“Um animal político” em essência…

Ele foi um dos mais influentes aliados da então governadora Roseana Sarney e marcou sua passagem na Assembleia Legislativa pela veemência como conduziu seu trabalho; assim pode-se definir Chico Gomes

 

CHICO GOMES COM O INSEPARÁVEL AMIGO, MAX BARROS. Figura marcante dos governos Roseana Sarney

Para aliados e adversários, “um animal político” como poucos.

Para a População de Viana e do Maranhão, um líder inconteste, cuja estatura moral contrastava com a estatura física. 

Francisco de Assis de Castro Gomes, mais conhecido por Chico Gomes, de personalidade forte, compôs a chamada Sorbouninha, grupo de intelectuais do porte de César Pires, César Viana, Celso Veras, Lino Moreira, Conceição Andrade, Gastão Vieira, Marcos Kowarick e Max Barros, responsáveis pela revolução administrativa implantada no segundo mandato de Roseana.

  • Chico Gomes começou como comandante do Comunidade Viva;
  • atuou também como secretário de estado e gerente regional.

“Figura ímpar, formou comigo e com o Max Barros o trio remanescente de aliados do governo Roseana Sarney já no fim do ciclo sarneysista, às vésperas do rompimento de José Reinaldo Tavares”, lembrou o ex-deputado César Pires, ex-reitor da Uema e ex-secretário de Educação.

Chico Gomes elegeu-se deputado estadual no início dos anos 2000, e marcou sua atuação com fortes embates na  Assembleia Legislativa; de perfil socialista, por vezes se estranhava até com os próprios membros da base, de perfil mais à direita.

  • em 2012 foi eleito prefeito de Viana, cargo que ocupou até 2016;
  • há tempos estava afastado da vida pública partidária, mas ativo.

Hábil articulador político, manteve-se influente no processo político, sobretudo em sua Viana natal

Chico Gomes morreu nesta quinta-feira, 15, aos 83 anos, de causas não reveladas, em São Luís…

Isaac Dias, uma história de São Bento…

Um dos maiores líderes da baixada Maranhense, o ex-deputado estadual e ex-prefeito formou com Mauro Bezerra, Neiva Moreira e Jackson Lago o quarteto que construiu a história da resistência política no Maranhão

 

HISTÓRIA REVENCIADA EM LIVRO. Isaac Dias, sentado com a família, em foto de 2014, no lançamento do livro “A Saga de um Sonhador”, da esposa Bitinha

Ele resistiu até o último momento no MDB, mesmo diante da pressão da ditadura militar, que tentava transformar a Arena em partido único no Brasil; estava deputado estadual, eleito em 1966, apenas dois anos depois do golpe que fulminou a então frágil democracia brasileira.

“Foi um dos poucos que faziam oposição ao regime ditatorial implantado no país e no Estado do Maranhão na época. Sua postura e seriedade o fizeram tornar-se respeitado, tanto por aliados quanto por adversários”, lembrou o jornalista Isanilson Dias, em perfil  publicado no blog do Paulinho Castro em janeiro de 2018. (Leia aqui)

  • Nos anos 80, Isaac juntou-se a Jackson Lago, Neiva Moreira e Mauro Bezerra para ajudar na criação do PDT;
  • ao lado dos colegas, a resistência agora era outra, ao chamado “grupo Sarney”, que comandava o estado.

HISTÓRIAS QUE SE CONFUNDEM. Isaac Dias viveu sua trajetória política em nome da cidade que administrou por duas vezes

Mesmo na oposição, Isaac Dias era respeitado e respeitava os adversários, com os quais convivia pacificamente, na Assembleia e nas batalhas ideológicas públicas.

  • em 2006, vibrou com a vitória de Jackson Lago ao Governo do Estado, mas decepcionou-se com o aliado, por quem sentiu-se traído;
  • também sentiu-se traído por Flávio Dino, (PCdoB), em 2014, quando o comunista reuniu em seu governo remanescentes sarneysistas.

“Isaac distinguiu a sua militância política pela extrema lealdade ao povo sambentuense e aos seus correligionários. Nunca se afastou do grupo político do governador Newton Bello, demonstrando fidelidade ao líder, amigo e conterrâneo. Sempre foi coerente com seus princípios e ideais. A sua trajetória pessoal e política o faz merecedor do nosso respeito, estima, reverência e admiração”, destacou o advogado Flávio Braga, em artigo publicado no jornal O EstadoMaranhão, em agosto de 2017. (Leia aqui)

As decepções políticas levaram o histórico líder a se recolher da vida pública; ele passou os últimos anos em sua São Bento, que ajudou a construir.

Coube à mulher, Bitinha Dias, catalogar a história do líder sambentoense em livro “A Saga de um sonhador”, lançado em 2014, como registrou o jornalista Jorge Vieira. (Veja aqui)

Isaac Morreu nesta sexta-feira, 21, aos 87 anos…

Na reta final das eleições, conheça a história de Wilson Gordo…

Candidato que virou sensação da campanha com ações de forte impacto nas ruas, contou em suas redes sociais o que já fez como empresário, empreendedor e militante social, numa espécie de prestação de contas ao eleitor

 

Empresário comprometido com o social, Wilson Gordo tem diversas ações nas comunidades

Sensação da campanha eleitoral deste ano em São Luís, o empresário Wilson Gordo, candidato a vereador pela federação PSDB/Cidadania, divulgou em suas redes sociais uma espécie de “carta de prestação de contas à população”.

No vídeodocumentário, ele elenca sua trajetória como empresário, empreendedor e, sobretudo, como militante social sempre presente nas comunidades.

Para além da vida empresarial de sucesso, Wilson Gordo apresenta uma série de prestação de contas na área social e de voluntariado:

  • Wilson Gordo das lives na pandemia, que ajudou os empresários a se levantar;
  • Wilson Gordo que brigou com a Equatorial para evitar cortes na pandemia;
  • Wilson Gordo que lutou pelos direitos dos motoboys e motociclistas;
  • Wilson que invadiu o Socorrão II para ajudar um motociclista;
  • Wilson Gordo que fazia ações sociais com recursos próprios.

Entre tantas e outras ações que foram feitas, meu objetivo nunca foi divulgar, mas transformar e continuar transformando vidas”, justifica o candidato do Cidadania.

Com o mesmo entusiasmo de toda a campanha, Wilson Gordo vai finalizar a campanha neste sábado, com forte movimentação em São Luís.

E se preparar para a votação de domingo, 6…

Articulação política de Hilton Gonçalo em 2024 deve colocá-lo em destaque para 2026

Consolidado em Bacabeira e Santa Rita, suas principais bases políticas, prefeito expandiu suas relações para diversos outros municípios, com candidatos próprios ou poiando aliados, o que deve refletir significativamente na sucessão estadual

 

A eleição de 2024 no Maranhão tem sido marcada pela forte presença de Hilton Gonçalo, presidente do Mobiliza, que se destaca como uma figura central na articulação política em diversas cidades do estado. Com um cenário extremamente favorável em Bacabeira e Santa Rita, o prefeito tem se mostrado um estrategista habilidoso, coordenando esforços para garantir vitórias de seus aliados em vários municípios.

  • ele atua com força em Paço do Lumiar, Rosário, Itapecuru-Mirim, Olinda Nova, Axixá, Pastos Bons, Nova Iorque, Imperatriz, Vargem Grande, Belágua e Sucupira do Norte.

Estamos focados em um projeto que prioriza a melhoria da qualidade de vida e a inclusão social”, afirmou Hilton Gonçalo em uma de suas reuniões com apoiadores.

A agenda inclui propostas voltadas para a saúde, educação e infraestrutura, visando transformar as realidades locais; a influência de Hilton Gonçalo se reflete na capacidade de mobilização de suas bases e na construção de alianças estratégicas.

Este blog Marco Aurélio d’Eça já havia tratado da influência política de Hilton Gonçalo ainda no mês de maio, no perfil intitulado “A força estadual de Hilton Gonçalo…”.

Sua liderança em Bacabeira e Santa Rita tem sido fundamental para consolidar o apoio local e expandir sua rede de aliados. A forma como ele articula as candidaturas em cidades vizinhas tem chamado a atenção de analistas políticos, que veem em seu modelo uma nova maneira de fazer política no Maranhão e o projeta para a disputa majoritária em 2026.

Em Paço do Lumiar e Rosário, por exemplo, as ações de Gonçalo colocaram Filipe Gonçalo (Mobiliza), próximo de garantir uma virada histórica e Calvet Filho (Republicanos), como favorito, mesmo com toda uma trama por trás para tirá-lo do poder.

Os desafios, entretanto, não são poucos. O cenário político maranhense é complexo e, apesar do forte apoio, a oposição também se mobiliza para contestar a influência de Gonçalo.

As campanhas em cidades como Itapecuru-Mirim e Olinda Nova estão intensas, com candidatos que buscam desestabilizar os candidatos do Mobiliza e apoiados pelo partido. Contudo, a resposta do grupo tem sido rápida, com um planejamento estratégico e comunicação eficiente para contrabalançar as críticas.

Na reta final para as eleições, Hilton Gonçalo continua a intensificar suas atividades, realizando eventos e visitas, onde enfatiza a importância do voto consciente e da participação popular. Seu carisma e capacidade de articulação têm gerado um efeito cascata, galvanizando não apenas os eleitores, mas também outros líderes locais que veem nele uma figura capaz de fomentar mudanças significativas.

À medida que se aproxima o dia das eleições, o foco de Hilton Gonçalo permanece claro: consolidar e expandir a influência do Mobiliza em todo o Maranhão, com a esperança de que suas estratégias resultem em um quadro favorável para seus aliados e para o desenvolvimento do estado.

A expectativa é que o resultado das urnas em 2024 reflita o trabalho de um líder que, sem dúvida, se tornou uma peça-chave na política maranhense.

Sem Pipoca, jornalismo maranhense vai diminuindo…

Numa época de muitos noticiaristas e poucos analistas, a morte de Antonio Carlos Lima abala ainda mais a imprensa verdadeira, pujante, inconformada e contestadora, formada por profissionais com estudo, pesquisa, cultura e visão de mundo, espécimes que estão em processo de extinção, diante da era das redes sociais de curta leitura, em que saber escrever é o de menos

 

Antonio Carlos Lima era um dos últimos jornalistas com J maiúsculo; como ele, restam poucos na imprensa do Maranhão, cada vez mais pueril

Editorial

O jornalista Antonio Carlos Lima era um dos últimos profissionais maranhenses a quem o termo se aplica em toda a sua essência; de ampla cultura, com capacidade de análise incomparável, visão de mundo e texto irretocável, conseguia transcrever a realidade para as letras, compreendida de forma clara por quem tivesse o prazer de lê-lo.

Como ele, restam poucos ainda no Maranhão, citados nos dedos: Ribamar Correa, Roberto Kenard, Manoel dos Santos Neto, Djalma Rodrigues, Flávia Regina, Nonato Reis. Poucos, mas capazes de encantar com a escrita fina, análise precisa e cultura abrangente.

O jornalismo maranhense ampliou-se em número de profissionais nos últimos 20 anos; e diminuiu de tamanho.

As faculdades – públicas ou privadas – passaram a formar noticiaristas, com voz possante e texto objetivo mantras atuais do que é ser profissional da área; não se consegue ver nas últimas gerações, até onde a vista alcança, alguém com capacidade de interpretação da realidade, erudição e objetividade que possa merecer uma citação. 

Muitos querem analisar a realidade sem conhecê-la.

E sem a capacidade de interpretação, tornam-se presas fáceis da manipulação, por que arrogantes, incapazes de admitir que não sabem de algo ou que precisam investigar um pouco mais.

A geração de ouro do Jornalismo maranhense seguia a máxima de Sócrates, ao ter a consciência de saber apenas que nada sabia; e por não saber, investigava, fuçava, cavava até obter a informação precisa.

O jornalista Pedro Bial explicou em entrevista anos atrás o segredo para ser um bom jornalista

– Precisa passar nos jornais ou revistas para ganhar texto; depois, um período no rádio dará poder de improvisação e raciocínio rápido. Só então, deve-se ir para a TV, quando essas experiência já estarão consolidadas – ensina ele.

As faculdades, hoje, ensinam o contrário; a metodologia pueril forma profissionais sem conteúdo, ávidos pela imagem na TV, meros leitores de textos elaborados por pauteiros.

A geração de Antonio Carlos Lima e dos já citados acima é rara por que estudiosa.

A blogosfera abriu as portas para a superficialidade no Jornalismo, é verdade, mas começou com expoentes da imprensa; gente como Walter Rodrigues, Marcos Nogueira, Kenard, Robert Lobato, profissionais que sabiam olhar, entender e descrever a realidade.

Infelizmente essa era sucumbiu, pela morte de alguns e abandono da carreira por outros. 

O titular deste blog Marco Aurélio d’Eça orgulha-se de ter começado no auge deste pessoal, de ter aprendido com mestres como Ribamar Corrêa, Walter Rodrigues e Antonio Carlos Lima.

A partir deles desenvolveu a capacidade de leitura, o gosto pelas letras e a busca pela interpretação da realidade.

Por que, como diria o mestre Joelmir Betting, “só quem gosta de ler e escrever sabe falar…”

Maranhão perde o jornalista Antonio Carlos Lima

Um dos mais icônicos secretários de comunicação do Maranhão – com funções nos governos Lobão e Roseana Sarney – Pipoca foi também diretor do jornal O EstadoMaranhão, membro da Academia Maranhense de Letras e contribuiu em diversos artigos neste blog Marco Aurélio d’Eça

 

Antonio Carlos Lima já em Brasília, em imagem destacada neste domingo pelo também jornalista Pergentino Holanda, seu primo

Morreu neste domingo, 8, o jornalista maranhense Antonio Carlos Lima.

Ele estava radicado em Brasília desde o fim do governo Roseana Sarney (MDB), em 2014, e enfrentava um câncer de estômago.

Pipoca, como era conhecido pelos mais próximos, foi um dos mais icônicos secretários de Comunicação do Maranhão, exercendo a função nos governos Edson Lobão e Roseana Sarney (ambos do MDB).

Foi também diretor do jornal o EstadoMaranhão, casa em que o titular do blog Marco Aurélio d’Eça viveu praticamente toda a carreira jornalística.

Membro da Academia Maranhense de Letras, Antonio Carlos Lima colaborou com o blog Marco Aurélio d’Eça em diversos momentos, com destaque para os artigos “O Maranhão na cultura nacional…”, “Entre gregos e jamaicanos…” e “Francesa com certeza; e daí?!?”.

O também jornalista e empresário Felix Alberto, irmão de  Pipoca, está cuidando do traslado do corpo para São Luís.

Ele será velado na sede da AML…

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Uma lenda da política do Maranhão…

Encerrando sua trajetória no Tribunal de Contas do Estado, onde está desde o ano 2000, o conselheiro Edmar Cutrim voltará à atividade que mais gosta e sabe fazer, a articulação política clássica, da conversa ao pé-de-ouvido e da busca incessante pelas alianças

 

Com a missão cumprida no TCE, Edmar deve voltar agora para o que mais sabe fazer: a articulação política clássica

Editorial

O conselheiro Edmar Cutrim participou nesta quarta-feira, 14, da sua última sessão no Tribunal de Contas do Estado; aos quase 75 anos – que completará em 7 de janeiro – ele se prepara agora para a aposentadoria.

Mas não deverá ficar sentado em uma cadeira de balanço em sua varanda.

Cidadão político dos mais ativos, o ex-deputado estadual é forte interlocutor e articulador político; e o pendurar da toga do TCE dará liberdade para voltar ao front político.

Edmar Cutrim é uma lenda da política maranhense.

Dirigiu o Moto Club de São Luís – time que até hoje ajuda, de uma forma ou de outra – e elegeu-se deputado estadual em 1990; foi um dos mais influentes parlamentares nos governos de Edson Lobão (1991/1994) e de Roseana Sarney (1995/2002).

Permaneceu na Assembleia até 2000, quando foi eleito para o TCE. Como conselheiro presidiu a Corte de Contas inúmeras vezes e viu dois dos três filhos alcançarem a excelência política.

Gil Cutrim (PRB) foi vice-prefeito e prefeito de São José de Ribamar; elegeu-se deputado federal e foi reeleito em 2018. O irmão dele, Glalbert Cutrim (PDT), é deputado estadual reeleito e vice-presidente da Assembleia Legislativa.

O filho mais velho, Gladston Cutrim, é juiz de Direito, com encaminhamento aberto para tornar-se desembargador.

Poucos políticos maranhenses conseguiram, mesmo sem mandato, ter tanta influência quanto Edmar Cutrim; muitos de sua geração e contemporâneos de Assembleia estão hoje aposentados, sem qualquer tipo de interferência pública.

Edmar deve continuar ativo na política pelos próximos anos.

Mostra ampla vitalidade para prosseguir, inclusive numa disputa eleitoral – seja por uma prefeitura ou mesmo voltando à Assembleia Legislativa.

De qualquer forma, ele já inscreveu o seu nome no panteão da política maranhense…

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Coragem e liderança de Weverton são pontos fortes de sua campanha…

Tanto aliados quanto adversários reconhecem a capacidade de enfrentamento e mobilizado do candidato do PDT ao Senado, o que faz dele um dos principais líderes da nova geração de políticos maranhenses

 

Poder de mobilização leva lideranças de todos os municípios ao projeto de Weverton Rocha

Único candidato a senador pelo Maranhão que disputa em faixa própria a eleição – sem a tradição de grupos ou sem a “alavanca” governamental, o deputado Weverton Rocha tem se destacado na vida pública por dois pontos característicos principais.

Sua coragem é reconhecida não apenas pelos aliados, mas respeitada também por adversários.

E sua capacidade de mobilização tem gerado resultados surpreendentes na política, a exemplo da vitória do prefeito Edivaldo Júnior (PDT), em 2016, numa eleição em que todos o julgavam derrotado.

A coragem e o poder de mobilização fizeram de Weverton o principal líder do PDT no Maranhão – e um dos principais do país – feito significativo para quem começou sua militância em comunidade pobre de São Luís, enfrentando o preconceito e a indiferença.

A coragem o elevou à liderança nacional do PDT, ao lado de Ciro Gomes

Essa coragem fez de Weverton um dos mais jovens secretários de Jackson Lago, deputado federal e líder de um dos partidos mais estruturados do Maranhão.

Esta estrutura político-eleitoral garante ao candidato a senador uma base espalhada em todo o Maranhão, reunindo prefeitos, deputados federais, estaduais, vereadores e lideranças comunitárias e de todos os segmentos.

E o faz um dos mais fortes nomes para o Senado, independentemente de sua posição nas pesquisas.

Porque, como este blog diz sempre, a corrida para o Senado é de chegada.

E não de largada…

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Luciano Genésio tem quase 90% de aprovação em Pinheiro…

Pesquisa do Instituto Perfil, divulgada semana passada, mostrou aprovação de 87% da gestão do prefeito Luciano Genésio em Pinheiro.

O resultado do novo levantamento confirma o que o próprio Instituto divulgou em maio deste ano em uma primeira pesquisa realizada na cidade.

Na ocasião, 80% dos entrevistados afirmaram aprovar a administração executada por Genésio.

A nova pesquisa foi realizada entre os dias 14 e 16 deste mês. Apenas 5,5% dos entrevistados disseram não aprovar a atual gestão. 7,3% não souberam ou não responderam.

O levantamento também avaliou o governo municipal apresentando aos entrevistados os conceitos ótimo e péssimo.

58,2% das pessoas ouvidas o classificaram como ótimo; 10% disseram ser bom; e 7,3% regular.

A aprovação, quase que unânime, da administração Luciano Genésio em Pinheiro é fruto de ações bem planejadas e que estão beneficiando o cidadão em todos os setores.

Um deles é a saúde, onde o prefeito vem promovendo significativos investimentos, sempre recebendo o total apoio de sua esposa e primeira-dama, Thaíza Hortegal, que é médica e demonstra, além do companheirismo para com o marido, total afinco para contribuir e mudar a realidade de um setor tão importante para o crescimento do município e melhora da qualidade de vida do povo.

A pesquisa Perfil tem margem de 4,5% — para mais ou para menos – e grau de confiabilidade de 95%.

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Edivaldo Júnior não quer ser um novo Tadeu Palácio…

Prefeito sabe que, se não imprimir um ritmo de gestão com a sua cara, mostrando pulso para gerenciar e atitude de líder político, pode amargar o ostracismo a partir de 2020, quando deixar o posto no vazio entre dois pleitos

 

A imagem de insegurança perseguiu o prefeito no primeiro mandato

A imagem de insegurança perseguiu o prefeito no primeiro mandato

Pelo menos no discurso – não dele, mas dos aliados – o prefeito Edivaldo Júnior (PDT) deve adotar nova postura político-administrativa em sua gestão a partir de janeiro.

Mais ágil, mais firme, mais presente, mais duro.

Fortemente desgastado nos primeiros quatro anos de gestão – a ponto de ser dado como morto político até antes de começar a campanha, que só venceu pelo uso ostensivo e exagerado da máquina administrativa – Holandinha quer mostrar a população uma mudança de perfil pessoal e profissional que lhe garanta estofo suficiente para seguir na vida pública a partir de 2020, quando encerra o segundo mandato.

O prefeito não disputará as eleições de 2018.

Ele próprio prometeu isso ao eleitor de São Luís durante a campanha, e mudar os planos no meio do mandato soaria como traição ao eleitor já desconfiado com sua insegurança. Além disso, nenhum posto em disputa daqui a dois anos tem tanta força para Edivaldo quanto o de prefeito da capital maranhense.

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Edivaldo na versão “duro de matar”…

Holandinha tutelado…

Edivaldo Júnior é assim mesmo…

Uma imagem com perfil mais firme, mostrando mais segurança, começou a ser exibida na sabatina O Estado, no segundo turno

Uma imagem mais firme, mostrando mais segurança, começou a ser exibida na sabatina O Estado, no segundo turno

Se não conseguir construir uma imagem sólida  de liderança política – o que não foi feito nos quatro anos sob a tutela do governador Flávio Dino (PCdoB), Edivaldo corre o risco de ser um novo Tadeu Palácio, o ex-prefeito que chegou a se reeleger, mas amargou o ostracismo após o fim do segundo mandato.

E é por isso que cada vez mais aliados pregam uma mudança de perfil no Edivaldo do segundo mandato em relação ao do primeiro.

Mais forte, mais ágil, mais firme, mais presente.

Ele próprio, no entanto, e não apenas seus aliados, precisa dar mostras de que está neste caminho.

E o primeiro passo é tomar o controle absoluto de sua gestão.

Afinal, 2020 é logo ali…