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“Flávio Dino propineiro!!!”, classificam deputados…

Andrea Murad e Sousa Neto dizem que a cobrança de R$ 400 mil do governador Flávio Dino para aprovar um projeto de interesse da Construtora Odebrecht é só o começo do que o comunista ainda esconde

 

Vem muito mais pela frente. O governador Flávio Dino hoje é chamado de príncipe da Lava-Jato. Quantas vezes ouvi que a única coisa que não poderia falar do governador é que ele é corrupto, que nem acusação de nada existia contra ele. Agora, ninguém pode mais abrir a boca para dizer que o governador não é corrupto, porque ele é corrupto. Ele é corrupto baixo, ele é propineiro barato. A propina que Flávio Dino recebe vem desde os tempos de deputado, usando o mandato para extorquir empresários. O que será que ele não está fazendo aqui no governo do Maranhão?”

Deputada Andrea Murad, do PMDB

Um governador que diz que tem moral, que sempre acusa e não gosta de ser acusado, que se intitula professor de Deus. Que se diz paladino da verdade, jamais pensou que fosse citado, em rede nacional, na delação da Lava Jato. Propineiro, recebeu R$ 400 mil da Odebrecht. E agora, vai explicar o quê? Ele já sabia que tinha recebido, tanto que soltou uma nota. Agora, todos os deputados da base governista querendo defender o indefensável. Mentiroso, nunca me enganou! Nunca enganou a oposição e nem os maranhenses”

Deputado Sousa Neto, do Pros

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Governador do Maranhão está no lucro…

Ao ser denunciado por cobrar propina de R$ 400 mil da Odebrecht, Flávio Dino acaba escapando de vários crimes por prescrição ou falta de legislação aplicada; e pode até comer um peixe na Semana Santa com o também comunista Levi Pontes

 

Comunistas Dino e Pontes: um é acusado de propineiro, o outro, de desviar pescado; e os dois já podem curtir a Semana Santa

 

Por Marcos Lobo*, com edição do blog

O Maranhão dormiu com a notícia de que o governador do Estado está na lista de pessoas que receberam dinheiro da Odebrecht.

A história é contada por José de Carvalho Filho e o resumo é o seguinte: o deputado federal Flávio Dino (PCdoB) era relator de um projeto de lei que era do interesse da Odebrecht. Ao ser procurado pelo pessoal da Odebrecht o deputado pediu e recebeu R$ 400 mil para ser usado na campanha de 2010, quando o deputado federal Flávio Dino foi candidato a governador.

Em suma, o atual governador do Maranhão é acusado pela Odebrecht, em delação premiada, de ter solicitado e recebido propina no valor de R$ 400mil.

(…)

Com envio do processo ao STJ e se o inquérito for instaurado, o governador poderá ser investigado por corrupção passiva, lavagem de dinheiro, sonegação fiscal e o tal “caixa dois eleitoral”.

Por improbidade administrativa o governador do Maranhão não pode mais ser acusado, pois o ilícito já prescreveu (o mandato de deputado federal que gerou o pedido de propina encerrou em 1º de fevereiro de 2011).

(…)

Objetivamente, este é o quadro pintado a quatro mãos (José de Carvalho Filho e deputado federal Flávio Dino).

De outro lado, ter o nome na lista da Odebrecht como beneficiário de “caixa dois” para as eleições de 2010 é lucro para o governador do Maranhão. “Prejuízo” existirá se se resolver investigar, também, como o dinheiro da UTC, da Odebrecht e da OAS foram parar na campanha de 2014 do atual governador do Maranhão.

(…)

Certo é afirmar que o governador do Maranhão está no lucro se a investigação ficar só nos R$ 400 mil do “caixa dois eleitoral” da Odebrecht.

Enquanto não acontece nenhuma coisa e nem outra, e porque já chega o feriado da Semana Santa, o governador do Maranhão deveria esfriar a cabeça, esquecer um pouco a defesa nas redes sociais – que só tem piorado a situação dele.

E chamar o deputado Levi Pontes para comerem um peixe.

Tranquilamente…

*Advogado e titular do blog Pormim.com.br

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Cada vez mais perto…

A confirmação de que o PCdoB recebeu R$ 7 milhões do esquema Odebrecht, em 2014, e a prioridade dada pelo partido à campanha de Flávio Dino, no mesmo ano, põem os comunistas no olho do furacão das suspeitas envolvendo caixa 2 no país

 

Orlando Silva é próximo de Flávio Dino na cúpula do PCdoB; ex-ministro é apontado como articulador do Caixa 2

Os braços da corrupção eleitoral revelada pela Operação Lava Jato começam a chegar, perigosamente, no núcleo do PCdoB do Maranhão formado pelo governo Flávio Dino.

O ex-executivo da Construtora Odebrecht, Alexandrino Alencar, revelou terça-feira, ao ministro Herman Benjamim, do Tribunal Superior Eleitoral, que cuidou pessoalmente do repasse de R$ 7 milhões, de Caixa 2, diretamente ao PCdoB.

A proximidade da corrupção eleitoral com o governador maranhense se dá por dois motivos.

Segundo Alencar, o contato para o propinoduto comunista era feito com um assessor do ex-ministro do Esporte, Orlando Silva, dirigente do PCdoB e um dos maiores entusiastas da campanha de Flávio Dino em 2014. A proximidade de Dino com Orlando é tão forte que um ex-assessor do ministro, Danilo Moreira da Silva, foi nomeado subsecretário do todo-poderoso Márcio Jerry logo no início do governo Dino, em janeiro de 2015.

Outro fato que aproxima da campanha do governador os R$ 7 milhões da propina eleitoral da Odebrecht é um ato político do PCdoB, ocorrido em São Paulo, no final de 2013. Trata-se do Congresso Nacional da legenda, que, naquele ano, decidiu que a eleição de Dino no Maranhão seria a prioridade dos comunistas em todo o país.

Esta decisão do congresso ganhou, inclusive, destaque no portal Vermelho, site de internet vinculado ao PCdoB.

O diretor da Odebrecht não detalhou – e talvez nem saiba – como foram aplicados os R$ 7 milhões da propina paga ao PCdoB em 2014.

Mas o partido tinha prioridades naquele ano eleitoral…

Da coluna Estado Maior, de O EstadoMaranhão

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Diretor da Odebrecht entregou R$ 7 milhões ao PCdoB em 2014…

Em depoimento ao TSE, Alexandrino Alencar disse que cuidou pessoalmente do repasse aos comunistas, que tinham como prioridade a eleição do governador Flávio Dino no Maranhão

 

Flávio Dino bateu bola com orlando no ministério

O ex-executivo da empreiteira Odebrecht, Alexandrino Alencar, revelou ao ministro Herman Benjamim, do Tribunal Superior Eleitoral, que repassou, pessoalmente, dinheiro de Caixa 2 a cinco partidos que apoiavam a chapa Dilam Rousseff (PT)/Michel Temer (PMDB) nas eleições de 2014.

A informações foram divulgadas pela Rede Globo. (Veja matéria aqui)

Em seu depoimento, Alencar disse que cuidou pessoalmente dos repasses ao PRB,  PROS e PCdoB; e destinou R$ 7 milhões ao PCdoB, que tinha como prioridade nas eleições de 2014 a vitória do governador Flávio Dino.

O dinheiro repassado aos comunistas foi entregue ao ex-vereador de Goiás, Fábio Tokarski, que atua desde 2015 no gabinete do deputado federal Orlando Silva (PCdoB-SP).

Orlando Silva foi ministro do Esporte no governo Dilma, e esteve no Maranhão na campanha de Flávio Dino.

Márcio Jerry nomeou um dos assessores de Orlando Silva

A relação entre Orlando e Dino é tão forte que o principal auxiliar do governador – secretário Márcio Jerry – nomeou em seu gabinete, em 2015, Danilo Moreira da Silva. O ministro foi demitido por corrupção do Ministério do Esporte. (Veja print nesta página)

O ministro Herman Bnjamim pretende realizar acareação entre alguns depoentes para esclarecer alguns pontos.

Os depoimentos fazem parte do processo que pede a cassação da chapa Dilma/Temer no TSE…

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Escândalo na Samu!!! Servidora denuncia pagamento de propina para evitar greve no setor…

Em troca de mensagens de WhatsApp, trabalhadora da equipe de socorristas conta que a própria secretária Helena Duailibe foi à sede da unidade, fala de desvios de recursos e desmente Edivaldo Júnior, que diz existir 17 ambulâncias rodando, o que não é verdade

 

Caos na Saúde; prefeito diz que tem 17 ambulâncias; funcionários contestam

Caos na Saúde: prefeito diz que tem 17 ambulâncias; funcionários contestam

A secretária de Saúde, Helena Duailibe, esteve pessoalmente na unidade do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência, o Samu, durante o fim de semana com uma missão espinhosa: evitar, com pagamento de propina, uma greve do setor, prevista para esta segunda-feira, 24.

E a oferta foi feita diretamente aos líderes da unidade,  segundo denúncia de áudio a que este blog teve acesso.

No áudio, uma mulher, que parece ser servidora do próprio SAMU, revela a outra que há desvio de recursos, acusa a secretária de aliciar servidores para não denunciar o caos na unidade e desmente o próprio prefeito Edivaldo Júnior (PDT).

– Ele faz propaganda dizendo que tem 17 ambulâncias rodando, quando, na verdade, a gente não tem 17 ambulâncias rodando – afirma a mulher do áudio. (Ouça abaixo)

A mulher desmente também a própria Helena Duailibe, que apontou gastos de R$ 42 mil para conserto de macas quando, segundo ela, nunca foi feito conserto de macas no SAMU.

Até o aluguel da sede do Samu, de R$ 28 mil, é considerado superfaturado pela mulher, que vê na unidade o maior desvio de recurso na área da Saúde de São Luís.

No áudio, a mulher revela ainda bate-boca entre servidores e a secretária, com acusações de que um e outro recebe dinheiro para impedir a greve.

– Teve uma reunião a portas fechadas na casa dela com Edivaldo Holanda e alguns funcionários do Samu onde foi acordado este dinheiro que está sendo pago para dois funcionários fazer essa distribuição de dinheiro para outros funcionários, para convencer o pessoal a não entrar em greve – revela a funcionária, que garante:

– Segunda-feira a gente vai fazer a paralisação de aviso e, em 72 horas, a gente vai fazer a nossa greve.

É aguardar a conferir…

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Força Tarefa já recuperou metade da propina da Lava Jato…

Estimativa da Justiça é que R$ 6 bilhões dos recursos pagos em obras e serviços relacionados à Petrobras foram usados em pagamento de deputados e lobistas; destes, quase R$ 3 bilhões já voltaram aos cofres públicos

 

O alto número de prisões deixou famoso o "japonês da Federal"

O alto número de prisões deixou famoso o “japonês da Federal”

Pelo menos R$ 3 bilhões dos R$ 6 bilhões usados em pagamento de propinas no esquema que foi desmontado na operação Lava Jato, já voltaram aos cofres públicos brasileiros.

No total, 179 pessoas estão sendo investigadas no esquema, que já resultou na prisão de um senador, na queda do presidente da Câmara e na iminente queda da presidente da República.

O esquema, cujas investigações já chegaram a 30 fases, envolve políticos, empresários e até o ex-presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva e parte da cúpula do PT nacional.

Do total de investigados, 84 já foram condenados, em penas que somam mais de 825 anos de prisão.

Foram feitos também 43 acordos de colaboração, as chamadas delações premiadas.

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Governo Dino acena com nova pauta para educação indígena…

Após polêmica com lideranças guajajaras, que resultou até em denúncias de propina, governador reúne-se com representantes das aldeias para propostas nos municípios

Liderança indígena fala no seminário do Governo do Estado

Liderança indígena fala no seminário do Governo do Estado

O secretário de estado de Direitos Humanos e Participação Popular, Francisco Gonçalves, destacou ontem que o governo Flávio Dino (PCdoB) vai definir o sistema de Educação Escolar Indígena no Maranhão a partir das demandas apresentadas pelos povos indígenas.

– É vontade do poder público estadual enfrentar essa questão e reverter o baixo IDH do Estado, estabelecendo novos patamares para a educação indígena no Maranhão – ressaltou.

Gonçalves representou o próprio Flávio Dino na abertura o Seminário de Educação Escolar Indígena da Amazônia Legal, que reuniu representantes do setor de todo o país, no Hotel Abbeville na sexta-feira, 13.

Há dois meses, o governo enfrentou crise com as tribos indígenas exatamente por causa da educação indígena. Na época, foi denunciado que uma auxiliar do governador tinha recebido propina de R$ 4 mil para liberar pagamentos aos responsáveis pelo transporte escolar nas aldeias. (Releia aqui)

O evento no Abbeville é uma realização do Governo do Estado, por intermédio da Secretaria de Estado de Educação (Seduc) e do Ministério da Educação (MEC), com apoio do Fundo das Nações Unidas pela Infância (Unicef) e o Conselho Nacional de Secretários de Educação (Consed).

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Líder indígena denuncia à polícia aliada de Flávio Dino acusada de receber propina…

Uirauchene Soares – que pagou R$ 4 mil à ex-assessora do Palácio dos Leões, Simone Limeira, em troca de liberação  de pagamentos do transporte escolar – se diz ameaçado pela força que ela diz ter no próprio governo comunista que deveria investigá-la

 

Flávio Dino e Simone Limeira: proteção total

Flávio Dino e Simone Limeira: proteção total

O líder guajajara Uirauchene Soares registrou Boletim de Ocorrência na polícia, declarando-se ameaçado pela ex-assessora do governador Flávio Dino (PCdoB), Simone Limeira.

O B.O. de Uirauchene contra Simone Limeira

O B.O. de Uirauchene contra Simone Limeira

A mulher recebeu em sua conta bancária R$ 4 mil pagos pelo líder indígena, segundo ele como propina para liberação de pagamentos do transporte escolar nas aldeias. Exonerada do cargo, continuou mostrando força, inclusive em solenidades públicas, ao lado do próprio Flávio Dino. (Relembre aqui)

No B.O., Soares se diz “ameaçado e injuriado racialmente em um programa de rádio”, e declarou que “a autora dessas ameaças é a pré-candidata à Prefeita de Grajaú Simone Limeira”.

Após confessar o recebimento do dinheiro em sua conta e ser exonerada do posto no Palácio dos Leões, Simone Limeira voltou-se para Grajáu, onde deve ser a candidata a prefeita, pelo mesmo PCdoB de Flávio Dino.

Há três semanas, o governador exaltou publicamente a ex-assessora, que foi às emissoras de rádio e declarou que Uirauchene Soares irá se ver com ela.

– Se ele for duro, vai aguentar – disse ela, durante entrevista em que deixou claro estar sendo defendida pelo “mesmo advogado de Flávio Dino”. (Releia aqui)

O Boletim de Ocorrência foi registrado pelo índio na Delegacia de Polícia de Grajaú…

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Acusada de propina diz que advogado de Dino vai cuidar dela…

Amparada pelo apoio carinhoso e público do governador, Simone Limeira – que confessou ter recebido R$ 4 mil em sua conta, depositados pelo índio Uirauchene Soares como forma de liberar recursos da Educação – mostrou-se toda-poderosa em uma emissora de Grajaú

 

Flávio-Dino-e-Simone-Limeira1-e1443617944442Ele [Uirauchene Soares] pagará isso na Justiça. A Justiça vai chegar. Nós já estamos acionando a Justiça. O governo Flávio Dino já se colocou à disposição. O próprio advogado dele [Flávio Dino] vai cuidar do caso. Então, não é a Simone, é o governo Flávio Dino que vai tomar as atitudes” declarou ela. 

A ex-auxiliar de Dino está cada vez mais ativa nos bastidores políticos.

E recebe apoio público do próprio governador, que nunca mandou investigar o esquema de propina denunciado pelo índio.

É assim no Maranhão da mudança…