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Os hospitais que Flávio Dino não construiu… e se recusa a inaugurar

Abaixo,o blog publica a situação de seis dos maiores hospitais construídos pelo programa “Saúde É Vida”, na gestão do ex-secretário Ricardo Murad. Em entrevista à Folha de S. Paulo, o governador afirmou que está “construindo ou concluindo 10” deles. Na verdade, ele se recusa até a entregar os que estão prontos. Abaixo,a  situação década um:

 

caxiasO Hospital de Caxias foi concluído em setembro de 2014. Tem capacidade para 100 leitos e todos os equipamentos já foram comprados. Flávio Dino recusa-se a inaugurá-lo.

chapadinhaO Hospital de Chapadinha, com 50 leitos, estava assim em setembro do ano passado. Até dezembro, recebeu os equipamentos novos, de última geração. Mas o governo Flávio Dino também não informa se parou ou concluiu a obra.

pinheiroEm Pinheiro, outro hospital de 100 leitos com 90% das obras concluídas em setembro do ano passado. Equipamentos também comprados, mas o governo não diz o que pretende fazer com a unidade.

santa inesSanta Inês também tem hospital de 100 leitos, e estava assim no último trimestre de 2014. Seria este outro hospital que Dino está”concluindo ou construindo”?

balsasEm Balsas, o hospital de 50 leitos está praticamente pronto para funcionamento. equipamentos já comprados. Mas o governo Dino também parece não saber o que fazer com ele.

imperatrizA unidade de Imperatriz, de 100 leitos, era a única que ainda não tinha condições de funcionamento em setembro de 2014. Mas as obras continuaram intensas até o fim do governo Roseana Sarney (PMDB). Hoje, não se sabe o que Flávio Dino fez com a unidade de saúde.

Esta é a realidade dos fatos.

Sem tirar, nem por…

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Jogo de cena…

Jerry tentou jogar mais uma pro governo anterior

Jerry tentou jogar mais uma pro governo anterior

De O EstadoMaranhão, com ilustração do blog

Seis meses depois de iniciado o “governo da mudança”, a cúpula dos Leões ainda não conseguiu descer do palanque, tampouco tirar os olhos da gestão anterior.

Toda demanda, cobrança ou crítica direcionada à administração comunista é rapidamente inserida no caixa dos “problemas deixados pelo governo passado”.

A mais recente “saída pela tangente” foi protagonizada pelo secretário de Articulação Política, Márcio Jerry, na tarde de quinta-feira última. Ao receber lideranças indígenas em Palácio, repetiu o joguete que tem pontuado a maioria dos discursos dinistas nesses últimos seis meses.

Após o encontro, mandou divulgar notícia em que posa de bom samaritano, representante de um governo aberto ao diálogo e disposto a reparar “calotes deixados pela gestão passada” com os povos indígenas.

O “calote”, na visão de Jerry, seria o não repasse de recursos para transporte escolar e alimentação indígena nos anos de 2013 e 2014. Sem se dar ao trabalho de apurar os fatos, percebeu na situação mais uma oportunidade de usar a velha retórica da “herança maldita”.

A coluna ouviu o outro lado e descobriu que o tal “calote” não procede.

Sobre o assunto, representante do governo passado esclareceu que “a Secretaria de Educação, ainda na gestão anterior, entregou ao Ministério Público Federal relatório em que estão apontados indícios de fraudes que teriam sido cometidas por associações responsáveis pelos referidos serviços em áreas indígenas”.

No documento entregue ao MPF, o governo relatou, por exemplo, que em uma auditoria junto a fornecedores foi descoberto que havia uma discrepância absurda entre o número de alunos indígenas apresentados em comparação a números do IBGE no estado, o que indicou a fraude. O que houve, portanto, foi a busca pela regularização de uma situação suspeita, para o uso correto do dinheiro público.

Mais uma vez, no governo atual, percebe-se a grande diferença entre o falar e o agir, entre o jogo de cena e a vida real.

Talvez alertado sobre os fatos, o governo divulgou nova nota sobre o assunto na noite de ontem. E pasmem!, , como já fez em outros momentos, mudou o discurso.

Em lugar de falar em diálogo, disse taxativo que “infelizmente, nada há mais a fazer quanto ao tema”.

Publicado na coluna Estado Maior, de 04/07/2015
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Flávio Dino quase dobrou gastos do governo com aeronaves..

Governador que criticou demagogicamente os custos do governo passado com aviões e helicópteros, praticamente dobrou o preço para garantir suas viagens e as de sua equipe

 

Flávio Dino  saus balelas demagógicas fora do pdoer. O discurso agora é outro... (fotomontagem: blog Atual7

Flávio Dino seu blabláblá demagógico fora do poder; o discurso agora é outro… (fotomontagem: blog Atual7)

O governador Flávio Dino vai pagar quase o dobro do que era gasto no governo passado com aviões e helicópteros.

Até 2014, no governo Roseana Sarney (PMDB), o estado pagava R$ 7,4 milhões à empresa PMR para aluguel de um jatinho e de um helicóptero.

Agora, Dino vai pagar R$ 13,9 milhões pelo aluguel de um jato e de um bimotor.

A licitação será aberta no dia 17 de junho.

O mais grave é que o governador foi o principal crítico dos custos com aeronaves no governo passado, e fez proselitismo até o início do governo, dizendo-se habituè de voos comerciais.

Mas uma prova de que apenas suas ideias mudaram no Maranhão…

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Perseguidor de si mesmo?!?

Dino e Jerry: a quem vão perseguir agora?!?

Dino e Jerry: a quem vão perseguir agora?!?

O chefe da  Articulação Política do governo, jornalista Márcio Jerry –  lugar-tenente de Flávio Dino no PCdoB – cunhou ontem, no programa Abrindo o verbo, apresentado pelo jornalista Geraldo Castro, na Mirante AM, mais uma frase que entrará para o anedotário político, como tantas outras deste “governo da mudança”.

– O governo é perseguidor da mentira – afirmou Jerry, ao tentar esclarecer fatos controversos apontados pelos próprios agentes públicos.

para cumprir o enunciado da frase, Jerry e seu governo terão que ser perseguidor de si mesmos.

O governo Flávio Dino é um poço de mentiras, meias-verdades, informações desencontradas e farsas cotidianas, confrontadas diariamente pelos fatos públicos protagonizados pelos próprio governo, em todos os níveis.

Jerry, portanto, terá que perseguir o Dino, para corrigir as mentiras do governo.

Ou o Dino perseguir o Jerry.

Ou o Dino e o Jerry, tanto faz…

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Flávio Dino insiste em mentir…

Governador comunista insiste na história de que chamou 2,5 mil policiais para a academia de polícia, quando, na verdade, apenas 388 vão fazer o curso para se habilitar às ruas; e isso só em 2016

 

flaviofaceA declaração abaixo é do próprio Flávio Dino (PCdoB), feitop, como de costume, nas redes sociais:

– Já convoquei 2,5 mil candidatos para a última fase do concurso e academia de polícia. Esse é o caminho para corrigir erros do passado – disse o comunista, como sempre, nas redes sociais.

É mais uma mentira de Flávio Dino.

Não há 2,5 mil candidatos na academia de polícia militar.

O que há são 388 que vão fazer urso preparatório. E destes, muitos não conseguirão concluir a preparação.

Flávio dino não terá como botar 2,5 mil novos policiais nas ruas em 2015.

E dificilmente colocará, também, em 2016.

Mas o governador mente diariamente para justificar a incapacidade de seu sistema de segurança.

Lamentável postura…

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Quem mentiu?!?

De O EstadoMaranhão

A reportagem da revista de entretenimento Caras gerou polêmica neste fim de semana no Maranhão. Com visibilidade apontada por alguns em redes sociais como comprada pelo governo estadual, o semanário faz dos Lençóis Maranhenses, em Barreirinhas, cenário para uma entrevista com a atriz Leona Cavalli.

Até aí nenhum problema não fosse a declaração da atriz de que o governo do Maranhão, por meio da Secretaria Estadual de Turismo, tivesse concedido a Leona Cavalli a honra de ter uma das lagoas do Parque dos Lençóis batizada com seu nome.

A declaração causou polêmica nas redes sociais e a cobrança de seguidores do governador Flávio Dino foi automática. Vale lembrar que, ao assumir o governo, Dino baixou decreto proibindo nomes de pessoas vivas em prédios públicos. Tudo bem que uma lagoa no meio dos Lençóis Maranhenses não é um prédio público, mas nas redes sociais ninguém quis saber disso.

Diante de tantas reclamações, a secretária de Turismo, Delma Andrade, usou as mesmas redes sociais para rebater a revista Caras, dizendo que a atriz não recebeu qualquer homenagem e o que houve foi somente um desejo expressado por Cavalli.

Com isso, parecia que toda a polêmica se encerraria se não fosse uma postagem de Leona Cavalli no Instagram em que ela confirma o recebimento da honraria dada pelo governo estadual.

– Matéria da @carasbrasil da viagem ao Maranhão, nos Lençóis Maranhenses, onde a Secretaria Estadual de Turismo deu meu nome a uma das belíssimas Lagoas de água da chuva – escreveu a atriz Leona Cavalli.

Sendo assim, quem mentiu nessa história toda?

Publicado em Estado Maior, de 04/05/2015, com ilustração do blog

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O discurso irresponsável da oposição…

Neto: irresponsabilidade perdoável

Foi no mínimo irresponsável o discurso dos deputados Marcelo Tavares (PSB) e Neto Evangelista (PSDB) sobre a aprovação do projeto que autoriza o governo a contratar servidores temporários para serviços essenciais do governo.

Irresponsável por que calcado em uma mentira, dita e repetida inúmeras vezes durante a votação da última segunda feira – mentira segundo a qual a aprovação da MP era uma proibição à realização de concurso público no Maranhão.

O tucano Neto Evangelista expressou-se assim  na tribuna da Assembléia:

os jovens maranhenses estão tendo de ir a muitos desses municípios poderem fazer apenas o curso de magistério pensando fazer o concurso público para professor do Estado do Maranhão e o concurso público ser proibido agora no Estado do Maranhão para que seja aberto um seletivo simplificado, pasmem, Senhores Deputados

Marcelo: irresponsável pensado

O deputado Marcelo Tavares também seguiu na mesma linha mentirosa para justificar seu voto:

– Por isso que eu digo que essa Medida Provisória é do cão porque acaba com concurso público. E aí fala em qualificação, em honestidade.

Mas bastou o deputado César Pires (DEM) ir á tribuna para que a irresponsabilidade de Neto – que se justifica pelo açodamento da inexperiência – e de Tavares-sobrinho (que, pelo contrário, não se justifica devido à sua experiência) fossem postas às claras.

– Não vi em nenhum minuto na Medida Provisória nada que diga que haja impeditivo legal ou que haja um sentimento do Governo de não fazer mais concurso público. Fui chefe de departamento na Uema e nunca deixou de existir a figura do professor substituto dentro das universidades. Nem por isso deixou de existir dentro das universidades concurso público – explicou Pires, que concluiu;

– Deputado Marcelo Tavares e Deputado Neto Evangelista cumpriram, evidentemente, o seu papel, a sua missão de tentar em certos momentos defender e em outros confundir.

Simples assim…