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Governo Flávio Dino joga tudo pra debaixo do tapete…

Um dia depois de confirmar ao jornal O EstadoMaranhão a existência de venda de senhas no PAM-Diamante, coordenadora de enfermagem é demitida sumariamente, ao invés de o governo mandar apurar o caso

 

A matéria do jornal que resultou na demissão da servidora, segundo o próprio jornal

A matéria do jornal que resultou na demissão da servidora, segundo o próprio jornal

O governo Flávio Dino (PCdoB) está criando uma característica nefasta para uma gestão que se propôs nova, moderna, “diferente de tudo” o que aí estava.

Se há denúncias no Detran, ao invés de apurar, o governo ataca quem denuncia.

Se mostram a incompetência da Secretaria de Segurança, os reveladores são tratados como bandidos.

Ontem, uma coordenadora de enfermagem foi exonerada do cargo por confirmar ao jornal O EstadoMaranhão que pretende inibir a venda de senhas no Hospital PAM-Diamante.

Rafaella Pedrosa prestou esclarecimentos a O Estado e disse estar tentando inibir a prática. Sua demissão, segundo o próprio EMA, teria partido do próprio secretário Marcos Pacheco.

Marcos Pacheco e Flávio Dino; a ordem é jogar tudo pra debaixo do tapete?!?

Marcos Pacheco e Flávio Dino; a ordem é jogar tudo pra debaixo do tapete?!?

Há outros caos, em outros setores da Saúde e do governo, mas os servidores temem exatamente as represálias.

O curioso é que a denúncia de venda de senhas no PAM-Diamante circula há semanas em grupos de WhatsApp e em conversas de jornalistas alinhados ao próprio governo, mas o governo nunca mandou investigar o caso.

E quando um funcionário do governo mostra-se sincera e decidida a tentar mudar a situação, sofre represália do governo.

É assim  que Flávio Dino pretende operar a mudança no Maranhão?!?

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É pelo medo que Dino se impõe…

Incapaz de convencer pelas ideias, o governador maranhense impõe a condição de ex-juiz – com irmão procurador da República – para subjugar, sobretudo, a classe política de pé-em-falso; e se impor, inclusive, em segmentos obscuros do Judiciário para fazer valer sua vontade

Editorial

O autoritário Dino: imposição pela intimidação

O autoritário Dino: imposição pela intimidação

Autoritário, o governador Flávio Dino (PCdoB) dá mostras cada vez mais inequívocas de que vai usar toda a sua força  – e de todos os seus instrumentos na política e no Judiciário – para calar aqueles que ousam mostrar as verdades do seu “governo da mudança”.

Dino é incapaz de conviver com o contraditório, incapaz de admitir erros. Incapaz de reconhecer a crítica.

E usa o medo para constranger, intimidar e subjugar quem tenta contrapor seu discurso.

Incapaz de liderar pela admiração ao seu projeto ou suas ideias, é pelo medo que ele subjuga, intimida e constrange a classe política, principalmente.

E a classe política – prefeitos, ex-prefeitos, deputados, vereadores e lideranças partidárias – quase sempre de pé em falso em algum momento da história, morre de medo de ser pega de calças curtas.

Ex-juiz federal, ex-presidente da Associação de Magistrados e ex-secretário-geral do Conselho Nacional de Justiça, o comunista sabe bem percorrer os corredores do Judiciário e abrir portas, sobretudo no Maranhão.

E ainda conta com a força do irmão sub-procurador-geral da República.

Com toda esta força, quem ousa contrariar o rei?

E assim, prefeitos morrem de medo, deputados morrem de medo e até magistrados e membros do TCE acabam por morrer de medo.

Não bastasse esta intimidação natural de quem se sente inseguro com a própria história, Dino quer dobrar agora aqueles que – por razões ideológicas, políticas ou simplesmente pessoais – não aceitam suas ideias, seus projetos e sua forma de ver o Maranhão.

Como não pode dobrar quem não lhe serve, ele apela também para segmentos obscuros dos demais poderes para perseguir, achincalhar, ridicularizar e intimidar homens livres.

É pelo medo que Flávio Dino se impõe na política maranhense.

Mas felizmente, o medo não ataca a todos…

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Rússia proíbe paradas gays por 100 anos…

Para gay: na Rússia, só daqui a 100 anos...

Moscou — Em uma nova onda de proibições a manifestações na Rússia, a justiça de Moscou negou nesta quinta-feira a realização da marchas de orgulho gay pelos próximos 100 anos, decisão que a comunidade homossexual do país já afirmou que irá recorrer no Tribunal de Direitos Humanos em Estrasburgo.

O tribunal municipal de Moscou negou uma apelação de Nikolái Alexéyev, ativista e principal líder LGBT do país, que solicitava a realização da parada gay na cidade nos próximos 100 anos.

Uma medida anti-propaganda gay já havia entrado em vigor em cinco regiões da Rússia.

– Sempre nos dizem que não, mas em Estrasburgo estas manifestações são ilegais. O tempo passa e seguiremos pedindo autorização para novas ações, ainda que nos neguem. Desta vez decidimos recorrer em Estrasburgo contra a proibição de futuras marchas – disse Alexéyev, de acordo com agências locais.

Na última quarta-feira, a Câmara alta do Parlamento russo aprovou um projeto de lei que aumenta em 150 vezes a multa para quem participa de protestos não autorizados.

Também no último dia 27 de maio, a tentativa de organizar uma parada gay em Moscou foi frustrada por forte ação policial.

Religiosos também se concentraram no centro da capital russa para impedir que os ativistas LGBT protestassem contra o projeto de lei anti propaganda gay que está sendo discutido em Moscou.

Varias cidades russas aprovaram este ano leis contra a propaganda homossexual.

 

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Polícia tem paradeiro de Júnior do Mojó…

 

Mojó: foragido e acompanhado pela polícia

A polícia monitora desde dezembro a movimentação do ex-vereador de Paço do Lumiar, Júnior do Mojó, acusado de ser um dos mandantes da morte do empresário Marggion Laniere, no final do ano passado.

Mojó já esteve em Fortaleza (CE), voltou a São Luís e, agora, está no Pará, segundo informações da própria cúpula da polícia maranhense.

Mesmo foragido, o ex-vereador monitora seus negócios e mantém suas empresas em atividade.

Uma delas, inclusive, venceu recentemente licitação no município de Raposa, adminsitrada pelo prefeito Onacy Paraíba.

Mesmo com toda esta movimentação, a polícia parece ter dificuldades para por a mão no acusado.

Será por quê???

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Helena Duailibe a caminho do PMDB…

Helena Duailibe seguirá para o PMDB

É pura tolice a manifestação dos controladores do PSB maranhense contra a permanência da vice-prefeita de São Luís, Helena Duailibe. A própria Helena já manifestou interesse em deixar a legenda, por não se adequar à sua mudança programática.

Na semana passada, a vice-prefeita já havia havia declarado ao titular deste blog, em conversa na Assembléia Legislativa, que seu caminho natural é o PMDB.

– O PSB tem adotado postura hostil em relação a mim. Não dá pra continuar, Estou analisando as opções, mas é provável que o caminho seja mesmo o PMDB – disse ela.

Há dois motivos para a entrada no PMDB: primeiro, a presença do seu marido, deputado estadual Afonso Manoel; segundo, o PMDB é o partido da governadora Roseana Sarney, de quem Helena uailibe é aliada.

A saída do PSB ocorrerá, portanto, independente da posturados seus atuais controladores…

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Câmara de Araioses deve voltar a ter frase de Sarney em plenário

A frase de Sarney continua no plenário da AL

O presidente da Câmara Municipal de Araioses, vereador Wilson Miranda, deve determinar nos próximos dias a recolocação da frase “Não há Democracia sem Parlamento Livre”, retirada do plenário na gestão anterior.

A eliminação da frase em Araioses ainda é um resquício dos tempos balaios no comando do Maranhão. Por determinação da prefeita Luciana Trinta (PSDB), aliada do então governador Jackson Lago (PDT), a então poresidente da Câmara, Jacira Pires (PSDB) determinou a retirada da frase, uma das mais lúcidas do pensamento político nacional.

O dizer aparece também no plenário da Assembléia Legislativa.

– A retirada da frase do plenário da Câmara nos causou grande indignação por ter sido motivada por questões meramente políticas – afirma Márcio Ribeiro Machado, presidente municipal do PTB em Araioses e autor de Ofício que solicita a recolocação da frase de José Sarney.

O episódio de pura intolerância política em Araioses não foi o único no período de Jackson Lago (2007/2009). 

Durante a transferência da sede da Assembléia para o Sítio Rangedor, o governo balaio chegou a pressionar pela retirada da frase. Por projeto do deputado Joaquim Haikcel (PSDB), que contou com o apoio do então presidente João Evangelista (PSDB), a frase foi mantida no novo plenário.

Machado lembra que Sarney “começou a sua brilhante carreira política” apoiada em Araioses.