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Pesquisa TV Guará também confirma liderança de Braide…

Instituto Prever diz que o candidato do PMN vence a disputa eleitoral em São Luís contra o prefeito Edivaldo Júnior

 

Eduardo Braide caminha para ser edleito em 30 de outubro, com forte tendência de crescimento

Eduardo Braide caminha para ser eleito em 30 de outubro, com forte tendência de crescimento

Pesquisa do Instituto Prever, divulgada neste sábado, 15,  pela TV Guará, confirma o resultado do Ibope e da Escutec e mostra que o candidato do PMN, Eduardo Braide, caminha para vencer a eleição em São Luís.

De acordo com o levantamento, Braide tem 46,4% das intenções de votos, contra 44,6% de Edivaldo Júnior (PDT).

O Prever foi o único instituto que captou o crescimento de Braide no 1º Turno, apresentando o candidato com cerca de 13% no dia anterior à eleição.

Com margem de erro de 2,99 pontos percentuais, a pesquisa Prever ouviu mil eleitores, entre os dias 10 e 14 de outubro, e foi registrada na Justiça Eleitoral sob o número MA-01338/2016.

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Holandinha tem cerca de 70% de risco de ficar fora do 2º turno, dizem pesquisas…

Os levantamentos da Econométrica, Exata e Prever sugerem pelo menos 81 possibilidades de cenários, aplicando-se a margem de erro de cada instituto; em apenas 30% deles o prefeito consegue chegar ao segundo turno em primeiro lugar

 

Prefeito melhorou, mas ainda precisa ampliar cenários

Prefeito melhorou, mas ainda precisa ampliar cenários

A análise estatística e criteriosa dos números já apresentados pelas últimas três pesquisas de intenção de votos em São Luís apontam um futuro nebuloso para o prefeito Edivaldo Júnior (PDT) na disputa pela Prefeitura de São Luís.

As margens de erro dos levantamentos – de 3,1 ponto para mais ou para menos na Econométrica e na Prever; e 4 pontos na Exata – sugerem que o prefeito só conseguiria chegar em primeiro lugar na disputa, se a eleição fosse hoje, em apenas três cenários possíveis.

Em outras 15% de possibilidades, ele passaria em segundo.

O prefeito ficaria, no entanto, fora da própria sucessão em nada menos que 30% dos 81 cenários possíveis, a partir dos números já divulgados.

Para efeito de comparação, a situação e Holandinha é inversa à da deputada Eliziane Gama (PPS). Ela ficaria fora do segundo turno em apenas três possíveis cenários. Em todos os demais ela estaria garantida, seja em primeiro ou em segundo lugar.

E vence todos os adversários em segundo turno.

Os institutos utilizam a margem de erro como uma espécie de tolerância para eventuais equívocos dos índices nominais (aqueles que são divulgados).

Um exemplo: o Instituto Exata disse que seu levantamento tem margem de erro de 4 pontos. Ou seja, se a pesquisa mostrou Edivaldo com 23%, empatado com Eliziane, isso quer dizer que ele – ou ela – pode estar em patamar de 27% ou de apenas 19% dos votos.

Os três cenários possíveis das pesquisas implicam em uma infinidade de outras possibilidades

Os três cenários possíveis das pesquisas implicam em uma infinidade de outras possibilidades

Neste caso específico, o prefeito poderia estar em primeiro lugar em apenas uma situação: se sua margem de erro fosse aplicada para cima e tanto a de Eliziane quanto a de Wellington do Curso (PP) se mantivessem ou fossem aplicadas para baixo.

Na maioria dos demais cenários – de cada um dos três institutos – o prefeito ficaria fora do 2º turno.

Para fazer leitura de pesquisas, é preciso levar em conta todas estas variáveis. Analisar apenas os índices nominais é um equívoco que leva a análises precipitadas, embora seja o mais comum nesta altura da campanha.

Além da margem de erro, os institutos utilizam o chamado “Intervalo de Confiança”, geralmente na casa dos 95%.

O que isso significa?

Significa que, de cada 10 levantamentos realizados é certeza que mais de 9 darão exatamente o resultado divulgado.

E isto é científico, incontestável.

Neste caso, o que se avalia da situação do prefeito é que seu índice de rejeição pode estar fazendo com que ele perca a chance de ir ao segundo turno em pelo menos 70% dos possíveis cenários eleitorais.

E a taxa de rejeição é a mais difícil de superar em uma eleição municipal.

Mas esta é uma outra história…

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Prever confirma cenários já mostrados por Econométrica e Exata…

Levantamento divulgado hoje confirma a deputada Eliziane Gama na liderança da corrida pela prefeitura, com ampla vantagem sobre os dois principais candidatos em um eventual segundo turno; e uma acirrada disputa entre Edivaldo Júnior e Wellington do Curso pela segunda colocação

 

Eliziane lidera, com Edivaldo em sua cola e Wellington na cola dele: cenário indefinido para 2º turno

Eliziane lidera, com Edivaldo em sua cola e Wellington na cola dele: cenário indefinido para 2º turno

A pesquisa do instituto Prever, divulgada nesta quinta-feira, no blog de Neto Ferreira, confirma os números já divulgados pelos institutos Econométrica e Exata.

A candidata do PPS, Eliziane Gama, com 20,6%, é a líder das intenções de votos entre os eleitores de São Luís, embora agora já perseguida pelo prefeito Edivaldo Júnior (PDT), que demonstrou forte recuperação em relação ao final de 2015, chegando a 19%.

Mas Edivaldo, agora, também tem o deputado Wellington do Curso (PP) em sua cola. O candidato do PP alcançou 18,2%.

Este cenário já havia sido mostrado – com uma variação aqui e ali, para mais ou para menos – tanto pela Econométrica quanto pela Exata.

Significa dizer que tanto Eliziane quanto Edivaldo Júnior e Wellington do Curso têm amplas chances de chegar ao segundo turno, inclusive na primeira colocação, levando-se em conta a margem de erro, de 3 pontos para mais ou para menos.

2º Turno

Mas é no cenário de segundo que se pode medir a consistência eleitoral de Eliziane, mesmo com o avanço dos adversários: a deputada do PPS venceria todos os adversários, com boa margem.

Contra Edivaldo Júnior, Eliziane chega a 40%, contra 29,7% do prefeito.

Contra Wellington, a dificuldade seria maior, mas Eliziane também venceria, por 41% a 32% do adversário.

Rejeição

Note que o prefeito não venceria nenhum de seus principais adversários em uma disputa de segundo turno.

Ele perderia também para Wellington do Curso, por 45,5% a 33,1%.

Essa dificuldade de Holandinha pode ser analisada pelo fato de sua rejeição ainda ser muito alta entre os eleitores da capital maranhense.

De acordo com o Instituto Exata, nada menos que 43,3% dos entrevistados não votariam em hipótese alguma no prefeito, se a eleição fosse agora.

Esse índice é até maior que os registrados por Econométrica e Exata – e se constitui uma barreira ao desempenho de Edivaldo.

O conjunto das três pesquisas – que não podem ser comparadas entre si, por usar métodos diferentes de aferição – revela um quadro consolidado na disputa em São Luís, entre Eliziane, Edivaldo e Wellington.

E traz também uma surpresa: o deputado Eduardo Braide, que já registra 4,8% das intenções d votos.

Mas esta é uma outra história…