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Com Lula pedindo votos, Rubens impacta primeiro programa na TV…

Candidato do PCdoB apostou em um nicho eleitoral no qual navega sozinho, envolvendo diretamente o ex-presidente petista e o governador Flávio Dino, também “usado” na campanha de Duarte Júnior

 

Rubens Júnior assumiu o risco de demarcar terreno com Flávio Dino e, sobretudo, com Lula, e impactou o primeiro programa eleitoral

O primeiro programa eleitoral desta campanha de 2020 teve o candidato do PCdoB, Rubens Pereira Júnior, como destaque.

O comunista apostou na presença do ex-presidente Lula – que pediu votos diretamente a ele – e no governador Flávio Dino (PCdoB), figura onipresente no programa.

Para o bem ou para o mal, Rubens impactou o horário eleitoral por que arriscou e demarcou um terreno próprio, no campo da esquerda.

A julgar pela reação dos eleitores com os quais o titular do blog Marco Aurélio D’Eça assistiu ao programa, o impacto foi positivo.

Goste ou não o eleitor, a presença de Lula na campanha é um forte diferencial.

Neto humanizou programa

A aposta de Neto também foi acertada, ao humanizar o programa, mostrando povo, bairros e comunidades, sua realidade histórica

Outro destaque do primeiro dia de propaganda foi o candidato do DEM, Neto Evangelista.

O democrata humanizou seu programa ao se mostrar em meio ao povo, como oriundo do povo e de origem nas regiões mais populares, mesclando informações de projetos, com música e presença de populares.

Duarte Júnior seguiu o mesmo modelo, ressaltando ter origem humilde; ele também vinculou sua campanha a Flávio Dino, ainda que indiretamente. 

Numa espécie de mero cumprimento de tabela, o programa de Eduardo Braide (Podemos) apresentou apenas uma música, com imagens da campanha de 2016, mescladas com outras, de agora, sem maiores impactos.

Perfeitamente técnico, mas sem emoção.

Candidatos fora do ar

Dois candidatos não apareceram neste primeiro programa: Jeisael Marx e Sílvio Antonio, que devem ficar de fora de quase toda a propaganda.

Já o programa do Solidariedade ficou com tela paralisada por causa da desistência do seu candidato, Carlos Madeira. 

E assim foi o primeiro dia de horário eleitoral gratuito na TV…

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Horário eleitoral passa a ser trunfo para alterar números em São Luís…

Rigorosamente estabilizada em termos de preferência do eleitorado, a campanha pela prefeitura pode sofrer alterações a partir desta sexta-feira, quando os candidatos passam a ocupar a propaganda gratuita no rádio e na TV

 

A propaganda é, a partir de hoje, único fator capaz de alterar o cenário estável da disputa pela Prefeitura de São Luís

As quatro últimas pesquisas divulgadas ao longo dos últimos 12 dias – Ibope, Prever, Econométrica e Escutec – mostraram um cenário de rigorosa estabilização nos índices eleitorais dos candidatos a prefeito de São Luís.

O cenário atual tem o deputado federal Eduardo Braide com uma média de 43% das intenções de votos, próximo de vencer em primeiro turno, e os deputados estaduais Duarte Júnior (Republicanos) e Neto Evangelista (DEM), tentando levar o pleito para uma segunda rodada, com índices médios de 14% e 10%, respectivamente.

Todos os institutos encontraram este mesmo cenário de estabilização, o que só deve ser alterado a partir desta sexta-feira, 9, com o início da propaganda eleitoral no rádio e na TV.

Um bom programa eleitoral pode levar um candidato a subir nas intenções de votos ou levar um favorito ao buraco em questões de dias.

Exemplo disto foi a hoje senadora Eliziane Gama (Cidadania), que, em 2016, chegou ao horário eleitoral com cerca de 60% das intenções de votos e se perdeu em apenas dois programas equivocados – amargando o quarto lugar ao fim da campanha.

É pela importância do horário eleitoral que a propaganda gera expectativa nos observadores da cena política.

E nesse ponto, um grande tempo de TV nem sempre é fator positivo para um candidato; o exemplo de Braide em 2016 ainda está na memória: ele sequer participava da propaganda, mas chegou ao segundo turno.

É a partir de hoje, portanto, que a campanha pela prefeitura passa a estar mais presente na casa do eleitor de São Luís.

E isso tem poder suficiente para mudar cenários…

Com maior tempo de TV, Neto ganha ainda mais musculatura

Candidato do DEM, que já tinha a maior estrutura partidária e o maior conjunto de militância orgânica agora garante quase três minutos na propaganda eleitoral gratuita, o que pode fazer importante diferença na disputa

 

Evangelista tem a maior exposição popular e garantirá também a maior exposição midiática na disputa pela Prefeitura de São Luís

.Até este ponto da campanha, o deputado estadual Neto Evangelista (DEM) era o candidato a prefeito de São Luís com o melhor encaminhamento de bastidores para garantir as primeiras colocações na disputa em São Luís.

Além de conseguir a maior estrutura e o maior leque de partidos – de todos os matizes políticos – ele também reúne a maior militância orgânica e a maior diversidade de apoios políticos.

Isso garantiu a ele estar brigando pela segunda colocação nas pesquisas, o que foi confirmado na quarta-feira, 31, com a pesquisa Econométrica/TV Guará, que já o apontou em condição de rigoroso empate com Duarte Júnior (PRB), antes isolado nesta posição.

Na quinta-feira, 1º, Evangelista ganhou mais um importante reforço em sua campanha: será também o candidato com o maior tempo na propaganda eleitoral gratuita.

São 2 minutos e 54 segundos de tempo, uma mina de ouro para marqueteiros experientes.

Para se ter uma ideia da importância deste quesito, o tempo de Neto é quase o dobro do que foi dado ao líder nas pesquisas, Eduardo Braide (Podemos), que ficou com 1min44s. 

A soma da estrutura partidária com a militância aguerrida nas ruas e a grande exposição midiática na propaganda fazem o os especialistas chamam de caldo que dá ao candidato do DEM a condição de um dos favoritos para chegar ao segundo turno.

E as pesquisas começam a mostrar exatamente isto…

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Com apoio do PSD, Braide garante tempo na propaganda eleitoral

Candidato do Podemos fechou aliança com o colega Edilázio Júnior, e já tem garantido tempo suficiente para apresentar-se ao eleitor, diferentemente do que ocorreu em 2016

 

Eduardo Braide foi recebido no PSD por Cézar Bombeiro e por Edilázio Júnior; e garantiu importante tempo na propaganda eleitoral

O deputado federal Eduardo Braide garantiu nesta segunda-feira, 17, o apoio do PSD à sua candidatura a prefeito de São Luís. A aliança foi fechada após reunião com o também deputado federal Edilázio Júnior.

Com o apoio do PSD, Braide garante o que não teve em 2016: tempo na propaganda eleitoral no primeiro turno.

Há quatro anos, mesmo com menos de 15 segundos no horário eleitoral, Braide chegou ao segundo turno contra o atual prefeito Edivaldo Júnior (PDT). Perdeu, mas virou, automaticamente, favorito agora.

Braide entra  no primeiro turno das eleições 2020 em condições absolutamente diferentes das de 2016.

E cada vez mais consolidado como favorito, inclusive com possibilidade de vitória em primeiro turno…

TRE mantém condenação de Flávio Dino e Carlos Brandão…

Tribunal julgou recursos dos dois candidatos – e outro do Ministério Público Eleitoral,  que pedia aumento da multa – e decidiu manter a decisão de primeiro grau, que estabeleceu multa de R$ 5.320,50 por propaganda ilegal

 

Flávio Dino e Brandão terão que pagar multa por conduta vedada na eleição

O Tribunal Regional Eleitoral julgou no último dia 27 recursos do governador Flávio Dino (PCdoB), e do seu vice, Carlos Brandão (PRB), que haviam sido condenados a pagar multa de R$ 5.320 pela prática de conduta vedada.

Também foi analisado recurso da Procuradoria-Regional Eleitoral, que pedia o aumento da multa para o valor máximo previsto na lei eleitoral.

Os juízes decidiram negar provimento aos dois recursos e confirmou a sentença de primeiro grau, condenando Flávio Dino e Brandão ao pagamento da multa.

Ambos os candidatos – e também o Ministério Público – ainda podem recorrer ao TRE…

TV versus Internet na propaganda eleitoral…

Muito do que será visto a partir de hoje no horário gratuito já foi exibido em redes sociais e aplicativos de trocas de mensagens, principais vetores dos candidatos na era digital, concorrendo com a própria televisão

 

Com o advento das redes sociais, o que era exclusividade da TV agora chega antes, e em massa, aos eleitores

A campanha eleitoral entra hoje naquilo que muitos chamam de etapa decisiva, mas que, neste pleito, pode ser considerada também como a etapa final. A propaganda eleitoral no rádio e na TV, bem mais curta, já poderá apontar, em seus primeiros dias, qual o caminho a ser percorrido até o dia 7 de outubro.

Embora só agora os candidatos passem a se mostrar a uma massa maior de eleitores, a campanha no rádio e na TV rivaliza, este ano, com as redes sociais e aplicativos de internet, que já estão em plena atividade desde o fim das convenções, ainda no início de agosto.

Muito do que se vai ver agora no horário eleitoral já está disponível há tempos nas redes sociais e aplicativos de troca de mensagens. Vídeos, áudios, memes, banners e flyers, que têm sua linguagem própria na Internet, ganharão agora a versão televisiva e, talvez, a garantia de que serão vistos por um número maior de pessoas.

A campanha no rádio e na TV em 2018 ganhou a forte concorrência da internet.

O assédio da TV não deverá ter o mesmo impacto de outrora

É nessa plataforma que estão ocorrendo os principais debates políticos, análises da performance dos candidatos, críticas ácidas e duras, defesas apaixonadas e muita, mas muita informação que necessita ser checada.

Toda regulamentada pela Justiça Eleitoral, a propaganda de TV chegará para por uma espécie de ordem na casa, separando o que é real do fake; e o que é verdadeiro na campanha de cada um.

É a batalha das mídias que ganha corpo em pleno processo eleitoral…

Da coluna Estado Maior, de O EstadoMaranhão

Candidatos inundam WhatsApp no primeiro dia de propaganda…

Banners, flyer’s e vídeos de campanha inundaram o aplicativo de troca de mensagens desde as primeiras horas desta quinta-feira, 16. E mais do que as redes sociais, as mensagens de celular darão o tom da disputa eleitoral; para o bem e para o mal

 

CAMPANHA DIGITAL. Roseana, Roberto Rocha e Flávio Dino ocuparam o WhatsApp desde as primeiras horas

Começou exatamente a 0h01 desta quinta-feira, 16, a campanha eleitoral no Maranhão.

O candidato a deputado federal Márcio Jerry (PCdoB) foi o primeiro a postar no WhatsApp um vídeo em que anuncia sua candidatura, fala de sua história e pede votos, inaugurando o primeiro dia de propaganda. (Veja o vídeo abaixo)

FICHA LIMPA. Eliziane também foi aos aplicativos com uma mensagem clara; não tem denúncias de corrupção contra ela

Desde então, centenas de “santinhos eletrônicos” – diria-se até milhares – invadiram o aplicativo de troca de mensagens, transformando-o na principal ferramenta desta etapa de campanha.

Nesta primeira manhã de campanha, os candidatos a governador Roseana Sarney (MDB), Flávio Dino (PCdoB) e Roberto Rocha (PSDB) também usaram de diversas formas o aplicativo, assim como os candidatos a senador Weverton Rocha (PDT), Edison Lobão (MDB), Sarney Filho (PV) e Eliziane Gama (PPS).

Poucos, como o candidato a deputado estadual Duarte Júnior (PCdoB), optaram pela campanha de rua.

Ele foi às rotatórias com militância envergando bandeirolas, evidenciando o tradicionalismo de sua propaganda.

TRADICIONALISTA. Apesar de forte nas redes, Duarte Jr. optou pelas práticas já em desuso na campanha

Mas há também sujeira neste primeiro dia de campanha eletrônica.

Aliados do governador Flávio Dino divulgaram em seus grupos de troca de mensagens propaganda negativa de Roseana Sarney e de outros adversários.

Os eventuais abusos deverão ser coibidos pela Justiça Eleitoral, pelo Ministério Público e pela Polícia Federal.

JOVENS DIGITAIS. Othelino Neto e Yglésio já têm domínios das ferramentas eletrônicas e vão bem na internet

Mas a maior parte é propaganda eleitoral pura e simples, mostrando que a ferramenta será tão ou mais indispensável que as redes sociais neste primeiro momento.

E deve, inclusive, rivalizar com a própria TV, analisando, repercutindo ou descontruindo o que for dito no Horário Eleitoral Gratuito.

Inaugurando, definitivamente, a era da campanha digital…

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A farsa do governo Flávio Dino sobre cursos de Medicina na região tocantina…

Projeto comunista aprovado na Assembleia cria o Centro de Ciências da Saúde na UemaSul, mas os líderes governistas não dizem que os cursos estão suspensos por Portaria do Ministério da Educação

 

Alunos assistem aulas na UemaSul; Medicina só a partir de 2023, segundo Portaria do MEC

A Assembleia Legislativa aprovou no último dia 4, Projeto de Lei encaminhado pelo governo Flávio Dino (PCdoB) que prevê a criação de cursos de Medicina na Universidade Estadual da Região Tocantina.

Mas a medida, embora usada como arma de propaganda do governo comunista, é inócua do ponto de vista prático.

A Portaria número 328, do Ministério da Educação, proíbe a instalação de novos cursos de Medicina no país desde 5 de abril de 2018.

Portaria do MEC estabelece que novos cursos de Medicina estão suspensos por cinco anos

A aprovação do projeto na Assembleia e a divulgação maciça por parte dos governistas faz parte do esquema de propaganda eleitoral comunista na região tocantina, onde Flávio Dino começa a ser cobrado pelas promessas de campanha de 2014.

O curso de Medicina foi anunciado pelo próprio governador ainda em fevereiro deste ano, durante solenidade na UemaSul. (Leia aqui)

Mesmo após a proibição do Ministério da Educação, o governo comunista continuou a manter a farsa de que instalará o curso em Imperatriz e região.

Tanto que, em junho – dois meses depois da proibição do MEC – o próprio site da UemaSul continuava a anunciar que “implantação do curso de Medicina avança com criação da comissão de implantação e auxílio de consultoria externa”.

Ou seja, o governo gastou dinheiro com consultoria mesmo já sabendo que só poderia implantar o curso em 2023.

E a farsa continuou com o encaminhamento do projeto para a Assembleia Legislativa.

Tudo seguindo com script de um enredo eleitoral…

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Flávio Dino e Roseana polarizarão os 9 minutos de programa eleitoral…

TSE define tempo que será dado a cada partido na propaganda e estabelece as regras para a campanha eletrônica, que começa em agosto; PT e PMDB terão o maior tempo, equivalente a 1min2s por programa, fora o tempo comum, que será de 54s

 

ROSEANA E FLÁVIO DINO polarização também o tempo na propaganda eleitoral

O Tribunal Superior Eleitoral definiu nesta quarta-feira, 14, o tempo que será usado pelos candidatos a presidente, governador, senador, deputados estaduais e federais nas eleições de outubro.

A propaganda eleitoral começa em 31 de agosto.

Os candidatos a governador terão disponíveis 9 minutos por programa, sendo 8min6s divididos proporcionalmente entre os candidatos, de acordo com as bancadas dos partidos, e mais 54 segundos, divididos igualmente entre todos os candidatos.

Admitindo-se a hipótese de que a eleição maranhense terá oito candidatos, cada um terá algo em torno de 6 segundos somados ao seu total na propaganda.

PMDB e PT terão maior tempo próprio, o equivalente a 1min2s cada, que se somarão aos 6seg distribuídos pela Justiça Eleitoral.

De acordo com a tabela divulgada ontem pelo TSE, o governador Flávio Dino vai ter que fazer de tudo para coligar-se com PT (1min02), PP (36seg), PSB (32seg), PTB (23seg), PRB (19seg) e DEM (19seg), já que o seu PCdoB só tem 7 segundos na propaganda.

De acordo com a Lei Eleitoral, em uma coligação são somados apenas os seis partidos com maior tempo.

Se conseguir reunir esses seis partidos, portanto, Dino chegará a 2min31s em cada programa, mais o tempo comum, de 6seg, o que daria 2min37s.

Para efeito de comparação, a ex-governadora Roseana Sarney (MDB) já tem, sozinha, nada menos que 1min43s, resultado da soma de MDB, PSD e PV.

E ela ainda espera reunir ao menos o PR (32seg), o PSC (12seg) e o Pros (9seg), o que praticamente se igualaria o total do comunista.

Só com o PSDB (51seg), o senador Roberto Rocha também garante praticamente metade de todo o tempo obtido por Flávio Dino.

A ex-prefeita Maura Jorge terá apenas os 4 segundos do seu Podemos, mas os 6seg do tempo extra. Mesmo que consiga coligação com o PSL, este partido não tem direito a tempo na propaganda, segundo o TSE.

Situação parecida é a de Eduardo Braide.

Seu PMN registra apenas 2 segundos de tempo na propaganda, o que, somado aos 6seg do tempo comum, garantiria a ele 8 apenas segundos de participação no horário eleitoral.

Ao longo dos próximos dias, este blog irá destrinchar todos os dados da tabela de tempo divulgada pelo TSE.

E fará as projeções sobre o que pode acontecer com relação aos candidatos majoritários no Maranhão – governador e senador.

É aguardar e conferir…

Voos partidários na base de Flávio Dino…

Com as articulações nacionais, governador comunista corre o risco de ver DEM e PPS fora da sua coligação e ainda ter que enfrentar o PSB, onde atuou para tirar Roberto Rocha, com o próprio Rocha em 2018

 

Flávio Dino corre o risco de ficar sem aliados fora do eixo formado por PDT e PT

Por mais que o governador Flávio Dino (PCdoB) venda a ideia de unidade em sua base de apoio, é quase impossível que, a depender da conjuntura nacional, ele consiga manter partidos como o DEM, o PPS e o PSB em seu palanque nas eleições de 2018.

Historicamente ligado ao PSDB, o DEM atua hoje em duas frentes: pode ser companheiro de chapa de um candidato do PMDB ou do PSD, no caso o ministro da Fazenda, Henrique Meireles. Para o posto, o partido já tem até nome: o presidente da Câmara Federal, deputado Rodrigo Maia (RJ).

Já o PPS e o PSB estão bem mais próximos de uma coligação com o PSDB, sobretudo se o candidato for o governador de São Paulo, Geraldo Alckimin. Para se ter idéia da força da articulação que envolve os três partidos, o ex-ministro Aldo Rebello deixou o PCdoB – filiando-se ao PSB – exatamente para ser candidato a vice de Alckimin.

A repercussão dessas movimentações no Maranhão terá peso importante no contexto da campanha de Dino. Sem o PSDB, ele precisaria exatamente do PSB e do DEM para ter o tempo necessário na propaganda partidária, já que o seu PCdoB tem tempo insignificante no horário eleitoral. Sem essas legendas, o comunista ficará refém do PT e do PDT, únicos em seu grupo com tempo satisfatório em uma campanha majoritária.

Além do tempo perdido na propaganda, Dino ainda terá que conviver com uma ironia: ver o PSB, legenda na qual atuou para ver o senador Roberto Rocha fora, coligada exatamente com o mesmo Rocha.

Da coluna Estado Maior, de O EstadoMaranhão