3

A rejeição de Bolsonaro e os candidatos do PSL em São Luís…

Antipatia ao presidente na capital maranhense reflete diretamente na performance dos candidatos do partido que, ainda por cima, vivem em guerra pelo controle da legenda com o presidente regional Chico Carvalho

 

CHICO CARVALHO COM BOLSONARO: PSL em crise interna e presidente rejeitado em São Luís

Eleito na esteira de um dos maiores golpes políticos do Brasil, o presidente Jair Bolsonaro (PSL) começa a sentir a antipatia popular nos grandes centros do país, sobretudo as capitais.

E São Luís não é diferente.

Na capital maranhense, menos de 1/4 da população ainda acredita na gestão bolsonarista, segundo revela pesquisa do Instituto Prever, divulgada no fim de semana.

E a antipatia a Bolsonaro se reflete na preferência aos possíveis candidatos do seu partido a prefeito. Nada menos que 63% dos eleitores não querem votar em candidato apoiado elo presidente.

Além disso, o PSL não se entende em São Luís.

Vinculados diretamente ao presidente, o médico Allan Garcês e o Coronel Monteiro tentam se viabilizar como opção, mas são rejeitados pelo vereador Chico Carvalho, presidente regional da legenda.

Carvalho prefere o ex-prefeito Tadeu Palácio, que aderiu ao bolsonarismono meio da campanha, em 2018.

O fato é que, pelo que se vê em, São Luís, a onda da eleição de Bolsonaro parece ter passado em São Luís.

E quem aposta em seus frutos para se dar bem na políica poderá ficar de fora do poder.

2

Oposição tem 60% dos votos válidos no Maranhão, revela estudo de Andrea Murad…

Deputada analisou os números do Instituto Escutec e constatou rejeição dos maranhenses ao governo comunista após três anos do chamado “projeto de mudança”

 

A conversão dos votos válidos aponta ampla vantagem da oposição a Flávio Dino

 

A deputada Andrea Murad (PMDB) apresentou nesta segunda-feira, 18, à Assembleia Legislativa, estudo dos números da pesquisa Escutec que apontam ampla vantagem dos candidatos de oposição sobre o governador Flávio Dino.

– A Escutec aponta os votos válidos no primeiro turno: Roseana Sarney (PMDB) estaria com 44%; Flávio Dino (PCdoB) com 39.3%; Roberto Rocha (PSB) com 10.7%; Maura Jorge (Podemos) com 6%. Ou seja, a grande maioria do eleitorado, 60,7%, rejeita o governador. De acordo com a pesquisa, Flávio Dino não seria reeleito governador do Maranhão, considerando a péssima gestão que vem fazendo. O governador está acabando com o Estado e a população está abrindo os olhos e dará adeus a esse comunista cruel que massacra os maranhenses com aumento de impostos, alugueis camaradas, superfaturamentos na compra de medicamentos entre outros desmandos – discursou a deputada a deputada.

Andrea Murad fez estudo dos números da Escutec e apresentou na Assembleia

Para a parlamentar, a soma dos votos válidos dos candidatos de oposição ao governador Flávio Dino, total de 60,7%, demonstra a decepção do povo com o governo comunista que poderá contar ainda com mais nomes na oposição para o pleito ano que vem.

– Analisando a soma dos votos válidos dados aos candidatos da Oposição, alcançamos 60,7% dos votos, ou seja, uma diferença de 21,4%, em relação a Flávio Dino. E esse cenário favorável à Oposição tende a crescer à medida que outros candidatos irão surgir, que as regras eleitorais vão sendo definidas até o início de outubro, quando os partidos colocarem pra valer os nomes dos seus candidatos nas ruas. Então, fica a boa notícia para nós, revelada pela pesquisa Escutec de que a Oposição já é amplamente majoritária no voto popular, comprovando a decepção com o Governo Flávio Dino – disse a parlamentar.

4

A rejeição de Roseana; a rejeição de Flávio Dino…

Equívoco equiparar a antipatia histórica que o eleitor tem da ex-governadora, fruto da hegemonia do grupo Sarney, com a do atual governador, resultado direto da decepção e da frustração da mudança há quatro anos

 

DIFERENTES MOTIVOS. Roseana tem rejeição histórica; Dino enfrenta decepção do eleitor que apostou na mudança

O governador Flávio Dino (PCdoB) e a ex-governadora Roseana Sarney (PMDB) aparecem como os mais rejeitados do maranhense para as eleições de 2018.

Mas é um equívoco comparar a rejeição de Roseana à de Dino.

Historicamente, Roseana sempre teve rejeição na casa dos 30%, 35%, muito disso fruto da longevidade do grupo Sarney no poder. Mesmo assim, ela elegeu-se deputada federal, senadora e quatro vezes governadora do Maranhão.

Flávio Dino, não.

O governador foi eleito em 2014 como a expectativa de mudança política no Maranhão, alcançando nada menos que 65% dos votos.

Quatro anos depois, apresenta rejeição na casa dos 26%.

Significa dizer que, de cada quatro eleitores maranhenses, pelo menos um declara não votar mais no comunista nem que a vaca tussa.

É por este aspecto que não dá para comparar a rejeição de Flávio Dino à de Roseana.

A dela é histórica, como resposta á hegemonia do grupo Sarney.

A dele é de decepção, frustração da esperança depositada em 2014.

Simples assim…

1

Flávio Dino recorre novamente a pesquisa; mas desta vez encontra a realidade…

Como sempre faz para mostrar popularidade em momentos de desgaste, comunista contrata Exata para vender uma imagem positiva, mas os números acabam por mostrar aumento da reprovação ao seu governo

 

Flávio Dino começa a sentir a decepção da população com seu governo

Este blog sempre alertou para o modus operandi do governo Flávio Dino (PCdoB): de contratar pesquisas para vender popularidade quando se encontra em momentos de desgaste.

Na semana que enfrentou novo desgaste – por causa do aumento de ICMS em vários setores – eis que Dino traz, novamente, pesquisa para tentar dizer que seu governo vai bem, obrigado.

Só que não.

Os números da pesquisa Exata divulgados neste fim de semana mostra que a rejeição ao governo comunista, que era de cerca de 30% em dezembro, subiu nada menos que seis pontos percentuais nos primeiros três meses de 2017.

A Exata ouviu 1,4 mil cidadãos maranhenses entre os dias 23 e 26 de março.

Um sinal de alerta para o comunista que ora ocupa o Palácio dos Leões…

3

Eliziane e a difícil tarefa de reconquistar o eleitorado…

Candidata do PPS tem 15 dias para tentar uma reação, voltar aos patamares do início da campanha  e chegar ao segundo turno; tarefa difícil, diria-se improvável, mas não impossível, ao analisar-se os números da pesquisa Escutec

 

Observe abaixo as simulações de segundo turno das eleições de São Luís na pesquisa Escutec divulgada neste sábado, 17, pelo jornal o EstadoMaranhão.

Atente aos dados grifados em vermelho.

segundo

Note que, quando a disputa é entre Edivaldo Júnior  (PDT) e Wellington do Curso (PP), o índice de eleitores que declaram não votar em nenhum deles é de apenas 9,5%, e os dois ficam tecnicamente empatados, com ligeira vantagem para o prefeito.

Quando a disputa é com Eliziane Gama (PPS), no entanto, perceba que o índice de eleitores que declaram votar em nenhum deles supera a casa dos 19%. Somado aos que não souberam ou não quiseram responder à pesquisa, este índice chega a quase 28%.

Tradução: quando Eliziane entra em uma disputa direta com um dos dois principais adversários, quase 1/3 do eleitorado – mesmo ressentido com ela – ainda fica em dúvida quanto em quem votar.

Mesmo rejeitando Eliziane; mesmo tendo se afastado dela durante a campanha este eleitor sabe que, na comparação direta, ela pode ser melhor que os adversários.

Eliziane precisa recuperar o carisma que a fez envolver e conquistar o eleitor

Eliziane precisa recuperar o carisma que a fez envolver e conquistar o eleitor

Os dados mostram que a rejeição a Eliziane – e a consequente queda nas pesquisas – não são frutos da antipatia pessoal à candidata, mas relacionado a algo de errado que ela fez durante a campanha ou na pré-campanha.

De alguma forma, o eleitor passou a rejeitar a candidata do PPS por alguma tomada de posição, por alguma declaração ou por falhas na condução da própria campanha.

É uma espécie de ressentimento eleitoral que, no entanto, perde força  – ou pelo menos gera dúvidas – quando o eleitor passa a comparar os perfis em confronto direto; o eleitor desistiu de votar nela, mas tem dúvidas quanto a votar em outro.

E é nesse ponto que Eliziane deve atuar para reconquistar o eleitor ressentido com seus gestos e atitudes.

O eleitor pode ver nela alguma insegurança, alguma instabilidade emocional, alguma falta de habilidade política.

Mas ninguém aponta nela qualquer falha de caráter ou qualquer desvio moral; e sabe que, na comparação de competência, ela supera seus adversários diretos.

Cabe à própria Eliziane fazer as pazes com ele eleitor ressentido.

Tem apenas 15 dias para isso…

10

Rejeição impede projeto de reeleição de Edivaldo Júnior…

Antipatia popular à gestão do prefeito pedetista beira os 40%, o que torna quase impossível vencer os adversários em confronto direto

 

Rejeição inviabiliza sonho do prefeito

Rejeição inviabiliza sonho do prefeito

A pesquisa divulgada nesta segunda-feira, 29,  pelo jornal O Imparcial, confirmou que a rejeição do prefeito Edivaldo Júnior (PDT) continua nas alturas, mesmo com toda a força que o candidato tem feito para se mostrar competitivo.

De acordo com os números do Instituto Ímpar, nada menos que 37,5% dos eleitores de São Luís declaram não votam de jeito nenhum em Edivaldo.

A rejeição à gestão de Holandinha é quase três vezes superior à da deputada Eliziane Gama (PPS), apesar de todo o bombardeio dos adversários contra ela.

Essa rejeição altíssima impede, por exemplo, que o prefeito possa sonhar com uma vitória em primeiro turno; e também o leva a perder para qualquer adversário que venha a enfrentá-lo em um segundo turno.

A rejeição do prefeito é quase três vezes maior que a da sua principal adversária

A rejeição do prefeito é quase três vezes maior que a da sua principal adversária

No final de semana, Edivaldo Júnior tentou criar um ambiente de otimismo com a pesquisa do Instituto DataM, que baixou artificialmente sua rejeição para pouco mais de 20% e elevou seus índices de intenção de votos à casa dos 34%.

Mas o DataM já foi denunciado por fraude em pesquisas, pelo histórico de irregularidades que registra em seus levantamentos.

O prefeito tem a maior estrutura de campanha, o maior tempo na propaganda eleitoral, o maior número de inserções, o maior número de partidos políticos e ainda conta com o fato de estar no comando na máquina administrativa.

Nem isso, porém, faz com que ele seja menos rejeitado pelo eleitor.

E é isso que inviabiliza seu projeto de reeleição…, São Luís,

5

Econométrica: Rejeição de Edivaldo aumenta e torna-se obstáculo para vitória do prefeito…

Em pouco mais de um mês, a antipatia do eleitor à tentativa de reeleição do pedetista – mesmo com toda máquina da prefeitura atuando em seu favor – aumentou quase dois dígitos, reforçando o muro que ele próprio criou

 

Edivaldo segue com rejeição aumentando entre o eleitorado

Edivaldo segue com rejeição aumentando entre o eleitorado

 

Um dado importante da pesquisa Econométrica divulgada neste sábado, 23, pelo blog de Luís Cardoso é o crescimento da rejeição ao prefeito Edivaldo Júnior (PDT), que já era uma das mais altas da história.

E este índice aumentou ainda mais, na comparação com a pesquisa da mesma Econométrica, divulgada em junho, pelo jornal O EstadoMaranhão. (Leia aqui)

Passou de 35,9% para 37,3%.

E é exatamente a rejeição de Holandinha o seu principal obstáculo para vencer a eleição em São Luís. E é por isso que ele não ganha de nenhum dos adversários em um eventual segundo turno.

Se for para um confronto direto, Edivaldo perde tanto para Eliziane Gama (PPS) quanto para Wellington do Curso (PP).

Rejeição mostrada pela Econométrica dá a chave para entender montagem dos números

Rejeição mostrada pela Econométrica dá a chave para entender montagem dos números

A rejeição altíssima, somada à desaprovação da própria gestão, torna-se um obstáculo significativo contra o prefeito.

Daí a necessidade dos números da Econométrica às vésperas das convenções.

Mas esqueceram de avisar sobre o quesito rejeição.E esta é a pista para se saber como se deu a montagem dos números.

Simples assim…

12

Aliados de Holandinha comemoram pesquisa que ainda nem foi às ruas…

Atrás na preferência do eleitorado, o prefeito Edivaldo Júnior dá sinais de que quer usar levantamentos para aparecer bem colocado às vésperas das convenções, na tentativa de convencer partidos a aderir à sua coligação

 

Em 2012, prefeito usou a tática das psquisas para impressionar e manter aliados em volta; agora, a rejeição impede a forja...

Em 2012, prefeito usou a tática das pesquisas para impressionar e manter aliados em volta; agora, a rejeição impede a forja…

Aliados do prefeito Edivaldo Júnior (PDT) nas redes sociais e na imprensa – sobretudo na blogosfera – passaram, desde o início da semana, a noticiar a realização de uma nova pesquisada de intenção de votos sobre a corrida em São Luís.

Mas a forma entusiasmada como falam do assunto gerou desconfiança de “golpe” às vésperas das convenções que vão definir as coligações para a eleição de outubro.

E não é de hoje que o grupo vinculado ao prefeito utiliza levantamentos pseudo-científicos para tentar aparecer bem e convencer o eleitor. A tática foi usada também em 2012, quando Holandinha disputava a eleição contra o prefeito João Castelo (PSDB).

Mas as circunstâncias da eleição, hoje, são diferentes.

Naquela época, o pedetista enfrentava um prefeito fortemente desgastado na opinião pública; hoje, é o próprio Edivaldo quem registra rejeição recorde em todas as pesquisas de intenção de votos, além de uma maciça reprovação de sua gestão, sempre acima dos 60%.

Forjar uma pesquisa neste momento, soa como tentativa desesperada de manter os partidos em seu palanque, mesmo com o risco de sequer ir para o segundo turno.

E as suspeitas ficam ainda mais fortes quando se analisa o fato de que Edivaldo mantém pelo menos dois institutos atrelados à sua gestão. Mesmo assim, a cada anúncio de pesquisas, a mídia alinhada ao prefeito entrava em pânico às vésperas da divulgação.

Quando eles próprios passam a anunciá-la com entusiasmo, sinal de que há armação no ar.

É aguardar e conferir…

1

“Flávio Dino é responsável pela grande rejeição do prefeito”, diz Edilázio Júnior…

Deputado do PV alerta que a parceria que o governador comunista vende em São Luís é uma enganação, mas que o PCdoB atua mesmo é contra Edivaldo Júnior

 

Na semana que passou, o deputado Edilázio Júnior (PV) fez uma das mais lúcidas avaliações do desgaste que a relação com o governador Flávio Dino (PCdoB) provoca no prefeito Edivaldo Júnior (PDT).

– Venho fazer um questionamento ao governador do Maranhão: todos falam muito do apoio do governador Flávio Dino ao prefeito Edivaldo Holanda Júnior. A minha pergunta é: qual é o apoio que o governador dá ao prefeito Edivaldo? Flávio Dino é responsável hoje pela grande rejeição do prefeito de São Luís. Não há dúvida quanto a isso. Falo com convicção – frisou Edilázio.

O deputado abordou apenas o aspecto eleitoral entre Dino e Holandinha.

Há, no entanto, outros movimentos que comprovam conspirações políticas contra dos comunistas contra o prefeito, além de boicote a obras de infraestrutura na capital.

Mas esta é uma outra história…

4

Escutec: São Luís reprova governo Flávio Dino…

Maioria da população da capital maranhense já não vê com bons olhos  a gestão do comunista, que, 18 meses após início do governo, é aprovado por apenas 48% dos ludovicenses

 

Dino já é rejeitado pela maioria da população em São Luís

Dino já é rejeitado pela maioria da população em São Luís

O governo Flávio Dino (PCdoB) chegou aos 18 meses já reprovado pela população de São Luís.

Pesquisa do Instituto Escutec, divulgada neste sábado, 2, pelo jornal O EstadoMaranhão, revela que apenas 48% dos moradores da capital maranhense aprovam o governo comunista.

pesquisa2

Levando-se em conta que este índice já foi de quase 80% é possível dizer que Flávio Dino definhou consideravelmente em apenas um ano e meio de mandato.

Para se ter uma ideia do desgaste de Flávio Dino em São Luís, o total de eleitores que considera seu governo “Péssimo”  – 18,9% – é quase igual ao total de eleitores que avalia sua gestão como “Boa”, que é de 21,6%.

pesquisa

Apenas 4,4% consideram o governo Flávio Dino “Ótimo”, praticamente metade dos 8,3% que apontam a gestão como “Ruim”.

Outros 44,6% consideram o comunista um governador apenas “Regular”.