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Eduardo Nicolau a serviço de Brandão?!?

Ao declarar em programa do próprio Ministério Público que vive “seguindo os passos dos prefeitos”, procurador-geral de Justiça – que vive abraçado ao governador-tampão – mostra claramente que tem posição política à frente da instituição que deveria servir aos interesses públicos

 

O olhar do procurador-geral para o governador-tampão é de pura submissão e encantamento, o que tira sua isenção para a função de procurador de Justiça

Opinião

O procurador-geral de Justiça Eduardo Nicolau fez um espécie de confissão de culpa em entrevista a um podcast do Ministério Público.

Suspeito de favorecer o governador-tampão Carlos Brandão – com quem vive abraçado por tudo quanto é canto – Nicolau afirmou o que fica evidente na opinião pública: seu papel persecutório apenas contra prefeitos maranhenses.

– Eu sigo os passos dos prefeitos. Eu faço com que eles não façam coisas erradas – afirmou o procurador-geral.

Ao declarar sua sanha contra prefeitos, Eduardo Nicolau posiciona politicamente a instituição que dirige.

Assim como segue os passos dos prefeitos, deveria também seguir os passos do governador, do presidente do Tribunal de Justiça, dos secretários de estado e de todos que fazem as “coisas erradas” que tanto incomodam o procurador.

E com a declaração, Nicolau põe a si mesmo sob suspeita diante de futuras ações.

Simples assim…

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E o prefeito, onde se esconde?!?

Acostumado a se omitir dos problemas mais graves de São Luís, Edivaldo Júnior tem a obrigação de garantir à população sistema de transporte urbano em pleno funcionamento; mas até agora, diante da ação de criminosos na capital, ele mantém-se em lugar incerto e não sabido

 

Edivaldo mantém omissão em relação aos ataques

Edivaldo mantém omissão em relação aos ataques

São Luís literalmente pega fogo desde a noite desta quinta-feira, 29.

Foram vários ônibus, escolas e carros de concessionárias de serviços públicos queimados diante da indiferença do governo Flávio Dino (PCdoB), que está preocupado apenas com a eleição de seus aliados no interior.

E o prefeito Edivaldo Júnior (PDT) – um desses aliados que Flávio Dino quer ver eleito – também se omite do problema, que destrói o sistema de transporte público sob sua responsabilidade.

Edivaldo foi o único dos candidatos a prefeito a sequer tocar no assunto da barbárie em São Luís, ontem à noite, durante o debate da TV Mirante. Omisso, o prefeito jamais veio a público se manifestar sobre problemas graves que assolam São Luís.

E os ônibus se vão em chamas em São Luís

E os ônibus se vão em chamas em São Luís

Nunca se viu, por exemplo, uma declaração de Edivaldo em cobrança pela duplicação da BR-135, que já matou dezenas.

Edivaldo também nunca se manifestou, protestou ou declarou qualquer coisa em relação ao abandono do aeroporto de São Luís, principal entrada para turistas na capital.

A omissão parece ser uma característica pessoal do atual prefeito.

Mas Edvaldo tem obrigação de falar publicamente sobre a queima de ônibus na capital, sobretudo por estar às vésperas da eleição que pode renovar o seu mandato.

A responsabilidade pelo transporte público é de Edivaldo Júnior.

É ele quem tem obrigação de garantir à população o direito de ir e vir livremente, e garantir as condições básicas para este ir e vir.

E não adianta tentar se esconder…

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Há algo de suspeito no ar…

Em São Luís, institutos sem tradição alguma fazem pesquisas com mais de mil entrevistas  por um custo até dez vezes menor que o preço cobrado por empresas tradicionais para levantamentos com 805 eleitores; porquê a Justiça Eleitoral insiste em fingir que não vê o problema?!?

 

fraude

Editorial

Há quatro pesquisas de intenção de votos em São Luís registradas no TRE-MA para divulgação nos próximos dias.

Uma delas é a do Ibope, contratada pelo Grupo Mirante e supervisionada pela Rede Globo.

Valor para 805 entrevistas: R$ 63,5 mil.

Pesquisa do Ibope, instituto renomado no país custa R$ 63,5 mil para 805 entrevistas....

Pesquisa do Ibope, instituto renomado no país custa R$ 63,5 mil para 805 entrevistas….

As outras três são de institutos de pesquisas sem a menor tradição no ramo – e outros com histórico de suspeitas em seus levantamentos. A do notório DataM, por exemplo, será com 1 mil entrevistados, 200 a mais que a do Ibope, a um preço seis vezes menor: R$ 10 mil.

A do Instituto Prever, também com 1 mil questionários custará R$ 8.000.

E eis que surge um tal Impar Comunicações/Henrimond Comunicações, que fará 1.100 entrevistas ao custo de R$ 7 mil;

Ou seja, gastará R$ 6,36 por cada um dos questionários aplicados.

Leia também:

Um apelo aos juízes eleitorais…

Ecos de uma terra sem lei…

A mãe de todas as corrupções é a corrupção no Judiciário…

...Mas um tal JHneriMond consegeu fazer quase o dobro das entrevistas com um custo quase 10 vezes menor; será mesmo?

…Mas um tal HenriMond diz que faz quase o dobro das entrevistas com um custo quase 10 vezes menor; será mesmo?

Pesquisas de intenção de votos são legítimas quando usadas para orientar candidatos e eleitores sobre os rumos da corrida eleitoral. mas passam a ser perniciosas e até criminosas ao processo quando usadas para tentar influenciar a vontade popular.

Levantamentos deste tipo envolvem custos altíssimos, como treinamento e diárias de entrevistadores, fiscais e supervisores de equipes; alimentação, transporte e gastos com impressão e montagem dos questionários, sem  falar nos custos com estatísticos, analistas e tabuladores.

Impossível, portanto, que se consiga fazer pesquisas com menos de R$ 7,00 por questionário; há menos que elas sejam manipuladas e fantasiosas, apenas para atender a um interesse específico.

Mas isso é também manipular a vontade do eleitor e tentar forçar uma realidade inexistente no cenário real.

Em outras palavras, são fraudes pura e simplesmente.

E aqui se faz uma pergunta: por que os juízes eleitorais continuam fingindo que não veem nada disso? Por que o Ministério Público Eleitoral faz de conta que não é com ele?

Êh, Maranhão que não muda…

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E a bancada federal continua omissa…

Nenhum membro da bancada federal maranhense se manifestou até agora diante dos novos fatos relativos ao aeroporto de São Luís e à BR-135.

Parte da bancada maranhense: pose pra foto, e só...

Na sexta-feira anterior ao carnaval, este blog revelou que a empresa responsável pela obra estaria à beira da falência; depois, já na quinta-feira, revelou mais: que a Infraero quer do governo maranhense o ônus de bancar a empresa para que a obra não atrase.

Ainda na quinta após a festa de Momo, vários deputados estaduais foram à tribuna para cobrar explicações da Infraero e do DNIT – este por causa do novo caos registrado na rodovia durante o carnaval.

Enquanto isso, no aeroporto...

Mas deputados federais e senadores maranhenses calados estavam e calados ficaram.

E vai continuar assim, dado o histórico de omissão dos seus membros, que dão de ombros às questões maranhenses.

Uma parte da bancada, por exemplo, nem aqui vem.

Muitos não moram aqui e têm poucas ligações com o Maranhão – vivem na Ponte área Rio/Brasília.

A outra parte, por sua vez, torce pelo “quanto pior, melhor”; por que, para ela, o que importa é o desgaste do governo – e as próximas eleições.

Os que sobram são aqueles que sequer sabem o que estão fazendo no Congresso Nacional.

E por causa deles – deputados e senadores – a Infraero e o DNIT debocham do povo do Maranhão.

Simplesmente por que este povo não pode contar com seus representantes.

Eles têm os próprios interesses a cuidar…