem interesse público e aberto em apoiar o senador Weverton Rocha (PPDT) para o Governo do Maranhão.

Esta preferência já foi manifestada por Lula publicamente em diversas ocasiões, mesmo diante de todas as artimanhas usadas pelo governador Flávio Dino na tentativa de convencer o petista de que o vice tucano Carlos Brandão é a melhor opção do PT no estado.

Além de nem sequer conhecer Brandão, Lula tem relação histórica com Weverton, consolidada em todas as campanhas que disputou desde 1989, quando o pedetista ainda era um adolescente do movimento estudantil.

O grande trunfo de Flávio Dino para ter Lula no palanque do seu vice é a transferência do tucano para o PSB, que  articula uma federação partidária com o PT e outros partidos.

Mas Lula já garantiu a Weverton Rocha: se a federação passar, a campanha no primeiro turno será feita de forma remota, sem a presença do ex-presidente; e Weverton terá a garantia de usar suas imagens em seu palanque no interior.

Nos vários encontros que já teve com Lula, Weverton captou importantes registros fotográficos e de vídeo, que já estão sendo usados na pré-campanha no interior.

Flávio Dino ainda tenta construir uma agenda de Brandão com o ex-presidente para tentar exatamente a mesma coisa.

Vai conseguir?!? 

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Com medo de enfrentar Weverton, Palácio dos Leões estimula candidatura bolsonarista…

Principais coordenadores da campanha do vice-governador torcem para que um dos candidatos ligados ao presidente da República alcance o segundo turno; mas o próprio tucano precisa consolidar sua vaga, que ainda disputa exatamente com os aliados de Bolsonaro

 

Flávio Dino, Márcio Jerry e Ricardo Capelli agora tentam estimular um candidato bolsonarista, mas precisam, primeiro, garantir a viabilidade do vice Brandão

Consolidado como líder nas pesquisas de intenções de votos e com uma ampla base de apoio partidário e de lideranças institucionais no governo Flávio Dino (PSB), o senador Weverton Rocha (PDT) é, para o Palácio dos Leões, o adversário mais difícil de ser batido em um eventual segundo turno para o Governo do Estado.

Por isso os principais coordenadores da campanha do vice tucano tentam estimular o crescimento de um candidato ligado ao presidente Jair Bolsonaro (PL), na tentativa de criar um adversário mais fácil.

O problema, porém, é que o próprio Carlos Brandão ainda precisa consolidar sua vaga no segundo turno, que ainda disputa exatamente contra candidatos bolsonaristas, como o senador  Roberto Rocha (PSDB), o ex-prefeito Edivaldo Júnior (PSD) e o prefeito Lahésio Bonfim (AGIR).

Apesar da força da estrutura do Governo do  Estado – e de ser a “escolha pessoal” do governador Flávio Dino (PSB) – Brandão não tem, ainda, nenhuma garantia de que poderá chegar ao segundo turno; e se chegar, perde em todos os cenários para Weverton Rocha, com até o triplo dos votos, segundo as pesquisas.

O estímulo a um candidato bolsonarista interessa também ao próprio Flávio Dino, que teria mais condições de vender ao ex-presidente Lula a ideia de que Brandão é a melhor opção no Maranhão.

Mas se não abrir os olhos para consolidar seu candidato, Dino corre o risco de ver um bolsonarista enfrentando Weverton em um segundo turno.

E, neste caso, também terá que escolher de que lado da história vai ficar.

Simples assim…

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PT é o único partido da base dinista ainda indefinido no MA

Das 12 legendas que compõem hoje o grupo do governador comunosocialista, sete estão com Weverton Rocha e um com Simplício Araújo; Carlos Brandão continua apenas com PSB, PCdoB e PROS, controlados pelo próprio Dino

 

O PT continua na base de Flávio Dino, mas dividido entre as candidaturas do seu vice, Carlos Brandão, e do senador Weverton Rocha

Passados os primeiros trinta dias da definição do vice-governador Carlos Brandão (ainda no PSDB) como candidato do governador Flávio Dino ao Governo do Estado, apenas um partido da base, o PT, se mantém indefinido no Maranhão.

Os petistas estão divididos entre as candidaturas e Brandão e a do senador Weverton Rocha (PDT), que lidera as pesquisas e tem a preferência do ex-presidente Lula e da cúpula nacional.

Mesmo após a “escolha pessoal” de Flávio Dino, Brandão não conseguiu avançar partidariamente e só tem apoio das legendas ligadas ao próprio governador, quais sejam: PSB, PCdoB e PROS; o vice ainda tentou cooptar o Cidadania, mas perdeu a legenda, que formará Federação Partidária com o PSDB e terá o controle da senadora Elizane Gama, aliada de Weverton.

Nos primeiros 30 dias após a escolha de Dino, Rocha mantém sua base com PDT, União Brasil, Republicanos, PP, Rede Sustentabilidade e agora o Cidadania e o PSDB; tem aos eu lado, portanto, a maioria absoluta das legendas que dão sustentação a Flávio Dino, seu candidato a senador.

O Solidariedade já está definido com a candidatura do ex-secretário Simplício Araújo, o que significa dizer que Brandão terá, no máximo, três partidos em sua coligação eleitoral; pode chegar a cinco, se conseguir o PT e atrair o PP, do deputado André Fufuca.

Tem cerca de 90 dias para conseguir seus intentos…

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Carlos Brandão dividido entre a perda do PSDB e a incerteza da federação PSB/PT

Pouco identificado ideologicamente com o ex-presidente Lula, vice-governador já não tem mas a garantia de que o PSB fará aliança nacional com o PT, o que pode tornar inútil sua filiação ao partido de Flávio Dino; e agora vê o ninho tucano caminhar para o palanque do senador Weverton Rocha, a partir da federação com o Cidadania

 

Após ir e voltar do PSDB, Brandão já não tem garantias de candidatura pelo ninho e nem a certeza do apoio de Lula mesmo filiado ao PSB

O vice-governador Carlos Brandão (ainda no PSDB) não tem qualquer identificação ideológica com o ex-presidente Lula e com o PT, mas aceitou se filiar ao PSB por que a aliança com os petistas é importante para o seu padrinho, o governador Flávio Dino (PSB).

Ocorre que a federação do PSB com o PT já é dada como fracassada, o que não garante a Brandão o apoio do PT no Maranhão, mesmo filiado ao PSB.

Brandão poderia manter sua candidatura pelo PSDB, mas traiu seus companheiros de ninho para atender aos projetos de Flávio Dino; agora, fica difícil um recuo em cima da hora, já com o desgaste provocado pela relação azedada.

É uma escolha muito difícil para o candidato de Flávio Dino.

Se ficar no PSDB perde o palanque com Lula e o apoio do PT; se for para o PSB, perderá o PSDB e não terá garantias da presença de Lula em seu palanque.

Para quem patina nas pesquisas – ainda disputando vaga no segundo turno – tem pouca base partidária em sua coligação e não tem apoio de lideranças institucionais de peso, a crise partidária da “escolha pessoal” de Flávio Dino é um problema a mais para resolver em curto período de tempo.

Mas elas são resultados das escolhas e projeções políticas do próprio Flávio Dino.

Que agora cobram seu preço…

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Zé Inácio destaca avanço de Lula no eleitorado evangélico

Segmento social mais bolsonarista do Brasil tem começado a perceber o fracasso do atual governo e optado pelo candidato do PT nas pesquisas de intenção de votos, numa mudança significativa em relação às eleições de 2018

 

Zé Inácio entende que há espaço para crescimento consistente de Lula no eleitorado evangélico

O deputado Zé Inácio (PT) analisou em discurso na Assembleia Legislativa o crescente desempenho do ex-presidente Lula no eleitorado evangélico.

Antes rechaçado por este segmento social, Lula já tem hoje 32% das intenções de votos, quebrando a hegemonia do presidente Jair Bolsonaro (PL) que aparece com 40%.

– Os evangélicos estão enxergando que o presidente Lula, de fato, é a esperança do povo brasileiro para dias melhores, para acabar com essa carestia dos preços altos, garantir comida no prato, moradia digna, retomar a geração de emprego e renda, uma educação de qualidade e saúde para o povo – ressaltou Inácio.

Os evangélicos são, ao lado dos militares, o segmento social mais bolsonarista do país; lideranças evangélicas mais progressistas, porém, já começam a perceber o fracasso do governo Bolsonaro.

Diante desta nova percepção evangélica, Zé Inácio entende que há espaço para crescimento do PT no segmento.

– É essa luta que nós vamos travar de forma muito firme em 2022 – finalizou Zé Inácio.

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Zé Inácio ressalta possibilidade de Lula vencer já em primeiro turno…

Ao analisar pesquisas de intenção de votos deste início de ano eleitoral, deputado estadual diz que os números mostram a insatisfação do povo brasileiro com o governo Jair Bolsonaro, reprovado por 64% da população

 

O deputado estadual Zé Inácio (PT) apontou a possibilidade de o ex-presidente Lula vencer a eleição de outubro ainda em primeiro turno.

Analisando números de pesquisas divulgadas neste início de 2022, o parlamentar ressaltou dados que mostram Lula vencendo de todos os outros candidatos juntos.

– Essas pesquisas que estou me referindo, a maioria é deste ano, registradas no Superior Tribunal Eleitoral e pesquisas feitas por diferentes institutos, todas apontando larga vantagem do presidente Lula, inclusive colocando com possibilidade de vitória em primeiro turno – disse Inácio.

Ele ressaltou ainda que os números refletem o fracasso do governo Bolsonaro e sua reprovação pela população brasileira.

– A reprovação a esse Governo que está aí, é por conta do aumento da inflação, a fome que voltou, o aumento abusivo da gasolina, por conta da política econômica do Bolsonaro e do Guedes, o aumento do gás de cozinha, o aumento da cesta básica, que demonstram a incapacidade, tanto de Bolsonaro como do Guedes, de resolver os principais problemas do nosso povo. Aí não tem outra: é a saudade do ex-presidente Lula e a reprovação em quase 70% desse (des)governo que está aí – afirmou.

Zé Inácio também atribui a alta reprovação do governo Bolsonaro, a guerra que o atual presidente trava contra a ciência e contra a vacinação, mostrando seu desprezo pela vida da população brasileira.

– São quase 650 mil brasileiros que foram mortos pelo Covid, fruto de uma política negacionista, que nega a eficácia das vacinas. Mais de 80% das pessoas internadas hoje em decorrência da Covid são aquelas que seguem Bolsonaro e se recusam a tomar a vacina – disse.

No estado de São Paulo Lula aparece com 32% e Bolsonaro 27% das intenções de voto, no Rio de Janeiro – estado de Bolsonaro – Lula tem 43% e o presidente 30%, no Paraná Lula também lidera as pesquisas com 32% enquanto Bolsonaro aparece com 29% e na região nordeste Lula mantem o favoritismo chegando a 57% das intenções de voto e Bolsonaro não ultrapassa 30%. Já nas pesquisas feitas entre os evangélicos Lula tem tido um crescimento significativo e aparece com 32% das intenções contra 40% de Bolsonaro.

– Os evangélicos estão enxergando que o presidente Lula, de fato, é a esperança do povo brasileiro para dias melhores, para acabar com essa carestia dos preços altos, garantir comida no prato, moradia digna, retomar a geração de emprego e renda, uma educação de qualidade e saúde para o povo. Isso sim é valorizar a família, e é essa luta que nós vamos travar de forma muito firme em 2022 – finalizou Zé Inácio.