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“Tucano nunca vai ser pomba; Camarão nunca será Lula”, provoca Haroldo Saboia, em encontro do PT com Weverton

Em discurso no encontro de petistas com o senador do PDT, ex-deputado e militante do PSOL disse – numa referência à mudança oportunista de partido do vice-governador – que “eleição não é carnaval, quando se troca de fantasia a toda hora”

 

Militante do PSOL, Haroldo Saboia foi um dos participantes do encontro do PT com Weverton Rocha

 

Considerado um dos mais espirituosos políticos do Maranhão, o ex-deputado federal constituinte Haroldo Saboia (PSOL), fez uma fina ironia nesta quarta-feira, 20, sobre a mudança de partido que o governador-tampão Carlos Brandão (PSB) na tentativa de se aproximar das esquerdas.

– Não adianta querer transformar um tucano em uma pomba; ele será sempre tucano – provocou.

Historicamente ligado ao PSDB – cujo símbolo é um tucano – Brandão filiou-se ao PSB, sob orientação do padrinho Flávio Dino (PSB), para tentar convencer o PT de que ele é de esquerda e ao presidente Lula a estar seu palanque.

– Eleição não é carnaval, quando se troca de fantasia a toda hora – debochou, Saboia.

Militante do PSOL em São Luís, Haroldo Saboia declarou apoio à candidatura do senador Weverton Rocha (PDT) desde o ano passado; ele participou do encontro de petistas com o senador, nesta quarta-feira, 20, na sede da Fetaema, no Araçagy.

Haroldo reforçou posicionamento de outros membros do partido – e também da Rede Sustentabilidade – segundo o qual, não há ainda questão fechada sobre uma candidatura própria ao governo na federação entre os dois partidos.

Com relação ao apoio de Lula no Maranhão, Saboia aproveitou seu discurso para fazer outra provocação, desta vez contra a imposição do nome do ex-secretário Felipe Camarão como indicação do PT a vice de Brandão.

– Assim como um tucano jamais será uma pomba, Camarão também nunca será Lula – concluiu…

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Weverton recebe apoio do PT nos 217 municípios maranhenses

Petistas ligados aos diretórios municipais, a entidades do segmento social, aos sindicatos e à luta dos trabalhadores reuniram-se nesta quarta-feira, 20, com o senador pedetista para reafirmar apoio à chapa Lula/Weverton nas eleições de outubro, mesmo diante da compra de apoios promovida pelo Palácio dos Leões

 

Weverton reforçou seu compromisso com as lutas dos trabalhadores e do povo, na guerra contra as elites do Maranhão

 

Representantes do PT em todos os 217 municípios maranhenses estiveram nesta quarta-feira, 20, na sede da Fetaema, no Araçagy, para hipotecar apoio ao senador Weverton Rocha (PDT) e ao ex-presidente Lula (PT) nas eleições de outubro.

O levantamento dos presentes foi feito pela coordenação do evento, capitaneado pelo presidente do diretório petista em São Luís, Honorato Fernandes, e pela presidente da Fetaema, Ângela de Souza; a militância petista reforçou a unidade da chapa Lula/Weverton como representante legítima do campo progressista.

– Nosso desafio é fazer com que a pessoa, o eleitor comum, se veja na imagem de um candiato a governador. E Weverton tem isso. Tem a minha cor, o meu cheiro. Tem posição ao lado do povo, da classe trabalhadora – afirmou Honorato.

O ex-vereador de São Luís fez questão de ressaltar que a pressão do Palácio dos Leões não fará o PT mudar sua posição histórica, ainda que alguns petistas aceitem ser cooptados pela candidatura do governador-tampão Carlos Brandão (PSB).

– Do outro lado tem aqueles que pensam que, fazer política é apenas – quando chega o período eleitoral – botar preço em nossa militância para tê-la ao seu lado – afirmou o vereador.

Além do PT, Weverton tem apoio de outros segmentos da esquerda, como setores do PSOL, da Rede, dos movimentos sociais, do sindicalismo e da classe trabalhadora

Weverton ressaltou a importância de estar entre os que ele sempre esteve ao lado, lembrando que a eleição de outubro será claramente a disputa do povo contra as elites tradicionais do Maranhão.

– E não é apenas uma luta de classes, mas de gerações. Basta ver as fotos para se notar de que lado estão as elites e de que lado está o povo – afirmou o senador.

Durante toda a manhã, petistas de todos os municípios foram ao palco para manifestar seu apoio a Lula e a Weverton; além deles, participaram também representantes do PSOL, da Rede Sustentabilidade, do PROS e do União Brasil, partidos que estão apoiando o senador do PDT.

Representantes de movimentos sindicais e sociais também defenderam a chapa Lula/ Weverton…

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PT ideológico fica com Weverton; PT fisiológico vai com Brandão

Dirigentes partidários com cargos no governo-tampão para si e para parentes – controlados por Flávio Dino – estão alinhados à candidatura do governador tucano-socialista; a parte tradicionalmente ligada às pautas da esquerda, aos movimentos sociais e às lutas dos trabalhadores fecham com o senador pedetista

 

A relação de Lula com Weverton é natural por que é histórica, desde que o senador ainda era militante do movimento estudantil

Ensaio

As eleições para governador do Maranhão produziram neste 2022 uma das mais claras e reluzentes divisões de conceito no PT maranhense.

O partido hoje tem duas caras absolutamente definidas: uma ideológica, alinhada às lutas da esquerda, à classe trabalhadora e ao aos movimentos sociais, e outra que se mostra fisiológica, ávida por cargos para dirigentes e parentes.

A parte ideológica, que se mostrará nesta quarta-feira, 20, em encontro na sede da Fetaema, está abertamente apoiando a candidatura do senador Weverton Rocha (PDT).

A outra parte, a fisiológica, está alinhada ao governador-tampão Carlos Brandão (PSB), que distribui cargos a torto e à direita na tentativa de se mostrar ao aldo do ex-presidente Lula.

A divisão no PT se dá também pelo histórico dos próprios candidatos a governador.

Brandão é historicamente ligado ao coronelismo e à política tradicional no interior do estado; não compreende o movimento sindical, não tem relação com a luta dos trabalhadores e vê com estranheza pautas modernas como o empoderamento feminino, a concessão de direitos LGBTQIA+, a luta dos negros e quilombolas e a divisão de terras improdutivas no interior.

Agora filiado ao PSB, Carlos Brandão é, na verdade, tucano histórico, ligado ao presidenciável João Dória, do PSDB

Weverton, por sua vez, filiado desde sempre ao PDT, atua na esquerda desde o movimento estudantil; comandou a UNE, atuou sempre em pautas trabalhistas, na defesa dos trabalhadores, é militante da causa de negros, mulheres, LGBTQIA+ e tem relação direta com os sindicatos e centrais sindicais, como Fetaema, CUT, Sindsep e outras entidades da classe trabalhadora.

Enquanto Brandão esteve calado durante o golpe contra a presidente Dilma e chegou a chamar Lula de estelionatário, Weverton pregou contra o golpe e foi o primeiro maranhense a visitar a cadeia em Curitiba, para onde foi levado o ex-presidente.

Não há dúvidas, portanto, de que há dois PT’s atuando nas eleições maranhenses: um fisiológico e outro ideológico.

E a atuação de cada um, com todos seus instrumentos de persuasão, definirá também de que lado estará o eleitor comum.

Simples assim…

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Flávio Dino tenta controlar PT, que está rachado entre Weverton e Brandão

Ex-governador controla o partido com mão de ferro no Maranhão, traçando, inclusive, seus destinos políticos-eleitorais, em troca de cargos no governo, mas a parte mais histórica da legenda prefere seguir com a candidatura do senador pedetista, mais identificado com as lutas do campo progressista, que o governador-tampão sempre combateu

 

Lula prefere Weverton n o Maranhão, apesar da cooptação de petistas pelo Palácio dos Leões, em troca de empregos e cargos

Todos os esforços do Palácio dos Leões para ter o PT na chapa do governador-tampão Carlos Brandão (PSB) são feitos unicamente pelo ex-governador Flávio Dino (PSB).

Sem nenhuma identificação com a esquerda, Brandão deixa ao seu antecessor – que controla algumas das lideranças petistas no Maranhão – a tarefa de cooptação para formar o palanque, em troca de cargos e espaços no governo.

Mas nem isso tem adiantado.

A parte mais progressista e menos fisiológica do PT maranhense decidiu fechar com o senador Weverton Rocha (PDT), historicamente identificado com a luta do PT e do campo progressista.

Estão no grupo com Weverton – que realiza nesta quarta-feira, 20, encontro na sede da Fetaema, no Araçagy – lideranças como o pré-candidato a senador Paulo Romão, o presidente do PT municipal, Honorato Fernandes, e o ex-secretário de Esportes Márcio Jardim, além de dirigentes sindicais e lideranças de movimentos sociais ligados ao PT.

No apoio ao senador do PT estão lideranças petistas de todo o estado, que optaram por um candidato mais identificado com as lutas da esquerda

Weverton tem também a preferência do próprio ex-presidente Lula e das principais lideranças nacionais petistas, como o ex-ministro José Dirceu e o líder da bancada no Congresso, Paulo Rocha.

Essa força do senador pedetista no PT tem levado a campanha do governador-tampão a tentar colar sua imagem à de Bolsonaro, na esperança de que petistas-raiz afastem-se dele e sigam com o Palácio dos Leões.

O encontro desta quarta-feira vai reunir petistas de todo o Maranhão fechados com Weverton.

Brandão, por sua vez, vai continuar dependendo de Flávio Dino para evento igual…

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Movimentos sociais e sindicais fechados com Weverton Rocha

Fetaema, setores da CUT, Sindsep e outras representações de categorias profissionais de trabalhadoras e trabalhadores apostam na candidatura do senador pedetista, por considerá-lo mais identificado com as lutas das classes menos favorecidas

 

Petistas mais vinculados historicamente ao campo progressista querem a dobradinha Lula/Weverton

A Federação dos Trabalhadores e Trabalhadoras Rurais do Maranhão (Fetaema) reafirmou nesta quarta-feira, 6, apoio á candidatura do senador  Weverton Rocha (PDT) ao Governo do Estado.

No mesmo dia, o Comitê Popular Maranhense divulgou convite eletrônico para o Encontro Estadual de Petistas com Lula e Weverton.

O encontro será na própria sede da Fetaema, em Araçagy.

A Fetaema é uma das mais representativas entidades da classe trabalhadora maranhense, mas não é a única do campo progressista que apoia o senador do PDT.

Setores da Central Única dos Trabalhadores (CUT), o Sindicato dos Servidores Públicos Federais (Sindsep) e diversas outras representações da classe trabalhadora e do campo progressista apoiam Weverton, considerado muito mais identificado com as lutas socais que o conjunto dos demais candidatos a governador.

Curiosamente, todas essas entidades são vinculadas ao PT e a outros partidos de esquerda, como PCdoB, PSB e PSOL, que também têm candidaturas ao governo.

Forjado no movimento estudantil e filiado desde sempre ao PDT – um dos mais representativos partidos da esquerda brasileira – Weverton sempre atuou no mesmo campo da CUT, da Fetaema, do Sindsep e das lutas progressistas.

No encontro do dia 20, os trabalhadores rurais anunciarão reforço à caravana do senador no interior maranhense.

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Correntes do PT defendem Zé Inácio na vice…

Deputado estadual é mais orgânico e identificado com as lutas sociais que os nomes enxertados no partido pelo governador Flávio Dino para tentar compor com o seu vice, Carlos Brandão

 

Zé Inácio tem mais identificação coma s lutas do PT em setores onde Brandão é visto com forte resistência

Algumas das principais correntes do PT maranhense começaram a defender mais abertamente a candidatura do deputado estadual Zé Inácio a vice-governador, caso o partido componha mesmo com o candidato do Palácio dos Leões, Carlos Brandão (PSB).

Para a maior parte dos petistas, Zé Inácio é mais orgânico no partido que os dois nomes enxertados pelo governador Flávio Dino (PSB) – o secretário Felipe Camarão e o deputado federal Rubens Pereira Júnior.

ligado aos movimentos sociais e, principalmente, às lutas do campo – setor em que Brandão é visto como latifundiário, aos grilos de terra e ao agronegócio, Inácio já foi superintendente do Incra e atua diretamente vinculado a movimentos negros, quilombolas e indígenas.

Flávio Dino tentou impor o nome de Felipe Camarão ao PT tentando convencer o ex-presidente Lula – mais ligado ao senador Weverton Rocha (PDT) – de que o partido poderia ter um candidato ao governo; mas sua ideia fracassou diante da falta de vínculo histórico do secretário com a legenda.

Esta semana, Dino fez novo movimento para tentar ter o controle da indicação do PT, levando o afilhado Rubens Júnior para a legenda.

Os movimentos do governador – que deixa o cargo nesta quinta-feira, 31 – são vistos pelas correntes do PT como uma tentativa de aparelhar o partido.

E reagem com a indicação de um nome histórico, como o de Zé Inácio…

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Rubens Júnior quer entrar no PT para tentar ser candidato a vice…

Com risco de não-reeleição à Câmara Federal, deputado voltou a acalentar sonho antigo de figurar em uma chapa majoritária e já cogita filiação ao partido de Lula, que tem Felipe Camarão e Zé Inácio como opções

 

Pereira Júnior está de olho no PT e na composição de chapa com o vice-governador Carlos Brandão

O deputado federal Rubens Pereira Júnior, recém-desfiliado do PCdoB, admitiu como “provável”, nesta quarta-feira, 23, a entrada no PT.

Mas o objetivo é apenas um: figurar na eventual chapa majoritária do vice-governador Carlos Brandão (agora PSB).

Rubens Jr. acalenta há anos o sonho de ser sucessor do governador Flávio Dino; tentou ser vice em 2018, mas perdeu para Brandão; sua fracassada candidatura a prefeito de São Luís, em 2020, também tinha o objetivo de viabilizá-lo como opção majoritária em 2022.

O problema para o “afilhado de alma” de Flávio Dino é que o PT maranhense se ressente exatamente da atitude do governador, de “emprenhar” o partido com aliados sem identidade histórica com a legenda para usá-los como opção eleitoral.

Dino já havia feito o mesmo movimento com o secretário de Educação, Felipe Camarão, que trocou o DEM pelo PT na tentativa de ser vice de Brandão.

Além da vice de Brandão, Pereira Júnior sonha com uma suplência de Flávio Dino.

Mas, se depender dos históricos petistas, vai ter que encarar o risco de não reeleição à Câmara…

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Agora no PSB, Brandão ainda corre atrás de uma imagem com Lula…

Vice-governador optou por filiar-se em Brasília – junto com o ex-governador Geraldo Alckmin – na esperança de ter o ex-presidente no evento, mas voltou ao Maranhão mais uma vez ignorado pelo líder petista

 

Em Brasília, Brandão esperava fazer esta foto ao lado de Lula, mas acabou frustrado e tendo que se contentar com Carlos Siqueira, Flávio Dino e Bira do Pindaré

Análise da notícia

O governador Flávio Dino tinha um objetivo de marketing ao levar seu candidato ao governo, Carlos Brandão, para filiar-se ao PSB em um evento em Brasília, com a presença do ex-governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (ex-PSDB).

Dino queria uma imagem pública e de repercussão com seu vice ao lado do ex-presidente Lula, pré-candidato do PT à presidência.

Mas Lula frustrou os planos da dupla Dino/Brandão e não compareceu ao evento de filiação de Alckmin; Brandão voltou ao Maranhão sem a sonhada imagem com o ex-presidente, que ele pretende usar em sua campanha.

O vice de Flávio Dino não tem qualquer imagem ao lado do líder petista por que nunca esteve com Lula em tempo algum; pelo contrário, sempre fez oposição ao mesmo PT que agora espera em seu palanque por mera vontade de Flávio Dino.

Flávio Dino sonha, por exemplo, com uma imagem de Lula igual as que o ex-presidente tem com o senador Weverton Rocha e até com a família do pedetista, o que é pouco provável de ocorrer a essas alturas.

Sem identidade alguma com o líder petista, Brandão não consegue, sequer, balbuciar palavras-de-ordem da esquerda por que nunca esteve neste campo político.

Tanto que até errou o nome de João Campos, filho do ex-presidenciável Eduardo Campos e neto do lendário Miguel Arraes. (Entenda aqui)

Pode até ter o PT em seu palanque – por conta dos arranjos políticos-eleitorais – mas vai ter que se contentar com as fotomontagens que o chefe da Comunicação do Palácio dos Leões, Ricardo Capelli, tem criado para sua campanha.

É o máximo que a “escolha pessoal” de Flávio Dino consegue como “esquerdista”…

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Weverton é único maranhense em aniversário de Zé Dirceu

Alçado à condição de articulador da campanha de Lula, ex-ministro-chefe da Casa Civil completa 76 anos e chama o senador esposa para mesa principal do evento

 

Weverton e Sâmya com os senadores Humberto Costa (PE) e Paulo Rocha (PA) ladeando José Dirceu

 

O senador Weverton Rocha (PDT) participou na noite de quarta-feira, 16, ao lado da esposa Sâmya Bernardes, da festa de aniversário do ex-ministro-chefe da Casa Civil, José Dirceu (PT).

Ele foi o único maranhense presente ao evento.

Dirceu foi alçado à condição de principal articulador da campanha do ex-presidente Lula, e opera a máquina do PT e a formação de alianças nos estados.

Defensor aberto da candidatura de Weverton Rocha no Maranhão, o ex-ministro esteve ano passado hospedado na casa do senador, em Barreirinhas.

E fez questão de chamar o parlamentar maranhense e sua esposa para sua mesa principal na festa de aniversário.

No jantar, Weverton tratou diretamente com Zé Dirceu sobre a aliança do PT no Maranhão.

Mas esta é uma outra história…

 

 

 

 

 

 

 

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“Aventureiros”, diz Weverton, para os que só agora se aproximam de Lula…

Ligado historicamente ao ex-presidente, senador pedetista lembra momentos – bons e ruins – ao lado do líder petista, ressalta ter sido o primeiro maranhense a visitá-lo na prisão em Curitiba e dá um recado ao vice-governador Carlos Brandão, que vai mudar de partido apenas para ter o apoio do PT

 

Lula tem manifestado publicamente a preferência pelo senador Weverton Rocha no Maranhão

Um vídeo divulgado pelo senador Weverton Rocha (PDT) em suas redes sociais, nesta quarta-feira, 16, dá mostras de como será o tom de sua campanha em relação ao apoio do ex-presidente Lula (PT).

Num recado direto ao vice-governador Carlos Brandão (PSDB), Weverton chama de “aventureiros” os que nunca estiveram com Lula e agora até trocam de partido para ter o apoio do líder petista.

– É claro que, agora que Lula está liderando as pesquisas, muita gente se aproxima dele, inclusive aventureiros, pessoas que sempre estiveram contra ele, nunca defenderam sua bandeira, nunca estiveram em nosso campo progressista, mas que agora se passam por lulista por conveniência, por que ele está à frente nas pesquisas – afirmou o senador.

No vídeo – que é parte de uma entrevista – Weverton ressalta sua ligação com Lula, fala do seu apoio desde sempre e lembra que defendeu o ex-presidente nos momentos mais difíceis de sua vida.

– No momento mais difícil da vida do Lula eu estive do lado dele. Sempre fui amigo dele, nos momentos bons e nos momentos difíceis. Quando ele estava preso, quem foi visitá-lo na prisão fui eu. E denunciei isso publicamente: uma prisão injusta, para tirá-lo da eleição – afirmou.

O senador é o nome preferido por Lula para a disputa no Maranhão, embora o governador Flávio Dino (PSB) tente forçar o PT a apoiar Carlos Brandão.

Brandão vai trocar o PSDB pelo PSB para tentar viabilizar este apoio do PT…