2

Sindicato dos Professores denuncia a Aluisio Mendes irregularidades em Carutapera…

O Sindicato dos Trabalhadores em Educação Pública do Município de Carutapera (Sintep-Caru) denunciou ao deputado Aluisio Mendes (Podemos) uma série de irregularidades cometidas pelo prefeito André Dourado, aliado do deputado Josimar de Maranhãozinho. 

A denúncia inclui desde perseguição a servidores até desvios de recursos, e será formalizada aos órgãos de controle.

“Assumi o compromisso de defender os professores de Carutapera, que estão sendo perseguidos pela gestão de André Dourado, controlada pelo deputado Josimar, que já responde a processos por falsificação de documentos, furto qualificado e formação de quadrilha”, afirmou Aluisio Mendes ao receber do vice-presidente do Sintep-Caru, Maurício Queiroz Loureiro, documentos que comprovam as irregularidades cometidas no município.

De acordo com o dirigente sindical, embora André Dourado criticasse o ex-prefeito por causa da educação, a atual gestão não paga as promoções e progressões a que os professores têm direito, além de retaliar sindicalistas e não atender as reivindicações da entidade.

Segundo ele, as escolas municipais estão necessitando de reforma e o Conselho Municipal não tem recebido a prestação de contas obrigatória do Fundo de Manutenção da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais do Magistério (Fundeb).

Aluisio Mendes disse que encaminhará as informações repassadas pelo Sindep-Caru aos órgãos de controle, como a Controladoria Geral da União (CGU), o Tribunal de Contas da União (TCU), o Ministério Público Federal e a Polícia Federal.

“Vamos pedir tomada de contas especial em todas as contas do município de Carutapera, para evitar desvios e garantir que os recursos públicos sejam de fato aplicados em benefício da população, principalmente nas áreas de educação, saúde e infraestrutura”, finalizou.

0

“Professores da Uema esperam resposta do governo há mais de um ano”, diz Eduardo Braide…

Parlamentar cobrou em discurso na Assembleia Legislativa cumprimento do acordo firmado ainda no início de 2016

 

Eduardo Braide cobrou de Fla´vio Dino cumprimento de acordo firmado com professores

O deputado Eduardo Braide usou a tribuna nesta terça-feira, 23, para cobrar o cumprimento do acordo firmado entre o Governo do Estado e os professores da Universidade Estadual do Maranhão (Uema).

– Nós tivemos no fim de semana a ida do governador a Imperatriz para inaugurar algumas dependências da UemaSul e isso é muito importante: ampliar e dar melhores condições aos universitários da Uema. A parte física é fundamental, mas não adianta o tijolo sem as pessoas. E o Governo do Estado vem desrespeitando os professores da Uema há muito tempo. Eu participo dessa negociação desde a primeira conversa, junto com uma comissão de professores da Uema, representados pela Apruema, na pessoa do seu presidente prof. Ubiraci Nascimento. Já estivemos na Casa Civil e na Procuradoria Geral do Estado, e até hoje, o acordo não foi cumprido com os professores. Somente este ano, essa já é a terceira vez que eu subo a esta tribuna para tratar do descumprimento do acordo firmado pelo Governo do Estado com os professores da Uema – afirmou o deputado.

No pronunciamento, Eduardo Braide deu detalhes de como foi firmado o compromisso com os professores da Uema.

– O acordo consistia em incorporar aos vencimentos por meio de um projeto de lei, a gratificação que foi dada no ano passado aos professores da ativa. E que o Governo do Estado pagasse as URVs dos professores aposentados. Direito já garantido pela Justiça. O que aconteceu? O Governo se nega a encaminhar o projeto de lei à Assembleia a fim de incorporar a gratificação dos professores nos seus vencimentos e nunca pagou um centavo da URV aos professores aposentados. Mas isso não é de espantar, uma vez que o governo mandou para cá uma Medida Provisória prevendo a recomposição salarial sobre a gratificação e não sobre os vencimentos dos professores, contrariando o Art.32 do Estatuto do Magistério – assinalou.

Eduardo Braide tratou ainda da contrariedade entre o discurso e a prática do governador.

– Que o governador desrespeita os professores do Estado a gente já sabe. Agora, no caso da Uema, o governador a colocou (isso está registrado na Justiça Eleitoral) como a principal instituição estadual no seu Plano de Governo e, portanto, o que tinha que acontecer era a valorização dos seus quadros. E veja a ironia do destino. No ano em que a Uema completa 35 anos de atividades, o Governo do Estado dá de presente aos professores o descumprimento do acordo. Isso é inaceitável. Você não pode ir para televisão posar ao lado de uma sala nova com práticas velhas, em relação a valorização dos professores. Que ele honre e cumpra com aquilo que acertou com os professores – finalizou o parlamentar.

 

4

Hildo Rocha critica manobra de Dino contra professores: “foi uma traição”…

O deputado federal Hildo Rocha disse que a aprovação da Medida Provisória 230/2017, editada pelo governador Flávio Dino, foi mais um duro golpe contra os professores e professores da rede pública estadual de ensino. “Foi uma grande traição do governador a essa categoria que ele tanto prometeu melhorar as condições de trabalho”, lamentou o parlamentar.

A MP, aprovada na semana passada, estabelece reajuste de 8% sobre a Gratificação por Atividade no Magistério (GAM). De acordo com Hildo Rocha, o aumento deveria ter sido sobre o total de rendimentos.

“Logicamente, isso agregaria também o aumento da GAM. Mas, a maior parte dos deputados, infelizmente, aceitou mais esse golpe que o governador Flávio Dino deu nos professores da rede pública estadual do Maranhão”, declarou Rocha.

Rocha disse que além de não honrar as promessas de campanha, Dino deixou de cumprir a Lei no 11.738, de 16/07/2008, que regulamenta o piso salarial nacional dos profissionais do magistério público da educação básica, dispositivo que Dino ajudou a aprovar, quando exerceu o mandato de deputado federal, e ainda deixo de cumprir o artigo 32 da Lei 9860/2013 (Estatuto do Magistério do Maranhão). O parlamentar enfatizou os percentuais previstos em lei, que o governador não cumpriu são: 11%, referente ao ano de 206 e 8%, referente ao ano de 2017.

Legado do governo Roseana

O deputado lembrou que o Estatuto do Magistério do Maranhão foi atualizado em 2013. De acordo com o parlamentar, o estatuto foi construído por deputados estaduais; pela governadora Roseana Sarney e pelos professores.

“Na época, o sindicato representava, de fato, os professores. Hoje o sindicato representa o governador Flávio Dino”, destacou Rocha.

5

“Professor merece tratamento melhor do Parlamento”, diz Graça Paz, para explicar voto contra projeto do governo…

Deputada estadual afirma que não poderia deixar de apoiar os professores diante de uma proposta tão absurda apresentada pelo governo Flávio Dino, que alterou o Estatuto do Magistério

 

Graça Paz: “professor deve ser tratado melhor”

A deputada Graça Paz justificou nesta sexta-feira, 17, seu voto contrário ao projeto do governo Flávio Dino (PCdoB), que alterou o Estatuto do Magistério e retirou benefícios dos professores estaduais.

– Se o aumento fosse em cima dos vencimentos eu aprovaria. Mas em cima da GAM (Gratificação por Atividade de Magistério) é insignificante – disse a parlamentar.

Para Graça Paz, os professores deveriam ser mais valorizados pela importância do trabalho qu fazem.

Ela lembrou que, sem a figura do professor, sequer estaria na Assembleia, já que não teria alcançado nem as primeiras letras.

– É uma categoria que, em muitos casos, trabalha por dois e recebe por um. Nos feriados, quando muitos estão no lazer, os professores estão trabalhando no plano de aula ou correção de provas. E agora, vão impor a esses profissionais ainda mais arrocho? Eles merecem do parlamento um tratamento muito melhor – refletiu Graça Paz.

A deputada deixou claro que estará sempre disposta a apoiar projetos do governo, desde que atendam as reais necessidades da população.

– Minha postura na Assembleia é independente. Se quisesse ser de oposição, iria para o bloco de oposição. Mas deixo claro que votarei apenas matérias que interessem à população. por isso votei contra a alteração do Estatuto do Magistério – frisou.

Além de Graça Paz, apenas outros nove parlamentares votaram contra o projeto do governo comunista…

1

Flávio Dino diferente de tudo que pregou…

Abalado com a repercussão negativa dos golpes no Estatuto do Magistério e do aumento do ICMS, governador comunista chama sua bancada às falas para exigir lealdade, mas não tem como explicar a traição à lealdade de professores e cidadãos que confiaram em suas promessas

 

Flávio Dino exigiu de seus líderes fidelidad4e da bancada na Assembleia

 

O governo Flávio Dino (PCdoB) obviamente vai tentar minimizar os efeitos – e pode até aparecer com pesquisa de aprovação popular surgida de uma hora para outra – mas o fato é que o comunista sofre desgaste atrás de desgaste desde o fim das eleições municipais.

A repercussão do golpe conjunto nos consumidores e nos professores tem transformado Dino e seus aliados em motivo de piada, provocação e até agressões e xingamentos em redes sociais e aplicativos de troca de mensagens. (Releia aqui)

E o governo comunista sentiu o golpe.

Tanto que decidiu chamar os líderes de bancada para reuniões de emergência ainda na noite de quarta-feira, 15, após a suspensão das conquistas do Estatuto do Magistério, que acabou ocorrendo no mesmo dia do aumento da alíquota do ICMS, que vai punir, sobretudo, as camadas mais pobres da população. (Entenda aqui e aqui)

Os protestos abalaram a confiança do Palácio dos Leões e dos seus representantes na Assembleia

Erro de estratégia? Açodamento, forçação de barra desnecessária?

Eram essas as perguntas que Dino e seus aliados tentavam responder, com os deputados, alguns com a mea culpa de ter antecipado a votação da MP do Magistério, que seria apenas ontem, mas foi votada – a toque-de-caixa – na mesma quarta-feira do golpe do ICMS.

O fato é que, na visão da população comum, e, agora também, na visão de servidores públicos, desde os mais simples aos mais gabaritados, a certeza que se tem é que Flávio Dino e seu governo são diferentes de tudo o que pregaram.

E isso vale também para o que Dino escreveu ao longo de sua trajetória…

Da coluna Estado Maior, de O EstadoMaranhão

5

Golpe do governo contra professores vira meme de internet…

Categoria viraliza em redes sociais e aplicativos de troca de mensagens críticas contra o governador Flávio Dino e seus líderes na Assembleia Legislativa, chamados de “picaretas” e “covardes”

 

A soma do golpe contra professores e o aumento de imposto gerou duras críticas a Flávio Dino

Ganhou as redes sociais, desde a tarde de quarta-feira, 15, críticas de todos os tipos contra o governador Flávio Dino (PCdoB) e sua bancada de deputados na Assembleia Legislativa.

Os deputados Bira do Pindaré e Marco Aurélio oram os mais criticados, chamados de covardes e picaretas

A revolta dos professores pela alteração do Estatuto do Magistério, que tirou direitos adquiridos, passou a viralizar na internet, sobretudo por ter se somado a outro golpe, o do aumento de impostos.

Os principais alvos, além do próprio Flávio Dino, são os líderes governistas na Assembleia Legislativa – Professor Marco Aurélio (PCdoB) e Bira do Pindaré.

Dino e Bira ganharam memes juntos, pela proximidade ideológica e decepção dos professores

Os deputados são chamados de “picaretas” e “covardes”.

E a repercussão deve continuar nos próximos dias…

1

Um dia inesquecível…

No mesmo dia em que aumenta consideravelmente o imposto de energia elétrica, combustível e outros serviços, Flávio Dino também dá duro golpe nos professores, com mudança drástica – e ilegal – no Estatuto do Magistério, uma conquista da categoria

 

Professores protestam contra Flávio Dino: de herói a algoz da categoria

O maranhense poderá gravar para sempre na memória o dia 15 de março de 2017.

Ele é histórico por todo o potencial político que encerra em suas 24 horas. Dia de  lamentações para muitos; e de vergonha para outros tantos.

Foi no dia 15 de março de 2017 que o governador Flávio Dino (PCdoB) – eleito em 2014 como símbolo de uma decantada mudança política no Maranhão – protagonizou um duro golpe na população maranhense, com um aumento de ICMS que atingiu, sobretudo, os mais pobres.

É exatamente essa faixa populacional que vai pagar mais alto pelo imposto a partir de agora, de 12% para 18%.

E o 15 de março se torna mais significativo do ponto de vista histórico porque é a data em que se comemora o  Dia Mundial do Consumidor.

Mas como se não bastasse, Dino e seus deputados – os mesmos que aumentaram a alíquota do ICMS – resolveram dar outro duro golpe em outra categoria de cidadãos, os professores, que foram vilipendiados com uma Medida Provisória que simplesmente alterou  o Estatuto do Magistério, conquistado no governo passado.

Adriano Sarney chegou a rasgar livro de autoria e Flávio Dino, que dizia o contrário do que ele faz hoje

Talvez por isso, líderes do governo como Rogério Cafeteira (PSB), Professor Marco Aurélio (PCdoB) e Bira do Pindaré (PSB) preferiram se esconder dos professores embaixo das marquises que abrigam as galerias da Assembleia Legislativa. (Relembre aqui)

Para estes, fica o contraponto de Adriano Sarney (PV), que rasgou um exemplar de um livro do governador Flávio Dino, no qual o comunista chama as MPs de instrumentos ditatoriais.

E é por meio delas que o próprio Dino administra.

O 15 de março foi, sem dúvida, um dia histórico…

Da coluna Estado Maior, de O EstadoMaranhão

5

Líderes de Flávio Dino se escondem de professores na Assembleia…

Diante da pressão da categoria e da obrigação de votar de acordo com o que determina o governador comunista, Rogério Cafeteira, Bira do Pindaré e Professor Marco Aurélio abandonaram seus assentos e foram parar embaixo do mezanino durante a votação das alterações no Estatuto do Magistério

 

Observe Cafeteira mais à frente e Marco Aurélio, escondidos abaixo da marquise, onde não eram vistos pelos professores; Pindaré não aparece nas imagens, mas também se escondeu

A imagem acima é característica da covardia do governo Flávio Dino (PCdoB) contra os professores maranhenses, demonstrada na tarde desta quarta-feira, 15, durante votação da Medida Provisória que alterou o Estatuto do Magistério.

A foto – capturada de um vídeo feito em plenário – mostra o líder da bancada Rogério Cafeteira (PSB) – abaixo da marquise que serve de mezanino para a galeria.

Pior ainda fizeram o vice-líder Marco Aurélio (PCdoB) e Bira do Pindaré (PSB), que foram se esconder exatamente debaixo da galeria.

Tanto que receberam xingamentos da categorias para que mostrassem a cara durante a votação; sobretudo Marco Aurélio, que recebe o título de Professor em seu nome parlamentar.

Um dia de vergonha para um governo – e uma bancada – que prometiam mudanças no início do mandato…

2

Deputados repudiam arrocho aos professores…

Eduardo Braide, Edilázio Júnior e Wellington do Curso entendem que o governo, Flávio Dino está enganando a categoria ao tentar mudar o Estatuto do Magistério para que a GAM incida apenas na parte salarial sem os demais benefícios

 

Não existe escola digna sem remuneração digna. Os professores persistiram e lutaram por anos pelo Estatuto do Magistério. Este instrumento tão importante não pode ser rasgado por uma Medida Provisória que vai contra os direitos dos professores. Continuaremos na defesa desses direitos, que na votação da MP no plenário desta Casa, texto será adequado ao Estatuto”

Deputado Eduardo Braide (PMN), em discurso na reunião da CCJ na Assembleia Legislativa

Quero me solidarizar com os educadores do Estado que tanto acreditaram na mudança, jamais pensaram que um governador, que foi advogado de sindicatos, que é professor, iria também propor um mau trato como vem sendo com os educadores. Fomos autor também da lei da meia-entrada para os professores; podem contar com o deputado Edilázio aqui, para defender o interesse do educador”

Deputado Edilázio Júnior (PV), em discurso na tribuna da Assembleia Legislativa

Tal Medida Provisória, dentre outras coisas, congela vencimentos dos professores ao violar o art.32 do atual Estatuto, que impõe obrigatoriamente o reajuste dos vencimentos, coisa que não acontecerá caso a Medida seja aprovada. Já que o Governador não atendeu a uma solicitação com a minha voz, que ao menos tenha a sensibilidade para acatar as necessidades dos professores”

Deputado Wellington do Curso (PP), em texto encaminhado à imprensa

1

César Pires mantém coerência e garante apoio a professores e PMs…

Deputado afirma que jamais votou contra as duas categorias e se comprometeu a defender as alterações à Medida Provisória 230/2017, em tramitação na Assembleia

 

César Pires: compromisso histórico com categorias de funcionários públicos

Um grupo de professores estaduais esteve com o deputado César Pires, pedindo seu apoio contra a aprovação da MP 230/2017, do Governo do Estado, que altera o Estatuto do Magistério e dispõe sobre o reajuste salarial da categoria.

– Nunca votei e jamais votarei contra os interesses de professores e policiais militares. Por isso, os professores estaduais podem ter a certeza que terão meu apoio para que a MP 230 sofra as alterações defendidas pela categoria – afirmou César Pires.

A matéria está em análise na Comissão de Constituição e Justiça da Assembleia Legislativa, e ainda será votada no plenário da Casa.