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Assembleia decreta luto de três dias pela morte de Zé Gentil

Deputado estadual faleceu na madrugada desta segunda-feira, 15, por complicações resultantes da coVID-19; com 80 anos, hipertenso e diabético, Gentil estava internado em um hospital de Teresina, próxima a Caxias, sua cidade

 

Em seu segundo mandato, Zé Gentil atuou ao lado do presidente da Casa, Othelino Neto, nesta legislatura

A Assembleia Legislativa decretou nesta segunda-feira, 15, luto oficial de três dias em razão da morte do deputado estadual Zé Gentil (PRB).

O parlamentar, de 80 anos, foi internado semana passada com sintomas da coVID-19 e não resistiu, devido a complicações do seu quadro de diabético e hipertenso.

Pai do atual prefeito de Caxias, Fábio Gentil, o deputado atuo na Assembleia Legislativa em duas legislaturas – entre 1999 e 2002 e agora, nesta de 2018 a 2022.

Em seu lugar deve assumir o suplente Edivaldo Holanda, pai do prefeito de São Luís, Edivaldo Júnior (PDT).

Veja abaixo a Nota de Pesar da Assembleia:

A Assembleia Legislativa do Maranhão manifesta profundo pesar pelo falecimento do deputado estadual José Gentil (PRB), aos 80 anos, nesta segunda-feira (15). Em razão desta grande perda, o Parlamento maranhense decreta luto oficial de três dias.

Zé Gentil, como era conhecido, estava no seu terceiro mandato como deputado estadual, exercendo a função nas legislaturas 1987 a 1991 (deputado constituinte), 1995 a 1999 e, na atual, de 2019 a 2023. 

Pai de quatro filhos, entre eles o prefeito de Caxias, Fábio Gentil, o falecimento de Zé Gentil deixa uma imensa lacuna na política do Estado e enluta os cidadãos e cidadãs caxienses e de todo o Maranhão.

Neste momento de dor, a Assembleia Legislativa transmite irrestrita solidariedade aos familiares, amigos, admiradores, e à população de Caxias em geral, que perde um grande líder político e apaixonado por essa cidade tão querida. Deus o receba em paz!

Deputado Othelino Neto
Presidente da Assembleia Legislativa do Maranhão

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Leonardo Sá lamenta morte de Elisângela Cardoso…

O deputado estadual, Dr. Leonardo Sá (PL), utilizou suas redes sociais para emitir uma nota de pesar pelo falecimento da Secretária-Adjunta Estadual de Direitos Humanos, Elisângela Cardoso, neste domingo (14).

“Neste momento me solidarizo com familiares e amigos da Secretária-Adjunta Estadual de Direitos Humanos, Elisângela Cardoso, que faleceu neste domingo. Que Deus possa, em sua divina misericórdia, consolar a todos, por esta perda irreparável em defesa da criança e do adolescente no Maranhão”, lamentou o Dr. Leonardo Sá e família.

Elisângela foi pedagoga e ex-presidente da Fundação da Criança e do Adolescente do Maranhão (Funac), onde militava na área de Direitos Humanos há mais de 20 anos, tornando-se referência na luta por direitos em todo o Estado.

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Colegas se manifestam por Humberto Coutinho…

Deputados e ex-deputados que conviveram com o presidente da Assembleia Legislativa emitiram notas de pesar e devem participar ativamente do funeral em Caxias

 

Graça Paz, ao lado do presidente da Assembleia, já em tratamento da doença que o matou

As manifestações de pesar de deputados e ex-deputados pela morte do presidente da Assembleia Legislativa, Humberto Coutinho (PDT), têm marcado as redes sociais e os aplicativos de troca de mensagens nesta terça-feira, 2.

Vários são os parlamentares que se solidarizam com a família de Coutinho e lembram momentos de convivência com ele.

A deputada estadual Graça Paz (PSL) falou em seu nome, no nome do ex-deputado Clodomir Paz (PSDB), e dos filhos, Guilherme e Leonardo.

– Eu, Clodomir e nossos filhos Leonardo e Guilherme sentimos muito a perda do querido amigo. Sabíamos o quanto estava difícil. Mas sempre tinha um fio de esperança. Deus quis tê-lo Consigo. E todos nós, familiares e amigos só temos que agradecer o privilégio de ter compartilhado bons momentos com esse ser humano muito especial.
Conforto pra nossa amiga Cleide e família. E que ele seja recebido com festas no Plano Superior, onde é desejo de todos nós chegarmos – disse a deputada.

Fábio Braga nutria respeito e admiração pelo experiente colega de Assembleia

O também deputado Fábio Braga (SD) falou dos momentos que passou com Coutinho, como deputado na Assembleia Legislativa.

– Humberto Coutinho era um homem que estava além de seu tempo, realizando obras para a posteridade. Quis o grande Deus levá-lo tão cedo, mas restou a certeza de que o esplendor da sua carreira política e empresarial jamais teria chegado ao atual estágio, se não tivesse existido o comando carinhoso e firme da sua fiel escudeira Cleide que juntos durante mais de 5 décadas, em todos os momentos mais importantes que ficarão para sempre na história, com a gratidão de todos os maranhenses – afirmou Braga.

Em nota, o presidente da Famem, Cleomar Tema Cunha (PSB), fala da história do deputado e do legado que ele deixa na Política do Maranhão.

– O meu amigo, o meu companheiro Humberto Coutinho deixa um grande legado para as gerações futuras do nosso Estado. Foi um grande e autêntico líder, um homem leal aos seus ideais, cumpridor de suas palavras e que, por todos os seus predicados, era extremamente respeitado, tanto pelos amigos como pelos adversários – afirma Tema.

Mesmo doente, Coutinho prestigiava as ações de Tema, como prefeito e como presidente da Famem

Também se manifestaram em solidariedade à família de Humberto Coutinho os deputados federais Hildon Rocha (MDB) e Eliziane Gama (PPS).

Humberto Coutinho está sendo velado em Caxias, para onde se deslocaram as autoridades maranhenses.

O enterro acontece ainda nesta terça-feira, 2…

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Sarney emociona-se no túmulo de Décio: “está claro que foi um crime de mando!”…

Sarney faz prece diante do túmulo de Décio (Imagem: D. Jesus/O EstadoMaranhão)

O presidente do Congresso Nacional, José Sarney (PMDB), visitou hoje à tarde o túmulo do jornalista Décio Sá, assassinado com seis tiros no dia 23 de abril.

O senador depoistou uma coroa de flores e o exemplar do jornal O EstadoMaranhão em que homenageou Décio Sá.

É lamentável que alguém possa cometer um crime desses. Décio morreu jovem. Era corajoso, brilhante e destemido. Está claro que foi um crime de mando. Um crime bárbaro – frisou o parlamentar.

Sarney estava internado quando Décio Sá foi assassinado, em um bar da Avenida Litorânea.

– Ele coonversou comigo neste dia. Perguntou pela minha saúde e quis saber sobre a alta. No dia seguinte, recebi a notícia de sua morte – contou o presidente do Senado.

Acompanhado apenas de jornalistas do Sistema Mirante – principal do jornal O Estado – o senador recomendou que as autoridades elucidem o mais rapidamente o assassinato de Décio Sá.

Até para que, segundo ele, a liberdade de expressão possa ser preservada…