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Blablablá de Flávio Dino não explica ataque a ônibus…

Nota do governo comunista é a repetição de trechos do governo passado – criticado por ele próprio – e não dá sequer indícios de causas da violência vivida em São Luís na noite passada

 

Um dos ônibus queimados ontem; terror na noite de São Luís

Um dos ônibus queimados ontem; terror na noite de São Luís

Soa como deboche a Nota Oficial do governo Flávio Dino, divulgada pelo secretário de comunicação, Márcio Jerry – em redes sociais e aplicativos de celular – sobre os ataques a ônibus na noite desta quinta-feira, 19, em São Luís.

Ao lembrar que “os episódios de incêndios criminosos a ônibus estavam há mais de 17 meses sem ocorrer”, e ao mesmo tempo dizer que essas ações são “reações de vários tipos, como os evento de ontem” são respostas às ações do governo, Jerry trata o povo maranhense como idiota.

Ora, secretário, se os incêndios são reações às ações do governo contra a criminalidade, por que os criminosos esperaram exatos 17 meses para reagir?!? 

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População perplexa diante do caos: a quem recorrer?!?

População perplexa diante do caos: a quem recorrer?!?

A nota assinada por Jerry parece até tirada dos arquivos de documentos do governo passado, que ele tanto criticou.

O que o governo Flávio Dino não explicou até agora é o que levou bandidos a reagir queimando ônibus. Detalhe: pela primeira vez, ocorreu ataque até durante o dia, já na manhã desta sexta-feira, 20, no São Cristovão.

A Sociedade Maranhense de Direitos Humanos já denunciou, inclusive neste blog, que o governo comunista fez uma espécie de pacto com facções criminosas para garantir a paz nos presídios. (Relembre aqui)

Suspeitos presos pela polícia; mas eles reagiram a quê, exatamente?!?

Suspeitos presos pela polícia; mas eles reagiram a quê, exatamente?!? E por que os ataques continuaram?!?

Por isso é que, no entendimento da SMDH, os casos como o de ontem “estavam há mais de 17 meses sem ocorrer”, para usar a expressão do próprio Márcio Jerry.

Flávio Dino e seus auxiliares, portanto, têm que parar de blablablá e explicar claramente o que trouxe os bandidos de volta às ruas.

É simples assim…

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E quem ficou com o “mensalinho”?!?

Nota da Arquidiocese sobre a participação do padre Roberto Perez Cordova no governo revela que o pagamento feito a ele agora é feito a membro de outra igreja; se Flávio Dino disse que era mensalinho, tem obrigação de dizer a quem paga

 

Apesar do amor ao papa, "mensalinho" de Dino agora não é mais católico

Apesar do amor ao papa, “mensalinho” de Dino agora não é mais católico

O governador Flávio Dino (PCdoB) se defendeu da críticas do padre Roberto Perez Cordova acusando o religioso de estar revoltado por que recebia “mensalinho” no governo anterior.

O objetivo de Dino foi desqualificar as críticas do padre.

Mas se havia um “mensalinho”, Flávio Dino o manteve no seu governo, segundo a própria Igreja Católica.

– Nada de desonesto no exercício destas funções, uma vez que o referido cargo existia e ainda existe, tanto assim que, desde a demissão do sacerdote, foi contratado para substitui-lo um representante de outra igreja, cujo trabalho merece, igualmente, nosso respeito. De longe, qualificá-lo com a forma pejorativa ‘mensalinho’ – afirmou a nota da Arquidiocese de São Luís.

Mas, se Flávio Dino disse que era mensalinho, e continuou a pagá-lo, que igreja está sendo beneficiada agora?!?

É uma resposta que o governador precisar dar.

Se for mesmo honesto no debate, como diz ser…

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A violência se espalha pelo Maranhão

O assassinato da enfermeira que trabalhava em Pedrinhas é só mais um caso envolvendo o complexo penitenciário, que há anos dá sinais de colapso.

O tiroteio da avenida Kennedy é outro caso de violência que marcou o feriadão, assim como a execução do jardineiro, em Codó, e o assassinato do músico Lomanto, em Alto Alegre do Pindaré.

A violência toma conta do Maranhão, e o “governo da mudança” não consegue dar respostas à população.

Sem segurança, homens de bem andam assustados, sem ter a quem recorrer.

E não adianta culpar o tempo passado.

Afinal, não foi pra mudar que o Maranhão mudou?!?