3

Sem plano B, Holanda Jr. realiza convenção apostando em vitória de Roberto Rocha no PSB…

Holandinha e seu padrinho, Flávio Dino: à espera de um vice…

O deputado federal Edivaldo Holanda Júnior (PTC) reazlia convenção na tarde de hoje sem uma definição de vice.

Ele vai esperar a convenção do PSB, que, por determinação da direção nacional, ocorrerá em lugar diferente.

Por articulação do ex-deputado Flávio Dino (PCdoB), o vice de Holanda seria Roberto Rocha. Mas Rocha dificilmente vencerá a disputa no PSB  para garantir a aliança com o PTC.

O presidente nacional do PDT, Carlos Lupi, também tentou convencer o vereador Ivaldo Rodrigues a ser vice de Edivaldo, mas este rechaçou a ideia “pela história de luta” que tem no partido. 

Neste caso, o candidato dinista terá que encontrar um companheiro de chapa no PCdoB, no PDT ou no próprio PTC.

A  não ser que acate a decisão do PRTB, que quer indicar seu presidente, João Câncio, para a composição de chapa.

A convenção do PTC acontece na UNDB, juntamente com os demais partidos da coligação.

A do PSB, ainda não tem lugar definido…

10

Roberto Rocha é o pivô da separação de José Reinaldo e Flávio Dino…

Dino sem Tavares vira apenas um neófito…

A verdadeira história do afastamento do ex-governador José Reinaldo Tavares (PSB) do seu pupilo Flávio Dino (PCdoB), é bem mais simples que a mera articulação para as eleições de 2014.

José Reinaldo sentiu-se menosprezado e traído por Flávio Dino, por isso afastou-se.

E o motivo da traição chama-se Roberto Rocha.

O ex-governador credita a Rocha a sua derrota nas eleições para o Senado, em 2010. E conta pra quem quiser ouvir que o ex-tucano recebeu benesses do grupo Sarney para ser candidato a senador e atrapalhar os planos reinaldistas.

Por isso, Tavares não compreendeu quando Flávio Dino, em meados de 2011, resolveu patrocinar a transferência de Rocha para o PSB, na tentativa de transformá-lo em candidato a prefeito.

Foram várias as conversas entre o ex-governador e seu pupilo, sem que o comunista se desfizesse da idéia.

Sem conseguir demover sua criatura, o criador decidiu agir sozinho.

Com o controle do PSB, decidiu minar o desafeto partidário internamente até inviabilizá-lo como candidato a prefeito.

Conseguiu, mas eis que Dino decidiu fazer de Rocha o vice na chapa de Edivaldo Júnior (PTC) pelo consórcio oposicionista.

Sentindo-se desafiado pela sua criação política, o ex-governador decidiu dar o golpe fatal: anunciou, de uma hora para outra, aliança com o prefeito João Castelo (PSDB), indo se abrigar na Secretaria Municipal de Governo.

Foi como se mandasse um recado a Flávio Dino: “Tu estás chegando agora em política, ‘não conhece a cor da chita’. Vou mostrar como se faz”.

A adesão de José Reinaldo a Castelo esfacelou o “consórcio oposicionista”, esvaziou o candidato de Dino e deixou o comunista sem saber o que fazer.

E agora dará o tiro de misericórdia, com a cooptação de PSB e PPS e da maior parte do PDT para a campanha de Castel0.

Com a virada de jogo, José Reinaldo mostrou a Flávio Dino como é que se faz política.

E se o comunista ainda sonha ser candidato a governador em 2014 tem que seguir os conselhos do mestre.

E começar do começo…

4

Direção nacional do PSB proíbe convenção conjunta com PTC em São Luís…

Documento do PSAB determinando outro local para convenção

A direção nacional do PSB julgou hoje recurso impetrado pelo vice-presidente da legenda em São Luís, Maurício Almeida, e decidiu proibir a realização da convenção no mesmo ambiente em que acontecerá a do PTC, como queria o presidente municipal Roberto Rocha.

É uma derrota para Rocha, que defende a aliança com o deputado fedral Edivaldo Holanda Júnior (PTC) – e para o próprio Fla´vio Dino (PCdoB), que confiava no comando nacional das legendas para dar apoio ao seu pupilo candidato.

 

Tavares vence a primeira pró-Castelo contra Flávio

Para decidir para direção nacional do PSB entendeu a convenção “compreenderá disputa política”,  em face de haver várias propostas de encaminhamento eleitoral. Portanto, o debate “exioge ambiente de tranquilidade para deliberação”.

Há dois grupos no PSB.

O de Roberto Rocha defende a aliança com Edivaldo Júnior, do qual quer ser vice. O grupo de José Reinaldo tavares, por sua vez, quer indicar José Antonio Almeida vice do prefeito João Castelo (PSDB).

A retirada do PSB do ambiente de convenção do PTC é uma primeira vitória do grupo de José Reinaldo…

10

Roberto Rocha lamenta “falta de percepção” de José Reinaldo…

Rocha mantém posicionamento em São Luís

O presidente municipal e pré-candidato do PSB à Prefeitura de São Luís, Roberto Rocha, avaliou que a decisão do seu colega de partido, José Reinaldo Tavares – de se aliar ao prefeito João Castelo (PSDB) – está em “completo desacordo com a vontade da maioria da população”.

– [O PSB] lamenta a falta de percepção de filiados ao se aliar ao governo municipal – disse Rocha, em nota oficial, divulgada hoje.

Roberto Rocha deixa claro ñão concordar com a visão de outros oposicionistas, de que o adversário único seja o grupo Sarney.

O olhar que o PSB de São Luís lança sob a cidade não é anti-Sarney, é anti-passado. Por isso se opõe aos governos do estado e do município – esclarece.

A posição de Rocha em relação à decisão reinaldista é a segunda já feita publicamente no “consórcio oposicionista” – a primeira foi a de Tadeu Palácio (PP).

O “líder maior” deste consórcio, Flávio Dino (PCdoB), por enquanto, mantém silêncio sobre a decisão do ex-governador, seu patrono político.

6

“Não há cinco candidatos; se Flávio entrar, não existem outros quatro”, diz Eliziane Gama…

Eliziane e Roberto Rocha divergem sobre candidatura de Flávio

A deputada estadual Eliziane Gama (PPS) derrubou a tese levantada pelo aliado Roberto Rocha (PSB), de que o grupo deles tem cinco candidatos a prefeito em São Luís.

Para a deputada, não há como haver cinco nomes postos para a disputa pelo simples fato de que, um destes nomes, fatalmente excluirá os demais.

– Não pode haver cinco candidatos no nosso grupo. Se o quinto for Flávio Dino (PCdoB), automaticamente os outros quatro deixam de existir – explicou Eliziane.

A deputada explica que o único consenso já construído na aliança formada por PP, PSB, PPS, PTC, PCdoB e PDT é a candidatura de Flávio Dino.

– O Flávio lidera as pesquisas em todos os institutos. Se quiser ser candidato, todos os demais abrem pra ele. Isso é consenso no grupo – afirmou.

Hoje pela manhã, Roberto Rocha afirmou que Flávio Dino estava entre os candidatos do grupo, mesmo diante da insistência dos jornalistas de que o comunista não entrará na peleja.

– O Flávio é candidato. Ele assinou um documento do PCdoB, em janeiro, de que seria candidato – afirmou Rocha.

A contestação de Eliziane mostra que ainda está distante a tão propalada convergência pregada por Rocha…

8

Roberto Rocha é o quinto elemento…

Roberto Rocha: em busca da convergência

O que todos esperavam aconteceu: o ex-deputado Roberto Rocha lançou hoje a sua candidatura a prefeito de São Luís pelo PSB.

Ele se junta aos já lançados Tadeu Palácio (PP), Eliziane Gama (PPS) e Edivaldo Holanda Júnior (PTC) – alías nenhum deles presente na entrevista, na Assembleia Legislativa.

O próprio anfitrião tratou de incluir também o ex-deputado Flávio Dino (PCdoB) no grupo de candidatos. 

Mesmo assim, todos têm o discurso da unidade na campanha, com a escolha de um candidato único, definido pelo critério do que o socialista chamou de “convergência”.

A convergência defendida por Rocha – embora não tenha ficado exatamente claro o que isso signifique – se sobreporá até às pesquisas de opinião pública.

– Tem que ter convergência de interesses em São Luís, nas eleições estaduais e com o plano nacional – disse ele, tentando explicar que o candidato terá que definir se quer agora ou mais tarde.

Mais ou menos isso…

– Mas todos não têm interesse nas eleições de São Luís e nas eleições estaduais, relacionadas com as eleições nacionais? – perguntou um confuso titular deste blog.

Roberto Rocha conversou, conversou, mas não esclareceu muito bem como se resolverá toda a equação da convergência.

E o grupo de Flávio Dino segue rumos às convenções, cada vez com mais candidatos.

Todos à espera da convergência de interesses…

PSB reafirmará posição eleitoral nesta quarta-feira…

Roberto Rocha vai falar sobre posição do PSB em São Luís

O ex-deputado Roberto Rocha e o dirigentes do PSB em São Luís vão anunciar, nesta quarta-feira, a posição oficial do partido nas eleições da capital maranhense.

Na verdade, a legenda vai reafirmar o que já tem dito, mas agora de forma pública.

– Nós estávamos agindo apenas nos bastidores, por que a época é de fazer política. Agora, vamos tornar pública nosso posicionamento – afirmou Rocha, em conversa telefônica com o titular do blog.

Embora não tenha relacionado os fatos, a coletiva do PSB tem a ver com a movimentação dos parceiros políticos nos últimos meses.

Desde o início do ano, tanto o PP quanto PPS – e depois o PTC – tomaram posicionamentos públicos em relação às eleições de São Luís.

Ainda em janeiro, o PP lançou a pré-candidatura do ex-prefeito Tadeu Palácio. Na semana passada, foi a vez do deputado federal Edivaldo Holanda Júnior (PTC), que anuncia para sábado o lançamento de sua campanha.

Ontem, o PPS definiu-se pela entrega dos cargos que ocupava na Prefetura de São Luís, o que abriu caminho para a candidatura da deputada estadual Eliziane Gama.

Falta op PSB, que procura agora ocupar os espaços que faltam.

Resta dizer como ficará o grupo com tantos candidatos lançados…

11

A volta de Roberto Rocha ao confronto anti-sarney…

Roberto Rocha: de novo no front

Nos últimos dias, o ex-deputado federal Roberto Rocha (PSB) resolveu reassumir a postura antisarneysista que o caracterizou nos últimos 15 anos.

Ele, que andava calado em relação ao governo e ao grupo da governadora Roseana Sarney (PMDB) – chegando a ser taxado de aliado, por setores da imprensa – voltou à carga, vestindo a armadura oposicionista.

Durante o feriado, Rocha disparou dois petardos.

No primeiro, para defender o ex-presidente da Assembleia, Marcelo Tavares (PSB), voltou ao velho discurso de que as acusações contra a oposição ocorrem para tentar desautorizá-la a criticar o grupo Sarney.

Pura tolice.

Depois, Rocha veio a público novamente, na rede social Facebook, para criticar um comentário da coluna Estado Maior, que lembrou a relação conflituosa do então governador Luiz Rocha com o seu vice, João Rodolfo, entre 82 e 86.

Explicando que o pai governador impediu a ascensão do vice por uma questão estratégica do grupo, achou que o jornal o desmereceu um aliado ao fazer tal menção.

Para Roberto Rocha, então, a imprensa serve apenas para atacar adversários e proteger aliados? 

É isto que se depreende de sua crítica.

Mas o fato é que, após quase dois anos de armistício, o ex-deputado, ex-tucano e neosocialista resolveu voltar à carga contra o grupo Sarney.

O que houve???

5

Roberto Rocha fala 1kg sem dizer 1g…

Rocha e o surrado "nós contra eles" a favor de aliado

O ex-deputado Roberto Rocha (PSB) “viajou na maionese”, hoje, ao tentar defender o correligionário Marcelo Tavares das acusações de que teria desviado tíquetes-alimentação dos funcionários da Assembleia Legislativa.

Não se faz aqui juizo de valor da posição de Rocha ou do líder oposicionista, mas apenas se questiona o conteúdo do artigo, publicado em John Cutrim.

– Democracia pressupõe o mínimo de equilíbrio nas forças políticas, espaço para o contraditório, convivência com os contrários. Respeito as diferenças – ressalta o ex-deputado federal.

Como assim? O que tem a ver uma coisa com a outra?

Tavares: é preciso menos discurso e mais documento

Por acaso, para haver equilíbrio entre as forças políticas no Maranhão faz-se necessário que se ignore qualquer denúncia, qualquer crime, de alguém que se declare oposição? 

No seu texto, Rocha atribui a denúncia contra Tavares à tentativa de desqualificar “a voz mais autorizada da oposição na Assembleia Legislativa”.

Com este argumento, o ex-parlamentar cai na vala comum dos oposicionistas profissionais do Maranhão, que santificam qualquer bandido apenas pelo fato de fazer oposição aos Sarney.

Por acaso, o fato de ser oposicionista deixa Marcelo Tavares acima de qualquer suspeita?

A denúncia contra o líder oposicionista é vazia por si mesma, apenas pelo fato de (ainda) não haver comprovado ligação inquestionável entre Tavares e as compras do ex-funcionário Márcio Pimenta.

Mas não convence tentar sacralizar o parlamentar com o surrado discurso “nós contra eles”.

É falar 1 quilo sem dizer 1 grama…

6

O futuro eleitoral incerto de Roberto Rocha…

Ele dificilmente terá a chancela do grupo formado por PP, PCdoB, PTC e PPS para ser o candidato a prefeito da ala dinista da oposição maranhense.

Também não está à vontade o bastante para buscar uma composição com PT e PMDB, partidos da base de sustentação da presidente Dilma Rousseff (PT).

É assim, com absoluta insegurança em relação ao futuro eleitoral, que o ex-deputado Roberto Rocha (PSB) se movimenta no tabuleiro da sucessão municipal.

O ex-parlamentar aceitou trocar o PSDB pelo PSB por que foi convencido pelo deputado federal Ribamar Alves de que seria candidato a prefeito de São Luís. Ocorre que Alves não tem o controle do partido, hoje dividido entre o apoio a Flávio Dino (PCdoB) e João Castelo (PSDB).

Além disso, Rocha enfrenta a desconfiança dos próprios dinistas, de que estaria fazendo o jogo dos Sarney na sucessão, como exploram diariamente os blogs, jornais e rádios atrelados ao dinismo e ao reinaldismo.

É com todos estes problemas que ele ainda participa do grupo formado por PP, PSB, PPS, PTC, PP e PCdoB.

Mas sem saber até onde irá esta história…