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Para Andrea Murad, em Flávio Dino só falta o bigode…

Deputada acusa governador de agir de forma ditatorial em Coroatá, com o apoio, inclusive, da juíza e da promotora da comarca,  “que mais pareciam funcionárias do governador”

 

andreaO governador Dino, a quem só falta um pequeno bigode e se chamar Adolf para ser o ‘Hitler do Maranhão’, comandou pessoalmente a ocupação policial que Coroatá foi palco nos últimos dias de campanha e onde a lei, a ordem pública e as regras democráticas foram escandalosamente subvertidas, ao arrepio da constituição e com a conivência de uma promotora e uma juíza que mais pareciam funcionárias do governador. O que se passou de fato na eleição em Coroatá ultrapassou todos os limites do que é razoável e é um exemplo claro da forma déspota, irracional e ditatorial como alguém insano e desequilibrado governa um estado, recorrendo à força, à arbitrariedade e à descarada compra de votos. Tivemos um resultado fruto do maior abuso de poder econômico, político e policial jamais visto na história do Maranhão. O resultado eleitoral de domingo em Coroatá não reflete a soma dos votos. Reflete, isso sim, o despudor, a vergonha, o desrespeito total pelas regras democráticas e o ódio que, desde o palácio dos Leões, um desequilibrado que necessita urgentemente de rápidos cuidados médicos a nível psiquiátrico, nutre por quem se atreve a lhe fazer frente e a se opor a que ele destrua ainda mais o nosso Maranhão. Governador Flávio Dino, me ouça: o seu tempo acabou, a sua hora é de cruzar a porta da rua e não mais voltar. Já fez demasiado mal ao nosso povo e ao nosso estado para que as pessoas do Bem possam assistir, impávidas e serenas, aos seus desvarios e irresponsabilidades.”

Deputada Andrea Murad nesta terça-feira, 4 ao relatar os abusos praticados pelo governador em Coroatá, município que mais sofreu com ação ditatorial e insana de Flávio Dino

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Décio Sá: quatro anos de um silêncio eterno…

Amigos próximos, ex-aliados políticos e colegas de profissão parecem ter feito um pacto para evitar o assunto, que levou 12 para cadeia, mas deixou dúvidas sobre dezenas de outras pessoas

 

Décio Sá m plena atividade: ousadia e persistência na busca da notícia

Décio Sá m plena atividade: ousadia e persistência na busca da notícia

Um silêncio paira no ar a cada vez que se tenta engatar uma conversa sobre o assassinato do jornalista Décio Sá com políticos que o tiveram entre aliados mais ferrenhos  e colegas de profissão que o tinham nas relações mais íntimas.

E o silêncio só aumenta o ecoar das dúvidas sobre as circunstâncias, motivos e autores de sua morte, cruel e covarde, ocorrida na noite de uma segunda-feira, 23 de abril de 2012.

Décio Sá foi, para muitos desses “aliados”, o maior e melhor jornalista da história recente do Maranhão.

Décio Sá era para os colegas de profissão, o mais completo profissional que exerceu a carreira no estado.

Mesmo assim, todos estes que o rodeavam preferem o silêncio.

Um silêncio que parece revelar muito mais do que supõe esconder.

o supostos envolvidos: resposta rápída para um clamor popular

o supostos envolvidos: resposta rápida para um clamor popular crescente

Este blog sempre questionou, questiona, e vai questionar em todas as instâncias da Justiça, o resultado das investigações que apontaram, não os executores, mas os supostos mentores e pagadores do crime.

E o vácuo imposto após as investigações por quem exaltava o jornalista contribui ainda mais para este questionamento nestes quatro anos de silêncio.

O fato é que, há quatro anos, o Maranhão perdia, de forma abrupta e covarde, um dos seus maiores profissionais do jornalismo.

Uma covardia que nem o silêncio vai conseguir abafar…

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“Mais um crime nas costas do governo Flávio Dino”, diz Hildo Rocha, sobre rapto e execução de presos…

Deputado federal diz que é responsabilidade do estado garantir a vida de quem está sob sua custódia,  aponta mais uma violação dos direitos humanos no governo comunista e alerta: “não é a primeira vez”

 

Para o deputado federal Hildo Rocha (PMDB), o governo Flávio Dino (PCdoB) e seu sistema de Segurança devem ser responsabilizados pelo sequestro e execução de dois presos da delegacia de Buriti, no interior maranhense.

Em discurso na Câmara Federal, Hildo disse que caberia ao governo dar garantia de vida aos dois homens, mas o que houve foi uma facilitação da invasão da Delegacia de Buriti, para rapto dos dois homens – depois executados e jogados em um algo no Piauí.

– Mais um crime nas costas do governo Flávio Dino por que o estado facilitou o sequestro. É uma obrigação do estado dar proteção à vida. E não é a primeira vez. Nesta tribuna eu já subi dezenas de vezes, reclamando a violação dos direitos humanos no Maranhão – declarou Hildo Rocha.

Assista o vídeo acima…

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Imagem do dia: a carta e seus códigos…

Abaixo, a carta que foi publicada neste domingo, 24, com exclusividade, pelo blog de Gilberto Léda, é republicada com algumas marcações feitas por este blog. Em vermelho, trechos que dizem muito sobre os motivos que levaram à morte do delegado Alex Aragão. E em verde palavras como “perseguição”, “Coroatá” e “Remoção”, que também explicam o estado de coisas que o levaram ao ato extremo. E contra fatos, não há argumentos…  

delegado

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Caixas explodem dia sim, dia não no Maranhão…

Após bater o recorde em 2015, com quase 60 caixas explodidos, estado segue na rota dos bandidos em 2016, expondo a fragilidade do sistema de segurança comandado pelo comunista Flávio Dino

 

Explosivos entram facilmente no estado e causam este estrago aí...

Explosivos entram facilmente no estado e causam este estrago aí…

O governo da segurança maquiada de Flávio Dino (PCdoB) fechou 2015 com quase 60 explosões de caixas eletrônicos no Maranhão, o que dá cinco roubos por mês. (Releia aqui)

Em 2016, ainda no oitavo dia de janeiro, já são quatro terminais explodidos, o que dá média de um ataque a cada dois dias.

Em 2016 já foram explodidos agências do Banco do Brasil em bacuri e Igarapé Grande, e agências do Bradesco em Igarapé Grande e Alto Alegre do Pindaré.

As explosões de caixas eletrônicos demonstram a fragilidade de todo o sistema de Segurança comandado por Flávio Dino, tanto o setor de ação nas ruas quanto a inteligência.

Os bandidos vão explodindo agências no Maranhão por que conhecem esta fragilidade.

Eles sabem que podem entrar no estado com explosivos e armamento – e fugir sem ser notados pela polícia.

E o cidadão é que pagas a conta…

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Associação de jornalistas protesta contra falta de respostas à morte de blogueiros…

Diniz e Lano: executados por incomodar políticos

Diniz e Lano: executados por incomodar políticos

A Associação Brasileira de Jornalismo Investigativo (Abraji) emitiu Nota Pública cobrando esclarecimentos das autoridades sobre a execução dos blogueiros Ítalo Diniz e Orislândio Roberto Araújo, o Roberto Lano, executados num prazo de duas semanas no interior maranhense.

Até agora, nenhum suspeito foi preso pelos crimes, e chama atenção o desinteresse da polícia pelo caso.

– É preciso esclarecer se as execuções foram consequência do que os blogueiros publicavam e punir os responsáveis. Só assim será possível evitar novos crimes contra a liberdade de expressão – diz a nota da Abraji. (Leia a matéria completa aqui)

Ítalo Diniz foi morto em Governador Nunes Freire por dois homens em uma moto. pouco mais de uma semana depois foi a vez de Roberto Lano, também executado por motoqueiros não identificados.

O Mais grave, para a Associação de Jornalismo Investigativo, é que os crimes têm clara conotação política.

E esperam respostas das autoridades…

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Polícia Federal: explicações a dar…

Delegados que comandaram a operação “Sermão aos Peixes” agiram como verdadeiros agentes políticos em defesa do governo Flávio Dino, criminalizando até a mídia que lhe faz oposição, numa atitude fora dos padrões republicanos defendidos pela própria instituição

Resposnáveis pela operação "Sermão aos Peixes": mais do que ação, posição política clara em relatório

Responsáveis pela operação “Sermão aos Peixes”: mais do que ação, posição política clara

Editorial

Mantido em sigilo pela própria Polícia Federal, o relatório da operação “Sermão aos Peixes”, que levou para a cadeia representantes de empresas prestadores de serviços à Secretaria de Saúde e donos do Instituto Cidadania e Natureza (ICN) – além de ouvir servidores da própria secretaria – acabou vazando para a imprensa.

E o que se extrai do documento, desde então, são  fatos e dados não tão republicanos quanto deveria ser a ação, sobretudo por estar vinculada à Procuradoria-Geral da República.

Desde segunda-feira, 23, partes do relatório têm sido divulgadas em blogs, rádios e jornais. E mostram que o raio de ação da operação poderia ter sido muito mais extenso do que divulgaram os delegados federais. Eles chegaram a afirmar não haver na investigação nada relacionado aos governos José Reinaldo Tavares (PSB) e Jackson Lago (PDT), e também no governo Flávio Dino (PCdoB).

Mas havia sim.

O que se vê nos relatórios é que membros do governo Jackson, como o ex-chefe da Casa Civil, Aderson Lago, e até o atual secretário de Saúde Marcos Pacheco, também foram investigados pela Polícia Federal, inclusive com interceptações telefônicas, os populares grampos.

Mesmo assim, nenhum deles foi arrolado na operação “Sermão aos Peixes”, que decidiu se prender a um único período, o de 2010 a 2013.

Trecho do rela´torio da Polícia Federal: tentativa de criminalização dos que fazem oposição a Dino

Trecho do relatório da Polícia Federal: tentativa de criminalizar quem faz oposição a Flávio Dino

Porque os responsáveis pela operação decidiram poupar estes investigados? ainda não se tem resposta.

Mas o relatório da própria Polícia Federal, agora tornado público, pode ser uma chave para entender a posição dos delegados. No documento, eles chegam a condenar opositores por tentarem “desestabilizar o atual governo”, como se a atividade política diária fosse uma ação criminosa.

O fato é que, diante dos documentos que vazaram a imprensa, a operação “Sermão aos Peixes” precisará encontrar seu eixo fundamental, para evitar que caia na vala comum de mais uma operação destinada a perseguir adversários dos que estão no poder.

E essa resposta só poderá vir da própria responsável pela operação, a Polícia Federal.

Gostem ou não os seus delegados…

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A morte de blogueiros e o descaso da polícia….

Após o segundo assassinato no interior maranhense – sem que nenhuma informação a respeito da primeira execução tenha sido dada pelos homens da lei – o clima é de medo entre profissionais em todo o estado

 

Os dois blogueiros executados: por que a polícia não diz nada?

Os dois blogueiros executados: por que a polícia não diz nada?

Os blogueiros – profissionais da comunicação que atuam na internet – gera uma antipatia em todos os segmentos sociais, e até entre os demais profissionais de imprensa , pela liberdade que têm para questionar.

Por isso são antipatizados pelo judiciário, por jornalistas e radialistas e até pela polícia.

Mas nada disso justifica a falta de informações claras para a execução de dois blogueiros no interior do Maranhão.

A primeira execução ocorreu em 13 de novembro. Ítalo Diniz foi executado a tiros em Governador Nunes Freire, onde mantinha um blog e já denunciava ameaças de morte.

Até a ora, a polícia não deu qualquer informações sobre os executores do blogueiro.

No último sábado foi a vez de Orislandio Timóteo Araújo,o Roberto Lano, de Buriticupu. Ele foi executado na frente da mulher, no Centro do município.

São evidentes os indícios de pistolagem nos dois crimes; claro assassinato por encomenda, nos mesmos moldes da execução do jornalista Décio Sá, em 2012.

Mas a polícia parece nem estar investigando os dois casos.

O que é lamentável, sob todos os aspectos…

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Assalto em plena manhã na Cohama; veja vídeo…

A falta de segurança pública em São Luís tem levado a episódios como a do vídeo acima. Uma mulher é roubada por dois homens gol prata,quando tentava entrar um local, em um ponto, próximo ao MAC Center, em plena manhã desta quinta-feira, 8. Os homens levam o celular e a bolsa da vítima, que fica desesperada, sem saber para onde ir.