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ANJ sai em defesa do jornal O Estado…

Associação Nacional dos Jornais disse, em nota, que espera que a instâncias superiores do Poder Judiciário reformem as decisões que atentam contra a liberdade de expressão em ações de censura do governo Flávio Dino

 

Capas do jornal O Estado: investigação diária para mostrar os malfeitos do comunismo que assola o Maranhão

A Associação Nacional de Jornais (ANJ) se manifestou a respeito da tentativa de censura interposta contra o jornal O Estado pelo governo de Flávio Dino (PCdoB). Para a entidade, é preocupante a ação da gestão estadual contra o jornal, o que para a ANJ, configura uma afronta a liberdade de expressão e também à sociedade.

Levantamento da assessoria jurídica de O Estado mostra que desde o ano passado, o governo de Flávio Dino vem entrando com ações assinadas pela Procuradoria Geral do Estado (PGE) pedindo indenizações por danos morais e direito de respostas devido a reportagens publicadas no jornal que faz críticas a gestão comunista.

Diante da tentativa recorrente de censura, O Estado buscou a ANJ para denunciar o abuso contra a liberdade de expressão feito pela gestão comunista.

Em resposta a manifestação do jornal, a entidade enviou nota se mostrando preocupada com este tipo de ação, caracteriza pela associação como golpe na liberdade de expressão.

“A Associação Nacional de Jornais (ANJ) vê com grande preocupação as decisões judiciais contrárias ao jornal O Estado do Maranhão, resultantes de ações decorrentes de matérias do jornal a respeito do governo estadual”, diz trecho da nota.

Diante desta tentativa, a associação disse ainda que espera que as decisões judiciais daqui do Maranhão sejam revistas pelas instâncias superiores do Poder Judiciário.

“A ANJ espera que as decisões judiciais que proíbem a divulgação de informações pelo jornal O Estado do Maranhão sejam revistas por instâncias superiores do próprio Poder Judiciário, restabelecendo a plena liberdade de imprensa”, manifestou-se a entidade.

Ações

No total, o governo estadual impetrou 18 ações contra o jornal O Estado e também contra o site Imirante, que pertence ao mesmo grupo de comunicação do matutino.

Deste total, oito dizem respeito especificamente ao episódio do aluguel da Clínica Eldorado, que passou por uma reforma de um ano – com todas as despesas pagas pela gestão – e ainda recebeu regularmente o aluguel de R$ 90 mil mensais mesmo a clínica estando fechada devido a reforma.

E das oito ações relacionadas ao aluguel camarada da Eldorado, quatro são com pedido de direito e resposta e outras quatro são por danos morais com pedido de indenização no valor de R$ 200 mil cada.

Abaixo, a íntegra  da nota da ANJ

“A Associação Nacional de Jornais (ANJ) vê com grande preocupação as decisões judiciais contrárias ao jornal O Estado do Maranhão, resultantes de ações decorrentes de matérias do jornal a respeito do governo estadual.

A ANJ assinala que a censura é proibida pela Constituição Federal e que o impedimento da livre circulação de informações, mais do que atingir veículos de comunicação, afronta um direito de toda a sociedade.

A ANJ espera que as decisões judiciais que proíbem a divulgação de informações pelo jornal O Estado do Maranhão sejam revistas por instâncias superiores do próprio Poder Judiciário, restabelecendo a plena liberdade de imprensa”.

Brasília, 18 de junho de 2018

Associação Nacional de Jornais

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ANJ contra censura…

Associação de Jornais tomou conhecimento da cruzada de intimidação do comunista Flávio Dino, em sucessivas ações judiciais tentando amordaçar o jornal

 

Notícias que tiraram Flávio Dino do sério, a ponto de liderar perseguição contra o jornal O Estado

A implacável perseguição do governo Flávio Dino (PCdoB) contra o jornal O Estado – com sucessivas ações judiciais, na tentativa de intimidação, já é de conhecimento da Associação Nacional de Jornais (ANJ).

Ainda na manhã de quinta-feira, 14, o editor de Política de O Estado, jornalista Marco Aurélio D’Eça, conversou com a assessoria da ANJ, via internet, à qual informou a situação, deu detalhes dos processos e encaminhou todos os dados das reportagens que geraram as ações.

No dia seguinte, ninguém menos que o diretor-geral da entidade que reúne os principais jornais do país, também conversou com D’Eça, pedindo os prints e links de todas as matérias, algumas das quais ilustram, como imagem, a reportagem sobre o tema, publicada na edição do fim de semana.

A ANJ tem se posicionado criticamente contra a censura a órgãos de imprensa e a tentativa de intimidação da liberdade de expressão.

E atua como uma espécie de litisconsorte informal em todas as ações que chegam ao Supremo Tribunal Federal. É com base na Constituição Federal que a associação de jornais encaminha ao STF o norte para a garantia da liberdade.

A entidade já está de posse dos documentos que mostram a perseguição a O Estado.

Estes mesmos dados serão encaminhados também à Associação Brasileira de Imprensa e a Federação Nacional dos Jornalistas, órgãos de representação brasileiros.

Numa luta aberta, franca, contra a censura.

Da coluna Estado Maior, de O EstadoMaranhão

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A implacável perseguição de Flávio Dino contra o jornal O Estado…

Governador usa ilegalmente a estrutura do próprio governo – como a Procuradoria-geral do Estado, por exemplo – para perseguir o veículo de comunicação que divulga os malfeitos do seu governo, num gesto de autoritarismo típico dos tiranos

 

Flávio Dino usa instrumentos de tirania para calar a imprensa livre que não aceita sua versão para a história

O governador Flávio Dino (PCdoB) usa, desde 2017, a estrutura do governo do Estado para tentar uma nova forma de censurar O Estado, com sucessivas ações judiciais pedindo direito de resposta e de indenizações por danos morais.

São 18 ações, todas propostas, estranhamente, pela Procuradoria Geral do Estado, algumas delas com acusações também ao portal de internet imirante, do mesmo grupo do jornal.

A postura de censor do comunista visa asfixiar o jornal e seu grupo de comunicação e impedir o contraponto crítico às suas ações governamentais.

Em recente evento do Conselho Nacional de Justiça, jornalistas e especialistas em informação criticaram o que chamaram de “censura da Toga”, em uma alusão às decisões judiciais que castram o direito de expressão e de opinião.

Presidente do CNJ e do Supremo Tribunal Federal, a ministra Carmen Lúcia saiu em defesa da liberdade de expressão e de imprensa.

– Sem a imprensa livre a Justiça não funciona bem, o Estado não funciona bem – defendeu Carmen Lúcia.

De fato, a postura da presidente se coaduna com a jurisprudência já formada no STF, que tem dado sucessivas decisões em defesa da liberdade de expressão, reformando decisões desinformadas de juízes de base – da primeira segunda instâncias.

Capas do jornal O Estado: investigação diária para mostrar os malfeitos do comunismo que assola o Maranhão

A justiça eleitoral, igualmente, tem sido muito criticada por censurar veículos de comunicação.

O próprio jornal O Estado, recentemente, em decisão liminar, foi instado a retirar uma matéria de circulação porque o juiz eleitoral entendeu trata-se de matéria negativa contra o governador. Vários jornalistas, igualmente, estão sendo obrigados a retirar de blogs pessoais na internet matérias críticas ao Governador Flávio Dino.

Nas 18 ações propostas pelo Estado do Maranhão contra o jornal O Estado, oito estão relacionadas ao caso envolvendo o aluguel da Clínica Eldorado, um escândalo de repercussão nacional.

São quatro Ações Ordinárias com Pedido de Direito de Resposta e outras quatro Ações Ordinárias com pedidos de indenização por danos morais, todas com valor altíssimo, de R$ 200 mil cada, o que demonstra claramente o intuito de intimidação.

O Estado já encaminhou a tentativa de censura comunista aos órgãos de defesa da atividade jornalística, como ANJ, ABI e Fenaj. E também à OAB.

Veja abaixo a relação de ações de Flávio Dino contra O Estado:

a) Ações ordinárias com pedido de direito de resposta que têm como Autor o ESTADO DO MARANHÃO:

1 – Valor causa: R$ 200.000,00 (duzentos mil reais);

Matéria jornalística: edição 28.09.2016 do Jornal; reportagem que noticiou denúncia feita pelo deputado estadual Wellington do Curso contra o Procurador Geral do Estado, que supostamente não teria devolvido um processo judicial.

2 – Valor causa: R$ 200.000,00 (duzentos mil reais);

Matéria jornalística: edição 30.08.2017 do Jornal; reportagem que retratou Audiência Pública que ocorreu na Assembleia Legislativa, a qual tratou da utilização dos recursos do FEPA. Na ocasião, deputados estaduais questionavam a transferência de R$ 29.000.000,00 (vinte e nove milhões) do Fundo de Pensão e Aposentadoria dos Servidores do Estado (FEPA) para a Secretaria de Infraestrutura.

3 – Valor causa: R$ 200.000,00 (duzentos mil reais);

Matéria jornalística: edição 17.08.2017 do Jornal; reportagem que falou sobre a locação da Clínica Eldorado.

4 – Valor causa: R$ 200.000,00 (duzentos mil reais);

Matéria jornalística: edição16.08.2017 do Jornal; reportagem que falou sobre a locação da Clínica Eldorado.

5 – Valor causa: R$ 200.000,00 (duzentos mil reais);

Matéria jornalística: 17.08.2017 no Imirante.com; reportagem que falou sobre a locação da Clínica Eldorado.

6 – Valor causa: R$ 200.000,00 (duzentos mil reais);

Matéria jornalística: 16.08.2017 no Imirante.com; reportagem que falou sobre a locação da Clínica Eldorado.

7 – Valor causa: R$ 200.000,00 (duzentos mil reais);

Matéria jornalística: 30.08.2017 no Imirante.com; reportagem que falou sobre a Audiência Pública ocorrida na Assembleia, a qual tratou sobre os recursos do FEPA. Na ocasião, deputados estaduais questionavam a transferência de R$ 29.000.000,00 (vinte e nove milhões) do Fundo de Pensão e Aposentadoria dos Servidores do Estado (FEPA) para a Secretaria de Infraestrutura

8 – Valor causa: R$ 50.000,00 (cinquenta mil reais);

Matéria jornalística: 20.10.2017 no Imirante.com; reportagem sobre hospital de São Pedro dos Crentes, que, segundo denúncia do Prefeito da cidade, não estava recebendo repasse da SES.

b) Ações ordinárias com pedido de indenização (DANO MORAL), cujo Autor é o ESTADO DO MARANHÃO:

1 – Valor causa: R$ 200.000,00 (duzentos mil reais);

Matéria jornalística: edição 28.09.2016 do Jornal, reportagem que noticiou denúncia feita pelo deputado estadual Wellington do Curso contra o Procurador Geral do Estado, que supostamente não teria devolvido um processo judicial.

2 – Valor causa: R$ 200.000,00 (duzentos mil reais);

Matéria jornalística: edição 17.08.2017 do Jornal; reportagem que falou sobre a locação da Clínica Eldorado.

3 – Valor causa: R$ 200.000,00 (duzentos mil reais);

Matéria jornalística: edição 17.08.2017 do Jornal; reportagem que falou sobre a locação da Clínica Eldorado.

4 – Valor causa: R$ 200.000,00 (duzentos mil reais);

Matéria jornalística: edição 17.08.2017 do Jornal; editorial que falou sobre a locação da Clínica Eldorado.

5 – Valor causa: R$ 200.000,00 (duzentos mil reais);

Matéria jornalística: matéria veiculada no dia 16.08.2017 no Imirante.com; falou sobre a locação da Clínica Eldorado.

6 – Valor causa: R$ 200.000,00 (duzentos mil reais);

Matéria jornalística: matéria veiculada no dia 30.08.2017; retratava a questão do FEPA. Na ocasião, deputados estaduais questionavam a transferência de R$ 29.000.000,00 (vinte e nove milhões) do Fundo de Pensão e Aposentadoria dos Servidores do Estado (FEPA) para a Secretaria de Infraestrutura

7 – Valor causa: R$ 200.000,00 (duzentos mil reais);

Matéria jornalística: matéria veiculada no dia 30.08.2017; retratava a questão do FEPA, bastante debatida na Assembleia Legislativa, na qual deputados estaduais questionavam a transferência de R$ 29.000.000,00 (vinte e nove milhões) do Fundo de Pensão e Aposentadoria dos Servidores do Estado (FEPA) para a Secretaria de Infraestrutura.

8 – Valor causa: R$ 200.000,00 (duzentos mil reais);

Matéria jornalística: matéria veiculada no dia 20.09.2017; retratava o descumprimento de decisão judicial por parte do Estado na questão Márcio Rony.

9 – Valor causa: R$ 200.000,00 (duzentos mil reais);

Matéria jornalística: matéria veiculada no dia 20.09.2017 no Imirante.com; retratava o descumprimento de decisão judicial por parte do Estado na questão Márcio Rony.

10 – Valor causa: R$ 200.000,00 (duzentos mil reais);

Matéria jornalística: 20.10.2017 no Jornal; reportagem sobre hospital de São Pedro dos Crentes, que, segundo denúncia do Prefeito da cidade, não estava recebendo repasse da SES.

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Flávio Dino perde todos os processos eleitorais para este blog…

Tentativas de censura do comunista, desde as eleições de 2014, foram todas negadas pelo Tribunal Superior Eleitoral, após tramitar nas instâncias inferiores da Justiça Eleitoral

 

Foram mais de 20 processos em quatro anos, fruto do autoritarismo e da prepotência do comunista que assola o Maranhão

 

Este blog já enfrentou diversos processos movidos pelo comunista Flávio Dino, que assola o Maranhão desde 2014.

Nunca perdeu nenhum, seja na justiça comum ou mesmo na Justiça Eleitoral.

Aliás, desde 2010 que Dino tenta a censura a esta página e é derrotado.

No caso das instâncias eleitorais, os últimos remanescentes judiciais das pretensões autoritárias de Dino foram derrubadas pelo Tribunal Superior Eleitoral.

Flávio Dino tentou censurar diversas matérias críticas ao seu governo, alegando danos à sua imagens ou mesmo calúnia pura e simples.

Perdeu todas elas.

Quadro mostra a quantidade de processos de Dino contra este blog, desde 2014. Perseguição recorrente e derrotas sucessivas na Justiça

Alguns dos processos, chegaram a censurar liminarmente o blog, que recorreu, derrubou a censura e seguiu vencendo, com recursos do próprio Flávio Dino, até as ações serem definitivamente julgadas improcedentes no TSE.

Prova de que aqui se faz jornalismo de qualidade, ainda que crítico, ainda que duro contra o malfeitos dos governantes.

Mas nestas eleições de 2018, este blog não pretende mais caminhar por tantas instâncias, e já avisou: qualquer tentativa de censura terá uma Reclamação Direta ao Supremo Tribunal Federal.

Para cortar o mal pela raiz…

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Prefeito humilhado pelo BPRV emite Nota de Repúdio contra a Polícia de Flávio Dino…

Mesmo em plena atividade, em São Bernardo do Maranhão, João Igor Carvalho foi submetido a constrangimento durante parada dos policiais, que sequer quiseram saber sua identificação

 

O prefeito de São Bernardo do Maranhão, João Igor Carvalho, emitiu esta semana uma Nota de Repúdio à Polícia Militar do Estado do Maranhão, acusada por ele de humilhá-lo em pleno cumprimento do dever político.

Segundo conta Igor Carvalho, ele estava em uma diligência no Hospital Municipal Felipe Jorge,  avaliando situação das bases da caixa d’água, quando foram abordados por policiais armados de fuzis, que passaram a fazer intimidações.

– Abordagem esta desnecessária, violenta, na lide comigo e com todos que ali estavam. Por diversas vezes, nos identificamos, pedindo cautela, mediante infundada suspeita sem ordem judicial. Atitude absurda praticada de farda,  por àqueles que representam às ações do Estado – acusou o prefeito, que estava acompanhado do vice, Pinto Couto, e dos empresários Nonato Machado, James e o tesoureiro Haroldo Tobias.

Todos, mesmo identificados,  sem nenhum tipo de atitude suspeita, foram submetidos a constrangimento perante toda a comunidade.

Aliado do prefeito, o deputado estadual César Pires também viu dedo político no episódio e pretende denunciá-lo na tribuna da Assembleia Legislativa.

– Não havia nenhuma justificativa para a abordagem. Diminuíram a cidadania deles sem justificativa – criticou Pires.

Para Igor Carvalho, ficou claro tratar-se de perseguição política da polícia hoje às ordens do governador Flávio Dino (PCdoB).

– Lamentavelmente, uma postura que muito se assemelha a uma perseguição política,  uma vez que eu enquanto Prefeito de São Bernardo assumi um compromisso político com a base de Roseana Sarney, grupo que faz oposição ao atual Governador – acusou o prefeito.

Leia abaixo a íntegra da nota:

NOTA DE REPÚDIO À POLICIA DO ESTADO DO MARANHÃO .

Hoje por volta das 17h,  nos arredores do Hospital Municipal Felipe Jorge,  enquanto eu Prefeito, o vice prefeito Pinto Couto, os empresários Nonato Machado, James e o Tesoureiro Haroldo Tobias, fazíamos vistorias,  nas bases das caixas d’água.  Fomos abordados por policiais militares do estado, armados com fuzis, com intimidações  verbais e corporais perante toda a comunidade ali presente.

Abordagem esta desnecessária, violenta, na lide comigo e com todos  que ali estavam. Por diversas vezes, nos identificamos, pedindo cautela, mediante infundada suspeita sem ordem judicial.

Atitude absurda praticada de farda,  por àqueles que representam às ações do Estado.

Polícia esta totalmente ausente, principalmente para a população que não tem segurança, enquanto dever do estado, o que tem gerado o caos social constante.

A austeridade da Polícia do Governo do estado para comigo e com os colegas foi ineficaz, injusta e inconstitucional.

Lamentavelmente, uma postura que muito se assemelha a uma perseguição política,  uma vez que eu enquanto Prefeito de São Bernardo assumi um compromisso político com a base de Roseana Sarney, grupo que faz oposição ao atual Governador.

Diante do ocorrido, expresso a minha indignação, pelo constrangimento e humilhação enquanto cidadão de bem. E espero que a população possa contar com segurança quando realmente necessita.

Sugiro aos senhores policiais, uma postura mais atenta à suas ações, tanto ao cidadão de bem, como àqueles que estão a solta nas ruas praticando crimes.

João Igor Carvalho
Prefeito municipal de São Bernardo -MA

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Ex-prefeito relata, em vídeo, perseguição “fascista e nazista” de Flávio Dino…

Vítima ele próprio da polícia política do governo comunista, Amaury Almeida, de Mirinzal, lembrou fatos parecidos ocorridos em todo o Maranhão, com perseguições e prisões com o objetivo de favorecer os candidatos do Palácio dos Leões nas eleições de 2016

 

O ex-prefeito de Mirinzal, Amaury Almeida (MDB) decidiu expor, em vídeo, o drama que viveu em plenas eleições de 2016, quando se tornou uma das primeiras vítimas da polícia política comandada pelo governo Flávio Dino (PCdoB).

– O exemplo mais emblemático desta política autoritária foi a minha prisão, de forma arbitrária, no dia da eleição, em minha cidade de Mirinzal. Sob um aparato policial digno de grandes operações, eu, Amaury Almeida, fui preso, arbitrariamente, acusado de ter matado um homem e ferido mais dois, no dia do pleito eleitoral – destacou Amaury Almeida.

O caso de Mirinzal foi, inclusive, relatado neste blog como escândalo policial. (Relembre aqui)

Para o ex-prefeito – que hoje recorre do resultado da eleição, já com vitória em primeira instância – sua prisão se deu “por ordem direta daqueles que querem transformar o Maranhão em um estado nazista”.

Amaury recuperou-se do trauma e hoje forma trincheira contra o qu chama de governo fascista comunista e nazista

Amaury lembra que, quando de sua prisão, o secretário Jefferson Portela deu entrevista à mídia nacional dizendo ser o seu caso um exemplo para o Brasil.

– O exemplo que este governo dá ao Brasil são inúmeros escândalos no dia dia, muitos destes capitaneados pelo próprio sistema de Segurança, como a ordem para que a Polícia Militar monitore os que fazem oposição ao governo do estado – disse.

Por fim, depois de relatar também vários outros episódios, em vários municípios, Amaury Almeida desqualifica a política do governo Flávio Dino.

– Esta política fascista, comunista me humilhou, usurpou o processo democrático; causou a pior dor que uma mãe pode ter, ao ver o seu filho preso injustamente – desabafou o ex-prefeito.

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Adepol condena retaliação do governo a delegados de polícia…

Associação de delegados acusa o secretário comunista Jefferson Portela de perseguir colegas que denunciam a falta de estrutura nas delegacias

 

PERSEGUIDOR. Ex-ativista da própria Adepol, Portela se transformou num opressor dos colegas de profissão

A Associação dos Delegados do Maranhão (Adepol) divulgou moção de repúdio em que condena “abusos e desvios de finalidade” praticados pelo atual secretário de Segurança Pública, Jefferson Portela, e manifesta total solidariedade aos delegados Gustavo Tavares Barbosa de Matos, Virgínia Loiola Beserra e Fábio Silva Cordeiro Pessoa.

Os dirigentes da entidade afirmam que as autoridades policiais estão sofrendo retaliação por terem exposto as péssimas condições das delegacias no interior do Maranhão.

De acordo com a nota assinada pelo presidente da Adepol, Marconi Chaves Lima, o secretário de Segurança determinou a abertura de processos administrativos contra os delegados e também a remoção de Virgínia Loiola e Fábio Cordeiro “em retaliação pelo exercício da profissão e liberdade de expressão”.

Gustavo Barbosa responde a processo disciplinar por informar ao Ministério Público em Imperatriz que o Sistema Integrado de Gestão Operacional (Sigo) estava desativado, assunto tratado com exclusividade neste blog. (Relembre aqui)

Virgínia Loiola desabafou, em sua página no facebook, sobre a falta de condições adequadas de trabalho.

Contra Fábio Cordeiro pesa o fato de ter sido despejado do imóvel em que funcionava a Delegacia de Peritoró, mesmo tendo comunicado o atraso de um ano no pagamento do imóvel à Secretaria de Segurança.

Para a Adepol, o secretário Jefferson Portela alega que os três delegados comprometeram a instituição policial com suas ações e está “usando de subterfúgios para aplicar punição sem previsão legal, atingindo de morte a honra e a dignidade de pais e mães de família”.

“Numa sociedade livre, ninguém está acima de crítica. Não há verdadeira democracia se as pessoas são livres apenas para concordar, nunca para discordar. Não há liberdade se as pessoas são livres apenas para calar e consentir, nunca para divergir”, ressalta a moção de repúdio.

Afirmando que Jefferson Portela faz censura, demonstração de autoritarismo e tentativa de intimidação da categoria funcional dos delegados de polícia civil do Maranhão, a Adepol cobra do secretário os meios e recursos materiais e humanos para tirar a Polícia Civil do estado de abandono, na capital e no interior do Maranhão, para combater adequadamente o crime.

E alerta que a categoria está mobilizada em apoio aos três delegados e a qualquer outro que venha a ser retaliado, inclusive com a prioritária adoção de medidas legais para coibir e denunciar estas e quaisquer outras represálias contra seus associados.

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Sousa Neto denuncia “vingança de Flávio Dino contra prefeito”…

Deputado estadual foi à tribuna da Assembleia Legislativa para denunciar que o governador comunista persegue quem não reza em sua cartilha

 

Sousa Neto apoiou prefeito que denunciou Dino

O deputado estadual Sousa Neto (Pros) solidarizou-se na Assembleia Legislativa com o prefeito de São Pedro dos Crentes, Lahesio Rodrigues, que acusa o governador Flávio Dino de perseguição.

Para o parlamentar, o comunista age com vingança contra aqueles que não rezam em sua cartilha.

– O prefeito Lahesio teve a coragem de ir para as redes sociais e dizer, de público, da vingança que o governador está fazendo com o povo de São Pedro dos Crentes, só porque ele cobrou promessas não cumpridas e obrigações do Governo do Maranhão –  acrescentou.

Lahesio tem usado suas redes sociais para lembrar das promessas feitas por Flávio Dino durante a campanha; irritado, o comunista tem cortado recursos para São Pedro dos Crentes.

 

– O prefeito de São Pedro dos Crentes, simplesmente, por não rezar na cartilha do governador Flávio Dino, está sendo retaliado de todas as formas, inclusive perseguição. A coisa é tão feia e tão escandalosa que ele pediu o apoio aos deputados desta Casa para chamar a atenção para o Estado inteiro – destacou Sousa Neto.

Sousa Neto parabenizou a coragem do prefeito e alertou a população para o sentimento de vingança que Flávio Dino nutre, mesmo prejudicando o próprio povo…

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Jefferson Portela manda investigar delegado que revelou falta de estrutura em delegacia…

Em clara retaliação ao policial, secretário justifica que Gustavo Tavares Barbosa de Matos se referiu “possivelmente, de forma depreciativa às autoridades públicas”

 

AUTORITARISMO. Na SSP chefiada por Portela ninguém pode reclamar da falta de condições de trabalho

Um documento do secretário de Segurança Pública Jefferson Portela expõe de forma grotesca o nível de perseguição implantado no Maranhão pelo governo comunista de Flávio Dino (PCdoB).

A portaria nº 665/2017 – GAB/SSP/MA, assinada por Portela, “determina instauração de Processo Administrativo Disciplinar, para apurar a responsabilidade funcional do delegado de Polícia Gustavo Tavares Barbosa de Matos, lotado na Delegacia Regional de Imperatriz”.

E o que fez o delegado?

A própria portaria explica:

– (…) “Através do ofício nº 292/2017/PLANTÃO IMPERATRIZ, datado de 12.08.2017, endereçado ao Ministério Público Estadual de Imperatriz/MA/Promotoria de Justiça da Central de Custódia, [o servidor teria] redigido de maneira a comprometer a Instituição Polícia Civil ou a Função Policial, bem como, teria possivelmente no mencionado expediente se referido de modo depreciativo às Autoridades Públicas ou a atos do Poder Público” – diz o documento de Portela.

Mas este blog teve acesso também ao Ofício do delegado encaminhado ao Ministério Público. E o que o secretário de Segurança entre que compromete a instituição Polícia Civil é tão somente uma reclamação pela falta de um sistema.

Leia abaixo o texto principal do Ofício:

– Com o presente expediente comunicamos à Vossa Excelência que o sistema informatizado até então utilizado pela Polícia Civil do Estado do Maranhão – o SIGO – encontra-se desativado sem que a cúpula da administração tenha nos fornecido qualquer informação oficial a respeito dos motivos, ou mesmo se tal situação é temporária ou definitiva – diz o delegado, no documento datado de 12 de agosto de 2017.

No restante do documento, que tem um total de oito parágrafos, Gustavo de Matos explica os prejuízos para as delegacias, aponta levantamentos de autos de flagrantes não lavrados e justifica que o oficio serve para resguardá-lo de eventuais processos administrativos.

A Portaria de Jefferson Portela é, portanto, a fina flor da perseguição comunista a qualquer um que ousa questionar seus métodos.

Perseguição pura e simples, agora registrada em documento…

Leia abaixo a íntegra do documento do delegado:

 

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A admirável atitude da Difusora AM…

Emissora de rádio decidiu abrir um horário para a coirmã rádio Capital AM, que sofreu atentado na semana que passou e está fora do ar

 

A direção da rádio Difusora AM tomou neste fim de semana uma atitude de solidariedade digna de respeito e admiração.

A emissora da Camboa decidiu abrir um horário em sua programação diária exclusivamente para transmissão de programas da rádio Capital AM.

A Capital teve destruído, na semana que passou, o seu parque de transmissores, num obscuro atentado que a imprensa nacional tem apontado como de cunho político. (Saiba mais aqui e aqui)

A decisão de prestar solidariedade à emissora perseguida em sua liberdade de expressão foi tomada pelo casal Edinho e Paulinha Lobão, que dirigem a Difusora AM.

O gesto, admirável, repercutiu em toda a imprensa…